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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Tabanika2015

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Demorou mas já está ;)

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

(Pré) História de Natal

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de: "http://forumenfermagem.org/comunicacao/item/6660-pre-historia-de-natal#.VJ8EF2cig"

" 
  (Pré) História de Natal
No Natal as palavras, as imagens, os sorrisos, as mensagens, os votos, convergem para a amizade, a tolerância, o amor, a felicidade, a sorte, a bondade, a saúde… é uma altura do ano em que parece haver uma sensibilidade maior para o tema “família”.
No hospital somos (mais ou menos) sensíveis à problemática das famílias, estamos (mais ou menos) condicionados pelas circunstâncias de trabalho, concordamos (mais ou menos) que a família é um dos aspetos centrais dos cuidados de enfermagem. A família pode ser um problema, mas também um recurso. A família também necessita de cuidados e as políticas institucionais tendem a valorizar a família. Porém, as práticas nem sempre refletem a intenção de pensar os cuidados através de perspetivas inclusivas, que os humanizem. 
É a este propósito que vos deixo uma (pré)História de Natal que ilustra o quão longo é o caminho que temos a percorrer no sentido de modificar as nossas prioridades (como profissionais), as nossas perceções, a nossa disponibilidade, e a atitude que alguns têm perante os familiares dos doentes e no seio da equipa de saúde.

I parte
Serviço de Urgências, balcão de atendimento geral, porta de entrada do hospital. Sala de espera apinhada de macas, maioritariamente com idosos. É dezembro, a noite está fria e o ambiente é tenso pelas horas mais ou menos longas de espera. Está uma Árvore de Natal iluminada, ali suspensa na parede.  Os doentes são muitos e os acompanhantes imensos. Observam todos os passos da Enfermeira, cada gesto, o que diz, os silêncios; tentam perceber o que é dito ao doente da maca ao lado, presenciam e comentam a agonia de uns, a prioridade de outros. Observam todos os profissionais de saúde, como eles se comportam, como se expressam, como se relacionam.
Quando a Enfermeira passa por perto, quase que travam uma espécie de luta por um esclarecimento, uma informação… Interrompem o que está ou vai fazer, todos sentem o seu caso como prioritário. Uns são mais pacientes, outros mais exaltados. Estão muito à vontade porque ela está ali, com a porta da sua sala quase sempre aberta, circula e vai gerindo as situações de acordo com o que julga adequado. Porém, a Enfermeira sente que ainda é vista, por alguns doentes e familiares, erradamente, como intermediária entre eles e o médico, num paradigma que a coloca como auxiliar do médico, pois nem sempre se apercebem que, para além do papel facilitador tem no processo de cuidados, existe uma clara separação de papéis, responsabilidades e tarefas entre médicos e enfermeiros.   Nesta (pré)História de Natal a Enfermeira realiza tarefas interdependentes da prescrição de 3 médicos: encaminhamento para exames complementares de diagnóstico, administração de medicamentos, algaliações, entubações, avaliações de glicémias, ajuda na ortopedia, realização de gerdy´s, internamentos para Sala de Observações (i.e., corredor), internamentos para os pisos, encaminhamento para outros hospitais… não para e quando para é para recapitular o que está feito e o que falta fazer. A Enfermeira também intervém autonomamente, decorrendo da sua responsabilidade profissional, junto dos doentes que vão chegando mais ou menos queixosos, hipertensos, com cólicas renais, hiperglicémicos, com convulsões, com situações de maior risco a necessitar de cuidados mais céleres e procura manter uma reavaliação contínua das situações mais críticas até que a pessoa seja observada por um médico e ela própria alerta o médico para a prioridade de situações que se podem alterar durante o tempo de espera. Presta cuidados aos doentes que estão em macas e precisam de cuidados de higiene e conforto, aos que pedem água, aos que estão agitados, aos que de repente se sentem mal na sala de espera… A Enfermeira gere a escassez de macas, gere a angústia de quem espera e por vezes desespera, participa na gestão do ambiente de cuidados de acordo com as suas competências.

II parte
No meio daquela azáfama, chega a vez de uma Idosa que se encontrava em maca ser levada para a Sala de Enfermagem para avaliação de sinais vitais, colheitas de sangue, canalização de veia e administração de medicamentos. A Enfermeira pergunta a um homem que estava à porta da Sala de Enfermagem a tentar olhar para dentro como que a ver o que se irá ali passar:
- O senhor é familiar desta senhora?
- Sou o filho.
- Se quiser entrar, sente-se nesta cadeira e pode ficar aqui junto dela.
- Obrigado. – Agradeceu, entrando e sentando-se ali em silêncio.
- Vou colocar um soro para dar os medicamentos para os vómitos, e aproveitamos para tirar sangue para análises. – disse a Enfermeira à Idosa que parecia não compreender muito bem o que se estava a passar. - Depois - continuou  dirigindo-se ao Filho - se o senhor não se importa, leva o sangue ao laboratório, que eu indico-lhe o caminho. Pode ser?
- Sim srª enfª.

III parte
Enquanto a Enfermeira prepara o material, entra na Sala de Enfermagem, à La Chevalier Lagardère como por vezes acontece –  -, uma Outra Profissional de Saúde que, ao perceber que ali estavam 2 utentes, ralhou:
- Quem é este homem? É familiar da doente? Os familiares não entram aqui. Mas o que é isto? Os familiares esperam lá fora. Aguardam lá fora!
- … mas, a enfermeira … - tentou justificar-se o filho da idosa, balbuciando perante tamanha aura, tendo sido interrompido de imediato pela Outra Profissional de Saúde que sentenciou::
- Saia, já lhe disse, os familiares esperam lá fora. - Mas o que é isto?!... – continuou resmungando antipaticamente. Abriu-lhe a porta e o homem saiu.

IV parte
A Enfermeira continuou impávida e serena a preparar o material e a contar até dez. Enquanto isso a Outra Profissional de Saúde “consultava” a Idosa, ali na Sala de Enfermagem, não sem antes ter frisado, falando para si mesma, que era um atrevimento os familiares entrarem assim e estarem ali, de qualquer maneira.
- Onde é que lhe dói? Tem vómitos? Que medicamentos é que toma? NÃO OUVE?
A Idosa não respondeu e a Outra Profissional de Saúde saiu fechando a porta atrás de si.

V parte
A Enfermeira abriu a porta da Sala de Enfermagem e disse ao Filho da senhora Idosa:
- Já pode voltar a entrar.
- … mas… senhora enfermeira, a outra senhora mandou-me sair… - Mas já pode voltar a entrar. – reafirmou a Enfermeira, tranquilamente.
O Filho entrou e sentou-se novamente na cadeira azul, à cabeceira da maca, enquanto a Enfermeira lhe foi perguntando se a sua mãe vivia sozinha e como era o seu comportamento antes da ida ao hospital. O Filho foi explicando a situação de saúde da mãe, enquanto a Enfermeira realizava os procedimentos de punção venosa.
Nisto, irrompe novamente pela sala de enfermagem a Outra Profissional de Saúde, que, ao ver que o Filho estava novamente dentro da sala, ordena:
- Saia! Eu não lhe disse que os familiares esperam lá fora? Saia! – Terminou, irritada.
O Filho olhou para a Enfermeira como que a tentar perceber o que fazer ao mesmo tempo que encolhia os ombros e fazia uma expressão facial de desagrado. A Enfermeira, mais tranquila ainda do que anteriormente, disse:
- Fui eu que autorizei a presença do senhor aqui na Sala de Enfermagem e a mim não me está a incomodar nada. Se a senhora se sente incomodada, diga ao senhor para aguardar lá fora e ele voltará a entrar quando a senhora sair.
Fez-se um silêncio e não aconteceu mais nada. A Enfermeira continuou o seu trabalho, o Filho continuou ali, a Idosa foi atendida, a Outra Profissional de Saúde não voltou a ter tiques de autoridade, o Filho foi ao laboratório levar o sangue, ajudou a empurrar a maca para a sala de espera, esteve por ali…

Vanda Veiga

Enfermeira graduada
Especialidade em Enfermagem Médico Cirúrgica
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Tomar na Rede: Colegas e amigos em choque por morte de jovem enfe...

