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domingo, 3 de março de 2013

Franquelim Alves, o mal pago

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Franquelim Alves, o mal pago:
8-empregos-8 e apenas 2709 euros por mês. Assim se escapa ao fisco em Portugal.

Tagged: Franquelim Alves
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sábado, 2 de março de 2013

Vamos soltar a Grândola

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Vamos soltar a Grândola:
grandola

Vou ali demitir um governo e já volto.

Tagged: grandola vila morena
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sexta-feira, 1 de março de 2013

You can be a hero!

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You can be a hero!:

Submitted by: glaci

Posted at: 2013-02-26 15:54:44

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A message to women everywhere..

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A message to women everywhere..:

Submitted by: mutedisease

Posted at: 2013-02-28 05:42:14

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

E Tudo Isto por 485 Euros!

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E Tudo Isto por 485 Euros!:
Funções de intérprete em negócios com outros países (nomeadamente o irão) e relações publicas. Disponibilidade para longas viagens internacionais (periódicas) em representação da empresa. Trabalho de secretariado (gestão de encomendas). Trabalho de desalfandegamento de bens importados. Tradução de documentos para outras línguas. Atualização de informação diretamente em base de dados e paginas web. Tarefas contabilísticas. Facilidade de trabalho em ambientes linux, redes de comunicação, base de dados e web. Outras funções e tarefas:- nativo persa/farsi. Fluente em inglês, português. Conhecimentos avançados de alemão, espanhol, italiano e mandarim;- fácil acesso ao irão. Com habitação em teerão; – disponibilidade para viajar internacionalmente periodicamente;- contatos comprovados com empresas de peles, especiarias, material electrónico e informático;- conhecimentos de programação de aplicações (java, c, c#, vb), conhecimentos de base de dados (oracle, mysql, h2, monetdb, mongo), conhecimentos de design web (html, css3, ajax, jquery, php, photoshop, ai, fw), conhecimentos de redes de comunicação (tcp/ip, udp, voip, ipv4, ipv6);- conhecimentos de normas iso9000, iso9001 e sua implementação dentro da organização;- conhecimentos de linux (bash);- conhecimentos avançados de contabilidade a nível internacional.”

Tagged: gozar nunca foi tão barato, net emprego
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Walk'in Clinics e a publicidade aos enfermeiros

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Walk'in Clinics e a publicidade aos enfermeiros:


A Walk'in Clinics é um grupo de estabelecimentos de saúde que se podem encontrar em diversos espaços comerciais.

Oferece vários serviços de saúde, tem uma imagem fresca e arejada e promete solucionar alguns problemas de saúde na altura certa:

Quando você vai às compras.

Até aqui, uma maravilha, nada contra. Mas depois aparecem os anúncios publicitários. E aqui, a Walk'in Clinics perde tudo. Tanto trabalho a construir uma imagem de marca, um plano de negócios, uma estratégia de sucesso... Começam a falar dos enfermeiros (bem bonitos, por sinal) e, mesmo antes de começarem, já têm água no barco.

Não sei quem são os donos ou sócios desta clínica, mas depois da forma como vi os enfermeiros serem retratados na publicidade, já nem quero saber! É preferível, para evitar o sofrimento que seria causado se descobrisse que foram enfermeiros a promover este tipo de conceitos publicitários.

Vou explicar:

- Nota 20 para a imagem, o aspeto, o fardamento, aqui os enfermeiros têm todos uma aparência física acima da média! Também não podia ser de outra forma, quando falamos em publicidade.

- Mas depois... fica o vídeo para poderem compreender:


- Profissional de enfermagem? Raios... temos um novo nome? Então não é Enfermeiro ou Enfermeira? Querem dar um toque de profissionalismo hein? É que mais à frente falam de consulta médica... Não é a consulta com um profissional médico? hum...

- Depois, temos o tecnicismo à força toda... Enfermeiro aqui é técnico e PONTO. Senão vejamos: "Irá recebê-lo e tomar nota de todos os seus dados de modo a elaborar o seu registo de saúde eletrónico". Portanto, temos enfermeiros a fazer de secretários clínicos... Melhor para a clínica, que já cortaram num profissional. Mas QUANTO pagarão eles a mais a este enfermeiros, para fazer trabalho de secretariado?

