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sexta-feira, 7 de junho de 2013

HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO

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HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO: Hipotireoidismo é o nome da doença provocada pelo funcionamento deficiente da glândula tireoide, responsável pela produção de hormônios que controlam o nosso metabolismo. O hipotireoidismo subclínico, foco deste artigo, é uma forma branda de hipotireoidismo, geralmente sem sintomas, mas já detectável através de exames laboratoriais.



Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o hipotireoidismo subclínico:

  • Funcionamento da tireoide normal.
  • O que é hipotireoidismo subclínico.
  • Diagnóstico do hipotireoidismo subclínico.
  • Sintomas do hipotireoidismo subclínico.
  • Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo franco.
  • Consequências do hipotireoidismo subclínico.
  • Tratamento do hipotireoidismo subclínico. 
  • Hipotireoidismo subclínico na gravidez
Neste artigo abordaremos somente o hipotireoidismo subclínico. Para mais informações sobre o hipotireoidismo clínico, leia:

- DOENÇAS E SINTOMAS DA TIREOIDE

- SINTOMAS DO HIPOTIREOIDISMO

- TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide

- HIPOTIREOIDISMO | Tireoidite de Hashimoto

Funcionamento da tireoide normal



TSH - Funcionamento da tireóide
Funcionamento da tireoide
A tireoide é um órgão localizado na base do pescoço, que tem como função produzir os hormônios responsáveis por controlar a velocidade do nosso metabolismo. Os hormônios da tireoide são chamados de triiodotironina (T3) e tiroxina (T4). Um aumento da concentração sanguínea desses hormônios acelera nosso metabolismo; já uma redução causa efeito contrário, letificando-o.



Hipotireoidismo é a doença provocada pela falta de T3 e T4, enquanto que hipertireoidismo é a doença provocada pelo seu excesso.



O funcionamento da tireoide e, consequentemente, a produção de T3 e T4 são controlados por outro hormônio, chamado TSH, produzido na glândula hipófise do cérebro. Portanto, de forma bem simplificada, quando o organismo precisa acelerar seu metabolismo, o cérebro aumenta a liberação de TSH, que por sua vez estimula a tireoide a produzir T3 e T4. Por outro lado, se o corpo precisa desacelerar o metabolismo, a liberação de TSH cai e a tireoide passa a produzir menos T3 e T4. A liberação de TSH é feita de forma bem controlada, de forma a manter a tireoide produzindo somente a quantidade de T3 e T4 necessárias, sem provocar excesso ou carência destes hormônios.



A compreensão deste mecanismo é essencial para se entender o que é o hipotireoidismo subclínico. Se você achou essa explicação muito confusa e precisa de mais informações, sugiro a leitura do texto: TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide

O que é hipotireoidismo subclínico



No hipotireoidismo clássico o paciente costuma ter níveis baixos de T3 e T4 e níveis elevados de TSH. Isso ocorre porque os pacientes possuem uma glândula tireoide doente, incapaz de produzir mais hormônios, mesmo que estimulada por níveis elevados de TSH. Por mais que a hipófise aumente a liberação de TSH, a tireoide mostra-se incapaz de responder a este hormônio.



O hipotireoidismo subclínico é uma espécie de "pré-hipotireoidismo", uma fase anterior ao surgimento do hipotireoidismo franco. A tireoide está doente, mas ainda é capaz de produzir hormônios tireoidianos se estimulada por níveis elevados de TSH. Então, temos uma situação onde o paciente apresenta níveis de TSH acima do normal, mas seus níveis de T4 e T3 ainda estão normais (na prática clínica, só precisamos dosar os níveis sanguíneos de T4 livre, como explicarei mais à frente).



Em boa parte destes pacientes a doença é progressiva, sendo, com o passar do tempo, necessários níveis cada vez maiores de TSH para que a tireoide se mantenha funcionando adequadamente. A doença progride até o ponto onde a glândula está tão doente que já não é mais capaz de produzir quantidades mínimas de hormônios, mesmo quando estimulada por níveis bem elevados de TSH. Neste momento, o paciente já não apresenta mais hipotireoidismo subclínico, mas sim hipotireoidismo franco.



Cerca de 5 a 10% da população é portadora de hipotireoidismo subclínico, boa parte dela desconhece tal situação. O hipotireoidismo subclínico é mais comum em mulheres do que em homens. A incidência também é maior em brancos e em idosos. As causas são basicamente as mesmas do hipotireoidismo franco, sendo a tireoidite de Hashimoto a principal.

Diagnóstico do hipotireoidismo subclínico



O hipotireoidismo subclínico é um diagnóstico laboratorial, pois, uma vez que o paciente ainda tenha níveis normais de hormônios da tireoide, ele não apresenta nenhum (ou quase nenhum) sintoma.



Como já dito acima, o paciente com hipotireoidismo subclínico possui níveis normais de T4 livre e níveis elevados de TSH, em geral entre 5 e 10 mU/L (alguns locais usam 4,5 e 15 mU/L como limites). Habitualmente, quando o TSH já está muito acima de 10 mU/L, o paciente já não tem mais hipotireoidismo subclínico, pois o T4 livre costuma estar baixo e o paciente já apresenta sintomas de hipotireoidismo. Portanto, o hipotireoidismo subclínico geralmente apresenta TSH elevado, mas nunca muito superior a 10 ou 15 mU/L.

Sintomas do hipotireoidismo subclínico



É importante salientar que para ser considerado hipotireoidismo subclínico, o paciente não pode ter sintomas francos de hipotireoidismo. No hipotireoidismo subclínico, os níveis de T4 livre são normais e o paciente apresenta, quando muito, apenas sintomas brandos e inespecíficos, como um leve cansaço, uma discreta falta de vontade para realizar tarefas ou uma pequena intolerância ao frio. Todos estes sintomas são comuns e podem ocorrer a qualquer um determinados momentos da vida, principalmente em períodos de estresse, excesso de trabalho, início de viroses, etc. Portanto, no hipotireoidismo subclínico não há sintomas clínicos relevantes que ajudem no diagnóstico. O diagnóstico só pode ser feito com exames laboratoriais.

Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo franco



Uma grande parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico, eventualmente, irão desenvolver hipotireoidismo franco. Estudos mostram que após 10 a 20 anos até 55% dos paciente com hipotireoidismo subclínico já terão evoluído para a forma completa da doença.



O risco de progressão está relacionado com a concentração inicial de TSH (pacientes com valores mais elevados de TSH, entre 12 e 15 mU/L possuem maior risco) e a presença de anticorpos contra a tireoide, como o anti-TPO. A doença de base também tem elevada influência no risco de evolução para hipotiroidismo franco. Os pacientes com doença autoimune da tiroide, como tireoidite de Hashimoto, ou que tenham recebido radioiodoterapia ou radioterapia em altas doses tendem a evoluir para hipotireoidismo.



A recuperação espontânea também tem sido descrita em pacientes com hipotireoidismo subclínico, embora a frequência real desse fenômeno ainda não esteja totalmente esclarecida. Há pacientes com critérios para hipotireoidismo subclínico que, após alguns anos, apresentam normalização dos exames laboratoriais sem que nenhum tratamento tenha sido estabelecido. Em geral, são pacientes com TSH persistentemente menor que 10 mU/L e com pesquisa negativa para anticorpos contra a tireoide.



Como boa parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico é assintomática, muitos deles podem desenvolver o problema, não tomar conhecimento, e após alguns anos curar-se espontaneamente, novamente sem tomar ciência da situação. Estes casos, obviamente, não viram estatísticas, o que dificulta a determinação da real incidência da cura espontânea do hipotireoidismo subclínico.

Consequências do hipotireoidismo subclínico



Apesar de não provocar sintomas e de, em alguns casos, desaparecer espontaneamente, o hipotireoidismo subclínico não parece ser um problema totalmente inócuo. Há vários estudos que sugerem uma relação entre hipotireoidismo subclínico e um maior risco de doenças cardiovasculares, como angina e infartos, principalmente nos pacientes com TSH maior que 10 mU/L (leia: SINTOMAS DO INFARTO). Pacientes com hipotireoidismo subclínico também costumam apresentar níveis de colesterol mais elevados que a população geral (leia: COLESTEROL HDL | COLESTEROL LDL | TRIGLICERÍDEOS).