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Tomar na Rede: Colegas e amigos em choque por morte de jovem enfe...: Em choque é como estão os colegas e amigos de Cátia Sofia Lopes da Silva , enfermeira de 30 anos que trabalhava na unidade de Abrantes.



Faz pensar na palavra "vida"...
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sábado, 6 de dezembro de 2014

Viagens...

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Rascunhos Inconsequentes: O Espírito das Nações

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Rascunhos Inconsequentes: O Espírito das Nações: Do meu curso de Engenharia constava uma disciplina de arquitectura que eu frequentei acompanhado de 2 ou 3 bons amigos da universidade. Para...

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Resposta de um ENFERMEIRO à diarreia cerebral que "escorreu" de um ministro...

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"
Sr. Ministro, neste momento tenho 46,5 horas a mais do que deveria ter o que perfaz mais de 1 semana de trabalho extra nestes últimos meses.
No entanto nestes últimos meses devem ter quase chegado a 100 horas a mais do que o horário normal de trabalho, escondidas nos pagamentos de horas extraordinárias que são engolidas e "roubadas" pelo aumento da tabela de IRS e pelos descontos/"roubos" introduzidos pela chamada "Troika"!
Por isso não critique aqueles que continuam a dar tudo por tudo pelo SNS mas que por algum motivo precisam de um complemento extra no sector privado para fazer face por exemplo aos aumentos da electricidade, água e gás, o aumento das propinas dos nossos filhos universitários ou a ausência de respostas educativas para quem tem 1 filho com menos de 3 anos e tem de pagar 280 euros num creche que supostamente tem o apoio do estado...
Sou daqueles que irá sempre defender o SNS, ele é neste momento a última barreira que defende o nosso povo... sei que a privatização é o caminho que os senhores querem mas que esbarram nas capacidades dos profissionais do sector público que resistem e sem recursos continuam a lutar por alguma qualidade dos cuidados de saúde ainda quase gratuitos...
A Água está vendida não se sabe a quem, a Energia já foi vendida aos chineses mas a Saúde resiste porque terá sempre "soldados" que vêem no "campo de batalha" os despojos da banca e da troika:
- a pobreza dos nossos idosos espelhada aos nossos olhos na suas casas a cair, sem água nem gás mas com um sorriso nos lábios porque somos a sua única visita durante todo o dia;
- o doente crónico que de mês a mês é internado porque se acabou o dinheiro para aviar as receitas e entra em descompensação da sua saúde;
- os idosos internados que não têm ninguém mas têm ainda os nossos cuidados e ao fim de alguns meses o sistema encontra uma resposta social;
- os desempregados que com facies triste e desiludido relatam a sua história profissional, da fábrica que fechou e das dificuldades em encontrar outro trabalho;
- as pessoas que recorrem ao Serviço de Urgência para dormir, tomar banho ou simplesmente tomar uma refeição quente.
RESISTIR é a palavra que me ocorre para defender os "meus doentes", pegar na melhor "arma" que tenho, a qualidade do meu trabalho e continuar a batalhar pela SAÚDE do meu País!
A Qualidade desta arma está à venda e as melhores "peças" estão a ser dadas ao estrangeiro que paga 3 e 4 vezes mais por esse trabalho reconhecendo a sua qualidade e a sua mais valia...
Mas enfim, tudo isto o Sr. Ministro já sabe...
Não importa as Noites sem dormir e sem descanso no dia a seguir...
Não importa o Natal, Passagem de Ano, Páscoa, etc que não passo sem a minha Família...
Não importa os turnos que nos descontrolam o corpo e a mente e às tantas já não sabemos que hora e dia estamos...
Não importa o baixo salário...
Não importa a ausência que a Família sente...
Não importa as 3 hérnias que a minha coluna ganhou nestes anos de trabalho...
Não importa que ao fim de 12 anos de serviço ganhem muito menos do que no primeiro dia...
O que importa e é importante é a pessoa de quem Cuido...
e por ele e pelo SNS vou até à Lua
Já sabe portanto que sou ENFERMEIRO com muito Orgulho!
E continuarei a sê-lo enquanto o trabalho não me Matar!
Esqueci-me de uma coisinha Sr. Ministro... as tais 100 horas a mais de que lhe falava à pouco, lembra-se? nem sequer tiveram a amabilidade de perguntar se as queria fazer...simplesmente aparecem no horário de trabalho e tenho de aguentar...faz-lhe lembrar algo Sr. Ministro?
Muito mais poderia ser dito mas aqui fica o registo para memórias futuras.
Obrigado pela sua atenção.
Pedro Malaca"
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quinta-feira, 10 de julho de 2014

1º Lugar na Fase Regional da 11ª Edição Poliempreende

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Muitos parabéns ao grupo todo e agradecimentos aos professores!




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sexta-feira, 9 de maio de 2014

LR - Promoção Só até dia 13 de Maio - APROVEITA!!!

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Processado exclusivamente de Aloé Vera Barbadensis
Miller, e cultivado no país de origem tradicional, o
México. O gel bebível de Aloé Vera da LR é fabricado
com tecnologia de ponta que permite a separação
higiénica do gel da folha e da casca, sujeita a um
rigoroso controle de qualidade (IASC, Fresenius).
COMPOSIÇÃO:
• Aminoácidos
Apoiam os processos do metabolismo, reconstituem
enzimas, produzem hormonas, ajudam ao
crescimento, governam os estudos de humor e ajudam
a controlar a sensação de fome. O Aloé Vera fornece
20 da totalidade dos 22 aminoácidos necessários ao
bom funcionamento do nosso organismo
• Enzimas
Renovam as células gastas e envelhecidas, destroem
toxinas no organismo, transformam nutrientes em
energia, curam feridas e protegem-nos contra o ataque
de bactérias ou vírus nocivos
• Cálcio
O cálcio é responsável pela formação e conservação
dos ossos, dentes e fibras de colagénio. Estimula a
coagulação do sangue
• Potássio
Importante para o equilíbrio ácido básico, para manter
um normal equilíbrio hídrico e para as funções
nervosas
• Acemanano
Poderoso estimulante do sistema imunitário; estimula
glóbulos brancos do sangue que destroem as
bactérias e vírus
• Magnésio
Mineral anti-stress, reduz a excitação dos músculos e
dos nervos
• Ferro
Ajuda na hematose (troca de gases respiratórios: gás
oxigênio, gás carbónico)
Importante no transporte do oxigénio no corpo humano
•Manganês
Desintoxica o organismo, fortalece as funções de
defesa e ajuda o corpo na produção de colagénio
•Zinco
Fortalece o sistema imunitário e ajuda a tornar inócuos
os radicais livres. Estimula o crescimento e a cura dos
ferimentos.
Ajuda nos sentidos principalmente a vista, o paladar e
o olfacto
•Vitamina A
Importante para a visão, para a saúde da pele, das
mucosas e para a formação óssea
• Vitamina B1
Zela por um sistema nervoso saudável e uma boa
função intestinal
• Vitamina B2
Necessária para a pele, cabelo, unhas, acuidade
visual, crescimento, respiração celular, energia celular,
proteínas e gorduras
• Vitamina B5
Regeneração celular da pele
• Vitamina B6
Fornece força muscular é importante para a função
nervosa
•Vitamina C
Papel significativo na cura de ferimentos, cicatrização
e crescimento corporal, cria defesas no organismo,
fortalece o tecido conjuntivo e os ossos
• Vitamina E
Vitamina da juventude e da beleza (no caso de intensa
exposição ao sol aumenta a necessidade desta
vitamina)
• Beta-Caroteno
Importante para a formação da púrpura ocular
Conhecida como “vitamina da visão”