- "...será também um enfermeiro a FAZER A RECOLHA dos seus sinais vitais e a introduzi-los no seu processo clínico. Estes são os procedimentos que antecedem a sua consulta médica." Ou seja, enfermeiros estão lá para carregar no botão do dynamap (passo a expressão) e registar os sinais vitais, CEGAMENTE, no processo clínico. O que é que se subentende? Enfermeiro é MACACO, que colhe dados, SEM QUALQUER JUIZO OU INTERPRETAÇÃO, para ficarem disponíveis para o médico se pronunciar sobre eles. A finalidade última da atuação do enfermeiro não são os resultados em saúde que pretende obter, mas sim a consulta médica.

- Até aqui, não há referência a consulta de enfermagem, não há referência a triagem, consulta prévia, avaliação de enfermagem, estabelecimento de plano de cuidados. NADA, ZERO. Enfermeiro só serve para fazer "a recolha de sinais vitais" e mais nada. Gosto muito.

- Depois, calma lá, enfermagem não é só carregar em botões e escrever em computadores! Calma. "poderá visitar a Walk'in Clinics apenas para que lhe sejam prestados cuidados de enfermagem". Oh! Querem ver que afinal me enganei?

Aplicação de ligadura ou penso. (onde está a avaliação de feridas? O juízo clínico que permitirá adequar as técnicas de acordo com cada situação?) - TÉCNICA
Administração de medicação ou de vacinas. - TÉCNICA
Aplicação de aerossóis ou suturas ("vou-lhe aplicar uma sutura" ?????) - TÉCNICA
Ou ainda qualquer terapêutica que necessite da intervenção de um enfermeiro. - ????

Não, não me enganei. Aparentemente vai lá para que lhe sejam executadas técnicas, desfasadas de qualquer pensamento crítico, e, já que não dizem, até poderei pensar que é o médico que lhes "manda" fazer aquilo tudo!!

- Esperem lá? "...o profissional de enfermagem poderá prestar-lhe informações relacionadas com a alimentação, com a higiene e com a correta utilização dos medicamentos". Prestar-lhe informação? E os ensinos? E a promoção da adesão terapêutica? E a avaliação e seguimento de todo este processo? Informações avulso? De borla? A caridadezinha? Tome lá uma informação?


O que à partida parecia um anúncio todo catita e cheio de potencialidades, afinal é um meio que veicula MENSAGENS e imagens  ERRÓNEAS, ENGANADORAS E EXTREMAMENTE LIMITADAS DA CAPACIDADE E ATUAÇÃO DOS ENFERMEIROS.

Aqui, Enfermeiros não resolvem problemas de saúde, não trazem ganhos para as pessoas ou atuam segundo uma metodologia científica. O dito anúncio sugere uma imagem de enfermeiros como secretários e mandantes de outros profissionais. LINDO.

Mas não fica por aqui, aliás, antes ficasse. Temos ainda o vídeo da vacinação, da mesma companhia:


"... o processo de vacinação é RÁPIDO a aplicado por um profissional de enfermagem devidamente TREINADO para este SERVIÇO."

Lá estamos nós... a ignorar que não deve ser rápido, que implica a vigilância da pessoa durante um período APÓS a vacinação, de forma a IDENTIFICAR E INTERVIR em caso de COMPLICAÇÕES. O que, já agora, implica conhecimento e juízo clinico próprio.

O "macaco" está TREINADO para prestar este SERVIÇO, isto é, nada mais do que chegar à padaria e alguém lhe dar pão. É assim, SIMPLES, QUALQUER UM O PODIA FAZER. E o que interessa é chegar lá, administrar a vacina e pode ir embora... Pois... só que as próprias imagens denotam um erro crasso na administração da vacina, no que à protecção do enfermeiro diz respeito.

Não gostei, tenho pena que assim seja, e espero que a companhia mude os vídeos e os adeque à realidade...  

Melhor, espero que, antes de mudar o vídeos, mude o que espera da atuação dos enfermeiros, potenciando o seu desempenho... Só assim poderão melhorar a saúde daqueles que recorrem aos seus serviços...

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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Cancel Gravity with Nano-Grip sticky pad they say?

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Cancel Gravity with Nano-Grip sticky pad they say?:

Submitted by: tabaal

Posted at: 2013-02-16 09:49:41

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sábado, 16 de fevereiro de 2013

SÍNDROME DE SJÖGREN

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SÍNDROME DE SJÖGREN: A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, que ataca glândulas e órgãos do nosso corpo. A síndrome de Sjögren acomete preferencialmente mulheres; a cada 10 pacientes com esta doença, 9 são do sexo feminino.