Além dos problemas cardiovasculares, os pacientes com hipotireoidismo subclínico, principalmente aqueles com TSH mais elevado, apresentam também maior risco de esteatose hepática (leia: GORDURA NO FÍGADO | Esteatose hepática).

Tratamento do hipotireoidismo subclínico



A maior dúvida que nos deparamos ao diagnosticar um hipotireoidismo subclínico é quanto à necessidade ou não de iniciar tratamento com levotiroxina, a forma sintética do hormônio T4.



Atualmente, nenhum trabalho mostrou benefícios relevantes do uso de levotiroxina nos pacientes assintomáticos com TSH entre 4,5 e 10 mU/L. O tratamento do hipotireoidismo subclínico nestes casos é bem controverso. Os que defendem o uso da levotiroxina argumentam que não há dados que demonstrem haver danos com a reposição do hormônio, além da possibilidade de melhora de sintomas não previamente reconhecidos, como cansaço e alterações discretas do humor. O consenso atual, porém, recomenda apenas a monitorização dos níveis de TSH a cada 6 a 12 meses neste grupo de pacientes, a não ser que o paciente tenha sintomas que possam ser facilmente atribuídos ao hipotireoidismo.



Em algumas situações, a decisão de não tratar não é tão simples. Isso inclui os pacientes com colesterol elevado, alto risco de doenças cardiovasculares ou com anticorpos positivos contra a tireoide. Mulheres que querem engravidar e não conseguem também podem apresentar melhora da fertilidade se tratadas com levotiroxina.



Nos pacientes com hipotireoidismo subclínico e TSH acima de 10 mU/L a controvérsia é bem menor. A maiorias das sociedades internacionais de endocrinologia recomendam o uso de levotiroxina nestes casos, pois o tratamento ajuda a prevenir a progressão para hipotireoidismo franco.



A dose da levotiroxina deve ser sempre a menor possível capaz de manter o TSH entre os valores de 0,5 e 2,5 mU/L nos pacientes jovens e 3 a 5 mU/L nos pacientes idosos.

Hipotireoidismo subclínico na gravidez



Durante a gravidez, a fisiologia dos hormônios da tireoide altera-se completamente, fazendo com que os valores normais de TSH sejam diferentes neste grupo. Durante o primeiro trimestre de gravidez, hipotiroidismo subclínico é definido como valores de T4 livre normais associados a um TSH acima de 2,5 mU/L. No segundo e no terceiro trimestre consideramos hipotiroidismo subclínico valores de TSH acima de 3 mU/L.



Como os hormônios tireoidianos são essenciais para o desenvolvimento neurológico do feto, o consenso atual é tratar todas as gestantes que tenham critérios para hipotireoidismo subclínico.
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sábado, 1 de junho de 2013

Brinde sem crise

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Brinde sem crise:



Ontem estivemos na região de Leiria. Hoje rumamos à região de Santarém. A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) é uma associação pública constituída pelos municípios de  Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha. "Em 31 de Dezembro de 2012, o Mapa de Pessoal da CIMT era composto por 23 colaboradores, dos quais um Técnico Superior exercia funções noutro organismo", lê-se no Relatório de Gestão de 2012 desta comunidade.Os gastos com recursos humanos ultrapassaram o 500 mil euros (518.013,24 €). No mesmo documento também ficamos a saber que a comparticipação total dos municípios associados não ficou muito longe dos 800 mil euros (781.503,29€). A despesa com "outros suplementos e prémios" das reuniões da Assembleia Intermunicipal custaram 21.084,76€ - fora os 7.705,08€ em "deslocações e estadas" associadas. Com tanta gente junta, claro que não faltou a ideia de gastar 6.520,00 € em brindes, "nomeadamente canetas, fitas do pescoço com mosquetão, blocos de apontamentos, sacos e lápis".  A compra foi no Verão passado mas só no Inverno deste ano é que o respectivo contrato de ajuste directo foi publicado.

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MDP TV: Reformados aos 40

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MDP TV: Reformados aos 40:



Os juízes do Tribunal Constitucional (TC) são os únicos a usufruírem do privilégio da reforma aos 40 anos, com 10 nos de serviço, como é o caso da presidente da Assembleia da República (Assunção Esteves reformou-se aos 42). Entre os 308 autarcas contam-se 161 reformados. Vale a pena ver a reportagem sobre os regimes especiais de reforma do programa Sexta às 9 da RTP (no link: https://www.youtube.com/watch?v=0NiByinxvW8&list=UULouNZysYUCwsULjHI5EQgQ&index=3).
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Mais carros?

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Mais carros?:




A Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P. (ESPAP) deve ser alheia ao parque automóvel do Estado. Esta semana, lançou concurso público para comprar cinco veículos ligeiros de passageiros por 180.000,00 € (lote n.º1).
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Dignidade nos serviços de saúde

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Dignidade nos serviços de saúde:
Um vídeo sobre dignidade do Colégio Real de Enfermagem do Reino Unido com 5 situações distintas mas todas focadas neste ponto da dignidade.


Dignidade: Como ela pode estar ameaçada nos serviços de Saúde...



Situação 1: Quando alguém que está vestido de pijama ou despido de "roupa normal"

Situação 2: Quando aAlguém que tem de " usar a casa de banho" sem qualquer privacidade.
Situação 3: Quando alguém que quer ter uma palavra a dizer sobre si mas ninguém o ouve.



Situação 4: Quando alguém não consegue beber um simples copo de água sozinho e não tem quem o ajude



Situação 5: Quando alguém é infantilizado apenas por estar vulnerável...Porque não são apenas os cuidados ( a injecção, a observação e registo duma alteração, a identificação duma ameaça eminente à vida, um qualquer acto físico) em si mas as condições em que são prestados... Enfermagem também é principalmente isto... a capacidade de incorporar que isto também é ciência... até porque já existem diversos estudos a comprovar a melhoria do estado de saúde ( a todos os níveis) quando a dignidade dos doentes é tida em conta.

É difícil contabilizar isto da dignidade em números, mas todos sabemos quando ela não está presente ou não está a ser respeitada ( quando a nós diz respeito)... 

Quanto maior a preponderância do físico ( e maior captação dos recursos materiais para esta vertente)... menores serão os que sobram para ISTO. 

Por Cuidados de Saúde de qualidade... Exija mais dignidade!



Para leitura complementar: Código deontológico do Enfermeiro

As intervenções de enfermagem são realizadas com a preocupação da defesa da liberdade e da dignidade da pessoa humana e do enfermeiro


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quarta-feira, 29 de maio de 2013

SINTOMAS DE TUMOR CEREBRAL

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SINTOMAS DE TUMOR CEREBRAL: Um tumor cerebral surge quando algumas células do cérebro passam a se multiplicar de forma anormal, criando uma massa dentro do crânio. Existem vários tipos de tumores cerebrais, desde os benignos até os malignos, estes últimos chamados de câncer cerebral. Um tumor cerebral pode ter origem no próprio cérebro ou ser uma metástase de um câncer originado em outra parte do corpo, como câncer de mama ou câncer de pele, por exemplo.



Os tumores cerebrais podem produzir sinais e sintomas através de mais de uma forma:



1- Invasão cerebral local: quando o tumor ocupa o espaço onde deveriam haver apenas neurônios sadios.

2- Compressão de estruturas adjacentes ao tumor: quando o tumor comprime áreas do cérebro ao seu redor.

3- Aumento da pressão dentro do crânio: uma vez que a calota craniana é incapaz de se expandir, qualquer massa que cresça de forma relevante dentro do crânio pode começar a comprimir todo o cérebro.



As manifestações clínicas do tumor cerebral dependem do tamanho, da velocidade de crescimento e da sua localização dentro do cérebro.



Neste artigo vamos abordar apenas os principais sintomas que o paciente pode apresentar quando um tumor, seja benigno ou maligno, desenvolve-se no seu cérebro. Em breve escreveremos um artigo mais abrangente sobre tumores cerebrais, relatando seus tipos, fatores de risco, diagnóstico e tratamento.

Principais sintomas do tumor no cérebro



1. Dor de cabeça



A dor de cabeça, chamada em medicina de cefaleia, é um sintoma comum de tumor cerebral, sendo considerado o pior sintoma para cerca de metade dos pacientes. As dores de cabeça são geralmente constantes e chatas, apesar de, habitualmente, não serem muito fortes. Às vezes, a dor de cabeça do tumor cerebral pode ser pulsátil, como uma enxaqueca comum.