O Aloé Vera desempenha um papel chave no
metabolismo humano. Neste contexto, o Aloé Vera
apoia primeiramente os processos de reparação e
manutenção do corpo. Os seus inúmeros ingredientes
têm um efeito purificante, desintoxicante, dissolvedor
de gorduras e efeito neutralizante, além de manifestar
uma acção anti-inflamatória.
O corpo sente-se relaxado e equilibrado. Os
ingredientes actuam como pequenas unidades de
reparação na área intracelular, mantendo o corpo em
boas condições.
O ALOE VERA melhora o metabolismo no nosso
corpo através dos 4 D’s :
Desacidificar
Desintoxicar
Depurar
Desengordurar

ALOE VERA SIVERA
COMPOSIÇÃO:
• 91% Aloe Vera Barbadensis Miller
• 7% Mel natural (melhora a actividade do metabolismo
do gel)
• 2% Extracto de urtiga com silício
•Processamento do gel puro da folha, sem aloína
•Certificado pelo IASC (Aloe Vera Sivera é único no
mercado e por isso não se pediu o selo qualidade
Fresenius)
URTIGA COM SILÍCIO:
A urtiga é um fornecedor de muitas substâncias vitais,
tais como vitaminas, elementos-traço e o valioso
silício. O silício é um elemento ultra-traço estruturante,
dentro do organismo humano e existe nos ossos e no
tecido conjuntivo. Funciona como elemento auxiliar
dos tecidos e das paredes dos vasos sanguíneos.
Os Vasos sanguíneos com a idade perdem
estabilidade, especialmente nos capilares finos; a
parede fica frágil e deixa de ter resistência suficiente; o
sangue deixa de fluir livremente
O silício é o mineral da resistência e da elasticidade
• importante para a firmeza e resistência dos cabelos e
unhas
• activador do sistema imunitário
• estabiliza as paredes dos capilares
• a carência de silício facilita a calcificação das artérias
• a carência silício facilita a desintegração dos
capilares
A urtiga é adstringente, anti-radicais livres, antiseborréica,
anti-séptica, antiescorbútica, antioxidante,
bactericida, depurativa, estimulante, hemostática,
hipoglicémica, revitalizante, revulsiva, tónica,
vasoconstritora, e tonificante capilar.

POSOLOGIA RECOMENDADA:
Tomar 30 ml Aloé Vera Drinking Gel antes de cada
refeição, 3 vezes ao dia, (poderá diluir com água ou
sumo de fruta).
Conservar no frigorífico depois de aberto e consumir
célere.
INDICAÇÕES:
Além das já mencionadas no Aloé Vera Mel e Pêssego
acrescenta-se:
• Ácido úrico
• Anemia
• Brônquicos
• Buco-faríngeas ( infecções)
• Cabelos (caspa, crescimento, opacos, queda)
• Unhas
• Ciática
• Circulação
• Celulite
• Varizes
• Cravos
• Depuração do sangue
• Diabetes
• Diarreia
• Digestão
• Dor reumática
• Gota
• Hemorragia
• Manchas
• Pele (feridas, irritação pós-sol, queimadura, sardas,
tecidos danificados, úlceras)
• Próstata (hiperplasia benigna)
• Problemas urinários
• Reumatismo gotoso
• Úlcera
• Anti-envelhecimento celular interno (recomendado a
indivíduos com idade superior a 40 anos)
• Problemas renais
• Indicado a pessoas com tendência a problemas
cardiovasculares
• Aconselhado a pessoas em menopausa
• etc..
NOTAS IMPORTANTES:
Não aconselhado a grávidas e na amamentação
Não aconselhado a portadores de edema causado por
problemas cardíacos ou renais. Podem ocorrer
reacções alérgicas.




EMERGENCY SPRAY:
Spray de tratamento de pele para ajuda imediata com
83% de gel Aloé Vera e essências de ervas naturais
seleccionadas. Tem uma acção refrescante, calmante
e hidratante. Proporciona uma acção calmante na pele
especialmente irritada e sensível, como por exemplo,
nas queimaduras solares e nas irritações da pele.
Vaporizar simplesmente na pele.
Spray emergência: Indispensável em qualquer lar
«As ervas da avó num só frasco»
COMPOSIÇÃO:
Fórmula exclusiva com 11 plantas, própolis e 83% de
aloé vera
ALOÉ VERA
A esta planta são reconhecidas propriedades dermocosméticas
como bactericida, cicatrizante e
principalmente a capacidade de hidratar o tecido
capilar ou dérmico danificado por uma queimadura.
A babosa aplicada sobre uma queimadura, ajuda
rapidamente a retirar a dor, pelo seu efeito hidratante e
calmante, ao mesmo tempo que lentamente irá repar o
tecido queimado, curando desta forma a queimadura.
EUCALIPTO
Poderoso anti-séptico indicado para uso em inalações,
problemas pulmonares, bronquite, asma, inflamações
da garganta.
CALÊNDULA
Conhecida pelos efeitos anti-inflamatórios,
cicatrizantes, óptimo para acne, dermatites, impede a
formação de pus, problemas circulatórios e veias
varicosas
MIL-FOLHAS
Planta tónica e estimulante das funções hepáticas.
Antiespasmódica, adstringente, anti-hemorrágica,
hemostática
TOMILHO
Rico em timol, com apreciável poder anti-séptico,
muito utilizado contra as afecções pulmonares e como
estimulante digestivo.
Em Fitoterapia, são utilizadas as partes aéreas da
planta devido ao seu poder anti-séptico, tonificante,
anti-espasmódico, expectorantes e vermífugas
Externamente, alivia picadas, dores reumáticas e
infecções fúngicas.
SALVA
Anti-sudorífica, anti-inflamatória, desinfectante, antidepressiva,
adstringente, anti-espasmódica.
SÂNDALO VERMELHO
Dotado de propriedades relaxantes, tem uma acção
anti-depressiva, afrodisíaca, adstringente,
expectorante e sedativa.
RAIZ DE GENGIBRE
Como planta medicinal o gengibre é uma das mais
antigas e populares do mundo. Suas propriedades
terapêuticas são resultado da acção de várias
substâncias, especialmente do óleo essencial que
contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona
quem em conjunto actuam como tónico purificador e
estimulante.
RAIZ DE DENTE DE LEÃO
Dotado de propriedades adstringentes, resulta como
um tónico para a pele. Detém também propriedades
calmantes.
PASSIFLORA
Passiflora é indicada no tratamento de insónia,
agitação nervosa e ansiedade. Externamente actua
como um suavizante e calmante dos tecidos irritados e
actua como um anti-inflamatório.
CAMOMILA
As pequenas e delicadas flores da Camomila
concentram potentes óleos voláteis, responsáveis
pelos efeitos anti-inflamatórios, anti-espasmódicos,
anti-alérgicos, anti-sépticos e sedativos.
Esses óleos acalmam músculos e nervos internos, o
que explica seu uso nas cólicas de bebés e em dores
menstruais, bem como exercem efeito emoliente sobre
a pele.
Uma das principais utilidades da camomila em uso
externo é no tratamento de eczemas, que tornam a
pessoa mais predisposta à dermatite atópica, ou seja,
a alergias na pele.
A camomila é ideal para tratar e aliviar as inflamações
e irritações da pele, como eczemas, rachaduras e
assaduras em bebés
PRÓPOLIS
No campo da apiterapia (utilização de produtos
derivados das abelhas) este é o composto que reúne
as principais propriedades farmacológicas, com alto
valor terapêutico, largo campo de actividade e maior
eficácia nos tratamentos clínicos pesquisados.
Algumas das substâncias presentes na própolis têm
acção bacteriostática e bactericida. O ácido felúrico,
recentemente detectado na sua composição, tem uma
notável acção bactericida sobre os microrganismos
gram-negativos. É ainda de assinalar a presença de
ácido caféeico, dotado de acção anti-fúngica.
Desde sempre que a própolis foi usada como
cicatrizante, sob a forma de pomada, graças à sua
notável capacidade de estímulo da regeneração dos
tecidos, em caso de feridas e chagas. Assim, é
recomendada a sua aplicação no tratamento de
psioríase e de herpes zona.
A própolis tem uma grande aplicação em odontologia,
pelo notável efeito que exerce nos casos de
inflamação das gengivas e do céu da boca. Melhora
rapidamente as gengivites e possui poder anestésico.
INDICAÇÃO:
• Acalma, refresca e regenera as células
• Acne
• Para pele irritada,
• Queimaduras
• Altamente cicatrizante
• Relaxa o couro cabeludo irritado
• Queimaduras solares
• Pés e pernas cansadas
• Varizes
• Freiras
• Herpes labial
• Aftas
• Picadas na garganta
• Dor de dentes
• Escoriações (estanca o sangue)
• Alívio de dores
• Alívio de comichão
• Pele seca
• Fixador de maquilhagem
• Refrescante
• Dermatites (alergias na pele)
• Impede a formação de pus
• Problemas circulatórios e veias varicosas
• Alivio de picadas
• Infecções fúngicas.
• Psioríase
• Eczemas
• Assaduras de bébes
• Inflamação das gengivas e do céu da boca
• Hematomas
• etc…
DICAS:
• Intensifica o efeito do concentrado das pomadas
MSM, Própolis, Concentrado e ThermoLotion quando
usado previamente à aplicação.
• Como tónico na pele mista e oleosa ou acne
• Calmante depois do barbear como after shave e após
da depilação
• Aplicar como pós-solar
POSOLOGIA:
Aplicar directamente sobre as zonas afectadas,
sempre que necessário. Sem contra-indicações.
Pode ser usado por bebés, crianças e adultos.