Neste artigo vamos abordar os seguintes pontos sobre a síndrome de Sjögren:

  • O que é a síndrome de Sjögren.
  • Causas e fatores de risco para a síndrome de Sjögren.
  • Sintomas da síndrome de Sjögren. 
  • Diagnóstico da síndrome de Sjögren.
  • Tratamento da síndrome de Sjögren.

O que é a síndrome de Sjögren



A síndrome de Sjögren é uma doença de origem autoimune, ou seja, é uma doença na qual o sistema imunológico equivocadamente passa a atacar células e tecidos do nosso próprio corpo, como se estes fossem agentes invasores perigosos para a nossa saúde. O sistema imune produz autoanticorpos e estimula células de defesas, como os linfócitos, a atacar e destruir partes do nosso próprio organismo (leia: DOENÇA AUTOIMUNE).



No caso específico da síndrome de Sjögren, os alvos principais são as glândulas lacrimais e salivares, provocando sintomas como olhos e boca seca. Todavia, a doença pode não se restringir a essas glândulas, sendo possível também o acometimento de outros órgãos, como articulações, rins, pulmão, nervos, pele, fígado, pâncreas, etc.

Causas e fatores de risco para a síndrome de Sjögren



Assim como em quase todas as doenças de origem autoimune, não sabemos exatamente por que o sistema imunológico destes pacientes subitamente passa a agir de forma equivocada, atacando tecidos e órgãos do próprio organismo.



Sabemos, entretanto, que há um forte componente genético na sua gênese, pois os pacientes com síndrome de Sjögren apresentam alguns genes em comum. Porém, para que a síndrome de Sjögren apareça, não basta a herança genética, alguns outros fatores ambientais ainda não esclarecidos, como infecções por certos vírus ou bactérias, parecem ser necessários para que o sistema imunológico dos pacientes geneticamente susceptíveis passe a agir de forma perigosa.



Cerca de metade dos pacientes com síndrome de Sjögren apresenta também outra doença autoimune associada, como lúpus (leia: SINTOMAS DO LÚPUS), artrite reumatoide (leia: ARTRITE REUMATOIDE | Sintomas e tratamento), esclerodermia ou tireoidite de Hashimoto (leia: HIPOTIREOIDISMO | Tireoidite de Hashimoto). Portanto, ter uma doença autoimune é um fator de risco para ter síndrome de Sjögren, assim como ter síndrome de Sjögren é um fator de risco para ter outras doenças autoimunes.



Classificamos como síndrome de Sjögren primária os casos no qual não há outra doença autoimune associada. Já os pacientes que possuem síndrome de Sjögren além de outra doença autoimune, como lúpus ou artrite reumatoide, são considerados como portadores de síndrome de Sjögren secundária.



Outros fatores de risco importantes para a síndrome de Sjögren são o sexo feminino, já que mais de 90% dos casos ocorrem em mulheres, e a idade, pois, apesar da doença poder surgir em qualquer faixa etária, ela é mais comum em pessoas acima dos 40 anos.

Sintomas da síndrome de Sjögren



A xeroftalmia (olhos secos) e a xerostomia (boca seca) são os sintomas mais típicos da síndrome de Sjögren. Porém, a doença costuma ser insidiosa, com progressão lenta e com sintomas inespecíficos, comuns a várias outras doenças reumatológicas, principalmente nos primeiros anos, fazendo com que o diagnóstico correto, muitas vezes, só seja feito após anos de investigação.



síndrome de Sjögren - olho seco
A inflamação das glândulas lacrimais reduz a produção de lágrima e interfere na lubrificação dos olhos, levando a sintomas, como olhos vermelhos, olhos ressecados, ardência ou sensação de corpo estranho, coceira ou visão borrada. A falta de lubrificação dos olhos aumenta o risco de infecção ocular e lesões da córnea (leia: OLHO SECO E FALTA DE LÁGRIMAS).



A inflamação das glândulas salivares provoca redução da produção de saliva, levando à boca seca, garganta seca, dificuldades para engolir, alterações no paladar, rouquidão, aumento da incidência de cáries, e lesões nos dentes, gengivas, língua e lábios. Nas crianças, a inflamação e inchaço da glândula parótida é muito comum, podendo o quadro ser confundido com caxumba (leia: CAXUMBA | Sintomas e complicações).