Tumor no cérebro
Apesar da crença popular, o tumor cerebral raramente provoca fortes dores de cabeça. Cefaleia intensa só ocorre quando o tumor provoca grande aumento da pressão intracraniana ou quando há irritação das meninges (meningite tumoral).



É importante destacar que cefaleia é uma queixa extremamente comum na população em geral, sendo que mais de 95% das pessoas que se queixam de dor de cabeça apresentam outra causa que não um tumor cerebral.



As características sugestivas, mas não exclusivas, de tumor cerebral em um paciente com queixa de dor de cabeça são:



- Náuseas e vômitos (presente em cerca de 40% dos pacientes com tumor, mas também muito comum em pessoas com enxaqueca).

- Mudanças no padrão habitual da sua dor de cabeça.

- Agravamento da dor de cabeça com mudanças de posição do corpo, tal como se curvar ou abaixar a cabeça, ou com manobras que elevam a pressão intratorácica, tais como tossir ou espirrar (esse agravamento também pode ocorrer em outras cefaleias, como nas provocadas por sinusites).

- Dor de cabeça bem localizada em uma região do crânio (mais uma vez, essa característica pode estar presente em outras formas de dor de cabeça).

- Dores de cabeça que se agravam à noite e são capazes de despertar o paciente durante o sono.



Na verdade, a principal característica da cefaleia do tumor cerebral é o fato dela vir, habitualmente, acompanhada de outros sintomas neurológicos, como convulsões, síncopes ou fraquezas em algum dos membros. Apenas cerca de 15% dos pacientes com tumor cerebral apresentam dor de cabeça como sintoma único, e mesmo assim, por pouco tempo, pois a maioria desenvolve outros sintomas dentro de 2 a 3 meses.

Para saber mais sobre dor de cabeça e suas causas, leia: DOR DE CABEÇA | Enxaqueca e sinais de gravidade
2. Convulsões



As crises convulsivas estão entre os sintomas mais comuns dos gliomas (um dos tipos de tumor cerebral) e das metástases cerebrais. Mesmo os pacientes que não apresentam convulsões no início do quadro podem passar a tê-las com a evolução da doença. Cerca de 60% dos pacientes com tumores no cérebro apresentam pelo menos uma crise convulsiva durante o curso da doença.



Apesar de ser um sintoma que assusta bastante os familiares, a crise convulsiva é mais comum nas formas menos agressivas e nos tumores menores. Em muitos casos é o primeiro sintoma a surgir.



A convulsão é causada por uma atividade elétrica anormal no cérebro. Ela dura apenas um curto período de tempo e pode causar movimentos involuntários, perda de consciência e/ou distorções sensoriais. Existem muitos tipos diferentes de convulsões. As crises convulsivas podem ser parciais, com movimentos involuntários em apenas uma região do corpo, ou generalizadas, com perda da consciência e crises tônico-clônicas generalizadas. Após as crises, os pacientes ficam exauridos, com necessidade de permanecer deitados ou dormir.



Se não tratado com anticonvulsivantes, o paciente tende a ter outras crises convulsivas ao longo do tempo.

Para saber mais sobre crises convulsivas, leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento
3. Síncope (desmaios)



Um aumento significativo na pressão intracraniana pode cortar temporariamente a perfusão de sangue cerebral, levando à perda da consciência, chamada síncope. Pacientes com tumores cerebrais são particularmente suscetíveis a essa seqüência de eventos. A elevação temporária da pressão dentro do crânio pode ser desencadeada por esforços, tosse, espirros ou vômitos.



É bom salientar que existem várias causas para síncopes, algumas delas também desencadeadas pelas mesmas situações descritas acima. De qualquer modo, a síncope não é um evento normal e deve ser sempre investigada por um medico.

Para saber mais sobre síncopes e desmaios, leia: DESMAIO, SÍNCOPE E REFLEXO VAGAL
4. Alterações cognitivas (memória e comportamento)



Disfunção cognitiva é um sintoma de tumor cerebral que inclui problemas de memória, alterações de humor ou de personalidade. A maioria dos déficits cognitivos associados com os tumores cerebrais são sutis. Os pacientes geralmente se queixam de ter pouca energia, cansaço, vontade constante de dormir e perda de interesse nas atividades diárias. Estes sintomas podem ser semelhantes aos sintomas de depressão (leia: SINTOMAS DA DEPRESSÃO). A perda de memória também é leve e costuma ser mais importante para eventos recentes, que ocorreram há poucos minutos. A memória para fatos antigos costuma permanecer preservada.



Como já referido, em alguns casos, estes sintomas podem ser bem sutis e inespecíficos, sendo, muitas vezes, reconhecidos apenas retrospectivamente, depois que o diagnóstico de tumor cerebral já tiver sido investigado e estabelecido após o surgimento de algum outro sintoma mais óbvio.



5. Sintomas neurológicos focais



Dependendo da área do cérebro afetada, o paciente com tumor cerebral pode ter os chamados sintomas neurológicos focais, que são sintomas localizados, causados pelo acometimento de uma região única do cérebro.



Entre os sintomas focais, podemos citar a perda da fala, perda da audição, zumbidos, perda da sensibilidade em determinada região do corpo, fraqueza muscular localizada em um ou mais membros, perda da coordenação motora, desequilíbrios, dificuldades para andar, alterações visuais, etc.
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Enfermeiros são responsaveis por 90% dos cuidados de saude prestados no Mundo!

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Enfermeiros são responsaveis por 90% dos cuidados de saude prestados no Mundo!:
Partilhamos o artigo que li aqui. Parabéns pela divulgação
Picture
No artigo que se segue uma enfermeira Norte Americana, Sheila Davis, pertencente a ONG Parthers for Health reflecte exactamente sobre o nosso papel a nivel mundial infelizmente nao correspondido pelo reconhecimento social e poder de decisao a que teriamos certamente direito. E quase chocante perceber que “although nurses deliver 90 percent of all healthcare services worldwide, they remain largely invisible at decision-making tables in national capitals and international agencies. Their absence constitutes a global health crisis.” ficando para reflexao o que podera cada um de nos, enquanto individuo e profissional ou por intermedio das instituicoes que supostamente nos representem, contribuir para mudar esta nossa realidade, que sendo prejudicial para os Enfermeiros enquanto classe profissional e sobretudo danosa para os doentes, a quem este fizeram um dia o juramento de cuidar. 
Fica aqui o artigo na totalidade, bem como a sua origem – LINK.
Leia mais clicando aqui...

Enfermeiros são responsaveis por 90% dos cuidados de saude prestados no Mundo!

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No artigo que se segue uma enfermeira Norte Americana, Sheila Davis, pertencente a ONG Parthers for Health reflecte exactamente sobre o nosso papel a nivel mundial infelizmente nao correspondido pelo reconhecimento social e poder de decisao a que teriamos certamente direito. E quase chocante perceber que “although nurses deliver 90 percent of all healthcare services worldwide, they remain largely invisible at decision-making tables in national capitals and international agencies. Their absence constitutes a global health crisis.” ficando para reflexao o que podera cada um de nos, enquanto individuo e profissional ou por intermedio das instituicoes que supostamente nos representem, contribuir para mudar esta nossa realidade, que sendo prejudicial para os Enfermeiros enquanto classe profissional e sobretudo danosa para os doentes, a quem este fizeram um dia o juramento de cuidar. 
Fica aqui o artigo na totalidade, bem como a sua origem – LINK.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

OPORTUNIDADE

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Quem é preguiçoso demais para aqueles sites de "ganhar dinheiro a clicar em links" ou a preencher inquéritos???? todos, claro
Basta teres o computador ligado para criar um SUPER COMPUTADOR e já tás a ganhar dinheiro. Confere!
http://coingeneration.com/auth/new/71962/
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cortem Aqui: 402 políticos têm pensões vitalícias