Para saber mais sobre os restantes produtos pode consultar os documentos em:

catalogo de Maio:
https://www.dropbox.com/s/0oaqvdcbisewdtf/PT_2014-05_Promocao_10-13_maio_FOLHETO.pdf

para as fichas técnicas dos produtos de saúde e os catalogos gerais:
https://www.dropbox.com/sh/kmqh97jxyhr72si/AAAn7N2qDvQTKVf5tYTyek4ba

Se se quiser tornar parceiro/a (poder ganhar até 40% de lucro nas vendas, formar a sua equipa de vendas, carreira atractiva com bónus e carros de empresa ou apenas para poder encomendar para s consumo próprio) pode enviar mensagem de e-mail para claudia_f_pires@hotmail.co. Veja as vantagens em:

https://www.dropbox.com/sh/s42mtt4nt0gi7x5/AABIQ-Np2ENrX9G3cQchU-CLa



Leia mais clicando aqui...

quarta-feira, 19 de março de 2014

Produtos LR - Part-time

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Bem... venho divulgar algo que está a ficar cada vez mais conhecido e em breve poderá ser mais que um simples part-time para muitas pessoas (eu não que já tenho muito para ocupar os dias). Também não tem a ilusão de dinheiro fácil (não existe!!!). Tem sim um potencial enorme de lucro. 
Cada pessoa pode conseguir os seus objectivos de várias maneiras e existem prémios em diversos patamares que ajudam a impulsionar o negócio!! 
Quantos mais melhor. Vem fazer parte da "minha" equipa!

É tipo Oriflame/Avon mas com produtos certificados pela Fresenius e Dermateste, com maior percentagem de lucro na revenda e ainda programas de incentivos.
Está em expansão e todos sabem que quando é no inicio é que é melhor. Estou a ajudar a minha namorada. Ela tinha entrado inicialmente apenas para poder ter produtos a preço de colaboradora/revendedora mas agora achamos que o melhor é mesmo formar uma boa equipa. 
Não tem obrigatoriedade de vendas mensais. 
A "cara" da empresa em Portugal é a Cristina Ferreira da TVI.

Vê o site  http://www.lrworld.com/pt/

Para saber mais sobre os restantes produtos pode consultar os documentos em:

catalogo de Maio:
https://www.dropbox.com/s/0oaqvdcbisewdtf/PT_2014-05_Promocao_10-13_maio_FOLHETO.pdf

para as fichas técnicas dos produtos de saúde e os catalogos gerais:
https://www.dropbox.com/sh/kmqh97jxyhr72si/AAAn7N2qDvQTKVf5tYTyek4ba

Se se quiser tornar parceiro/a (poder ganhar até 40% de lucro nas vendas, formar a sua equipa de vendas, carreira atractiva com bónus e carros de empresa ou apenas para poder encomendar para s consumo próprio) pode enviar mensagem de e-mail para claudia_f_pires@hotmail.co. Veja as vantagens em:

https://www.dropbox.com/sh/s42mtt4nt0gi7x5/AABIQ-Np2ENrX9G3cQchU-CLa



NÃO TEM NADA A PERDER E TUDO A GANHAR

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A lata dos enfermeiros

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"Li, algures numa rede social, um artigo datado de 2010 em que um ignorante (no sentido de pessoa ou anormal que fala sobre um assunto que nada percebe) teve a lata de dizer que os enfermeiros tinham lata em exigir melhores condições e apenas iam fazer greve (na semana a seguir à Páscoa, creio) só para irem de férias. Talvez para o caribe, digo eu.
A visão da sociedade sobre os enfermeiros é a de serem uns meros vassalos dos médicos, de serem uns limpa cús e, em último caso, são os gajos que dão picas. A atendendo a isto, ganhámos bem demais para o que fazemos, devíamos era ganhar menos ou, quem sabe, trabalhar inclusive de graça. É uma visão global e não apenas de um ignorante.
Pois bem, não me vou pôr aqui a dizer quais as nossas funções, pois entendo que todos os que pensam assim não têm um QI suficiente para compreendê-lo. Mas há algumas coisas que gostava de esclarecer.
Greves…somos das profissões (não a única) mais altruístas a fazer greve! Não é que nos dias de greve comparecemos ao trabalho para desempenhar algo que se chama “cuidados mínimos”! Deixo uma questão para os iluminados…digam-me o “porquê” destes cuidados e da sua obrigatoriedade?
Quanto à propagada disputa com os médicos e à nossa vassalagem, deixem-me que esclareça o significado profissões interdependentes. Dependem umas das outras. Não em tudo como é óbvio. Cada uma autónoma na maioria das suas funções. Os médicos dependem da informação que nós damos (vejam lá meus iluminados, eles até acreditam em nós) para decidir, avaliar ou alterar tratamentos aos doentes, por exemplo. Diz-se que dependemos deles para dar medicação. Isso é das tais falácias que de tantas vezes repetidas se tornam verdade. Também eu podia dizer que os médicos dependem de nós para que a medicação que prescrevem seja administrada. Ou seja, é a velha questão de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. Simplesmente eles prescrevem, nós administramos (temos poder de negar quando achamos que está mal prescrito). Esclarecidos? Não criem guerras onde elas não existem, somos colegas numa equipa multidisciplinar.
Dizem que os colegas dos Centros de Saúde não fazem nada. Eu digo que se as pessoas fossem um pouco inteligentes e seguissem as orientações de médicos e enfermeiros de família, muitos dos problemas que obrigam a internamentos ou a medicação crónica seriam evitados. Chama-se a isso prevenção, meus caros. E os cuidados primários é para isso que estão, não para operações nem internamentos.
Se falo de tudo o que vemos, de tudo o que passamos, dos turnos que alteram a nossa vida, das noites mal dormidas…dizem que já sabíamos ao que íamos. Deixem que vos diga que nenhum enfermeiro tem perfeita noção para o que vai. A maior parte, nenhuma mesmo. Vemos a fragilidade humana no esplendor e nem sempre se consegue reverter isso. Quantos doentes já me passaram pelas mãos e me fizeram lembrar entes queridos que já cá não estão? “Têm que ser frios” dizem, como se para isso apenas bastasse carregar num botão ou como se fosse coisa que se aprenda num curso.
Li um artigo intitulado “Os enfermeiros também choram” e percebo perfeitamente o significado do texto…mas eu digo que os enfermeiros não choram.
Nós não choramos, nós escondemos. Escondemos a nossa dor ou sofrimento para que aqueles que mais precisam de nós se sintam protegidos. Nós sorrimos perante a doença, perante a morte, perante a falta de esperança, para que eles não a percam. Porque sem esperança não há cura. Sabemos ser duros, sendo amáveis. Sabemos ser próximos, sendo distantes.
Nós não choramos, simplesmente temos momentos a sós, no trabalho ou em casa, em que lavamos a alma, em que renovamos a nossa vontade de ajudar o próximo! E no dia a seguir voltamos ao nosso campo de batalha para provar que os anjos-da-guarda não choram...Voltamos na esperança de que esgares de dor virem sorrisos, que a doença vire saúde, que o desespero vire esperança, que o desumano vire humano, que a indignidade vire dignidade.
Sem dúvida que nós, enfermeiros, temos uma lata descomunal…em fazer o que fazemos por valores tão ridículos!"
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Saúde em Portugal: Risco e penosidade? Balanço social do SNS da ACSS ...

