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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

(Pré) História de Natal

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de: "http://forumenfermagem.org/comunicacao/item/6660-pre-historia-de-natal#.VJ8EF2cig"

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  (Pré) História de Natal
No Natal as palavras, as imagens, os sorrisos, as mensagens, os votos, convergem para a amizade, a tolerância, o amor, a felicidade, a sorte, a bondade, a saúde… é uma altura do ano em que parece haver uma sensibilidade maior para o tema “família”.
No hospital somos (mais ou menos) sensíveis à problemática das famílias, estamos (mais ou menos) condicionados pelas circunstâncias de trabalho, concordamos (mais ou menos) que a família é um dos aspetos centrais dos cuidados de enfermagem. A família pode ser um problema, mas também um recurso. A família também necessita de cuidados e as políticas institucionais tendem a valorizar a família. Porém, as práticas nem sempre refletem a intenção de pensar os cuidados através de perspetivas inclusivas, que os humanizem. 
É a este propósito que vos deixo uma (pré)História de Natal que ilustra o quão longo é o caminho que temos a percorrer no sentido de modificar as nossas prioridades (como profissionais), as nossas perceções, a nossa disponibilidade, e a atitude que alguns têm perante os familiares dos doentes e no seio da equipa de saúde.

I parte
Serviço de Urgências, balcão de atendimento geral, porta de entrada do hospital. Sala de espera apinhada de macas, maioritariamente com idosos. É dezembro, a noite está fria e o ambiente é tenso pelas horas mais ou menos longas de espera. Está uma Árvore de Natal iluminada, ali suspensa na parede.  Os doentes são muitos e os acompanhantes imensos. Observam todos os passos da Enfermeira, cada gesto, o que diz, os silêncios; tentam perceber o que é dito ao doente da maca ao lado, presenciam e comentam a agonia de uns, a prioridade de outros. Observam todos os profissionais de saúde, como eles se comportam, como se expressam, como se relacionam.
Quando a Enfermeira passa por perto, quase que travam uma espécie de luta por um esclarecimento, uma informação… Interrompem o que está ou vai fazer, todos sentem o seu caso como prioritário. Uns são mais pacientes, outros mais exaltados. Estão muito à vontade porque ela está ali, com a porta da sua sala quase sempre aberta, circula e vai gerindo as situações de acordo com o que julga adequado. Porém, a Enfermeira sente que ainda é vista, por alguns doentes e familiares, erradamente, como intermediária entre eles e o médico, num paradigma que a coloca como auxiliar do médico, pois nem sempre se apercebem que, para além do papel facilitador tem no processo de cuidados, existe uma clara separação de papéis, responsabilidades e tarefas entre médicos e enfermeiros.   Nesta (pré)História de Natal a Enfermeira realiza tarefas interdependentes da prescrição de 3 médicos: encaminhamento para exames complementares de diagnóstico, administração de medicamentos, algaliações, entubações, avaliações de glicémias, ajuda na ortopedia, realização de gerdy´s, internamentos para Sala de Observações (i.e., corredor), internamentos para os pisos, encaminhamento para outros hospitais… não para e quando para é para recapitular o que está feito e o que falta fazer. A Enfermeira também intervém autonomamente, decorrendo da sua responsabilidade profissional, junto dos doentes que vão chegando mais ou menos queixosos, hipertensos, com cólicas renais, hiperglicémicos, com convulsões, com situações de maior risco a necessitar de cuidados mais céleres e procura manter uma reavaliação contínua das situações mais críticas até que a pessoa seja observada por um médico e ela própria alerta o médico para a prioridade de situações que se podem alterar durante o tempo de espera. Presta cuidados aos doentes que estão em macas e precisam de cuidados de higiene e conforto, aos que pedem água, aos que estão agitados, aos que de repente se sentem mal na sala de espera… A Enfermeira gere a escassez de macas, gere a angústia de quem espera e por vezes desespera, participa na gestão do ambiente de cuidados de acordo com as suas competências.

II parte
No meio daquela azáfama, chega a vez de uma Idosa que se encontrava em maca ser levada para a Sala de Enfermagem para avaliação de sinais vitais, colheitas de sangue, canalização de veia e administração de medicamentos. A Enfermeira pergunta a um homem que estava à porta da Sala de Enfermagem a tentar olhar para dentro como que a ver o que se irá ali passar:
- O senhor é familiar desta senhora?
- Sou o filho.
- Se quiser entrar, sente-se nesta cadeira e pode ficar aqui junto dela.
- Obrigado. – Agradeceu, entrando e sentando-se ali em silêncio.
- Vou colocar um soro para dar os medicamentos para os vómitos, e aproveitamos para tirar sangue para análises. – disse a Enfermeira à Idosa que parecia não compreender muito bem o que se estava a passar. - Depois - continuou  dirigindo-se ao Filho - se o senhor não se importa, leva o sangue ao laboratório, que eu indico-lhe o caminho. Pode ser?
- Sim srª enfª.

III parte
Enquanto a Enfermeira prepara o material, entra na Sala de Enfermagem, à La Chevalier Lagardère como por vezes acontece –  -, uma Outra Profissional de Saúde que, ao perceber que ali estavam 2 utentes, ralhou:
- Quem é este homem? É familiar da doente? Os familiares não entram aqui. Mas o que é isto? Os familiares esperam lá fora. Aguardam lá fora!
- … mas, a enfermeira … - tentou justificar-se o filho da idosa, balbuciando perante tamanha aura, tendo sido interrompido de imediato pela Outra Profissional de Saúde que sentenciou::
- Saia, já lhe disse, os familiares esperam lá fora. - Mas o que é isto?!... – continuou resmungando antipaticamente. Abriu-lhe a porta e o homem saiu.

