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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pobre GUERRA JUNQUEIRO: mais de cem anos depois e ainda ninguém lhe conseguiu tirar a razão...!!! (via mail)

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A Pátria da Quinta dos Malandros

Em maré de grandes vultos da escrita portuguesa e das suasopiniões àcerca da política portuguesa, vejam o que Guerra Junqueiro dizia do comportamento do povo português e dos partidos políticos maioritários da altura e como hoje, passados mais de 100 anos, tal testemunho se aplica sem deslocar uma vírgula que seja...

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,fatalista esonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos devergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, aenergia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir asmoscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nemonde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e ébom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejomisterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoamorta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, nãodescriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter,havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública empantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, damentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na políticaportuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos,absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado dequarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicaçãounânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazerdela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendoambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras,idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero enão se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu noparlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar".
Guerra Junqueiro, 1896.
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QUINTA DA FONTE: como se vive num PAÍS DE BANANAS e que não tem BANANEIRAS...!!! (via mail)

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Limpeza étnica


O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte.
A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado...
Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul.
É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos"...
Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade.
O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos".
A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
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sábado, 26 de julho de 2008

Quem não sabe é como quem não vê! Nós, altruístas, ensinamos...

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Já quase não há céus para bradar. Há gente muito...complicada.

Confirma-se aquilo que já se disse várias vezes neste blog: para abrir uma nova faculdade de Medicina (neste caso, curso) é preciso pôr o país em polvorosa, abrir noticiários, consumir muita tinta de jornal e escrever milhões de bytes em opiniões, etc...

Numa iniciativa inédita (confesso que até fiquei surpreendido pela positiva), a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, veio a público comentar o novo acontecimento nacional. Diz a nossa digníssima: "fico satisfeita com a iniciativa da criação da faculdade de medicina". Acrescentou ainda que "haverá sempre seguramente quem deseje ser Enfermeiro ou Médico" e que "acredita que este novo curso não vai retirar profissionais de outras áreas de saúde".
(Pois eu até acho que deveria retirar, pois assim, cada um, teria a liberdade de escolher o que quer cursar, orientando a seu futuro de acordo com as respectivas pretensões...)

Curiosamente, afirmou ainda que "as necessidades na saúde são sempre crescentes", o que me fez suspeitar que introduzisse o conhecido e barbudo argumento dos rácios da OCDE, mas não. (Olhe que o rácio médico em Portugal não é dos piores, mas está longe dos melhores...)

As privadas, revoltadas e sedentas de dinheiro fresco, também querem o curso de Medicina, mas encontram barreiras... porque será?

É aqui que entra o bastonário da Ordem dos Médicos, Dr. Pedro Nunes, um homem visivelmente pouco habituado a estas andanças relacionadas com abertura de linhas de produção massivas a nível formativo (ainda que estejamos a falar de umas escassas dezenas de vagas)...
Mas nós, Enfermeiros, ensinamos quem não sabe...

Quando questionaram o sr. bastonário relativamente ao que pensava sobre este polémico e mediático evento nacional, o mesmo desabafou com notável sinceridade e alertou "para o risco de se poderem estar a formar médicos a mais". Relembro que estamos a falar de apenas mais 30 vagas!! Mostrou-se ainda preocupado com a existência de "1500 vagas" para medicina. Há uns bons anos atrás (para quem se lembra...), com menos faculdades, quase abriram 5000 vagas, e ninguém se queixou tanto... porque será?

Continuando, o Dr. Pedro Nunes, atemorizado, vincou prontamente que deve existir uma "gestão do número de vagas a nível nacional para que não se estejam a formar pessoas para o desemprego", e não se esqueceu de um pormenor essencial: "recear a dispersão das faculdades de medicina", pois ""tecnicamente é preferível concentrar em pólos as universidades" (...) salientando a necessidade dos futuros médicos terem vivência universitária. E ramatou assim: "Para os médicos é fundamental que durante a sua fase de ensino saiam das suas terrinhas e abram os seus olhos"". Complicado, o homem.

Ora, em termos de eficácia e eficiência os médicos estão muito atrasados...