Além das glândulas lacrimais e salivares, outras áreas do corpo podem também ser atacadas. Exemplos são as vias áreas, onde é possível haver tosse seca (leia: TOSSE | Causas e tratamento), sinusite (leia: SINUSITE | Sintomas e tratamento) e rinite (leia: RINITE ALÉRGICA | Sintomas e tratamento), além do aumento da incidência de infecções pulmonares. A inflamação das glândulas vaginais, responsáveis pela lubrificação da vagina também é comum, levando à secura vaginal, dor durante o ato sexual e aumento da frequência de infecções ginecológicas, principalmente candidíase (leia: CANDIDÍASE | Sintomas e tratamento). Cansaço e alterações menstruais também são relativamente comuns.



Sintomas menos comuns da síndrome de Sjögren incluem atrite, fenômeno de Raynaud, aumento de linfonodos, lesões dos rins, lesões dos nervos e músculos. Uma complicação rara é a inflamação dos vasos sanguíneos, chamada vasculite, que pode danificar os tecidos do corpo que são nutridos por estes vasos inflamados (leia: VASCULITE | Causas e sintomas).



Cerca de 5% dos pacientes com síndrome de Sjögren desenvolvem linfoma não-Hodgkin (leia: LINFOMA HODGKIN e LINFOMA NÃO-HODGKIN). Esta complicação surge, geralmente, 7 a 10 anos após o diagnóstico da síndrome de Sjögren.

Diagnóstico da síndrome de Sjögren



A síndrome de Sjögren é muitas vezes uma doença difícil de diagnosticar, pois os sinais e sintomas variam de pessoa para pessoa e podem, inicialmente, ser semelhantes aos causados ​​por outras doenças, como artrite reumatoide, lúpus, sarcoidose, amiloidose, fibromialgia (leia: O QUE É FIBROMIALGIA?), etc. Além disso, os clássicos sintomas de olhos e boca seca ocorrem em várias outras doenças, podendo também ser um efeitos colateral de uma série de medicamentos. Não é incomum, portanto, o paciente só receber o diagnóstico correto da síndrome de Sjögren vários anos após o aparecimento dos primeiros sintomas.



O especialista mais indicado para conduzir a investigação de quadros sugestivos de Sjögren é o reumatologista. Não existe um exame único que consiga definir com certeza o diagnóstico. Este normalmente é feito através da avaliação conjunta dos sinais e sintomas com exames laboratoriais.



A pesquisa de autoanticorpos, como o FAN (ANA) (leia: EXAME FAN (FATOR ANTINUCLEAR)), o fator reumatoide, anti-SSA/Ro e anti-SSB/La podem auxiliar no diagnóstico. Porém, estes autoanticorpos possuem elevada taxa de falso positivo e falso negativo, não sendo suficientes para o diagnóstico sem outros dados clínicos e laboratoriais.



A biópsia de glândula salivar pode ser recomendada para auxiliar no diagnóstico. O procedimento é feito através da remoção de um pequeno pedaço de tecido a partir da porção interna do lábio inferior. Uma glândula cheia de linfócitos sugere que a mesma está sendo atacada pelo sistema imune, o que fala fortemente a favor da síndrome de Sjögren.



Exames oftalmológicos para determinar se a produção de lágrimas está normal também são úteis:



- Teste de Schirmer: neste teste, um pequeno e fino pedaço de papel filtro é inserido suavemente entre a pálpebra e o canto interno do olho. O papel é removido depois de vários minutos, e a umidade no mesmo é medida. A diminuição da quantidade de umidade é característica da síndrome de Sjögren, embora a produção de lágrima reduzida possa também ocorrer com outras condições.



- Teste de Rosa Bengala: este teste detecta lesões nos olhos, principalmente na conjuntiva e na córnea, causadas pela secura crônica do mesmo. É um exame dos olhos feito após pingar um colírio com um corante específico, chamado rosa bengala. Com uma luz especial, o oftalmologista consegue detectar lesões nos olhos.

Tratamento da síndrome de Sjögren



Atualmente, não há cura para a síndrome de Sjögren. No entanto, os tratamentos podem melhorar os sintomas e prevenir as várias complicações da doença.