IV parte
A Enfermeira continuou impávida e serena a preparar o material e a contar até dez. Enquanto isso a Outra Profissional de Saúde “consultava” a Idosa, ali na Sala de Enfermagem, não sem antes ter frisado, falando para si mesma, que era um atrevimento os familiares entrarem assim e estarem ali, de qualquer maneira.
- Onde é que lhe dói? Tem vómitos? Que medicamentos é que toma? NÃO OUVE?
A Idosa não respondeu e a Outra Profissional de Saúde saiu fechando a porta atrás de si.

V parte
A Enfermeira abriu a porta da Sala de Enfermagem e disse ao Filho da senhora Idosa:
- Já pode voltar a entrar.
- … mas… senhora enfermeira, a outra senhora mandou-me sair… - Mas já pode voltar a entrar. – reafirmou a Enfermeira, tranquilamente.
O Filho entrou e sentou-se novamente na cadeira azul, à cabeceira da maca, enquanto a Enfermeira lhe foi perguntando se a sua mãe vivia sozinha e como era o seu comportamento antes da ida ao hospital. O Filho foi explicando a situação de saúde da mãe, enquanto a Enfermeira realizava os procedimentos de punção venosa.
Nisto, irrompe novamente pela sala de enfermagem a Outra Profissional de Saúde, que, ao ver que o Filho estava novamente dentro da sala, ordena:
- Saia! Eu não lhe disse que os familiares esperam lá fora? Saia! – Terminou, irritada.
O Filho olhou para a Enfermeira como que a tentar perceber o que fazer ao mesmo tempo que encolhia os ombros e fazia uma expressão facial de desagrado. A Enfermeira, mais tranquila ainda do que anteriormente, disse:
- Fui eu que autorizei a presença do senhor aqui na Sala de Enfermagem e a mim não me está a incomodar nada. Se a senhora se sente incomodada, diga ao senhor para aguardar lá fora e ele voltará a entrar quando a senhora sair.
Fez-se um silêncio e não aconteceu mais nada. A Enfermeira continuou o seu trabalho, o Filho continuou ali, a Idosa foi atendida, a Outra Profissional de Saúde não voltou a ter tiques de autoridade, o Filho foi ao laboratório levar o sangue, ajudou a empurrar a maca para a sala de espera, esteve por ali…

Vanda Veiga

Enfermeira graduada
Especialidade em Enfermagem Médico Cirúrgica
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Resposta de um ENFERMEIRO à diarreia cerebral que "escorreu" de um ministro...

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"
Sr. Ministro, neste momento tenho 46,5 horas a mais do que deveria ter o que perfaz mais de 1 semana de trabalho extra nestes últimos meses.
No entanto nestes últimos meses devem ter quase chegado a 100 horas a mais do que o horário normal de trabalho, escondidas nos pagamentos de horas extraordinárias que são engolidas e "roubadas" pelo aumento da tabela de IRS e pelos descontos/"roubos" introduzidos pela chamada "Troika"!
Por isso não critique aqueles que continuam a dar tudo por tudo pelo SNS mas que por algum motivo precisam de um complemento extra no sector privado para fazer face por exemplo aos aumentos da electricidade, água e gás, o aumento das propinas dos nossos filhos universitários ou a ausência de respostas educativas para quem tem 1 filho com menos de 3 anos e tem de pagar 280 euros num creche que supostamente tem o apoio do estado...
Sou daqueles que irá sempre defender o SNS, ele é neste momento a última barreira que defende o nosso povo... sei que a privatização é o caminho que os senhores querem mas que esbarram nas capacidades dos profissionais do sector público que resistem e sem recursos continuam a lutar por alguma qualidade dos cuidados de saúde ainda quase gratuitos...
A Água está vendida não se sabe a quem, a Energia já foi vendida aos chineses mas a Saúde resiste porque terá sempre "soldados" que vêem no "campo de batalha" os despojos da banca e da troika:
- a pobreza dos nossos idosos espelhada aos nossos olhos na suas casas a cair, sem água nem gás mas com um sorriso nos lábios porque somos a sua única visita durante todo o dia;
- o doente crónico que de mês a mês é internado porque se acabou o dinheiro para aviar as receitas e entra em descompensação da sua saúde;
- os idosos internados que não têm ninguém mas têm ainda os nossos cuidados e ao fim de alguns meses o sistema encontra uma resposta social;
- os desempregados que com facies triste e desiludido relatam a sua história profissional, da fábrica que fechou e das dificuldades em encontrar outro trabalho;
- as pessoas que recorrem ao Serviço de Urgência para dormir, tomar banho ou simplesmente tomar uma refeição quente.
RESISTIR é a palavra que me ocorre para defender os "meus doentes", pegar na melhor "arma" que tenho, a qualidade do meu trabalho e continuar a batalhar pela SAÚDE do meu País!
A Qualidade desta arma está à venda e as melhores "peças" estão a ser dadas ao estrangeiro que paga 3 e 4 vezes mais por esse trabalho reconhecendo a sua qualidade e a sua mais valia...
Mas enfim, tudo isto o Sr. Ministro já sabe...
Não importa as Noites sem dormir e sem descanso no dia a seguir...
Não importa o Natal, Passagem de Ano, Páscoa, etc que não passo sem a minha Família...
Não importa os turnos que nos descontrolam o corpo e a mente e às tantas já não sabemos que hora e dia estamos...
Não importa o baixo salário...
Não importa a ausência que a Família sente...
Não importa as 3 hérnias que a minha coluna ganhou nestes anos de trabalho...
Não importa que ao fim de 12 anos de serviço ganhem muito menos do que no primeiro dia...
O que importa e é importante é a pessoa de quem Cuido...
e por ele e pelo SNS vou até à Lua
Já sabe portanto que sou ENFERMEIRO com muito Orgulho!
E continuarei a sê-lo enquanto o trabalho não me Matar!
Esqueci-me de uma coisinha Sr. Ministro... as tais 100 horas a mais de que lhe falava à pouco, lembra-se? nem sequer tiveram a amabilidade de perguntar se as queria fazer...simplesmente aparecem no horário de trabalho e tenho de aguentar...faz-lhe lembrar algo Sr. Ministro?
Muito mais poderia ser dito mas aqui fica o registo para memórias futuras.
Obrigado pela sua atenção.
Pedro Malaca"
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A lata dos enfermeiros