Os Enfermeiros, vanguardistas, não querem saber da velha história da gestão de vagas, falar em desemprego é uma tolice obsoleta, discutir rácios da OCDE é que é moderno e chic...
Muito frontalmente, deixem-me dizer ao sr. bastonário da OM que, se quiser aprender como é que se abre um curso em cada esquina, com professores de desenrasca-para-a-ocasião, a gente ensina... de borla! A nossa experiência nesse âmbito é abrangente...

... É quem não sabe, é como quem não vê!

O recado seguinte é especialmente dirigido à nossa bastonária: ponha os olhos a isto, Enfª Maria Augusta! Eles [a Ordem dos Médicos] não duram sempre...


in:www.doutorenfermeiro.blogspot.com
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Petição pelo início do Processo Negocial da Carreira de Enfermagem, lançada pelo SEP

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Assinem a petição Pelo Início do Processo Negocial da Carreira de Enfermagem

http://www.sep.org.pt/peticoes/2008/07/index.php
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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Piada excelente........ Guerra entre as faculdades‏

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Tudo começou quando...

A turma de Direito resolveu colocar uma frase numa t-shirt que
virou moda no Campo Universitário:
' O teu namorado não faz Direito? Vem cá que eu faço'.

Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte:
'Ele pode até fazer Direito, mas ninguém conhece teu corpo
melhor que eu.'


O pessoal de Administração não deixou para menos:
'Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber
Administrar o que tem'

O pessoal de Administração ficou bem na fita até que a turma
de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
'Uns conhecem bem, outros fazem direito e alguns sabem
administrar o que têm, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!
'Aí o pessoal da Publicidade largou esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar
e plantar a mandioca, se depois não puder contar pra todo mundo?'

A turma da Engenharia, não se deu por achada, e saiu-se com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e
potência para fazer várias vezes?'

Mas a frase que ficou e se tornou campeã foi a da Economia
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes, se a mulher gosta mesmo é de dinheiro?'

Ninguém discutiu por um tempo, até que, as MENINAS do Curso de NUTRIÇÃO
Saíram-se MUITO BEM (mas, MUUUUUUITO BEM, MESMO!) com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer Direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes e, ter dinheiro... Se, no final das contas... nós precisamos sempre de ensinar a comer!!!!!'
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terça-feira, 15 de julho de 2008

Quem rir perde (video)

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Menina cega de 5 anos a tocar Mozart

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Enfermagem - videos

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Neste tempo dificil a nivel profissional para a nossa grande classe... é sempre bom recordar e fazer ver o kt somos importantes...
ficam os videos:

value="http://www.youtube.com/v/XPBqAhufA_Q&hl=pt-br">value="transparent">

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Uma pequena história...

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Às portas do dia "E" (Manifestação de Enfermeiros no dia 10 de Julho), talvez o timing para vos contar este episódio - que me foi relatado na primeira pessoa - não seja o mais adequado. Mesmo assim, partilho-o convosco, pois acho que todos devem ter conhecimento do que se passa com os colegas por este país fora...

Sucintamente:

Uma colega nossa, que colaborava com um Lar de Idosos há quase 15 anos, em regime de acumulação, recebeu uma proposta inesperada vinda do imaginativo Conselho de Administração (CA) da respectiva instituição: reduzir o seu salário/hora em 60%.

Indignada, recusou peremptoriamente invocando argumentos lógicos e sensatos - a dedicação, a competência, a experiência, o conhecimento, etc...
Inflexível, o CA recusou.
Inadmissivelmente, era uma proposta economicista. A colega recebia um valor muito acima da média do mercado, e trabalhava duas horas, diariamente, seis dias por semana e contactável 24 horas por dia.
Revoltada, abandonou a sua dedicação dos últimos 15 anos.

O médico da instituição - que comparece na instituição apenas duas horas por semana e que tem um salário fixo de 800 euros/mês - lançou logo a sua ofensiva e tentou colocar umas quantas "cunhas" de paizinhos cujos filhos não tinham part-times e foram, à noite, bater à porta do sr. doutor para lhe pedir o "favor" de lá colocar o "menino" ou a "menina".
Ao médico foi recusado qualquer tipo de intromissão na escolha do novo Enfermeiro, pois o CA pensou em contratar alguém a tempo inteiro, 40 horas por semana. E assim fez. Não foi difícil, os currículos apresentavam-se aos montes. Mais fácil ainda foi negociar o salário: 600 euros/mês - a recibos verdes - e poderia lá almoçar, se assim o desejasse.