O tratamento visa reduzir os sintomas mais incômodos. Os olhos secos são tratados com lágrimas artificiais aplicadas regularmente durante o dia ou com gel aplicado à noite. Colírios que reduzem a inflamação nas glândulas lacrimais, tais como a ciclosporina (Restasis®), podem ser utilizados para aumentar a produção de lágrima.



Para aumentar a salivação, o uso de balas ou goma de mascar sem açúcar são úteis. Beber ou apenas molhar a boca com goles de água durante o dia também é importante para mantê-la bem hidratada. Alguns pacientes se beneficiam do uso de medicamentos que estimulam o fluxo de saliva, como a pilocarpina (Salagen®) ou cevimuline (Evoxac®).



Como as cáries são muito comuns, deve-se escovar os dentes após qualquer refeição. Já existem no mercado pastas de dente voltadas para pacientes com boca seca. Uma visita ao dentista deve ser feita 2 vezes por ano.



A hidroxicloroquina é um medicamento muito usado no lúpus e na artrite reumatoide, podendo ser útil em alguns pacientes com síndrome de Sjögren e dor articular, muscular e/ou lesões dermatológicas. Nos pacientes com doença sistêmica, acometendo vários órgãos, o uso de drogas imunossupressoras, como corticoides (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais), azatioprina, metotrexato, rituximab e ciclofosfamida pode ser necessário.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Desemprego

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Desemprego:
Já se suspeitava e as estatísticas do emprego ontem reveladas pelo INE confirmam-no: Portugal transformou-se num país onde vive mais de um milhão de deserdados de um dos bens mais fundamentais de qualquer sociedade estável e civilizada, o direito ao trabalho.
Haver cada vez mais pessoas sem trabalho é um grave problema económico, mas é também um terrível imposto ético que toda a sociedade está condenada a pagar caro. Para poder vencer a dureza da crise, o país vai ter de ser capaz de saber lidar com a frustração, ou o desespero, de uma franja muito significativa da sua população.
Além da incerteza sobre o ciclo político, as ameaças externas ou a interminável recessão interna, vai ser preciso gerir o ressentimento natural de pessoas a quem,
O drama do desemprego coloca a sociedade perante um dos seus mais difíceis desafios de sempre num ápice, foram cerceadas aspirações e travadas expectativas quanto ao futuro.
Face às limitações financeiras do Estado, aos compromissos assumidos com a troika ou por causa até de alguns dos princípios basilares do pensamento político do Governo, não se espere mais apoio e protecção aos que perderam, ou estão em vias de perder o seu emprego. As teses peregrinas dos que acreditavam que tudo se compunha com a recuperação que deveria ter chegado no final de 2012, ou os que anunciavam o admirável mundo novo do empreendedorismo ou da reindustrialização afundaram-se na severidade da recessão.
Os que não têm trabalho, sejam jovens licenciados ou desempregados de longa duração, vão continuar a ser as principais vítimas da crise. Viver com menos é sempre mais fácil do que viver sem nada, incluindo perspectivas de futuro. Com um Estado falido, um governo prisioneiro do programa de ajustamento e uma economia cercada pela austeridade, as perspectivas para os desempregados são negras. Só a capacidade de resistir e o apelo à solidariedade podem fazer alguma diferença.
editorial JP 18.02.13
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Will you eat it?

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Will you eat it?:

Submitted by: fichoo

Posted at: 2013-02-12 20:47:39

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Não há dinheiro

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Não há dinheiro:
Vendas da Porsche em Portugal subiram 25,5%

Tagged: porche, vendas
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Cuidado com as ofertas de iPhone no Facebook. São falsas!

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Cuidado com as ofertas de iPhone no Facebook. São falsas!: …este e outros hoaxes tornam-se cada vez mais virais, mas são FALSOS. Constantemente vemos no Facebook, mais que noutras redes sociais, os designados hoaxes que são mensagens falsas sobre um determinado tema que pode ir desde a crianças supostamente doentes, a alterações no sistema Facebook, pessoas que estão desaparecidas, bilhetes do euromilhões, e mesmo concursos para que [...]
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VÔMITO E DIARREIA | Gastroenterite viral

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VÔMITO E DIARREIA | Gastroenterite viral: A gastroenterite viral é uma das doenças mais comuns da humanidade, perdendo em incidência apenas para as infecções respiratórias. A gastroenterite viral pode ser provocada por vários vírus diferentes e acomete pessoas de todas idades, sexo, etnia e condição econômica. Seus principais sintomas são diarreia aquosa, cólicas e vômitos.



