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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Dia 20/02 é Greve… ” Mas não façamos nós de conta”

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Mais trafulhices (via mail)

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NA POLÍTICA NÃO HÁ EXCEPÇÕES...!!!



Depois de passar os olhos por este email, pode-se concerteza concluir que a ilha da Madeira é o único sítio do País que foge à regra da corrupção e clientelismo...!!!

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do
Governo Regional

João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças

Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) - assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex-conselheiro da Secretaria Regional) - assessor do assessor da assessora


Brazão de Castro - Secretário Regional dos Recursos Humanos
Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social
Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo


Conceição Estudante - Secretária Regional do Turismo e Transportes
Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional

Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de Administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora(!!!) do pavilhão do clube de Basket do qual o marido é dirigente


Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai


Vergílio Pereira - Ex-Presidente da C.M.Funchal
Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral(!!!) do Governo Regional
Nora - Cláudia Pereira - trabalha (!!!) na ANAM, empresa que gere os aeroportos da Madeira


Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira

Irmão - Leonardo Catanho - Director (!!!) Regional de Informática (não sabia que havia este cargo...)

Rui Adriano - Presidente do Conselho de administração da Sociedade de Desenvolvimento (!!!) do Norte e antigo membro do Governo Regional
Filho - ???? - Director do Parque Temático da Madeira

João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex-presidente da C.M.do Funchal
Filha - Patrícia - Presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira
Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - Presidente da Madeira Tecnopólio (sabem o que isto é...?)
Irmão - Luís Dantas - Chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos Serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas - marido de Cristina Dantas - director da Loja do Cidadão

E a lista continua...

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domingo, 15 de fevereiro de 2009

Os 50 erros que as mulheres cometem na cama

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O Génio (vários pensamentos)

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1. Alguém que nunca cometeu erros, nunca tratou de fazer algo novo.
2. A educação é o que sobra depois que uma pessoa esquece o que aprendeu na escola.
3. Sou o suficiente artista para desenhar minha imaginação. A imaginação é mas importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado; a imaginação envolve o mundo.
4. O segredo da criatividade é saber esconder suas fontes.
5. O valor de um homem deve ser medido pelo que dá e não pelo que recebe. Não tente se converter em um homem de sucesso senão em um homem de valores.
6. Existem duas maneiras de viver: como se nada fosse um milagre, ou como se tudo fosse um milagre.
7. Quando olho para mim mesmo e meu método de pensar, chego à conclusão que o dom da fantasia tem mais significado para mim que qualquer outro talento para pensar positivo e abstractamente.
8. Para ser um membro imaculado de um rebanho de ovelhas, a pessoa deve, sobre todas as coisas, primeiro ser uma ovelha.
9. Deves aprender as regras do jogo. E depois deves jogar melhor que todo mundo.
10. O mais importante de tudo é nunca deixar de fazer perguntas. A curiosidade tem sua própria razão de existir.

Bónus: "É difícil imaginar um deus que premia e castiga os objectos de sua criação, cujos propósitos têm sido modelados sob o seu próprio; um deus que não é mais que o reflexo da debilidade humana".

Bónus 2: "O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário."
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O esconderijo perfeito (pensamento do dia)

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No princípio dos tempos, reuniram-se vários demónios para fazer uma travessura. Um deles disse:

- "Devemos tirar algo dos humanos, mas, o quê?".

Após muito pensar um disse:

- "Já sei, vamos tirar-lhes a felicidade, mas o problema vai ser onde escondê-la para que não a encontrem."

Propôs o primeiro:

- "Vamos escondê-la no cume do monte mais alto do mundo."

Ao que imediatamente repôs outro:

- "Não, isso não vai dar certo... alguém pode subir e encontrá-la."

Depois propôs outro:

- "Então vamos escondê-la no fundo do mar."

E outro contestou:

- "Não, lembre que eles são muito curiosos, logo alguém construirá algum aparelho para mergulhar e vão acabar encontrando."

Um outro disse:

- "Escondamos em um planeta longínquo da Terra."

E disseram-lhe:

- "Não, lembre que eles são inteligentes, algum dia alguém vai construir uma nave na qual possa viajar a outros planetas e a vai descobrir, e então todos terão a felicidade."

O último deles era um demónio que tinha permanecido em silêncio escutando atenciosamente cada uma das propostas dos demais. Analisou cada uma delas e então disse:

- "Creio saber onde pôr para que realmente nunca a encontrem."

Todos se voltaram assombrados e surpresos perguntando ao mesmo tempo:

- "Oh... onde... onde?"

O demónio respondeu:

- "Vamos escondê-la dentro deles mesmos, estarão tão ocupados buscando a por aí a fora, que nunca a encontrarão."