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Saúde em Portugal: Risco e penosidade? Balanço social do SNS da ACSS ...: Dados retirados do Balanço social do SNS do ano 2012, da ACSS: "A Administração Central do Sistema de Saúde, IP (ACSS), divulga o...

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

Financiadores e financiados

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Financiadores e financiados:



Imagem gentilmente enviada por Anastácia Venenosa, mulher-a-dias na Quinta da Marinha, Lapa e Parque das Nações.
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novas regras de acesso dos delegados de informacao medica ao SNS

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Devia ser ainda mais restrito, pois várias vezes já vi ocuparem médicos e as pessoas à espera!!!!!!!!
Claro que depende dos médicos, mas se há muitos que "induzem" as pessoas aos seus consultórios privados quando estão a "trabalhar" num hospital público (isto quando REALMENTE estão fisicamente no hospital público!!!!



"Os delegados de informação médica têm um novo enquadramento legal com as regras para frequentarem os serviços e estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Podem encontrar-se os detalhes no Despacho n.º 8213-B/2013 .
Um excerto:
“(…) Artigo 4.º
Número de visitas
1 — Cada laboratório só pode realizar até seis visitas por ano a cada estabelecimento ou serviço do SNS, em função da respetiva dimensão e do número de profissionais das diferentes especialidades que os DIM visitam.
2 — Nas unidades integradas no SNS, classificadas de tipo B, pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 36/2012, de 26 de março, excecionalmente, podem ser autorizadas, pelo respetivo conselho de administração, até oito visitas por ano, sendo, ainda, objeto de notificação ao INFARMED, I. P.
3 — Independentemente do laboratório que representem o número máximo de visitas diárias permitido é de dois DIM em cada serviço hospitalar e de três DIM nos restantes casos, não sendo admissível, em cada visita, a representação de mais de um laboratório por cada DIM.
4 — Em regra, cada DIM só pode visitar oito profissionais de saúde por dia, podendo este limite ser ultrapassado no caso de realização de sessões de informação coletivas, no máximo de duas por ano para cada laboratório, entendendo -se como tais as que abranjam, no mínimo e em simultâneo, cinco profissionais de saúde.
5 — As sessões de informação coletivas são autorizadas pelo diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde no caso de serviços de cuidados de saúde primários dos ACES, ou pelo conselho de administração, no caso de entidades hospitalares.
Artigo 5.º
Local e horário das visitas
1 — O local e horário de visitas, bem como os demais elementos a este relativos e referidos no presente despacho, são fixados, em termos genéricos, pelo responsável máximo do serviço ou unidade onde se pretendem visitar profissionais de saúde, de acordo com as seguintes regras:
a) As visitas devem ter lugar em sala própria e adequada ao fim a que se destinam, não podendo realizar -se em serviços de urgência ou de atendimento permanente ou em serviços de internamento;
b) Compete a cada unidade de saúde definir o local para as visitas dos DIM, podendo cada ACES ou hospital ter uma ou mais salas destinadas a este fim;
c) As visitas dos DIM devem ter lugar, preferencialmente, fora do horário de trabalho fixado para os profissionais de saúde, podendo ocorrer, se autorizadas pelo responsável máximo do serviço ou unidade, durante a pausa para almoço ou durante um período em que não haja atividade assistencial em curso;
d) Em qualquer caso, as visitas dos DIM não podem interferir com qualquer tipo de atividade médica ou assistencial.
2 — Os DIM devem limitar a sua circulação e presença às zonas que lhes forem autorizadas pela direção da unidade de saúde ou serviço, estando vedada a presença em zonas de circulação de utentes e profissionais de saúde, em salas de espera de utentes, em serviços clínicos ou administrativos e em áreas de aprovisionamento.(…)”
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Enfermeiros excluídos do GT...

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Enfermeiros excluídos do GT...:


Despacho n.º 8190/2013, de 24 de junho: "1 — É criado um Grupo de Trabalho (GT) para proceder à avaliação da capacidade instalada e necessidades em cuidados continuados integrados em Portugal continental, incluindo revisão das tipologias e modelo de referenciação e articulação com as unidades hospitalares, de cuidados
primários e estruturas na dependência da Segurança Social.



Como é possível deixar de fora a classe profissional que é o pilar de qualquer sistema de saúde moderno?
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Made by Correia de Campos

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Made by Correia de Campos:
Como previ e já escrevi várias vezes este é um dos casos mais extraordinários de incompetência, inoperância e permissividade do Estado a que já assisti na minha vida. Espantoso lodaçal!
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domingo, 9 de junho de 2013

Quem recebe pensões vitalícias em Portugal?

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Quem recebe pensões vitalícias em Portugal?:


O Governo pretende divulgar a
identidade dos beneficiários de habitação social. A proposta em
causa integra um diploma de âmbito mais vasto, que prevê a
publicitação, no site da Inspecção-Geral de
Finanças, do nome dos beneficiários quer de subsídios públicos,
quer de apoios comunitários, avançou o jornal Público. É curioso
verificar a discrepância de critérios consoante a população em
causa. Por exemplo, é impossível ter acesso à lista completa dos políticos e
ex-políticos que recebem de uma pensão vitalícia ou obtiveram um subsídio
de reintegração. A Assembleia da República chegou a pedir à Comissão
Nacional de Protecção de Dados autorização para divulgar essa
informação que foi, entretanto, vedada. “São dados pessoais (até
sensíveis, por relativos à vida privada), não públicos,
constantes de documentos normativos” foi a justificação da CNPD (TugaLeaks). A questão morreu por aí e até agora a Assembleia não
quis mexer neste assunto. O Parlamento podia, por exemplo, aprender com a Caixa
Geral de Aposentações. A lista de novos aposentados é actualizada
todos os meses. Basta clicar aqui.



Nota: A propósito da habitação
social vale a pena ler este texto do Expresso que explica como foram atribuídas 3 mil casas no município de Lisboa, graças a cunhas. O
texto começa assim: “O director do Departamento de Apoio aos
Órgãos Municipais, que integra a presidência da Câmara de Lisboa,
recebeu há 19 anos uma casa cedida pelo então autarca Krus
Abecassis. Há sete anos que não vive lá. Esteve mais de um ano sem
pagar os 95 euros mensais de renda pelo apartamento T1 em Telheiras
e, por isso, o executivo camarário chamou-lhe a atenção.”
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Paradoxos.