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Cortem Aqui: 402 políticos têm pensões vitalícias:
Numa altura, em que se discute onde se deve cortar. Presumo que será do senso comum que se corte,nestas pensões imorais . Estamos a falar de um custo ao País de 6,4 milhões de Euros ! Algo que poderia e deveria ser canalizado para a Saúde, Educação, etc…  Perguntamos:
  • Quantos Enfermeiros ou outros profissionais de saúde não poderiam ser contratados com este dinheiro ?
  • Quantos projectos não poderiam ser realizados?
É por estas e por outras realidades imorais que este País acumula erros estruturais que persistem históricamente desde os Descobrimentos, altura onde obtivemos riquezas incalculáveis, mas mesmo assim não evoluímos e não apostamos no caminho da evolução.
A corrupção parece uma realidade que tudo mina… E Portugal recusa-se a acordar ! 
Esta Regalia da “pensões Vitalícias” para os politicos foi extinta em 2005 pelo Parlamento, mas garante infelizmente direitos aos deputados num regime transitório. Já em 2012 esta despesa com essas pensões ascendeu a 6,2 milhões de euros, e este ano deverá crescer para os 6,4 milhões de euros.
O “Correio da Manhã” escreveu na sua edição de hoje que “o número de políticos com pensão vitalícia não pára de aumentar: no final de 2012, a chamada subvenção vitalícia, que foi extinta em outubro de 2005 mas continua a ser concedida a quem já tinha adquirido esse direito, estava atribuída a 402 pessoas, uma realidade que revela um aumento de 10,4% nos últimos oito anos”.
Segundo este jornal, “os relatórios da Caixa Geral de Aposentações relativos ao período entre 1994 e 2012 deixam claro que o número de políticos com pensões vitalícias começou a aumentar de forma expressiva a partir de 2005, ano de eleições antecipadas e em que foram feitos 43 pedidos. Em 2012, a despesa com essas pensões ascendeu a 6,2 milhões de euros, mas este ano deverá crescer para os 6,4 milhões de euros, segundo o Orçamento do Estado”. Fonte TVI 
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

MENOPAUSA PRECOCE

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MENOPAUSA PRECOCE: Os dois ovários existentes nas mulheres são órgãos que pertencem, ao mesmo tempo, ao sistema reprodutor e ao sistema endocrinológico. Pela parte do sistema reprodutor, eles são os responsáveis pela maturação e liberação dos óvulos para serem fertilizados, enquanto que pela parte endocrinológica, eles são os responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos. A atuação conjunta de ambas as funções é responsável pelo ciclo menstrual durante os anos reprodutivos.



Os ovários envelhecem junto com as mulheres e com o passar do tempo seu funcionamento começa a deteriorar-se, provocando irregularidades menstruais, deficiência na produção de hormônios sexuais, redução da frequência de ovulação, diminuição da fertilidade e, por fim, a cessação completa e irreversível da menstruação, conhecida como menopausa, que ocorre geralmente a partir dos 50 anos de idade.



Quando os ovários entram em falência antes da hora, nomeadamente antes dos 40 anos de idade, damos o nome de menopausa precoce ou falência ovariana primária.



Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a menopausa precoce:

  • O que é a menopausa precoce.
  • Causas da menopausa precoce.
  • Sintomas da menopausa precoce.
  • Diagnóstico da menopausa precoce.
  • Tratamento da menopausa precoce.
Se você está à procura de informações sobre a menopausa, leia também:

FOGACHO E AFRONTAMENTO | Calor da menopausa

- SINTOMAS DA MENOPAUSA

O que é menopausa precoce



A maioria das mulheres entra na menopausa "natural" entre os 45 e 55 anos. A média é 51 anos de idade. Quando a menopausa surge antes dos 40 anos, dizemos que a mulher teve uma menopausa precoce, pois seus ovários entraram em falência mais cedo do que o habitual.



Menopausa precoce
Menopausa precoce
Ao contrário dos homens que produzem espermatozoides durante toda vida, as mulheres já nascem com uma quantidade contada de folículos ovarianos, que são os precursores dos óvulos. Em média, a mulher inicia a vida com 300 a 400 mil folículos ovarianos. Apesar de só liberar um óvulo por ciclo menstrual, o processo de maturação deste óvulo envolve o desenvolvimento de vários folículos ao mesmo tempo. No fim do processo, apenas um dos vários folículos torna-se maduro, dando origem ao óvulo. O restante involui e é desprezado pelo organismo.

Durante os 30 ou 40 anos de período fértil, a mulher consome todos os seus folículos, entrando na menopausa no momento em que já não possuir mais reserva de folículos ovarianos. Quando os ovários param de trabalhar, a mulher deixa de produzir hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona, e deixa de ovular, tornando-se infértil.



Além de lidar com os sintomas típicos da menopausa, como fogachos, secura vaginal e alterações de humor, muitas mulheres submetidas à menopausa precoce têm de lidar com problemas emocionais importantes, principalmente se uma gravidez ainda estava nos seus planos. Mulheres ainda sem filhos que recebem o diagnóstico de menopausa precoce podem ficar emocionalmente devastadas.

Causas de menopausa precoce



A menopausa precoce surge quando a mulher já nasce com uma reserva menor que a esperada de folículos ovarianos ou quando ao longo da vida, por motivos diversos, os seus folículos são consumidos de forma mais rápida que o habitual.



Estudos mostram que:

- 0,1% das mulheres entram em menopausa antes dos 30 anos.

- 0,25% das mulheres entram em menopausa antes dos 35 anos.

- 1,0% das mulheres entram em menopausa antes dos 40 anos.



Na maioria dos casos, os médicos não conseguem definir claramente uma causa para a insuficiência ovariana. Em algumas mulheres, a menopausa precoce pode ser explicada por anormalidades genéticas, exposição a toxinas ou doenças auto-imunes (leia: DOENÇA AUTOIMUNE), mas para a maioria das pacientes, a falência ovariana acaba sendo classificada como idiopática, que significa não ter nenhuma causa conhecida. Mesmo que a maioria das situações termine não sendo esclarecida, uma investigação médica é importante, pois em muitos casos é possível identificar uma origem.



Entre as causas conhecidas de menopausa precoce podemos citar:



1. Defeitos cromossomiais.



Doenças genéticas ligadas ao cromossoma sexual X, como a síndrome de Turner e a síndrome do cromossoma X frágil, entre outras, podem levar à menopausa precoce por fazerem com que as pacientes nasçam com ovários defeituosos, contendo menos folículos saudáveis e muito folículos que sofrem atrofia.



As causas genéticas são geralmente diagnosticadas precocemente e muitas mulheres nem sequer entram na puberdade. Porém, é possível existir casos de mulheres que se desenvolvem normalmente, iniciam sua menstruação na época certa, mas acabam entrando em menopausa de forma precoce.



2. Drogas e toxinas



As causas mais comuns de menopausa precoce provocada por drogas ou toxinas são os tratamentos contra cânceres à base de quimioterapia ou radioterapia. Entre os quimioterápicos que podem provocar falência ovariana estão: bleomicina, etoposide, doxorrubicina, ciclofosfamida, vincristina e procarbazina.



Contato com pesticidas também pode levar à menopausa precoce.



o cigarro também está relacionado à falência ovariana, estando as mulheres fumantes sob maior risco de terem menopausa precoce. Em média, as fumantes entram em menopausa 2 anos antes das não fumantes, mas em alguns casos essa diferença pode ser ainda maior.



Atenção: o uso e pílulas anticoncepcionais não está relacionado à menopausa precoce.



3. Doenças autoimunes



O seu sistema imunológico pode produzir anticorpos contra o seu próprio ovário, danificando os folículos ovarianos.



4. Remoção dos ovários



Mulheres em idade fértil que são submetidas à remoção cirurgica dos ovários, geralmente como parte do tratamento de tumores malignos do sistema reprodutor feminino, obviamente, também entram na menopausa de forma precoce. Se não há ovários presentes, não há como haver ovulação ou produção adequada de hormônios sexuais.

Sintomas da menopausa precoce



A maioria das mulheres que acaba por desenvolver menopausa precoce apresenta um desenvolvimento sexual e reprodutivo normal durante a vida, com menarca (primeira menstruação da vida) no período esperado e ciclos menstruais mais ou menos regulares. Não é possível através da avaliação do padrão menstrual detectar precocemente quais mulheres estão sob maior risco de falência ovariana precoce.



Somente quando os ovários começam a apresentar sinais de falência é que os primeiros sintomas da menopausa precoce começam a surgir. Na verdade, os sintomas da menopausa precoce são semelhantes aos da menopausa normal, a única diferença é que eles começam a surgir antes do momento esperado.