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"Li, algures numa rede social, um artigo datado de 2010 em que um ignorante (no sentido de pessoa ou anormal que fala sobre um assunto que nada percebe) teve a lata de dizer que os enfermeiros tinham lata em exigir melhores condições e apenas iam fazer greve (na semana a seguir à Páscoa, creio) só para irem de férias. Talvez para o caribe, digo eu.
A visão da sociedade sobre os enfermeiros é a de serem uns meros vassalos dos médicos, de serem uns limpa cús e, em último caso, são os gajos que dão picas. A atendendo a isto, ganhámos bem demais para o que fazemos, devíamos era ganhar menos ou, quem sabe, trabalhar inclusive de graça. É uma visão global e não apenas de um ignorante.
Pois bem, não me vou pôr aqui a dizer quais as nossas funções, pois entendo que todos os que pensam assim não têm um QI suficiente para compreendê-lo. Mas há algumas coisas que gostava de esclarecer.
Greves…somos das profissões (não a única) mais altruístas a fazer greve! Não é que nos dias de greve comparecemos ao trabalho para desempenhar algo que se chama “cuidados mínimos”! Deixo uma questão para os iluminados…digam-me o “porquê” destes cuidados e da sua obrigatoriedade?
Quanto à propagada disputa com os médicos e à nossa vassalagem, deixem-me que esclareça o significado profissões interdependentes. Dependem umas das outras. Não em tudo como é óbvio. Cada uma autónoma na maioria das suas funções. Os médicos dependem da informação que nós damos (vejam lá meus iluminados, eles até acreditam em nós) para decidir, avaliar ou alterar tratamentos aos doentes, por exemplo. Diz-se que dependemos deles para dar medicação. Isso é das tais falácias que de tantas vezes repetidas se tornam verdade. Também eu podia dizer que os médicos dependem de nós para que a medicação que prescrevem seja administrada. Ou seja, é a velha questão de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. Simplesmente eles prescrevem, nós administramos (temos poder de negar quando achamos que está mal prescrito). Esclarecidos? Não criem guerras onde elas não existem, somos colegas numa equipa multidisciplinar.
Dizem que os colegas dos Centros de Saúde não fazem nada. Eu digo que se as pessoas fossem um pouco inteligentes e seguissem as orientações de médicos e enfermeiros de família, muitos dos problemas que obrigam a internamentos ou a medicação crónica seriam evitados. Chama-se a isso prevenção, meus caros. E os cuidados primários é para isso que estão, não para operações nem internamentos.
Se falo de tudo o que vemos, de tudo o que passamos, dos turnos que alteram a nossa vida, das noites mal dormidas…dizem que já sabíamos ao que íamos. Deixem que vos diga que nenhum enfermeiro tem perfeita noção para o que vai. A maior parte, nenhuma mesmo. Vemos a fragilidade humana no esplendor e nem sempre se consegue reverter isso. Quantos doentes já me passaram pelas mãos e me fizeram lembrar entes queridos que já cá não estão? “Têm que ser frios” dizem, como se para isso apenas bastasse carregar num botão ou como se fosse coisa que se aprenda num curso.
Li um artigo intitulado “Os enfermeiros também choram” e percebo perfeitamente o significado do texto…mas eu digo que os enfermeiros não choram.
Nós não choramos, nós escondemos. Escondemos a nossa dor ou sofrimento para que aqueles que mais precisam de nós se sintam protegidos. Nós sorrimos perante a doença, perante a morte, perante a falta de esperança, para que eles não a percam. Porque sem esperança não há cura. Sabemos ser duros, sendo amáveis. Sabemos ser próximos, sendo distantes.
Nós não choramos, simplesmente temos momentos a sós, no trabalho ou em casa, em que lavamos a alma, em que renovamos a nossa vontade de ajudar o próximo! E no dia a seguir voltamos ao nosso campo de batalha para provar que os anjos-da-guarda não choram...Voltamos na esperança de que esgares de dor virem sorrisos, que a doença vire saúde, que o desespero vire esperança, que o desumano vire humano, que a indignidade vire dignidade.
Sem dúvida que nós, enfermeiros, temos uma lata descomunal…em fazer o que fazemos por valores tão ridículos!"
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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O GRANDE Exército Português...!!!

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O Exército português está em estado de forte contestação. Os militares saem à rua, fazem manifestações, etc.
 
Para que serve este grande e glorioso exército?
Os generais, por definição, comandam unidades: Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.

1.  Normal cadeia de comando dum Exército normal:
5 soldados -> 1 Cabo
10 soldados + 2 cabos -> 1 Sargento
40 soldados + 8 cabos + 4 sargentos -> 1 Alferes
200 soldados + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes -> 1 Capitão
1.000 soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães -> 1 Tenente Coronel
8.000 soldados + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis -> General de Brigada.

Somando toda a linha de cima, cada General tem o comando de 10.648 homens. Faz sentido...