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Paradoxos.:
.
Já dizia, entre amigos, um conhecido Presidente de um certo Conselho de Administração (Médico, por acaso): "é bom e seguro... desde que nunca utilizem o material em mim"! Interessante!
É possível, também, constatar uma outra questão "curiosa" - no passado mais recente, Enfermeiros e Médicos discordam um pouco mais do que o habitual...
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sexta-feira, 7 de junho de 2013

HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO

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HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO: Hipotireoidismo é o nome da doença provocada pelo funcionamento deficiente da glândula tireoide, responsável pela produção de hormônios que controlam o nosso metabolismo. O hipotireoidismo subclínico, foco deste artigo, é uma forma branda de hipotireoidismo, geralmente sem sintomas, mas já detectável através de exames laboratoriais.



Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o hipotireoidismo subclínico:

  • Funcionamento da tireoide normal.
  • O que é hipotireoidismo subclínico.
  • Diagnóstico do hipotireoidismo subclínico.
  • Sintomas do hipotireoidismo subclínico.
  • Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo franco.
  • Consequências do hipotireoidismo subclínico.
  • Tratamento do hipotireoidismo subclínico. 
  • Hipotireoidismo subclínico na gravidez
Neste artigo abordaremos somente o hipotireoidismo subclínico. Para mais informações sobre o hipotireoidismo clínico, leia:

- DOENÇAS E SINTOMAS DA TIREOIDE

- SINTOMAS DO HIPOTIREOIDISMO

- TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide

- HIPOTIREOIDISMO | Tireoidite de Hashimoto

Funcionamento da tireoide normal



TSH - Funcionamento da tireóide
Funcionamento da tireoide
A tireoide é um órgão localizado na base do pescoço, que tem como função produzir os hormônios responsáveis por controlar a velocidade do nosso metabolismo. Os hormônios da tireoide são chamados de triiodotironina (T3) e tiroxina (T4). Um aumento da concentração sanguínea desses hormônios acelera nosso metabolismo; já uma redução causa efeito contrário, letificando-o.



Hipotireoidismo é a doença provocada pela falta de T3 e T4, enquanto que hipertireoidismo é a doença provocada pelo seu excesso.



O funcionamento da tireoide e, consequentemente, a produção de T3 e T4 são controlados por outro hormônio, chamado TSH, produzido na glândula hipófise do cérebro. Portanto, de forma bem simplificada, quando o organismo precisa acelerar seu metabolismo, o cérebro aumenta a liberação de TSH, que por sua vez estimula a tireoide a produzir T3 e T4. Por outro lado, se o corpo precisa desacelerar o metabolismo, a liberação de TSH cai e a tireoide passa a produzir menos T3 e T4. A liberação de TSH é feita de forma bem controlada, de forma a manter a tireoide produzindo somente a quantidade de T3 e T4 necessárias, sem provocar excesso ou carência destes hormônios.



A compreensão deste mecanismo é essencial para se entender o que é o hipotireoidismo subclínico. Se você achou essa explicação muito confusa e precisa de mais informações, sugiro a leitura do texto: TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide

O que é hipotireoidismo subclínico



No hipotireoidismo clássico o paciente costuma ter níveis baixos de T3 e T4 e níveis elevados de TSH. Isso ocorre porque os pacientes possuem uma glândula tireoide doente, incapaz de produzir mais hormônios, mesmo que estimulada por níveis elevados de TSH. Por mais que a hipófise aumente a liberação de TSH, a tireoide mostra-se incapaz de responder a este hormônio.



O hipotireoidismo subclínico é uma espécie de "pré-hipotireoidismo", uma fase anterior ao surgimento do hipotireoidismo franco. A tireoide está doente, mas ainda é capaz de produzir hormônios tireoidianos se estimulada por níveis elevados de TSH. Então, temos uma situação onde o paciente apresenta níveis de TSH acima do normal, mas seus níveis de T4 e T3 ainda estão normais (na prática clínica, só precisamos dosar os níveis sanguíneos de T4 livre, como explicarei mais à frente).



Em boa parte destes pacientes a doença é progressiva, sendo, com o passar do tempo, necessários níveis cada vez maiores de TSH para que a tireoide se mantenha funcionando adequadamente. A doença progride até o ponto onde a glândula está tão doente que já não é mais capaz de produzir quantidades mínimas de hormônios, mesmo quando estimulada por níveis bem elevados de TSH. Neste momento, o paciente já não apresenta mais hipotireoidismo subclínico, mas sim hipotireoidismo franco.



Cerca de 5 a 10% da população é portadora de hipotireoidismo subclínico, boa parte dela desconhece tal situação. O hipotireoidismo subclínico é mais comum em mulheres do que em homens. A incidência também é maior em brancos e em idosos. As causas são basicamente as mesmas do hipotireoidismo franco, sendo a tireoidite de Hashimoto a principal.

Diagnóstico do hipotireoidismo subclínico



O hipotireoidismo subclínico é um diagnóstico laboratorial, pois, uma vez que o paciente ainda tenha níveis normais de hormônios da tireoide, ele não apresenta nenhum (ou quase nenhum) sintoma.



Como já dito acima, o paciente com hipotireoidismo subclínico possui níveis normais de T4 livre e níveis elevados de TSH, em geral entre 5 e 10 mU/L (alguns locais usam 4,5 e 15 mU/L como limites). Habitualmente, quando o TSH já está muito acima de 10 mU/L, o paciente já não tem mais hipotireoidismo subclínico, pois o T4 livre costuma estar baixo e o paciente já apresenta sintomas de hipotireoidismo. Portanto, o hipotireoidismo subclínico geralmente apresenta TSH elevado, mas nunca muito superior a 10 ou 15 mU/L.

Sintomas do hipotireoidismo subclínico



É importante salientar que para ser considerado hipotireoidismo subclínico, o paciente não pode ter sintomas francos de hipotireoidismo. No hipotireoidismo subclínico, os níveis de T4 livre são normais e o paciente apresenta, quando muito, apenas sintomas brandos e inespecíficos, como um leve cansaço, uma discreta falta de vontade para realizar tarefas ou uma pequena intolerância ao frio. Todos estes sintomas são comuns e podem ocorrer a qualquer um determinados momentos da vida, principalmente em períodos de estresse, excesso de trabalho, início de viroses, etc. Portanto, no hipotireoidismo subclínico não há sintomas clínicos relevantes que ajudem no diagnóstico. O diagnóstico só pode ser feito com exames laboratoriais.

Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo franco



Uma grande parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico, eventualmente, irão desenvolver hipotireoidismo franco. Estudos mostram que após 10 a 20 anos até 55% dos paciente com hipotireoidismo subclínico já terão evoluído para a forma completa da doença.



O risco de progressão está relacionado com a concentração inicial de TSH (pacientes com valores mais elevados de TSH, entre 12 e 15 mU/L possuem maior risco) e a presença de anticorpos contra a tireoide, como o anti-TPO. A doença de base também tem elevada influência no risco de evolução para hipotiroidismo franco. Os pacientes com doença autoimune da tiroide, como tireoidite de Hashimoto, ou que tenham recebido radioiodoterapia ou radioterapia em altas doses tendem a evoluir para hipotireoidismo.



A recuperação espontânea também tem sido descrita em pacientes com hipotireoidismo subclínico, embora a frequência real desse fenômeno ainda não esteja totalmente esclarecida. Há pacientes com critérios para hipotireoidismo subclínico que, após alguns anos, apresentam normalização dos exames laboratoriais sem que nenhum tratamento tenha sido estabelecido. Em geral, são pacientes com TSH persistentemente menor que 10 mU/L e com pesquisa negativa para anticorpos contra a tireoide.