A Enfermeira que tinha "batido com a porta", auferia um salário consideravelmente superior só com as suas 12 horas por semana.
E assim foi. Já se passaram 4 meses e já é o quinto (5º) Enfermeiro que por lá passa. A razão tem barbas. Logo que recebem uma proposta de um Hospital/Centro de Saúde, fazem as malas e esvoaçam a uma velocidade alucinante.
Além disso, todos afirmaram "que trabalhando apenas no lar não se aprende nada nem há estímulo", e o sentimento era comum: "parecia que estava a ficar estúpido" (atenção, as palavras não são minhas!)...
A taxa de internamentos aumentou a pique. A taxa de falecimentos também. As depressões proliferam entre os idosos. As conspirações entre os diversos profissionais igualmente e ao mesmo ritmo.

Tenho pena da pobreza de espírito, da falta de visão e compreensão de tal CA.
Tinham um óptimo elemento que, literalmente, geria a instituição no que respeita ao âmbito da saúde.
Os novos colegas, humilhados e explorados, abandonam sucessivamente a instituição invocando desmotivação, falta de auto-realização, desinteresse e salário incompatível com a função.

Como sabem, não sou contra as acumulações, pelo contrário. Circunstancialmente são favoráveis aos Enfermeiros e aos utentes. Muito do prestígio dos Enfermeiros granjeou à custa de acumulações que conferiam experiência, valor e reconhecimento.
Quem não conhece o Sr. Enf "X" que exerce ali e é formador acolá? Ou o Enf. "Y" que é especialista aqui, dá aulas acolá e coordena isto?
Tudo isto resulta do esforço da dedicação, competência e conhecimento.

Certos exercícios profissionais a "tempo inteiro", ao contrário do que muitos afirmavam, não trouxeram mais poder reivindicativo, qualidade, poder económico ou visibilidade social.
Sou a favor da possibilidade da escolha de exclusividades para os Enfermeiros, deixando a força da opção à consideração de cada profissional.
Mais uma vez: assim não vamos lá. E pronto, assim vão os Enfermeiros e a Enfermagem..."

in:www.doutorenfermeiro.blogspot.com
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domingo, 6 de julho de 2008

Ter 2 aspirinas na mesa de cabeceira (via mail)

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Uma Nota importante sobre os ataques cardíacos:

Fique sabendo que há outros sintomas de ataques cardíacos, para além da dor no braço esquerdo. Deve também prestar atenção a uma dor intensa no queixo, assim como às náuseas e aos suores abundantes, pois estes também não são sintomas vulgares. Detalhe: Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram. Porém... a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água. Em seguida, ligue para o 112 e diga 'ataque cardíaco' e que tomou 2 Aspirinas.
Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos atendentes da Emergência do 112 e ... ....NÃO SE DEITE!!!! Um cardiologista afirmou que, se cada pessoa que ao receber este mail o enviar para 10 outras pessoas, com certeza pelo menos uma vida poderá ser salva! .....

Eu já fiz o meu trabalho!!!!!!!

Espero que faças o teu......
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sexta-feira, 4 de julho de 2008

Pensamento do dia 04/07/08

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"Nós nunca comunicamos pensamentos; comunicamos tão-só movimentos, sinais mímicos com os quais remontamos aos pensamentos"

Nietzsche, Friedrich
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Enfermagem em Luta: 10 de Julho, todos ao Ministério. Mobilização é urgente.‏ (Via mail)

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APELAMOS A QUE TODOS PARTICIPEM E MOBILIZEM OS COLEGAS PARA A CONCENTRAÇÃO

10 – JULHO ------ 11H ----- FRENTE AO M.SAÚDE

Esta semana está a ser fértil em factos políticos para a profissão.

O SEP a preparar a manif de 10 de Julho, fazendo divulgação via net/mail e sms.

A Ordem a emitir press release sobre eventual ruptura total com o Ministério da Saúde

O SE a assumir discordância da linha politica do governo baseado no relatório de Primavera do Observatório Nacional dos Sistemas de Saúde (ONSS).