2.  As Forças Armadas portuguesas têm menos de 64 000 efectivos, logo deveriam ter, aproximadamente 6 Generais.
MAS, PASME-SE...  TÊM 123 (CENTO E VINTE E TRÊS) GENERAIS!... E PAGA PENSÕES BRUTAIS A MUITOS QUE SE APOSENTARAM NOS ÚLTIMOS 25 ANOS...!!!
Em dois "pequenos e pouco desenvolvidos" países (CANADÁ e ALEMANHA), as forças armadas contam com 1 GENERAL DE 4 ESTRELAS.


EM PORTUGAL, HÁ 4 (QUATRO)  GENERAIS DE 4 ESTRELAS...!!!
 

Os países evoluem com massa cinzenta, não com ombros carregados de símbolos...
Vai passando, pelo menos para que conste...
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Seven sins - am I doing this right?

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Seven sins - am I doing this right?:

Submitted by: szabu

Posted at: 2012-04-29 10:18:23

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Região Norte não tem Vacinas ???

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Região Norte não tem Vacinas ???:
Este tipo de notícias preocupa-nos !
Sobretudo porque o Ministério da Saúde impõem uma Contratualização às Unidades de Saúde que depois não podem cumprir.
Actualmente os Enfermeiros podem estar a deixar passar oportunidades de vacinação, pelo simples facto de não terem Vacinas!!!
Há três semanas que os centros de saúde dependentes da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte estão sem vacinas ou em “contenção”, sobretudo das que pertencem ao Plano Nacional de Vacinação, em especial a vacina do tétano e a do sarampo, avança o Jornal de Notícias.

João Semedo, (…) perguntou na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por que é que não há vacinas, frisando, em concreto, o concelho de Barcelos. No entanto, faltam vacinas em toda a região Norte, sobretudo em Guimarães, Famalicão e Braga.

Em Braga, para além das vacinas infantis, também os adultos já não são vacinados contra o tétano por “indisponibilidade de stock”.

“Estamos em contenção de vacinas há alguns dias e algumas delas só administramos mesmo a doentes prioritários”, disse ao JN fonte ligada à sub-região de Saúde de Braga.
 A ARS Norte esteve indisponível para esclarecer a falta de vacinas,(…)O problema ter-se-á ficado a dever a um atraso na compra e posterior entrega, pondo em causa a execução do Plano Nacional de Vacinação. (Fonte JN) 
 Recordamos que a  não vacinação, na data prevista, poderá desproteger as crianças, expondo-as à eventualidade de contracção de uma doença grave.
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What is happening in my head

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What is happening in my head:

Submitted by: mrlele

Posted at: 2012-05-01 09:37:21

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Acesso aos Cuidados de Saúde

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Acesso aos Cuidados de Saúde:
Dos pedidos de isenção por insuficiência económica enviados este ano, um terço foi rejeitado pelo fisco. Mesmo assim, o ministério diz que o número de pessoas isentas aumentou em 580 mil face a 2011 link
O MS anda a fazer propaganda à custa do que é mais sagrado na nossa democracia: O direito de acesso universal e igual para todos os cidadãos portugueses aos cuidados de saúde.
Clara
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domingo, 29 de abril de 2012

Bomba relógio

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Bomba relógio:
Encerramentos poderão obrigar utentes a mudar de hospital Ministério da Saúde ainda não esclareceu quando avança com a reorganização hospitalar, mas as duplicações e sobreposições de serviços vão mesmo acabar. Reforma incidirá também sobre as urgências. Ainda não se sabe ao certo quando avança, mas a reorganização hospitalar estará para breve e com ela o encerramento de serviços, nomeadamente nas urgências e ao nível, por exemplo, da obstetrícia. Estas mudanças poderão obrigar alguns utentes a deixar de recorrer ao seu hospital habitual. "Vamos pôr a reforma hospitalar em prática, mas só depois de ter suporte técnico e de saber como avançamos", disse, no início do mês, o ministro da Saúde, Paulo Macedo. Agora, que já recebeu a Carta Hospitalar da Entidade Reguladora da Saúde, o anúncio deve estar para breve, se bem que o ministro já disse que este tipo de reformas "é algo que demora duas legislaturas a fazer". O governante fez ainda questão de frisar que a "reforma hospitalar não é sinónimo de fechos", embora tenha revelado que esta "terá seguramente encerramentos por via de concentrações e da melhoria de qualidade que isso representa". O que significa que alguns utentes, que são seguidos numa especialidade em determinado hospital poderão ter de mudar para outro que fique perto. Desclassificação de urgências Avançar com fecho de serviços de saúde não é tarefa fácil. Que o diga Correia de Campos que abandonou o lugar em 2008, depois de ter encerrado blocos de parto e urgências em centros de saúde. Agora a reorganização da rede está novamente a levantar polémica. A falha na comunicação por parte do Governo também não está a ajudar. Depois do presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, ter dito à "Antena 1" que as urgências do Garcia de Orta (em Almada) e do São Francisco Xavier passariam de polivalentes para médico-cirúrgicas, o ministro Paulo Macedo garantiu, no Parlamento, que o Governo não tem qualquer intenção de desclassificar as urgências destes dois hospitais, embora tenha admitido uma "reorganização" nesta área, acrescentando que "não faz sentido termos três urgências de oftalmologia e dermatologia, 24 horas por dia, em Lisboa". Algumas notícias dão também conta que no Centro Hospitalar Oeste Norte (Peniche, Alcobaça e Caldas da Rainha) apenas o hospital das Caldas manterá a urgência médico-cirúrgica. Além disso, a ARS quer encerrar o bloco de partos e a urgência pediátrica em Torres Vedras, concentrando estes serviços nas Caldas da Rainha. Os maiores protestos têm girado em torno do fecho da Maternidade Alfredo da Costa. Depois de uma notícia que dava conta do fecho até ao final do ano, o ministro já veio dizer que isso acontecerá durante a legislatura. As populações e os profissionais não aceitam.
Jornal de Negócios, 26 Abril 2012 . link

O tempo para dar início a esta reforma perdeu-se. Perdeu-o Paulo Macedo. Que fala em duas legislaturas para levar a cabo esta iniciativa. Talvez nem ele saiba como começar. "Apalpou" a MAC. Supostamente, o elo mais frágil. Enganou-se mais uma vez.   A coisa está a correr mal.
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O QUE É DEPRESSÃO?