Entre os sintomas da menopausa precoce, podemos citar:



- Irregularidade menstrual.

- Ausência de menstruação por mais de 3 meses.

- Afrontamentos ou fogachos.

- Suores noturnos.

- Secura vaginal.

- Alterações de humor.

- Diminuição do desejo sexual.

- Infertilidade.



Em geral, apenas 5 a 10% das mulheres que começam a entrar na menopausa precocemente conseguem engravidar e ter filhos antes da total falência dos ovários.

Diagnóstico da menopausa precoce



Se você tem menos de 40 anos e a sua menstruação está muito irregular, com falhas por 3 meses ou mais, consulte um ginecologista para uma avaliação completa. Você pode estar entrando na menopausa.



Laboratorialmente, as mulheres com menopausa precoce apresentam níveis elevados do hormônio FSH no sangue. O FSH é um hormônio liberado pela glândula hipófise, localizada na base do cérebro, que tem como função estimular os ovários a funcionar. Quando os ovários entram em falência, o cérebro responde aumentando a produção de FSH, numa tentativa desesperada de fazer os ovários voltarem a funcionar.



Se a paciente apresenta sinais de cessação iminente da menstruação, associado a um FSH sanguíneo elevado, o diagnóstico da menopausa precoce pode ser estabelecido. O próximo passo será investigar a existência de uma possível causa.

Tratamento da menopausa precoce



O diagnóstico da menopausa precoce pode ser devastador para a mulher, principalmente se a mesma ainda quiser ter filhos. Por isso, não basta o tratamento para problemas físicos, como prevenção da osteoporose, é preciso também cuidar da parte emocional da paciente.



Uma vez que os ovários param de funcionar, os níveis de estrogênio e progesterona da paciente despencam. A reposição destes hormônios é importante, principalmente na prevenção da osteoporose (leia: OSTEOPOROSE | Sintomas e tratamento). Nas mulheres jovens, a terapia de reposição hormonal tem mais benefícios e menos riscos que nas mulheres mais idosas. A reposição de vitamina D é outra forma de agir na prevenção do desgaste dos ossos que ocorre na menopausa (leia: VITAMINA D | Deficiência e suplementos).



O tratamento da infertilidade é um pouco mais complicado. Como já mencionado, apenas 5 e 10% das mulheres com menopausa precoce são capazes de ter filhos. O tratamento com estrogênio, medicamentos para a fertilidade, ou outros hormônios não ajudam a melhorar a fertilidade. Geralmente, a solução é a fertilização in vitro com os ovos doados. Este tipo de tratamento para infertilidade tem uma elevada taxa de sucesso mas tem a desvantagem de precisar de um óvulo doado.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

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Posted at: 2013-04-13 14:58:12

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Habemus Proença

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Tudo bons amigos

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Tudo bons amigos:

Um caso apresentado por um leitor do Má
Despesa Pública que demonstra que as pessoas podem sair do Estado,
mas o Estado nunca sai delas próprias – ou das respectivas vidas
profissionais.


«1.    Rita
Carrilho Granado Godinho Antunes Rodrigues e Gonçalo Nuno
Mendes de Almeida Caseiro foram vogais da Agência para a
Modernização Administrativa, I.P., conforme se pode retirar do
despacho n.º 3001/2010, publicado na 2.ª série do Diário da
República, n.º 32, de 16 de fevereiro de 2010;

2.    Maria Joana
Ribeiro e Silva de Almeida Neves exerceu funções de jurista na
Agência para a Modernização Administrativa no período em que Rita
Carrilho Granado Godinho Antunes Rodrigues e Gonçalo Nuno
Mendes de Almeida Caseiro foram vogais na Agência para a
Modernização Administrativa, I.P., como se pode verificar pelo
aviso n.º 22887/2010, publicado na 2.ª sério do Diário da
República, n.º 218, de 10 de Novembro de 2010;

3.    Antes de
exercer funções na Agência para a Modernização Administrativa,
I.P., Maria Joana Ribeiro e Silva de Almeida Neves foi advogada na
sociedade de advogados Miranda, Correia, Amendoeira & Associados;

4.    Maria Joana
Ribeiro e Silva de Almeida Neves é casada com João Amaral, advogado
da sociedade de advogados Miranda, Correia, Amendoeira &
Associados;

5.    Gonçalo
Mendes Diniz Vieira é diretor da Unidade de Desenvolvimento, Obras e
Manutenção da RNSA da Agência para a Modernização
Administrativa, I.P., desde 1 de Abril de 2010, como se pode
verificar do teor do despacho n.º 6374/2011, publicado na 2ª série
do Diário da República, n.º 74, de 14 de abril de 2011;

6.    Rita Carrilho
Granado Godinho Antunes Rodrigues e Gonçalo Nuno Mendes de
Almeida Caseiro não foram reconduzidos como vogais na Agência para
a Modernização Administrativa, I.P., em junho de 2012/;

7.    Gonçalo Nuno
Mendes de Almeida Caseiro é vogal da Entidade de Serviços
Partilhados da Administração Pública, I. P., conforme se pode
retirar do despacho n.º 9135/2012, publicado na 2.ª série do
Diário da República, n.º 130, de 6 de julho de 2012;

8.    O Conselho
Diretivo da Entidade de Serviços Partilhados da Administração
Pública, I. P. tem salários iguais aos do Primeiro-Ministro;

9.    Rita Carrilho
Granado Godinho Antunes Rodrigues é advogada;

10. Maria Joana Ribeiro e Silva de
Almeida Neves é diretora do Gabinete Jurídico da Entidade de
Serviços Partilhados da Administração Pública, I. P.;

11. Gonçalo Mendes Diniz Vieira
foi nomeado técnico especialista no Gabinete do Secretário de
Estado do Ensino Superior através do Despacho n.º 3717/2013,
publicado na 2.ª série do Diário da República, n.º 48, de 8 de
março de 2013, para, no período de 17 de dezembro de 2012 a 28 de
fevereiro de 2013, conceber um sistema de informação que articule
os temas patrimoniais das instituições de ensino superior com as
questões orgânicas, académicas e financeiras, auferindo o estatuto
remuneratório dos adjuntos.

12. A Entidade de Serviços
Partilhados da Administração Pública, I. P., procedeu, no dia 8 de
novembro de 2012, a um ajuste direto em favor de Rita Carrilho
Granado Godinho Antunes Rodrigues na área da assessoria
jurídica na área de Direito Laboral e do Direito Público, no valor
de 13.490,00 €, por um período de 90 dias;

13. A Entidade de Serviços
Partilhados da Administração Pública, I. P., procedeu, no dia 5 de
dezembro de 2012, a um ajuste direto em favor de sociedade de
advogados Miranda, Correia, Amendoeira & Associados na área da
aquisição de serviços de assessoria jurídica no âmbito do acordo
quadro de plataformas eletrónicas para o sistema nacional de compras
públicas, no valor de 25.850,00 €, por um período de 30 dias;

14. A Entidade de Serviços
Partilhados da Administração Pública, I. P., procedeu, no dia 5 de
dezembro de 2012, a um ajuste direto em favor de sociedade de
advogados Miranda, Correia, Amendoeira & Associados na área
aquisição de serviços de assessoria jurídica no âmbito do
Sistema Nacional de Compras Públicas e patrocínio judiciário em
contratação pública, no valor de 74.880,00 €, por um período de
365 dias;

15. As contratações indicadas em
13 e 14 supra tiveram lugar, independentemente do Despacho do
Ministro das Finanças de 12 de Setembro de 2012, a proibir qualquer aquisição de bens ou serviços por parte de entidades públicas;

16. A Entidade de Serviços Partilhados
da Administração Pública, I. P., procedeu, no dia 28 de fevereiro
de 2013, a um ajuste direto em favor da sociedade comercial por
quotas HEDV, Lda., pessoa coletiva n.º 510545092,
com sede na Rua Prof. Salazar de Sousa, n.º 20, 9
Esq., 1750-233 Lisboa,
de que são sócios gerentes Gonçalo Mendes Diniz Vieira e a sua
mulher, Vera Eiró, na área de serviços de consultoria para apoio à
revisão do modelo concetual, do novo acordo quadro de Manutenção
de Edifícios no valor de 10.000,00 €, por um período de 120
dias;

17. Por sua vez, quando ainda era
vogal na Agência para a Modernização Administrativa, I.P., Rita
Carrilho Granado Godinho Antunes Rodrigues e Vera Eiró foram
membros do júri do procedimento concursal que visava o provimento do
cargo de Diretor do Gabinete Jurídico da Agência para a
Modernização Administrativa, I. P., como se pode retirar do aviso
n.º 4919/2011, publicado na 2.ª série do Diário da República,
n.º 34, de 17 de Fevereiro de 2011;

18. Gonçalo Diniz Vieira é aluno
da pós-graduação em direito e prática em contratação pública
na Universidade Católica Portuguesa, em que é professora Vera Eiró,
sua mulher, e em que é entidade parceira a Entidade de Serviços
Partilhados da Administração Pública, I. P.»