Todos concordaram e desde então tem sido assim:


"O humano passa a vida inteira buscando a felicidade sem saber que a traz consigo."
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

E vamos indo..

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CIPE... (mais vale ser mudo!)

Chegou às Direcções de Enfermagem das Instituições de Saúde, uma nota, proveniente da Ordem dos Enfermeiros, para averiguações acerca da aplicação da Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE).
Esta "invenção" (CIPE), que pretende ser um instrumento uniformizador da linguagem dos Enfermeiros, é um descalabro. Pôs os Enfermeiros a falar francês, quando todo o mundo fala inglês! Até trocou as voltas ao dicionário!

O ímpeto em separar radicalmente a Enfermagem da Medicina e do resto do mundo da saúde, dá nestas preciosidades que ninguém entende e que castra a nossa profissão. Juntando a todo este bradar aos céus, temos os Enfermeiros formadores da CIPE fanáticos.

A conceptualização na CIPE é tão densa e baralhada que surgem verdadeiras pérolas. Basta ir à CIPE para observar estes rasgos de genialidade:

O que é o nascimento?
- "é um tipo de gravidez (...)".

O que é um aborto?
- "é um tipo de gravidez (...)"
Esta foi ao lado.

O que é uma ferida?
- "é um tipo de tecido (...)".
Depois de ler esta fiquei com uma ferida na alma (é um tipo de tecido?).

O que é a asfixia?
- "é um tipo de limpeza das vias aéreas (...)".
Será um mecanismo corporal?

O que é uma hemorragia?
- "(...) é uma perda de grande quantidade de sangue num curto espaço de tempo (...)"
E se for uma perda de pequena quantidade de sangue num largo espaço de tempo? Já não é uma hemorragia?

O que é uma sesta?
- "(..) passar pelas brasas (...)"
Sim, é verdade, esta preciosidade científica está lá bem descrita.

O que é uma fecaloma?
- "é uma tipo de obstipação (...)"
Para a comunidade científica é uma massa constituída por um bolo fecal endurecido, de difícil eliminação intestinal.

O que é uma glândula mamária?
- "é um tipo de glândula com características esféricas: duas grandes glândulas discóides hemisféricas (...)"
E se um indivíduo só tiver uma? Já não tem cabimento neste conceito...

O que é a candidíase?
- "é um tipo de mucosa (...)"
Há muitos deficientes por aí. Falta-lhes uma mucosa.
Seria preciso uniformizar este conceito (entre tantos outros...)? Uma candidíase não será a mesma coisa para os Enfermeiros portugueses, chineses ou egípcios?

Estes são pequenos exemplos, a CIPE brinda-nos com imensos. Alguns tão maus, que é vergonhoso colocá-los aqui.
Mas a CIPE também rivaliza com outras linguagens. Por lá também podemos ler o significado dos conceitos "edifício comercial", "prisão", "ponte" (pontes ou prisões não serão a mesma coisa em qualquer parte do planeta? Andamos a despender esforços para uniformizar o que já está uniformizado?), "caminho de ferro", "impostos", "furacão" etc.
"Impostos", por exemplo, é definido como... "tipo de prosperidade". Até o dicionário fica confuso!


Para quem desconhece fiquem sabendo, por exemplo, que "deplecção", ou "desejo" são "fenómenos de Enfermagem". Nossos, só nossos e de mais ninguém. Quem usar estes conceitos terá de pagar direitos de autor.

E os diagnósticos de Enfermagem? É mais complexo entrosar os conceitos-base (foco, julgamento, características definidoras, etc), do que fazer o próprio diagnóstico! Obsessão pela complicação?

Por outro lado, os diagnósticos são básicos e dignos de leigos. Se nos depararmos com alguém que descreve "dores abdominais intensas", o diagnóstico imediatamente levantado é "dor presente em grau elevado"... "Mas porquê que tenho dores?" - pergunta o utente. (Onde está o valor acrescentado do Enfermeiro? Será que a Enfermagem não deve evoluir de complexidade? Em pleno séc. XXI o paradigma não deve mudar? Reparem que qualquer dona de casa sabe fazer colocar em prática as nossas intervenções independentes - colocar gelo, calor, promover autocuidado, massagem, etc e até pode administrar fármacos (NSRM)...)
Já alguém pensou que, se fosse apenas pelas nossas intervenções independentes, os Enfermeiros eram dispensáveis e ninguém os contratava?

Porque havemos de colocar os Enfermeiros a falar numa linguagem diferente de toda a comunidade científica? Psicólogos, Sociólogos, Biólogos, Médicos, etc, todos falam a mesma linguagem... porque não falam os Enfermeiros também? Há conceitos inerentes apenas à Enfermagem? Óptimo, também as outras disciplinas do saber os têm.