Como boa parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico é assintomática, muitos deles podem desenvolver o problema, não tomar conhecimento, e após alguns anos curar-se espontaneamente, novamente sem tomar ciência da situação. Estes casos, obviamente, não viram estatísticas, o que dificulta a determinação da real incidência da cura espontânea do hipotireoidismo subclínico.

Consequências do hipotireoidismo subclínico



Apesar de não provocar sintomas e de, em alguns casos, desaparecer espontaneamente, o hipotireoidismo subclínico não parece ser um problema totalmente inócuo. Há vários estudos que sugerem uma relação entre hipotireoidismo subclínico e um maior risco de doenças cardiovasculares, como angina e infartos, principalmente nos pacientes com TSH maior que 10 mU/L (leia: SINTOMAS DO INFARTO). Pacientes com hipotireoidismo subclínico também costumam apresentar níveis de colesterol mais elevados que a população geral (leia: COLESTEROL HDL | COLESTEROL LDL | TRIGLICERÍDEOS).



Além dos problemas cardiovasculares, os pacientes com hipotireoidismo subclínico, principalmente aqueles com TSH mais elevado, apresentam também maior risco de esteatose hepática (leia: GORDURA NO FÍGADO | Esteatose hepática).

Tratamento do hipotireoidismo subclínico



A maior dúvida que nos deparamos ao diagnosticar um hipotireoidismo subclínico é quanto à necessidade ou não de iniciar tratamento com levotiroxina, a forma sintética do hormônio T4.



Atualmente, nenhum trabalho mostrou benefícios relevantes do uso de levotiroxina nos pacientes assintomáticos com TSH entre 4,5 e 10 mU/L. O tratamento do hipotireoidismo subclínico nestes casos é bem controverso. Os que defendem o uso da levotiroxina argumentam que não há dados que demonstrem haver danos com a reposição do hormônio, além da possibilidade de melhora de sintomas não previamente reconhecidos, como cansaço e alterações discretas do humor. O consenso atual, porém, recomenda apenas a monitorização dos níveis de TSH a cada 6 a 12 meses neste grupo de pacientes, a não ser que o paciente tenha sintomas que possam ser facilmente atribuídos ao hipotireoidismo.



Em algumas situações, a decisão de não tratar não é tão simples. Isso inclui os pacientes com colesterol elevado, alto risco de doenças cardiovasculares ou com anticorpos positivos contra a tireoide. Mulheres que querem engravidar e não conseguem também podem apresentar melhora da fertilidade se tratadas com levotiroxina.



Nos pacientes com hipotireoidismo subclínico e TSH acima de 10 mU/L a controvérsia é bem menor. A maiorias das sociedades internacionais de endocrinologia recomendam o uso de levotiroxina nestes casos, pois o tratamento ajuda a prevenir a progressão para hipotireoidismo franco.



A dose da levotiroxina deve ser sempre a menor possível capaz de manter o TSH entre os valores de 0,5 e 2,5 mU/L nos pacientes jovens e 3 a 5 mU/L nos pacientes idosos.

Hipotireoidismo subclínico na gravidez



Durante a gravidez, a fisiologia dos hormônios da tireoide altera-se completamente, fazendo com que os valores normais de TSH sejam diferentes neste grupo. Durante o primeiro trimestre de gravidez, hipotiroidismo subclínico é definido como valores de T4 livre normais associados a um TSH acima de 2,5 mU/L. No segundo e no terceiro trimestre consideramos hipotiroidismo subclínico valores de TSH acima de 3 mU/L.



Como os hormônios tireoidianos são essenciais para o desenvolvimento neurológico do feto, o consenso atual é tratar todas as gestantes que tenham critérios para hipotireoidismo subclínico.
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sábado, 1 de junho de 2013

Brinde sem crise

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Brinde sem crise:



Ontem estivemos na região de Leiria. Hoje rumamos à região de Santarém. A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) é uma associação pública constituída pelos municípios de  Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha. "Em 31 de Dezembro de 2012, o Mapa de Pessoal da CIMT era composto por 23 colaboradores, dos quais um Técnico Superior exercia funções noutro organismo", lê-se no Relatório de Gestão de 2012 desta comunidade.Os gastos com recursos humanos ultrapassaram o 500 mil euros (518.013,24 €). No mesmo documento também ficamos a saber que a comparticipação total dos municípios associados não ficou muito longe dos 800 mil euros (781.503,29€). A despesa com "outros suplementos e prémios" das reuniões da Assembleia Intermunicipal custaram 21.084,76€ - fora os 7.705,08€ em "deslocações e estadas" associadas. Com tanta gente junta, claro que não faltou a ideia de gastar 6.520,00 € em brindes, "nomeadamente canetas, fitas do pescoço com mosquetão, blocos de apontamentos, sacos e lápis".  A compra foi no Verão passado mas só no Inverno deste ano é que o respectivo contrato de ajuste directo foi publicado.

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MDP TV: Reformados aos 40

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MDP TV: Reformados aos 40:



Os juízes do Tribunal Constitucional (TC) são os únicos a usufruírem do privilégio da reforma aos 40 anos, com 10 nos de serviço, como é o caso da presidente da Assembleia da República (Assunção Esteves reformou-se aos 42). Entre os 308 autarcas contam-se 161 reformados. Vale a pena ver a reportagem sobre os regimes especiais de reforma do programa Sexta às 9 da RTP (no link: https://www.youtube.com/watch?v=0NiByinxvW8&list=UULouNZysYUCwsULjHI5EQgQ&index=3).
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Mais carros?

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Mais carros?:




A Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P. (ESPAP) deve ser alheia ao parque automóvel do Estado. Esta semana, lançou concurso público para comprar cinco veículos ligeiros de passageiros por 180.000,00 € (lote n.º1).
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Dignidade nos serviços de saúde

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Dignidade nos serviços de saúde:
Um vídeo sobre dignidade do Colégio Real de Enfermagem do Reino Unido com 5 situações distintas mas todas focadas neste ponto da dignidade.


Dignidade: Como ela pode estar ameaçada nos serviços de Saúde...



Situação 1: Quando alguém que está vestido de pijama ou despido de "roupa normal"

Situação 2: Quando aAlguém que tem de " usar a casa de banho" sem qualquer privacidade.
Situação 3: Quando alguém que quer ter uma palavra a dizer sobre si mas ninguém o ouve.



Situação 4: Quando alguém não consegue beber um simples copo de água sozinho e não tem quem o ajude



Situação 5: Quando alguém é infantilizado apenas por estar vulnerável...Porque não são apenas os cuidados ( a injecção, a observação e registo duma alteração, a identificação duma ameaça eminente à vida, um qualquer acto físico) em si mas as condições em que são prestados... Enfermagem também é principalmente isto... a capacidade de incorporar que isto também é ciência... até porque já existem diversos estudos a comprovar a melhoria do estado de saúde ( a todos os níveis) quando a dignidade dos doentes é tida em conta.

É difícil contabilizar isto da dignidade em números, mas todos sabemos quando ela não está presente ou não está a ser respeitada ( quando a nós diz respeito)... 

Quanto maior a preponderância do físico ( e maior captação dos recursos materiais para esta vertente)... menores serão os que sobram para ISTO. 

Por Cuidados de Saúde de qualidade... Exija mais dignidade!



Para leitura complementar: Código deontológico do Enfermeiro

As intervenções de enfermagem são realizadas com a preocupação da defesa da liberdade e da dignidade da pessoa humana e do enfermeiro


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quarta-feira, 29 de maio de 2013

SINTOMAS DE TUMOR CEREBRAL

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SINTOMAS DE TUMOR CEREBRAL: Um tumor cerebral surge quando algumas células do cérebro passam a se multiplicar de forma anormal, criando uma massa dentro do crânio. Existem vários tipos de tumores cerebrais, desde os benignos até os malignos, estes últimos chamados de câncer cerebral. Um tumor cerebral pode ter origem no próprio cérebro ou ser uma metástase de um câncer originado em outra parte do corpo, como câncer de mama ou câncer de pele, por exemplo.