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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vale tudo!

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Vale tudo!: Ao que parece a incidência de reacções adversas a medicamentos tem crescido exponencialmente. Isto nas receitas médicas, porque nas notificações de farmacovilância ao Infarmed,, nada disso...
Talvez a causa esteja na proximidade das férias, numa república de bananas.

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TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide

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TSH E T4 LIVRE | Exames da tireoide: As duas principais alterações da glândula tireoide (ou tiroide), o hipotireoidismo e o hipertireoidismo, são diagnosticados laboratorialmente através da coleta de sangue para medição dos níveis sanguíneos de, basicamente, dois hormônios, chamados T4 livre e TSH.





Neste artigo vamos explicar como se interpreta os resultados dos principais exames de sangue relacionados à tireoide. Ao longo do texto, abordaremos os seguintes pontos

  • Como funciona a tireoide.
  • Quais são os hormônios da tireoide.
  • O que são TSH, T3 e T4.
  • Importância do T4 livre. 
  • Valores normais de T4 livre e TSH.
  • Significado de um TSH alto.
  • Significado de um TSH baixo.

O que são hipotireoidismo e hipertireoidismo



De modo bem sucinto, hipotireoidismo é a doença provocada pela produção insuficiente de hormônios da tireoide, enquanto que hipertireoidismo é a doença provocada pelo excesso de produção de hormônios tireoidiano. Ambas as doenças podem ser diagnosticadas através da dosagem de hormônios tireoidianos circulantes no sangue. Porém, para entender o que significam siglas como TSH, T3 e T4 livre, é preciso primeiro compreender com funciona a tireoide.

Se você quiser saber mais sobre as doenças da tireoide, leia também os seguintes artigos:

- SINTOMAS DO HIPOTIREOIDISMO

- HIPOTIREOIDISMO (TIREOIDITE DE HASHIMOTO)

- HIPERTIREOIDISMO E DOENÇA DE GRAVES

- NÓDULO NA TIREOIDE

- HIPOTIREOIDISMO | Perguntas e respostas

Como funciona a tireoide



A tireoide é uma glândula em forma de borboleta, que se localiza na base do pescoço. A tireoide capta o iodo consumido nos alimentos e o junta a um aminoácido chamado tirosina para criar dois hormônios, conhecidos como triiodotironina (T3) e tiroxina (T4).



O T3 e o T4 sintetizados pela tireoide são lançados na corrente sanguínea, onde irão atuar em todas as células do nosso organismo, regulando o metabolismo das mesmas, ou seja, ditando o modo como as células irão transformar oxigênio, glicose e calorias em energia. Quando a tireoide produz muito T3 e T4, nosso metabolismo acelera. Quando a tireoide produz pouco T3 e T4, o nosso metabolismo se torna mais lento.



Em geral, do total de hormônios produzidos pela tireoide, 80% são T4 e 20% são T3. Apesar de ser produzido em menor quantidade, o T3 é um hormônio muito mais potente que o T4, sendo a sua concentração sanguínea a responsável direta por ditar o ritmo do metabolismo do corpo.



O T4 é, na verdade, um pró-hormônio, ou seja, um precursor do T3. 80% do T4 lançado na corrente sanguínea, ao chegar em órgãos ou tecidos, como fígado, rins, baço, músculos ou gordura é transformado em T3 para utilização das células. Portanto, o T3 é efetivamente o hormônio tireoidiano que age no nosso organismo, tendo sua origem predominantemente no T4 circulante. Apenas uma pequena parcela do T3 atuante é diretamente produzida pela tireoide.

O que é o T4 livre



Mais de 99% do T4 e do T3 circulantes na corrente sanguínea estão ligados a uma proteína chamada TBG (globulina ligadora de tiroxina, sigla em inglês). Estes hormônios ligados à TBG são inócuos, não podendo ser utilizados pelos órgãos e tecidos. Portanto, apenas uma ínfima fração, chamada T4 livre e T3 livre são quimicamente ativas e podem modular o metabolismo do corpo. Apenas o T4 livre é capaz de ser transformado em T3 nos órgãos e tecidos.



Resumindo:

1- Quem efetivamente age nas células do corpo modulando o metabolismo é o hormônio T3.

2- Grande parte do T3 ativo é derivado da conversão de T4 nos tecidos periféricos.

3- Como mais de 99% do T4 está ligado à TBG, no final das contas, apenas uma ínfima parcela de menos de 1% de T4 livre é efetivamente quem fornece T3 para os órgãos e tecidos do corpo usarem em suas células.



Concluindo, a dosagem do T4 livre sanguíneo é o exame que nos dá realmente a noção de quanto hormônio tireoidiano potencialmente útil há na circulação. Se houver muito T4 livre circulante, haverá muita produção de T3 nos órgãos, levando ao hipertireoidismo. Se houver pouco T4 livre circulante, haverá falta de T3 para os tecidos, provocando o hipotireoidismo.



Na prática clínica, a dosagem de T4 livre acaba sendo, na maioria dos casos, mais útil que a dosagem de T3 ou T3 livre.

Papel do TSH



A quantidade de T3 e T4 produzidas pela glândula tireoide é cuidadosamente controlada pelo sistema nervoso central, mais especificamente pela hipófise, uma glândula localizada na base do cérebro. Em pessoas com a tireoide sadia, a quantidade de hormônios tireoidianos livres no sangue é mantida sempre de forma a não haver nem excessos nem insuficiência. Se há T4 livre a mais no sangue, a tireoide reduz a sua produção de T3 e T4. Por outro lado, se há sinais de que os níveis de T4 livre começam a ser insuficientes, a tireoide rapidamente começa a produzir mais T3 e T4, de forma a não deixar o metabolismo corporal desacelerar.



Hipotireoidismo - Funcionamento da tireóide
Funcionamento da tireoide
A ordem para a tireoide aumentar ou reduzir a sua produção de T3 e T4 vem da hipófise, através de um hormônio chamado TSH (hormônio estimulador da tireoide, sigla em inglês).



Veja  figura ao lado e acompanhe o raciocínio. Quando existe pouco hormônio tireoidiano circulante, a hipófise sente essa deficiência e aumenta a secreção de TSH, dando ordem para que haja uma maior produção de T3 e T4 pela tireoide. Quando os níveis de T3 e T4 voltam a ficar satisfatórios, a hipófise sente esta normalização e automaticamente reduz a produção de TSH, reduzindo, consequentemente, o estímulo sobre a tireoide, evitando que esta passe a produzir hormônios em excesso.



O balanço entre os níveis de TSH e T4 livre é muito delicado. A hipófise precisa manter sempre uma concentração de TSH ideal, de modo que ao mesmo tempo impeça a tireoide de produzir poucos hormônios, mas também não a estimule a produzi-los demais.

Valores normais de TSH e T4 livre



Na imensa maioria dos casos, bastam as dosagens de TSH e T4 livre para podermos avaliar como anda o funcionamento da tireoide. Antes de explicarmos como interpretar os resultados destes dois hormônios, é preciso saber quais são os seus valores de referência (estes valores podem mudar discretamente de um laboratório para outro).



Valores normais de TSH: 0,4 to 4,5 mU/L.

Valores normais de T4 livre: 0.7–1.8 ng/dl.



A atual técnica de detecção do TSH é chamada de TSH ultra sensível, pois ao contrário das primeiras gerações deste exame, o método ultra sensível consegue detectar níveis tão baixos de TSH quanto 0,1 mU/L.

O que significa um TSH elevado?