Com esta ânsia canibalesca em separar a Enfermagem das ciências médicas ( não serão a administração de fármacos, suporte avançado de vida, etc, procedimentos demasiado "médicos?" É melhor desistirmos deles... só assim nos podemos separar em pleno do bio-médico e assumimos toda a nossa força no reino do bio-desinteressante!), a curto prazo deixar-se-á de leccionar saúde no curso de Enfermagem. Proponho que o curso passe para as faculdades de letras.
Continuem com a CIPE's e companhia, mas notem bem que:
... não faltam técnicos ansiosos por "deitar a mão" nas áreas que vamos deixando a descoberto.
Depois admiramo-nos que os Enfermeiros já não prescrevam dietas porque existem os nutricionistas/dientistas, já não façam intervenções do âmbito psicológico por existem os psicólogos, que a Enfermagem podológica tenha falecido porque já existem podólogos, que a Enfermagem geriátrica esteja a morrer porque já existem os gerontólogos, que a intervenção da Enfermagem nos meios de diagnóstico e terapêutica seja quase nula, porque os técnicos de diagnóstico e terapêutica disseminaram-se, que a reabilitação esteja a ser assumida na totalidade por fisioterapeutas...

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Pergunto o mesmo: não há ninguém que ponha mão nisto?

Enviada: sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2009, 14:24:11
Para:
doutorenfermeiro@hotmail.com
De:xxxxxx xxxxxxx (xxxxxxxxxxxxxxx@hotmail.com)
.
"Caro Doutor Enfermeiro, (...) motivado por um post seu (já um pouco antigo) venho por este meio denunciar uma situação. A minha escola não quer saber se há locais de estágio ou não(...). Neste momento estou a fazer o estágio de medicina num lar, onde vai uma enfermeira apenas 3 horas por dia, (...) estamos ao abandono. Ou era isto ou um centro de dia! NÃO HÁ NINGUÉM QUE PONHA MÃO NISTO? (...).
Obrigado pela sua atenção."
.
Debato-me há imenso tempo com o mesmo problema. Parece que é mais preocupante discutir a abertura, ou não, de mais 30 vagas para medicina, do que saber se existem, ou não, campos de estágio de qualidade (fulcral!!) para formar Enfermeiros, com rigor e elevados padrões de exigência, consonantes com a responsabilidade inerente à profissão.

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"C'um caraças, é uma selva"!

Conversa, ontem, ao telefone, com um colega nosso (profissional brilhante, permitam-me acrescentar...) que há já algum tempo deixou a "prática clínica", para se dedicar exclusivamente a funções de Enfermagem, no âmbito da investigação, numa empresa/instituição conhecida em Portugal.
O tema versava - tristemente - acerca do excesso de Enfermeiros que existe, num momento em que a conjuntura é deveras difícil.

A seguir vem a história: a referida instituição abriu vagas para admissão de colaboradores. Os lugares a preencher - bastante exigentes em termos profissionais - apresentavam várias condições e critérios, a primeira de uma vasta lista, ser licenciado em Enfermagem ou Medicina.

- "Médicos, acho que ainda não apareceu ninguém" - disse.

Eu sei que às vezes faço perguntas para as quais já sei a resposta, mas simplesmente não gosto de a ouvir.

- "E Enfermeiros, apareceram muitos?"

- "C'um caraças, nem imaginas. Entupiu o mail em três dias, mas ninguém parece que cumpre os requisitos necessários" - exclamou... e continuou "as instituições até já estão na retranca, até têm medo de pronunciar a palavra Enfermagem porque os telefones, mails e correio entopem. Os Enfermeiros não querem saber se cumprem requisitos ou não, é uma autêntica selva..."

Desespero, eu sei. Mas concorrer de forma massiva e cega não está a ajudar os Enfermeiros em termos institucionais.


in: DE
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Rir é o melhor remédio (mesmo)

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Prurido agudo ou "tinta" a mais?

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(no DOUTORENFERMEIRO)

O novo curso de medicina na Universidade do Algarve foi aprovado. Tem uma duração de 4 anos e destina-se a licenciados.