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O QUE É DEPRESSÃO?: A depressão é uma doença psiquiátrica capaz de causar inúmeros sintomas psicológicos e físicos. Seu sintoma mais conhecido é uma profunda e prolongada tristeza, o que não significa que toda tristeza esteja relacionada necessariamente a um quadro de depressão.



A maioria dos adultos com depressão nunca chega a ser avaliado por um psiquiatra, já que muitas vezes seus sintomas não são devidamente reconhecidos. Esta confusão ocorre até mesmo entre médicos não habituados a lidar com problemas relacionados à saúde mental. Estudos mostram que mais da metade dos pacientes com depressão atendidos por clínicos por apresentarem sintomas físicos, como dores, insônia ou cansaço crônico, acabam não sendo sendo reconhecidos como tal. O diagnóstico correto acaba surgindo apenas após meses ou anos de sintomas e várias consultas a médicos diferentes.



Este é o primeiro texto da série sobre transtorno depressivo, onde vamos abordar os seguintes pontos sobre a depressão:

  • O que é depressão.
  • Causas da depressão.
  • Diferenças entre tristeza e depressão. 
  • Depressão pós-parto.
  • Sintomas da depressão.
  • Tipos de depressão .
  • Diagnóstico da depressão.
  • Tratamento da depressão.
  • Mitos sobre a depressão. 




    O que é depressão?

    A depressão é uma doença psiquiátrica crônica, extremamente comum, caracterizada por uma alteração do humor do paciente, deixando-o triste além do normal, desanimado, sem energia, com baixa autoestima e com dificuldade de lidar com sua vida pessoal e profissional.



    A depressão foi uma doença muito mal compreendida durante décadas, o que levou a interpretações equivocadas sobre suas causas e sintomas, provocando uma estigmatização dos seus portadores. Até hoje é comum encontrarmos pessoas deprimidas que não aceitam o seu diagnóstico ou familiares/amigos que tratam o paciente deprimido como alguém mentalmente fraco, incapaz de superar as dificuldades da vida. Não se deve tratar o paciente deprimido como alguém simplesmente triste, incapaz de reagir.



    Depressão
    Mais do que apenas um ataque de tristeza, a depressão não é uma fraqueza ou falta de disciplina, nem é algo que o paciente possa simplesmente resolver apenas com a vontade própria. Para o deprimido, deixar de estar triste não é que nem o fumante que pretende parar com o cigarro. Não é uma questão de tomar a decisão e manter-se fiel a ela. A depressão é uma doença crônica que geralmente requer tratamento a longo prazo, como são o diabetes ou a hipertensão. Assim como ninguém deixa de ser diabético apenas com a força de vontade e pensamento positivo, a depressão também precisa de ajuda médica para ser controlada.



    A depressão pode surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a terceira idade. É uma doença tão comum que estima-se que 12% dos homens e até 25% das mulheres apresentarão algum grau de depressão ao longo de suas vidas.



    A depressão é duas vezes mais comum em mulheres que homens e é mais comum em adultos jovens do que em idosos.




    Diferenças entre tristeza e depressão

    O termo deprimido é muitas vezes usado como sinônimo de triste. Tristeza e depressão são coisas diferentes. Na verdade, a tristeza costuma ser um dos sintomas da depressão, mas só ela não basta para o seu diagnóstico.



    A tristeza é uma reação normal e esperada para muitas situações, como a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento amoroso, perda do emprego, etc. É completamente normal o indivíduo passar alguns dias ou semanas tristes após situações de perda. Isto não é depressão.



    Para ser depressão o quadro de tristeza tem que ser prolongado e acima do normal, sendo suficiente para interferir nas atividades diárias da pessoa, reduzindo a capacidade de cuidar de si mesmo, atrapalhando relacionamentos, prejudicando suas atribuições profissionais, etc. Se você perde um parente e sente-se triste por semanas, isso é normal. Mas se esta tristeza for tão intensa que semanas após a perda você ainda não conseguiu retomar a sua vida em questões básicas, como trabalhar, manter higiene pessoal, cuidar da casa, isso pode ser depressão.



    Na tristeza, o indivíduo costuma apresentar períodos de melhora ao longo do dia, conseguindo esquecer por momentos a causa da sua tristeza, como, por exemplo, durante a visita de uma pessoa querida. Na depressão, o sentimento é contínuo e não alivia com a ajuda de outros. A depressão costuma também provocar um sentimento de culpa, mas sem motivo aparente. O deprimido sente uma pesada culpa, mas não sabe explicar bem por quê.



    É bom salientar que o paciente deprimido nem sempre apresenta para os amigos e família aquele clássico comportamento de tristeza excessiva. A depressão pode ser mais sutil, manisfestando-se como perda do interesse em atividades que antes eram prazerosas, ausência de planos para o futuro, alterações do padrão do sono, isolamento social ou baixa autoestima. Para estar deprimido não é preciso passar o dia inteiro na cama chorando.



    A tristeza sempre tem uma causa, a depressão não. Obviamente, o falecimento de uma pessoa próxima pode desencadear uma depressão, mas nem sempre situações tristes precisam ocorrer para o indivíduo iniciar um quadro de depressão.




    Causas da depressão

    Assim como acontece em diversas doenças psiquiátricas, não existe uma causa única para a depressão, que parece ser procada pela interação de diversos fatores, sejam eles físicos ou psicológicos.