Os níveis de TSH se elevam sempre que a glândula hipófise sente que há uma queda nos níveis de hormônio tireoidiano na circulação. Nos pacientes com hipotireoidismo, a hipófise precisa manter níveis de TSH mais elevados que o normal (acima de 4,5 ou 5 mU/L), de forma estimular constantemente a tireoide a aumentar a sua produção de T3 e T4. A partir deste ponto, podemos ter 3 situações distintas:



1. Hipotireoidismo subclínico



Se a doença da tireoide ainda for branda e a elevação do TSH conseguir estimular a produção dos hormônios tireoidianos de forma a mantê-los em níveis adequados, o paciente não apresentará sintoma algum, já que os sintomas do hipotireoidismo só surgem quando os níveis de T4 livres estão baixos. Este é o caso do hipotireoidismo subclínico, que é uma forma inicial de hipotireoidismo.



Os pacientes com hipotireoidismo subclínico costumam ter TSH um pouco elevado, entre 5,0 e 10,0 mU/L, e um T4 livre normal, entre 0.7–1.8 ng/dl.



2. Hipotireoidismo clínico



Se a doença da tireoide for mais severa, por mais que a hipófise aumente a produção de TSH, a tireoide do paciente será incapaz de produzir hormônios tireoidianos de forma a normalizar os níveis sanguíneos. Nestes casos, o paciente tem TSH elevado, geralmente acima de 10 mU/L e níveis baixos de T4 livre. Como o seu T4 livre está baixo, o paciente costuma ter os sintomas típicos do hipotireoidismo.



Pacientes com hipotireoidismo não tratado podem ter níveis muito elevados de TSH, às vezes, acima de 100 mU/L.



3. Hipertireoidismo central



Uma situação completamente diferente ocorre quando o paciente tem níveis elevados de TSH, mas também de T4 livre. Neste caso, o problema não está na tireoide, que responde adequadamente ao estímulo do TSH. O problema está na hipófise, que mantém uma produção elevada de TSH apesar do paciente já ter níveis elevados de hormônio tireoidianos na circulação. Como há excesso de T4 livre, o paciente apresenta sintomas de hipertireoidismo. Esta forma de hipertireoidismo, causada por disfunção da hipófise, é mais rara que o hipertireoidismo provocado por doença da tireoide.

O que significa um TSH baixo?



O raciocínio em cima do TSH baixo é o mesmo para o TSH elevado. Se há muita circulação de hormônio tireoidiano no sangue, a hipófise reduz a sua liberação de TSH, diminuindo o estímulo sobre a tireoide. Do mesmo modo, podemos ter 3 situações distintas:



1. Hipertireoidismo subclínico



Se a tireoide anda muito funcionante, os níveis de TSH desabam, de forma a cessar o estímulo sobre a mesma. No hipertireoidismo subclínico, o TSH está muito baixo, abaixo de 0,4 mU/L, mas os níveis de T4 livre encontram-se normais. O paciente, portanto, não apresenta sintomas.



2. Hipertireoidismo clínico



Algumas doenças fazem com que a tireoide fique excessivamente ativa e passe a funcionar de forma independente da hipófise, produzindo hormônios mesmo que não haja estímulo pelo TSH. A hipófise encontra-se parada, com níveis de TSH de 0,1 mU/L (o nível mais baixo que conseguimos dosar), mas o T4 livre encontra-se muito elevado. Estes são os casos de hipertireoidismo clínico.



3. Hipotireoidismo central



Se o TSH estiver muito baixo, mas o T4 livre também, estamos diante de uma tireoide sadia, que responde adequadamente à falta de TSH. O problema mais uma vez será da hipófise, que diante de um nível baixo de T4 livre mostra-se incapaz de aumentar a liberação de TSH, de forma a estimular a tireoide a produzir mais hormônios e impedir que o paciente tenha hipotireoidismo. Esta forma de hipotireoidismo, originada na hipófise, é mais rara que o hipotireoidismo originado por problemas na tireoide.

Conclusão



O diagnóstico de hipotireoidismo e hipertireoidismo, sejam eles clínicos ou subclínicos, é feito na maioria dos casos apenas com dosagem dos níveis de TSH e T4 livre. Eventualmente, os níveis de T3 livre podem ser solicitados em casos mais complexos, que não cabem ser explicados aqui.



A dosagem de anticorpos contra a tireoide, como o Anti-TPO, anti-tireoglobulina e TRAb serão abordados em um artigo à parte que será escrito brevemente.
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15 CAUSAS PARA MENSTRUAÇÃO ATRASADA

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15 CAUSAS PARA MENSTRUAÇÃO ATRASADA: O atraso menstrual é o sinal mais precoce de uma gravidez, porém dezenas de outras causas podem fazer com que sua menstruação não desça no dia esperado. Em geral, poucos dias de atraso menstrual podem ocorrer até em mulheres com ciclo menstrual regular, sem que isso tenha qualquer relevância clínica.



Nas mulheres não grávidas, mesmo quando a menstruação resolve não vir em um determinado mês, a chance disso ser algo importante é pequena. Entretanto, quando a menstruação não desce por 3 meses seguidos, consideramos que a mulher apresenta amenorreia. Nestes casos, uma vez excluída a possibilidade de gravidez, algumas doenças podem estar por trás da cessação da menstruação.





Neste artigo vamos abordar as 15 causas comuns para atraso menstrual. Portanto, se a sua menstruação atrasou, veja em qual situação você se encaixa.

Se você quiser informações sobre o funcionamento normal do ciclo menstrual, leia:

- CICLO MENSTRUAL | PERÍODO FÉRTIL

- PERÍODO FÉRTIL PARA ENGRAVIDAR

Principais causas de atraso menstrual



Causa nº1 para menstruação atrasada: gravidez



Toda mulher sexualmente ativa que apresenta atraso menstrual deve obrigatoriamente pensar em gravidez. A gravidez deve ser a primeira hipótese a ser descartada, mesmo nas mulheres que referem usar métodos contraceptivos, como camisinha ou pílula anticoncepcional.



A cessação da menstruação costuma ser o primeiro sintoma de uma gravidez. Porém, cerca de 1/3 das grávidas apresenta pequenos sangramentos de escape no primeiro trimestre de gestação, fazendo com que as mulheres achem que a sua menstruação está vindo normalmente. Portanto, se a sua menstruação atrasou alguns dias, e logo depois você apresentou um sangramento vaginal diferente daquele que está habituada a ter durante o período menstrual, uma gravidez ainda pode ser a causa.

Para saber mais sobre os sintomas de gravidez, leia:

- PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ

- É GRAVIDEZ OU MENSTRUAÇÃO?
A cessação da menstruação costuma vir antes de qualquer outro sintoma de gravidez. Não espere estar enjoada, com seios aumentados, com desejos alimentares, dor abdominal ou aumento de volume urinário antes de estar sem menstruar. A atraso menstrual, habitualmente, surge tão cedo quanto 3 ou 4 semanas de gravidez, enquanto os outros sintomas costumam surgir somente depois da 4ª ou 5ª semana.



Não há maneira mais segura de se confirmar ou descartar uma gestação em curso do que fazer um teste de gravidez. Os testes atuais já são capazes de identificar uma gravidez com apenas um dia de atraso menstrual. Porém, os exames são mais confiáveis se realizados após 1 semana de atraso. A dosagem do BhCG sanguíneo é o teste mais confiável, mas o teste de gravidez de farmácia é mais fácil de ser feito e apresenta também elevada taxa de acerto.

Para saber mais sobre o diagnóstico de gravidez, leia:

- TESTE DE GRAVIDEZ DE FARMÁCIA

- SINTOMAS DE GRAVIDEZ | TESTE DE GRAVIDEZ

- COMO SABER SE ESTOU GRÁVIDA?
Causa nº2 para menstruação atrasada: estresse e ansiedade



O ciclo menstrual é facilmente influenciado por fatores externos ao sistema reprodutor. Fatores emocionais são suficientes para atrasar sua menstruação por alguns dias. O estresse ou ansiedade excessiva podem afetar negativamente a sua produção hormonal, que é regulada pelo hipotálamo, uma parte do cérebro. O estresse pode, inclusive, fazer com que você não ovule em um determinado ciclo, causando ausência de menstruação neste mês.