O Forumenfermagem realça esta convergência de ruptura com a politica do governo, uma vez que esta em causa Negociação da Carreira/Precariedade de emprego, Modelo desenvolvimento profissional e a continuação das Reformas de saúde que nos favorecem (cuidados primários e rede de cuidados continuados).


O Forumenfermagem assim como outros sítios de enfermeiros na Internet estão em sintonia com este momento decisivo da nossa profissão:

O Conselho Directivo da Ordem dos Enfermeiros, reunido do dia 2 de Julho, decidiu solicitar uma audiência urgente à sra. Ministra da Saúde, dra. Ana Jorge, tendo por base os desenvolvimentos recentes que a seguir se apresentam.

A Ordem dos Enfermeiros, na defesa da saúde dos cidadãos e da qualidade dos cuidados que lhes são prestados, tem vindo a cooperar no sentido da viabilização das reformas em curso na área da Saúde. Assumindo uma postura construtiva apresentando propostas concretas.

Apesar disso, tem vindo a ser confrontada com diversas indefinições e dilações ameaçadoras da confiança e cooperação elementos absolutamente essenciais em processos desta natureza.

Assim, o Conselho Directivo da OE decidiu manifestar junto da Senhora Ministra da Saúde o seu vivo desagrado e solicitar audiência urgente.

Do conjunto de situações que, a não serem corrigidas urgentemente, obrigarão a reformular a nossa postura, destacamos:

1 - Além do atraso no processo de Alteração Estatutária proposto pela Ordem dos Enfermeiros, foi-nos entregue um documento cujos termos são atentatórios da dignidade da profissão e absolutamente incongruentes com os fundamentos legais e científicos que a regem. Tal facto, ocorreu no exacto momento em que julgávamos estarem finalmente criadas as condições mínimas para que o processo relativo a esta matéria pudesse avançar.
Este é um assunto estruturante para a profissão e para o sucesso a curto, médio e longo prazo das reformas em curso. Essas reformas terão de se suportar em novas competências para a melhoria dos cuidados que se oferecem e, desses cuidados, os cuidados de Enfermagem e os enfermeiros são e serão sempre pilar essencial.

2 – Definição de Orientações inequívocas sobre as dotações de enfermeiros no Sistema Nacional de Saúde. Existem comprovadamente carências que obrigam à admissão urgente de enfermeiros quer no âmbito dos CSP quer hospitalares. Temos diariamente horas de cuidados necessárias que não são cobertas com a adequada dotação de enfermeiros. Isso tem implicações para a segurança dos doentes e dos cidadãos bem como dos próprios enfermeiros.

3 - Criação de condições objectivas para a continuidade da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários. Neste âmbito, destacam-se a implementação das Unidades de Cuidados na Comunidade em moldes similares aos seguidos para as Unidades de Saúde Familiar. Apesar de já estar consensualizado um quadro com o Sr. Secretário de Estado, são necessárias medidas claras e explícitas. Essas medidas são indispensáveis para a correcção das iniquidades no acesso e nas condições de prestação de cuidados da população portuguesa.

4 – Quanto à implementação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, é urgente que esta seja dotada dos recursos qualificados, estáveis e permanentes e seja articulada com as outras reformas em curso, evitando distorções no terreno que coloquem em risco os objectivos para que a rede foi criada.

O que norteia a acção da OE é a defesa da qualidade dos cuidados aos cidadãos e a garantia quer das competências quer das condições para essa qualidade.

Por isso, no seu pedido de audiência a OE assegura que dificilmente poderá manter o seu empenhamento cooperante se as situações referidas não forem urgentemente clarificadas.
GCI/PD

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Caros Colegas
A - O SEP foi contactado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde hoje, referindo o seguinte:
1 – Não agendou ainda as reuniões com as quais o Ministério se tinha comprometido porque faltam ainda alguns acertos.
2 – Em princípio, terá condições de remeter ao SEP/SERAMadeira a sua Contraproposta de Princípios de Carreira, eventualmente, no final da próxima semana.
3 – Não sabe se, em Julho, terá condições para apresentar soluções relativamente à Resolução da Precariedade e Admissão de mais Enfermeiros

B – De acordo com a Nota à imprensa emitida hoje pela Ordem dos Enfermeiros (e considerando os resultados das reuniões de 18 e 20 de Junho com os SE), o Ministério da Saúde NÃO QUER VIABILIZAR O Modelo de Desenvolvimento Profissional, elemento central para viabilizar o nosso Modelo de Carreira de Enfermagem (Func. e CIT).