    1- Fatores orgânicos responsáveis pela depressão

    A depressão não surge apenas por problemas emocionais ou psicológicos. Já foram reconhecidas vários fatores de risco e causas orgânica para a depressão.




    1,1. Genética

    Pessoas que possuem familiares com depressão apresentam um maior risco de também desenvolverem a doença, indicando que existe uma vulnerabilidade à depressão que pode ser herdada geneticamente. Na verdade, ter familiares próximos com outras doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico, distúrbios afetivo ou até mesmo alcoolismo, também são fatores de risco para depressão.



    Apesar de intensos estudos na área, ainda não se conseguiu identificar os genes responsáveis pela vulnerabilidade à depressão.



    Apesar da herança genética ser aparentemente um fator importante, ela sozinha não é suficiente para desencadear a doença. Isso é facilmente comprovado através de estudos de irmãos gêmeos idênticos, onde se viu que há concordância em apenas 40% dos casos. Outros fatores além da genética são necessários para que a depressão surja.




    1.2. Neurotransmissores

    O cérebro humano é uma estrutura altamente complexa, cujo funcionamento depende de centenas de mediadores químicos. Sabemos hoje que boa parte das doenças psiquiátricas estão relacionadas a pelo menos 5 destes neurotransmissores: noradrenalina, serotonina, dopamina, ácido gama aminobutírico (GABA) e acetilcolina.



    A abundância ou a falta de alguns destes neurotransmissores em certas partes do cérebro podem desencadear graves distúrbios psiquiátricos e neurológicos. Exemplos: uma falta de dopamina em determinadas áreas da base do cérebro provoca a doença de Parkinson (leia: DOENÇA DE PARKINSON | Sintomas e tratamento). Já a doença de Alzheimer parece estar relacionada com níveis baixos de acetilcolina no cérebro (leia: MAL DE ALZHEIMER | Sintomas e diagnóstico).



    A depressão tem origem no funcionamento anormal de alguns destes neurotransmissores, como a dopamina, serotonina, noradrenalina e GABA. Dentre estes, a serotonina parece ter o papel mais relevante, estando habitualmente em níveis reduzidos em pacientes com depressão.




    1.3. Uso de drogas ou álcool

    As doenças que causam dependência também estão sob a influência destes neurotransmissores citados acima. Drogas e álcool exercem seus efeitos através do aumento da liberação de dopamina no cérebro, o que provoca euforia e uma sensação agradável. O problema é que  uso repetido de drogas ou álcool dessensibiliza o sistema da dopamina, fazendo com que o mesmo se acostume com a presença destas substâncias. Por isso, pessoas viciadas precisam cada vez de mais drogas ou álcool para atingirem o mesmo grau de satisfação, podendo deixá-las deprimidas quando estão fora do efeito destas substâncias. O cérebro se acostuma a viver com níveis cada vez mais elevados de neurotransmissores estimulantes, fazendo com que os níveis normais passem a ser insuficientes para controlar o humor do indivíduo.




    1.4. Alterações do cérebro

    Além da redução da concentração de neurotransmissores, pacientes com depressão crônica também apresentam alterações na anatomia do cérebro, como reduções de volume do lobo frontal e do hipocampo.



    Estudos de neuroimagem também evidenciam alterações no funcionamento de várias áreas do cérebro em pessoas com depressão. Pesquisadores descobriram uma área do córtex pré-frontal com uma atividade anormalmente diminuída em pacientes com depressão. Esta região está relacionada com a resposta emocional e tem conexões generalizados com outras áreas do cérebro responsáveis pela regulação de neurotransmissores associados ao humor, como noradrenalina, dopamina e serotonina.




    1.5. Doenças cerebrais

    É cada vez mais aceita a relação entre o acidente vascular cerebral (AVC) e o surgimento da depressão. Sabemos hoje que a depressão não é somente causada por abalos psicológicos devido às consequências perceptíveis do AVC, como sequelas motoras ou da fala. A própria lesão direta do cérebro pelo derrame aumenta o risco do surgimento da depressão, mesmo que as consequências do AVC não tenham grande efeito psicológico no paciente.



    Além do AVC, várias outras doenças neurológicas aumentam o risco de depressão, entre elas, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla (leia: ESCLEROSE MÚLTIPLA | Sintomas e tratamento), epilepsias (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento), tumores do cérebro e traumatismos cranianos.




    1.6. Doenças crônicas

    Pacientes portadores de doenças crônicas também estão mais vulneráveis ao aparecimento da depressão. As mais comuns são: diabetes, doenças cardíacas, hipotireoidismo, AIDS, cirrose, doença inflamatória intestinal, lúpus, artrite reumatoide, fibromialgia, entre outras.




    2- Fatores psicológicos associados à depressão

    Estresses emocionais são um importante gatilho para o aparecimento da depressão. Muitas vezes, um evento traumático é fator que falta para um indivíduo susceptível desenvolver um processo depressivo.




    2.1. Traumas na infância

    Traumas adquiridos na infância são um importante fator de risco para o desenvolvimento da depressão. Entre os traumas estão abusos, ausência do pai, falecimento de um ente próximo, agressões ou falta de afetividade por parte dos pais.



    Relações problemáticas com pais, irmãos e colegas são comuns em crianças e adolescentes com depressão. Adultos com depressão também frequentemente relatam pouco envolvimento paterno e superproteção materna durante a primeira infância.



    Crianças que sofreram bullying também estão sob maior risco de desenvolverem depressão.




    2.2. Estresses emocionais

    Embora o transtorno depressivo possa surgir sem quaisquer fator emocional precipitante, estresses e perdas pessoais certamente aumentam o risco. Perdas de pessoas amadas são fatores de risco importantes nos indivíduos mais jovens. Nos idosos com longos casamentos, a perda do esposo ou da esposa também costuma ser um evento desencadeador de depressão.