Estima-se que, em todo o mundo, as gastroenterites de origem viral sejam responsáveis por mais de 5 bilhões de episódios de diarreia a cada ano. Enquanto o número de casos de gastroenterites de origem bacteriana e parasitária está em queda, devido a gradual melhoria das condições de saúde pública e infraestrutura, como rede de esgoto, saneamento básico, maior disponibilidade de água potável e maior educação da população, os casos de gastroenterite viral mantém-se mais ou menos estável, com um ritmo de redução bem mais lento.



Neste artigo vamos abordar os seguintes pontos sobre a gastroenterite viral:

  • O que é uma gastroenterite viral.
  • Causas da gastroenterite viral.
  • Transmissão da gastroenterite viral.
  • Sintomas da gastroenterite viral.
  • Diagnóstico das gastroenterites virais.
  • Tratamento gastroenterite viral.


Neste texto iremos falar apenas sobre as diarreias de origem viral. Se você deseja mais informações sobre diarreia em geral, leia: DIARREIA | Causas e tratamento.

O que é gastroenterite viral.



Gastroenterite é um termo que significa inflamação do estômago e dos intestinos. A gastroenterite pode ser causada por vários fatores, como infecções por parasitas e bactérias, remédios, álcool, ou doenças, como intolerância à lactose, doença de Crohn (leia: DOENÇA DE CROHN | RETOCOLITE ULCERATIVA) ou doença celíaca (leia: DOENÇA CELÍACA | Enteropatia por glúten). Gastroenterite viral é qualquer gastroenterite provocada por um vírus.



Quando a inflamação da gastroenterite é predominantemente do estômago, náuseas e vômitos são os sintomas são proeminentes. Quando são os intestinos os mais acometidos, cólicas abdominais e diarreia dominam o quadro. Porém, não é incomum o paciente apresentar uma quadro com inflamação extensa, sofrendo com vômitos e diarreia ao mesmo tempo.



O quadro de diarreia ocorre porque o vírus ataca as células da mucosa do intestino, principalmente do jejuno e do íleo, que correspondem aos 2/3 finais do intestino delgado. A inflamação resultante deste ataque destrói as vilosidades do intestino, que são as estruturas responsáveis pela absorção dos nutrientes digeridos. Além de impedir a absorção de nutrientes, alguns vírus, como o rotavírus, estimulam a secreção de água pelas células intestinais, provocando uma diarreia aquosa e profusa, fazendo com que o paciente evacue mais de 15 vezes por dia.



O quadro de vômitos é causado por inflamação e irritação da parede do estômago, que passa a tolerar mal a presença de alimentos.

Causas da gastroenterite viral



Vários vírus diferentes podem provocar gastroenterite, sendo os mais comuns:



- Rotavírus.

- Norovírus (antigamente chamado de vírus Norwalk).

- Adenovírus.

- Sapovírus.

- Astrovírus.



Nos adultos o norovírus é a principal causa de diarreia aguda, sendo responsável pela maiorias das epidemias de gastroenterite viral. Na população pediátrica, principalmente nas crianças até 2 anos, o rotavírus é a principal causa de gastroenterite. Adultos também podem ter diarreia por rotavírus, mas ela é menos comum e o quadro clínico costuma ser bem mais brando.



A incidência das diarreias por rotavírus em crianças tem caído bastante desde a introdução da vacina contra esse vírus. As formas de gastroenterite grave por rotavírus caíram mais 95% na população vacinada.

Transmissão da gastroenterite viral



As gastroenterites virais são chamadas em inglês de "stomach flu", que numa tradução grosseira pode ser chamado de "gripe estomacal". Apesar do vírus da gripe não provocar gastroenterite, a analogia é feita devido às semelhanças entre as formas de transmissão e a facilidade de contágio destes vírus.



Lavar as mãos contra gastroenterites
Na maioria dos casos, a transmissão é feita pelo contato próximo, principalmente por mãos contaminadas pelo vírus. Fezes e vômitos dos pacientes contaminados possuem elevadas cargas de vírus. Se uma higiene adequada das mãos não for feita após cada evacuação, este paciente pode contaminar roupas e objetos, facilitando a dispersão do vírus. Pais que não lavam as mãos adequadamente após cada troca de fraldas do filho podem espalhar o vírus para o resto da família. Alimentos preparados por pessoas doentes (principalmente se crus ou mal cozidos) ou águas contaminadas com fezes também são vias comuns de transmissão.