Menstruação atrasada


Quando falamos em estresse, estão incluídos situações comuns a muitas pessoas, como trabalho excessivo, problemas profissionais, financeiras ou familiares, ter uma prova importante a curto prazo, precisar defender uma tese, ter um filho doente em casa, etc. Alterações bruscas no horário de trabalho, como necessidade constante de trabalhar de madrugada, podem atrapalhar o ciclo do sono e interferir no ciclo ovulatório normal.



Se você não deseja engravidar no momento, e algo de errado ocorreu em uma das suas relações sexuais, tal como um preservativo que se rompeu ou ter esquecido de tomar a pílula corretamente, o estresse gerado pelo risco de engravidar também pode ser grande o suficiente para atrasar a descida da menstruação. O processo pode acabar se tornando uma bola de neve, pois a ansiedade leva ao atraso menstrual, que por sua vez provoca ainda mais ansiedade. O ideal nestes casos, se a menstruação já estiver 2 ou 3 dias atrasada, é fazer logo o teste de gravidez para quebrar com esse ciclo.



Causa nº3 para menstruação atrasada: interrupção da pílula anticoncepcional



Mulheres que tomam o anticoncepcional oral de forma correta menstruam de forma bem regular. Porém, se depois de alguns anos de uso da pílula você resolve suspendê-la, é possível que seu ciclo natural demore algum tempo para se normalizar. Há mulheres que entram em amenorreia e ficam meses sem ovular após a interrupção do anticoncepcional. Eventualmente, a menstruação irá retornar, não havendo risco de infertilidade. Basta ter paciência que o ciclo ovulatório irá se reorganizar naturalmente dentro de 3 a 6 meses. Todavia, é bom ressaltar que toda mulher com mais de 3 meses de ausência de menstruação deve procurar orientação do seu ginecologista.



A amenorreia pós-anticoncepcional pode ocorrer em todas as formas de administração, seja implante, injeção ou comprimidos.



Causa nº4 para menstruação atrasada: infecções ou doenças



Estar doente pode ser uma causa de atraso menstrual. Não é preciso ser uma doença grave, como infarto, tuberculose ou hepatite. Viroses comuns, como gripe, ou infecções simples, como cistite ou amigdalites podem ser suficientes para desarranjar o seu ciclo menstrual, atrasando sua menstruação por alguns dias.



Alguns medicamentos também podem influenciar no ciclo hormonal, desregulando sua menstruação. Entre os mais comuns podemos citar:

- Antipsicóticos.

- Corticoides (leia: CORTICOIDES | efeitos colaterais).

- Antidepressivos.

- Quimioterapia.

- Imunossupressores.

- Anti-hipertensivos.



Obs: o uso de antibióticos, em geral, não provoca atraso menstrual. O que, habitualmente, interfere no ciclo menstrual é a infecção para qual o antibiótico foi prescito.



Causa nº5 para menstruação atrasada: erros de cálculo



Mulheres com ciclo menstrual irregular podem ter certa dificuldade para calcular o dia que a menstruação deveria vir. Você pode achar que sua menstruação está atrasada, quando, na verdade, ela apenas virá 2 ou 3 dias depois este mês. Mesmo mulheres com ciclo regular podem, eventualmente, ter uma menstruação que venha com poucos dias de atraso, sem motivo algum. O seu útero não tem um calendário fixo, ele não é obrigado a agir como um relógio todo santo mês.



Causa nº6 para menstruação atrasada: Mudanças recentes no peso corporal



Ganhar muito peso ou perdê-lo em pouco espaço de tempo também é uma causa de desregulação do ciclo menstrual. As células de gordura do nosso corpo contribuem na produção de estrogênio, hormônio feminino que é responsável pela maturação dos óvulos. Alterações bruscas na composição de gordura do corpo alteram agudamente os níveis de estrogênio, podendo interferir na ovulação e, consequentemente, na data da menstruação.



Causa nº7 para menstruação atrasada: obesidade



Esta causa é uma variação da situação acima. Mulheres com excesso de peso possuem uma massa de tecido gorduroso grande e acabam por produzir estrogênio além do necessário. O estrogênio é necessário para a ovulação, mas se estiver em excesso acaba inibindo a liberação do óvulo, fazendo com que a mulher tenha períodos anovulatórios. Sem ovular, a mulher não menstrua.



Causa nº8 para menstruação atrasada: magreza excessiva ou distúrbios alimentares



Outra variação do nº5. A falta de tecido gorduroso também é prejudicial ao ciclo ovulatório, pois reduz a capacidade do corpo feminino de produzir estrogênio. Mulheres que sofrem de anorexia ou fazem dietas extremas, tipicamente, não ovulam todo mês, apresentando não só atraso menstrual, como também risco de amenorreia.



Causa nº9 para menstruação atrasada: excesso de atividade física



Mulheres atletas que fazem exercício físico em nível profissional também costumam ter alterações menstruais. Não estamos falando daquela mulher fisicamente ativa que vai a academia com frequência, mas sim de triatletas, maratonistas, nadadoras de competição, ginastas e outros esportistas profissionais.



O gasto calórico elevado, o estresse dos treinos intensos e a baixa taxa de gordura corporal parecem ser os responsáveis pelas alterações do cilo menstrual.



Causa nº10 para menstruação atrasada: problemas na tireoide



Uma tireoide que funciona mal (hipotireoidismo) ou que funciona em excesso (hipertireoidismo) também pode causar alterações no ciclo menstrual. Em geral, problemas da tireoide não controlados podem levar à amenorreia. Mas, em quadros mais brandos ou naquelas mulheres que já fazem uso de remédios para tireoide, pequenas alterações nos níveis sanguíneos dos hormônios tireoidianos podem desregular o ciclo e provocar atrasos menstruais.

Para saber mais sobre as doenças da tireoide, leia:

- DOENÇAS E SINTOMAS DA TIREOIDE

- SINTOMAS DO HIPOTIREOIDISMO

- HIPERTIREOIDISMO | Sintomas e tratamento
Causa nº11 para menstruação atrasada: amamentação



Se você acabou de ter um filho e está amamentando, não espere pela sua menstruação no próximo mês. A amamentação, na verdade, não provoca atraso mentual, mas sim uma amenorreia transitória por inibição da ovulação, causada pelos hormônios responsáveis pela produção de leite materno. Em geral, a menstruação retorna assim que o processo de desmame se inicia.



Causa nº12 para menstruação atrasada: ovários policísticos



Mulheres com SOP (síndrome dos ovários policísticos) apresentam frequentemente menstruação irregular, por produzirem androgênios (hormônios masculinos) em excesso. Atrasos menstruais e ausência completa de menstruação em um determinado mês são muito comuns nestas mulheres. Mulheres com SOP frequentemente apresentam excesso de peso, o que, como já vimos, também colabora para os atrasos menstruais.

Para saber mais sobre a síndrome dos ovários policísticos, leia: OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento
Causa nº13 para menstruação atrasada: menopausa



A menopausa geralmente chega entre os 45 a 55 anos, porém, algumas mulheres podem ter menopausa antes dos 45 anos. Ainda existem aquelas que têm menopausa precoce, antes do 40 anos. Um dos sintomas da falência iminente dos ovários é a desregulação do ciclo menstrual e a ausência de ovulação em determinados meses. Se você tem mais de 35 anos e sua menstruação começa a atrasar e a falhar com frequência, procure o seu ginecologista.



Causa nº14 para menstruação atrasada: Inicio recente do ciclo menstrual



Se a sua menarca (primeira menstruação) ocorreu há poucos tempo, é normal que o seu ciclo seja irregular nos primeiros anos. Alterações menstruais podem ocorrer até nos dois primeiros anos de menstruação e ocorrem porque o sistema reprodutor feminino ainda está em fase de amadurecimento. Portanto, atraso menstrual nesta fase é extremamente comum.



Causa nº15 para menstruação atrasada: Amenorreia



Existem diversas causas para amenorreia, incluindo problemas uterinos, ovarianos e até das glândulas cerebrais que controlam a produção de hormônios sexuais, como a hipófise e o hipotálamo. Amenorreia é diferente de atraso menstrual. Se você não menstrua há três ou mais meses, isso já não pode ser considerado atraso menstrual. Algumas causas de amenorreia foram citadas neste texto, mas existem várias outras. Portanto, se você não estiver grávida e a sua menstruação parou de vir de vez, procure o seu ginecologista, pois é possível que haja alguma doença por trás bloqueando sua capacidade de ovular.
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