Neste quadro, “fartos de esperar e de adiamentos”

APELAMOS A QUE TODOS PARTICIPEM E MOBILIZEM OS COLEGAS PARA A CONCENTRAÇÃO

10 – JULHO ------ 11H ----- FRENTE AO M.SAÚDE

VAMOS EXIGIR:
1 – Entrega da Contraproposta de Princípios de Carreira de Enfermagem, MARCAÇÃO DA 1.ª REUNIÃO NEGOCIAL e aprovação do Modelo de Desenvolvimento Profissional, central para viabilizar o nosso Modelo de Carreira proposto.
2 – Apresentação de soluções para Resolução da Precariedade (a partir de Outubro começam os 1.ºs despedimentos)
3 – Admissão de mais Enfermeiros, face à carência existente (plasmada em horas extra, baixas dotações, etc
José Carlos Martins

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SEN: Os Cuidados Primários e os Enfermeiros
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01-Jul-2008

Aquilo que temos vindo a dizer e que as caixas de ressonância vão abafando, começa a vir ao de cima, por si, tal a sua força.
A crítica do sistema vem da insuspeita fonte: Observatório Nacional dos Sistemas de Saúde (ONSS).
A leitura dos factos está correcta, desde que servisse para tomar as medidas acertadas e seguir uma política adequada. A nossa suspeita é a de que esta leitura pode servir para inquinar mais ainda, o que de mal se está a fazer.
Com efeito, temo-lo dito, vezes sem conta, que a área dos cuidados primários é uma das que podem ser tratadas, com enormes vantagens, pelos enfermeiros.
Ora o Ministério da Saúde, entregue a médicos, desde o ministro aos secretários e respectivos assessores, não se lembra de olhar para o lado, nem os médicos têm ângulo visual para o fazer, porque a sua deformação profissional lho impede.
Esperemos que, finalmente, o Ministério abasteça os Cuidados Primários, de Enfermeiros, dos muitos que estão desempregados e não enverede por contratar mais médicos mexicanos ou paraguaios, como tem feito até aqui.
Se os médicos dos Centros de Saúde se circunscreverem àquilo que sabem fazer, que é cuidarem das doenças e doentes e deixarem de se meter onde não dominam, não precisam de inventar esquemas, que só complicam.
Não estamos isolados nesta nossa maneira de ver e pensar esta problemática; estão connosco organizações internacionais, como a Organização Mundial de Saúde e outras.
Com a organização que propomos, de há muito, certamente que os médicos são mais que suficientes para as necessidades.
Deixem os enfermeiros tentarem, naturalmente, resolver este problema, à nossa maneira e ver-se-á como resolvemos os problemas, com muito menores custos e de forma mais eficaz.
Foi assim que outros povos resolveram esta questão, que em Portugal, não tem solução, enquanto forem os médicos a serem os exclusivos a resolverem problemas da saúde e da doença, mesmo aqueles que não dominam, como é o caso.
Não se trata de ter mais ou menos Utentes a facturarem uma determinada quantidade de medicamentos e exames de diagnóstico de doenças que ainda não têm. Trata-se de racionalizar os custos, promovendo a saúde e prevenindo a doença.
Isolando as doenças e os doentes para os médicos tratarem, poupam-se os recursos humanos e materiais para ter cada área entregue a quem sabe cuidar dela.
É óbvio que pôr médicos a promover a saúde ou a prevenir doenças, não passa de constantes tentativas de inventar mais doenças onde não existem, pois o que podemos e devemos exigir do médico é aquilo para que foi formado.
Cordiais saudações sindicais

O Presidente da Direcção
José Azevedo
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terça-feira, 1 de julho de 2008

Pensamento do dia 01/07/08

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"Se fosse possível explicar-te tudo não precisarias de perceber nada"
Silva, Agostinho
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