    Dor crônica, doença crônica, incapacidade e doenças que deixam sequelas também podem levar à depressão.



    Isolamento social, excesso de críticas e cobranças por parte da família, dificuldade econômica persistente, separação matrimonial ou baixa autoestima também são fatores comuns.



    Ter contato próximo e frequente com alguém deprimido também aumenta o risco de depressão.




    2.3. Depressão pós-parto

    Depressão pós-parto é uma espécie de depressão que algumas mulheres desenvolvem depois de dar à luz. A maioria das mulheres com depressão pós-parto começa a apresentar sintomas no primeiro mês de vida do bebê, mas algumas demoram  até 12 meses para desenvolver a depressão. Cerca de 10% das mães sofrem de depressão pós-parto.



    No primeiros 2 ou 3 dias após ter um bebê, muitas mulheres costumam apresentar um tipo leve de depressão pós-parto, chamada tristeza pós-parto ou melancolia pós-parto. Este quadro acomete até 80% das mães e se caracteriza por mau humor, irritação, dificuldades de concentração, insônia e crises de choro.



    A melancolia pós-parto ocorre por alterações hormonais que surgem com o término da gravidez e por estresses psicológicos causados pela responsabilidade de cuidar de um recém-nascido associado ao cansaço físico que a tarefa provoca. Na maioria dos casos a tristeza pós-parto desaparece em 2 ou 3 semanas.



    A depressão pós-parto é um quadro mais importante que a melancolia pós-parto, durando mais tempo e apresentando sintomas mais severos. Mulheres com histórico de depressão estão mais propensas a ter depressão pós-parto do que mulheres que nunca foram deprimidas.



    Mulheres com depressão pós-parto costumam não conseguir dormir, mesmo quando seus bebês dormem. Além disso apresentam-se muito irritadas, incapazes de cuidar do bebê, com grave sentimento de culpa e com sentimento de não ter laços afetivos com o novo filho.



    A depressão pós-parto pode levar a mãe a ter pensamentos de ferir a si e ao bebê, na maioria dos casos, porém, a mãe consegue reconhecer o absurdo da ideia, tendo capacidade de controlar este estranho pensamento.



    A depressão pós-parto pode desaparecer espontaneamente, porém, a ajuda médica é importante, porque em alguns casos a depressão não melhora com o tempo e o há riscos da mãe infligir danos ao filho.



    No próximo texto desta série sobre depressão, a ser escrito nos próximos dias, falaremos sobre os tipos de depressão, seus sintomas e como é feito o diagnóstico.


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    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação

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    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação:

    Este programa dedicou a sua emissão à Enfermagem, convidando para o efeito três Enfermeiros: o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Germano Couto, a Enf.ª Ana Lúcia Freire, enfermeira especialista de Saúde Materna e Obstétrica, e a Enf.ª Helena Almeida, enfermeira especialista de Enfermagem de Reabilitação.
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    sábado, 28 de abril de 2012

    Se não é ilegal é imoral.

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    Se não é ilegal é imoral.:

    Jardim Gonçalves que beneficia de uma pensão mensal de 167 650.73 euros, exige 765 118,62 euros mil euros ao BCP de despesas com seguranças e de transporte, nomeadamente deslocações em avião particular, automóveis e motoristas.

    Que todos se lembrem disto quando nos vierem dizer que andamos a viver acima das nossas possibilidades. Será que andamos todos ou só uma elite de gente, muita da qual devia estar atrás das grades, que se tem banqueteado com com aquilo que deveria ser de todos? Será esta divida que nos atiram para cima em austeridade e pobreza é realmente nossa ou será de quem a contraiu e dela se vem alimentando há muitos anos?
    Dizem-nos que os sacrifícios são para todos, mas quem vive realmente uma vida de sacrifícios? Quem recebe uma pensão de 300 euros ou quem recebe uma de 168 mil euros.