Quem não gostou desta notícia foi a Ordem dos Médicos e os seus associados de uma forma geral (link 1 e link 2). Através de argumentos mirabolantes, ingénuos, cínicos, fantasiosos, hipócritas, falsamente alarmistas e preocupados, (ex. "risco de aparecerem clínicos «com nível de conhecimento e qualidade de formação inferior ao desejável"; "os riscos futuros da criação deste novo e desnecessário curso de medicina, particularmente numa época em que os constrangimentos financeiros impostos ao SNS"; "novo curso de medicina não cumpra na íntegra as exigências de qualidade "; "os critérios de selecção, a preparação de base exigida aos candidatos a este curso, a importação de um método de ensino de países com uma cultura distinta da portuguesa (...) são indicadores profundamente preocupantes"; "distorce completa e inaceitavelmente a transparência do método de selecção e a igualdade de oportunidades"), foram tentando evitar a entrada em funcionamento deste novo curso, que tem apenas 30 vagas.

No fim, lá foram admitindo: "o actual numerus clausus dos sete cursos de medicina que existem em Portugal ultrapassa já as necessidades futuras do país" - ah, aqui vemos explanada a verdadeira intenção dos protestos. Mais profissionais pode significar menores salários, deterioração do status sócio-profissional, diminuição do poder reivindicativo, etc. Muita "tinta" correu, corre e vai correr.

Analisando bem, a Ordem dos Médicos opõem-se a tudo que possa ter repercussões "negativas" nos seus membros.

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Criticável? Não. Mas a Ordem dos Enfermeiros devia tomar "nota" destas posições. Vejamos:

A abertura desenfreada e anarquista de novas Escola/cursos de Enfermagem... não faz correr tanta tinta.

A existência de corpos docentes de qualidade inferior - e muito duvidosa - em Enfermagem... não faz correr tanta tinta.

A disponibilização massiva de vagas para o curso (por vezes mais do que as declaradas/autorizadas)... não faz correr tanta tinta.

A falta de qualidade de imensos cursos... não faz correr tanta tinta.

A falta de locais certificados e de qualidade demonstrada para ensinos clínicos... não faz correr tanta tinta (as Escolas deveriam estar sempre agregadas a Hospitais Universitários e Centros de Saúde seleccionados com base em critérios pedagógicos e de qualidade).

A falta de formação pedagógica e experiência profissional dos tutores/orientadores... não faz correr tanta tinta.

A exploração mercantilista (em detrimento dos padrões de qualidade) dos cursos de Enfermagem... não faz correr tanta tinta.

A falta de planos de estudo sólidos, adequados e com elevados níveis de rigor... não faz correr tanta tinta.

Nada. Para quem não sabe e devia saber, a profissão nasce nas Escolas de Enfermagem. O ensino está muito doente e ninguém quer cuidar dele. Se não resolvermos as questões que o afectam negativamente, nunca poderemos solucionar os verdadeiros problemas que afligem a Enfermagem.


in: DE
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cogitando por aí....(2)

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ENEE 2009

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Ainda existe alguém que valoriza os enfermeiros

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fonte: Canal de Notícias do Acores.net (in: EnfermagemPT)

A Câmara Municipal homenageou todos os enfermeiros da região ao atribuir o Diploma de Reconhecimento Municipal às personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada.

No dia (26 de Janeiro) em que a escola assinalou 50 anos, a Câmara Municipal de Ponta Delgada tomou a iniciativa de homenagear as oito personalidades que contribuíram para a criação, fundação e desenvolvimento da instituição que, como sublinhou Berta Cabral, tem “um percurso consolidado, com provas de reconhecida valia na formação de enfermeiros e uma história que, mais do que ser celebrada, merece ser respeitada”.

Foi, assim da importância da missão de se ser enfermeiro que a Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada quis falar, numa cerimónia que foi de homenagem, mas, também, de incentivo àqueles que “trilham um caminho baseado na formação, na ética, nos valores, na importância das pessoas e nos cuidados de saúde”.

Berta Cabral destacou a dimensão humana do profissional de enfermagem no contexto do contacto social permanente com os doentes, matéria que, em seu entender, deve rivalizar sempre com os conhecimentos técnicos, na premissa de que “os sistemas de saúde apenas existem, porque há doentes, sendo que os enfermeiros são os primeiros agentes da humanização dos cuidados a prestar a quem padece”.

Neste sentido, a Presidente de Câmara referiu, também, que a universalidade dos cuidados de saúde, com o maior afluxo de cidadãos aos serviços, o avanço da tecnologia acompanhada de novas respostas, confrontam os profissionais de saúde, em especial os enfermeiros, com novos desafios, seja na área dos conhecimentos, da experiência ou na capacidade de tomar a decisão adequada com vista à obtenção do bem estar da pessoa a que se destinam os cuidados.

Contudo, a autarca apontou que os quadros das unidades de saúde da região ainda são deficitárias para acolher novos profissionais e considerou “absolutamente urgente” que os novos enfermeiros “entrem no mercado de trabalho de forma segura e estável”.
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