Os tumores cerebrais podem produzir sinais e sintomas através de mais de uma forma:



1- Invasão cerebral local: quando o tumor ocupa o espaço onde deveriam haver apenas neurônios sadios.

2- Compressão de estruturas adjacentes ao tumor: quando o tumor comprime áreas do cérebro ao seu redor.

3- Aumento da pressão dentro do crânio: uma vez que a calota craniana é incapaz de se expandir, qualquer massa que cresça de forma relevante dentro do crânio pode começar a comprimir todo o cérebro.



As manifestações clínicas do tumor cerebral dependem do tamanho, da velocidade de crescimento e da sua localização dentro do cérebro.



Neste artigo vamos abordar apenas os principais sintomas que o paciente pode apresentar quando um tumor, seja benigno ou maligno, desenvolve-se no seu cérebro. Em breve escreveremos um artigo mais abrangente sobre tumores cerebrais, relatando seus tipos, fatores de risco, diagnóstico e tratamento.

Principais sintomas do tumor no cérebro



1. Dor de cabeça



A dor de cabeça, chamada em medicina de cefaleia, é um sintoma comum de tumor cerebral, sendo considerado o pior sintoma para cerca de metade dos pacientes. As dores de cabeça são geralmente constantes e chatas, apesar de, habitualmente, não serem muito fortes. Às vezes, a dor de cabeça do tumor cerebral pode ser pulsátil, como uma enxaqueca comum.



Tumor no cérebro
Apesar da crença popular, o tumor cerebral raramente provoca fortes dores de cabeça. Cefaleia intensa só ocorre quando o tumor provoca grande aumento da pressão intracraniana ou quando há irritação das meninges (meningite tumoral).



É importante destacar que cefaleia é uma queixa extremamente comum na população em geral, sendo que mais de 95% das pessoas que se queixam de dor de cabeça apresentam outra causa que não um tumor cerebral.



As características sugestivas, mas não exclusivas, de tumor cerebral em um paciente com queixa de dor de cabeça são:



- Náuseas e vômitos (presente em cerca de 40% dos pacientes com tumor, mas também muito comum em pessoas com enxaqueca).

- Mudanças no padrão habitual da sua dor de cabeça.

- Agravamento da dor de cabeça com mudanças de posição do corpo, tal como se curvar ou abaixar a cabeça, ou com manobras que elevam a pressão intratorácica, tais como tossir ou espirrar (esse agravamento também pode ocorrer em outras cefaleias, como nas provocadas por sinusites).

- Dor de cabeça bem localizada em uma região do crânio (mais uma vez, essa característica pode estar presente em outras formas de dor de cabeça).

- Dores de cabeça que se agravam à noite e são capazes de despertar o paciente durante o sono.



Na verdade, a principal característica da cefaleia do tumor cerebral é o fato dela vir, habitualmente, acompanhada de outros sintomas neurológicos, como convulsões, síncopes ou fraquezas em algum dos membros. Apenas cerca de 15% dos pacientes com tumor cerebral apresentam dor de cabeça como sintoma único, e mesmo assim, por pouco tempo, pois a maioria desenvolve outros sintomas dentro de 2 a 3 meses.

Para saber mais sobre dor de cabeça e suas causas, leia: DOR DE CABEÇA | Enxaqueca e sinais de gravidade
2. Convulsões



As crises convulsivas estão entre os sintomas mais comuns dos gliomas (um dos tipos de tumor cerebral) e das metástases cerebrais. Mesmo os pacientes que não apresentam convulsões no início do quadro podem passar a tê-las com a evolução da doença. Cerca de 60% dos pacientes com tumores no cérebro apresentam pelo menos uma crise convulsiva durante o curso da doença.



Apesar de ser um sintoma que assusta bastante os familiares, a crise convulsiva é mais comum nas formas menos agressivas e nos tumores menores. Em muitos casos é o primeiro sintoma a surgir.



A convulsão é causada por uma atividade elétrica anormal no cérebro. Ela dura apenas um curto período de tempo e pode causar movimentos involuntários, perda de consciência e/ou distorções sensoriais. Existem muitos tipos diferentes de convulsões. As crises convulsivas podem ser parciais, com movimentos involuntários em apenas uma região do corpo, ou generalizadas, com perda da consciência e crises tônico-clônicas generalizadas. Após as crises, os pacientes ficam exauridos, com necessidade de permanecer deitados ou dormir.



Se não tratado com anticonvulsivantes, o paciente tende a ter outras crises convulsivas ao longo do tempo.

Para saber mais sobre crises convulsivas, leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento
3. Síncope (desmaios)



Um aumento significativo na pressão intracraniana pode cortar temporariamente a perfusão de sangue cerebral, levando à perda da consciência, chamada síncope. Pacientes com tumores cerebrais são particularmente suscetíveis a essa seqüência de eventos. A elevação temporária da pressão dentro do crânio pode ser desencadeada por esforços, tosse, espirros ou vômitos.



É bom salientar que existem várias causas para síncopes, algumas delas também desencadeadas pelas mesmas situações descritas acima. De qualquer modo, a síncope não é um evento normal e deve ser sempre investigada por um medico.

Para saber mais sobre síncopes e desmaios, leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL
4. Alterações cognitivas (memória e comportamento)



Disfunção cognitiva é um sintoma de tumor cerebral que inclui problemas de memória, alterações de humor ou de personalidade. A maioria dos déficits cognitivos associados com os tumores cerebrais são sutis. Os pacientes geralmente se queixam de ter pouca energia, cansaço, vontade constante de dormir e perda de interesse nas atividades diárias. Estes sintomas podem ser semelhantes aos sintomas de depressão (leia: SINTOMAS DA DEPRESSÃO). A perda de memória também é leve e costuma ser mais importante para eventos recentes, que ocorreram há poucos minutos. A memória para fatos antigos costuma permanecer preservada.



Como já referido, em alguns casos, estes sintomas podem ser bem sutis e inespecíficos, sendo, muitas vezes, reconhecidos apenas retrospectivamente, depois que o diagnóstico de tumor cerebral já tiver sido investigado e estabelecido após o surgimento de algum outro sintoma mais óbvio.



5. Sintomas neurológicos focais



Dependendo da área do cérebro afetada, o paciente com tumor cerebral pode ter os chamados sintomas neurológicos focais, que são sintomas localizados, causados pelo acometimento de uma região única do cérebro.



Entre os sintomas focais, podemos citar a perda da fala, perda da audição, zumbidos, perda da sensibilidade em determinada região do corpo, fraqueza muscular localizada em um ou mais membros, perda da coordenação motora, desequilíbrios, dificuldades para andar, alterações visuais, etc.
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Enfermeiros são responsaveis por 90% dos cuidados de saude prestados no Mundo!

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Enfermeiros são responsaveis por 90% dos cuidados de saude prestados no Mundo!:
Partilhamos o artigo que li aqui. Parabéns pela divulgação
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No artigo que se segue uma enfermeira Norte Americana, Sheila Davis, pertencente a ONG Parthers for Health reflecte exactamente sobre o nosso papel a nivel mundial infelizmente nao correspondido pelo reconhecimento social e poder de decisao a que teriamos certamente direito. E quase chocante perceber que “although nurses deliver 90 percent of all healthcare services worldwide, they remain largely invisible at decision-making tables in national capitals and international agencies. Their absence constitutes a global health crisis.” ficando para reflexao o que podera cada um de nos, enquanto individuo e profissional ou por intermedio das instituicoes que supostamente nos representem, contribuir para mudar esta nossa realidade, que sendo prejudicial para os Enfermeiros enquanto classe profissional e sobretudo danosa para os doentes, a quem este fizeram um dia o juramento de cuidar. 
Fica aqui o artigo na totalidade, bem como a sua origem – LINK.
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