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    Obsessão da despesa

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    Obsessão da despesa:
    João Semedo: "Entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe a poupança"
    1. Acha que é possível manter o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tendencialmente gratuito?
    Num contexto de crescimento económico, mesmo mantendo a reduzida percentagem do PIB que é destinada à despesa pública de saúde, o financiamento do SNS por via do Orçamento do Estado seria mais que suficiente. Mas, mesmo no ponto em que se encontram quer a economia quer as contas públicas, não há necessidade de sobrecarregar os cidadãos se o OE afectar mais verbas à saúde e se forem eliminadas despesas supérfluas (PPP, sub-sistemas, outsourcing, falsa inovação, ). Financiamento em função da despesa, contratualização da produção, gestão rigorosa e eliminação da transferência de fundos públicos para os prestadores privados são medidas capazes de garantir nesta conjuntura o equilíbrio das contas do SNS.
    2. A liberdade de escolha na Saúde traria vantagens para os cidadãos? E para o Estado?
    Já há liberdade de escolha em Portugal, mas apenas para quem tem dinheiro para poder escolher. A liberdade de escolha é uma armadilha da direita. Em abono da verdade, o que motiva a direita não é dar possibilidade de escolha às pessoas mas, sim, conseguir que o Estado pague essa opção, isto é, a pessoa escolhe um médico ou um hospital privado e o Estado paga. Paga o Estado e pagamos todos nós. Este sistema, a impor-se em Portugal, seria um seguro de vida para o sector privado e a ruína financeira do SNS. Portugal não dispõe de recursos financeiros suficientes para alimentar dois sistemas em paralelo: um privado e outro público, ambos financiados pelo Estado. Num prazo muito curto, o SNS seria residual e assistencialista.
    3. Como avalia a política que está a ser seguida pelo ministro da Saúde?
    A política de Paulo Macedo está completamente dominada pela obsessão da redução da despesa. O encerramento da Alfredo da Costa ilustra particularmente bem as opções do Governo: entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe sempre a poupança, mesmo que signifique piores cuidados.
    4. O que vai resultar da aplicação das medidas do memorando da troika?
    O resultado já hoje está à vista: um SNS fortemente amputado, de difícil acesso, cuja qualidade está em perda. Vamos assistir ao aumento das listas de espera e à sobrelotação das urgências. Nos centros de saúde a falta de médicos vai continuar a sentir-se, apesar dos truques de magia para criar a ilusão de que se está a dar médico de família a todos. A revisão do regime de comparticipação vai tornar os medicamentos mais caros. As mudanças decididas em certas áreas de excelência – Maternidade Alfredo da Costa, Centro de Genética, IDT – traduzem-se no seu desmantelamento. A promiscuidade entre interesses públicos e privados, que tanto tem prejudicado o SNS, vai aprofundar-se.
    5. Está hoje o SNS melhor do que há dez anos?
    Apesar dos mau tratos a que tem sido sujeito, o SNS é uma história de sucesso, dispondo hoje de uma excelente e articulada rede de serviços e dos mais modernos equipamentos e tecnologias. O SNS avançou na última década, tal como na anterior: na acessibilidade, proximidade, qualidade, diferenciação e excelência. Mas, também, na humanização e no respeito pelos direitos dos doentes. O SNS melhorou e podia ter melhorado ainda mais se as políticas prosseguidas tivessem eliminado alguns dos seus maiores "pecados": a promiscuidade entre público e privado, a partidarização dos cargos dirigentes, o desrespeito pelas carreiras e a desregulação das relações de trabalho provocada pela empresarialização dos hospitais.

    Jornal de Negócios Online 26.04.12
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    sexta-feira, 27 de abril de 2012

    Hoje acabou a televisão que funcionava

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    Hoje acabou a televisão que funcionava:
    8% da população não tem cobertura TDT. Bem vindo ao país falhado.

    Tagged: TDT, vidinha
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    Salgueiro Maia em Duas Fotografias

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    Salgueiro Maia em Duas Fotografias:

    Santarém, Jardim dos Cravos. Homenagem a Salgueiro Maia.

    25 de Abril de 2012. © Um Amigo.

    Santarém, sob a Ponte Salgueiro Maia, com a Linha do Norte ao fundo.

    Uma das grandes vitórias de Abril tem sido, precisamente, reforçar as liberdades e garantias de todos os cidadãos. Sobretudo a garantia de que não é preciso levantar cedo para pagar impostos sobre o trabalho para ter o direito de usufruir de rendimentos garantidos. E, já agora, a liberdade de poder ser dono de um carro de 80 mil euros.”

    © 2009, Um Amigo. ps: inverter a ordem das fotos. Obrigado. 

    Tagged: 25 de abril, cigano, discriminação positiva, salgueiro maia, só trabalha quem é burro
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    Moções de rejeição do PSD e do CDS ao PEC 4 revisitadas

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    Moções de rejeição do PSD e do CDS ao PEC 4 revisitadas:




    • Fernanda Câncio, Palavra da salvação:
      '"Num momento particularmente difícil o Governo propõe-se mais uma vez restringir o acesso aos apoios sociais, particularmente aos desempregados." (1) "Revela uma imensa insensibilidade social, especialmente quanto aos idosos, ultrapassa o limite dos sacrifícios que podem ser impostos aos portugueses e demonstra falta de equidade fiscal e social na distribuição das dificuldades." (2) "Não ataca os problemas de frente e prefere atacar a despesa social, atacando sempre os mesmos, os mais desprotegidos. Mantém a receita preferida deste Governo: a solução da incompetência. Ou seja, se falta dinheiro, aumentam-se os impostos." (3) "Apenas castiga os portugueses e não dedica uma única linha para o crescimento da economia. O que não se aceita é a falta de um rumo, da esperança que devolva o bem-estar aos portugueses e que promova a convergência real com os restantes cidadãos europeus." (4) "Mais uma vez o Governo recorre aos aumentos de impostos e cortes cegos na despesa, sem oferecer uma componente de crescimento económico, sem uma esperança aos portugueses." (5) "Sendo evidente que Portugal precisa de proceder a um ajustamento orçamental, reduzindo o défice nos termos dos seus compromissos internacionais, entende-se que o caminho escolhido pelo Governo é errado e não trará ao País a necessária recuperação económica." (6) "A essa realidade junta-se ainda a incapacidade em suster o aumento galopante do desemprego e do endividamento do País." (7) "O Governo recusa-se a dizer aos portugueses qual a verdadeira situação das finanças públicas nacionais." (8) "Os resultados que se atingiram tiveram o condão de se fundar ou no sacrifício das pessoas e das empresas - suportado pelo aumento asfixiante da carga fiscal - ou no recurso a receitas extraordinárias." (9) "As medidas tiveram efeitos recessivos na economia e não trouxeram qualquer confiança aos mercados." (10) "Portugal é o único país da Europa que não vai crescer. Não pode, por isso mesmo, o Governo afirmar que a culpa é da "crise internacional", como insistentemente afirma para tentar enganar os portugueses." (11) "É o Governo que desmente o próprio Governo." (12) "A credibilidade, uma vez perdida, é extremamente difícil de recuperar." (13) ___________ 1, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 11 - moção de rejeição do PSD ao PEC 2011/2014. 2, 6, 10, 12, 13 - moção de rejeição PP ao PEC 2011/2014. O chumbo por toda a oposição do Programa de Estabilidade e Crescimento, em 23 de março de 2011, determinou a demissão do Governo e o pedido de ajuda financeira.'

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