A transmissão através do ar também é possível, principalmente através de gotículas de saliva durante a fala, tosse ou espirros. Também há suspeitas de que o vírus possa ser transmitido pelo ar através dos vômitos. Sugere-se que a limpeza dos vômitos seja feita não somente com luvas, mas também com máscaras.

Sintomas da gastroenterite viral



As gastroenterites causadas pelo norovírus, sapovírus ou astrovírus podem provocar desde uma doença leve, com febre baixa e diarreia leve, até um quadro bem grave, com febre alta e dezenas de episódios de vômitos e diarreias ao longo do dia . A presença de vômitos é mais comum com infeções causadas pelo norovírus e pelo sapovírus. Já o rotavírus só costuma causar diarreia importante nas crianças ou nos adultos com imunidade deficiente.

Diarreia pelo norovírus



A gastroenterite pelo norovírus costuma provocar sintomas 1 a 3 dias após a contaminação. O quadro é de início abrupto, com vômitos e/ou diarreia. A diarreia costuma ser moderada, com 4 a 8 evacuações por dia. As fezes são bem líquidas e não há presença de sangue, pus ou muco. Também são comuns dor muscular, mal-estar, dor de cabeça, cólicas, dispepsia (leia: DOR NO ESTÔMAGO | DISPEPSIA) e febre ao redor de 38-39ºC. Em adultos saudáveis, esta forma de gastroenterite provoca desconforto, mas não costuma causar graves consequências. Em dois ou três dias o paciente se recupera do quadro sem maiores problemas.



Manifestações mais graves da doença podem ocorrer em crianças pequenas, idosos ou pacientes debilitados, já com outros problemas de saúde.

Diarreia pelo rotavírus



A gastroenterite pelo rotavírus é habitualmente branda em adultos, mas pode ser bem grave em crianças muito pequenas. Algumas crianças podem ter mais de 20 episódios de vômitos e/ou diarreia por dia, levando a quadros de desidratação grave. A diarreia pelo rotavírus é bem aquosa e também não contém sangue, pus ou muco. O quadro surge habitualmente 48 horas depois da contaminação e o paciente fica por até 10 dias eliminando o vírus nas fezes. Os sintomas duram de 12 a 60 horas.



A maioria das crianças não vacinadas irão contrair o rotavírus até o 3 anos de idade, devido ao intenso e próximo contato entre as mesmas em creches e infantários. A primeira infecção costuma ser a mais severa. Depois, como o organismo desenvolve anticorpos, as reinfecções ao longo da vida costumam ser bem mais brandas. Por isso, as infecções por rotavírus em adultos costumam ser leves. Nos pacientes devidamente vacinados, 60% ficam totalmente imunes ao vírus e mais de 95% ficam imunes às formas graves da gastroenterite.

Diagnóstico das gastroenterites virais



Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito somente com base no exame médico. Até existem testes para rotavírus e norovírus nas fezes, mas eles são desnecessários na maioria das vezes, já que o tratamento das diarreias aquosas, sem sinais de sangue ou pus, é basicamente o mesmo, seja ela de origem viral ou não.



O exame das fezes pode ser útil se o médico tiver dúvidas entre a gastroenterite viral ou bacteriana. Geralmente, os sintomas são diferentes, mas em alguns casos a distinção pode não ser tão simples.

Tratamento das gastroenterites virais



Não existe um remédio específico para curar diarreias causadas por vírus. E nem é preciso, pois na maioria dos casos a doença é autolimitada e de curta duração. O principal objetivo do tratamento é impedir que o paciente desidrate por conta das grandes perdas de água nas fezes e nos vômitos. A hidratação adequada é muito importante, principalmente nas crianças pequenas. Em casos graves, a internação hospitalar para administração de soro intravenoso pode ser necessária.



Já existem soluções prontas para a hidratação por via oral à venda nas farmácias, como o Pedialyte®. Nas farmácias populares este soro é distribuído gratuitamente. Esta forma de hidratação é mais eficiente do que água pura ou soro caseiro feito em casa.



Antibióticos não devem ser usados, pois eles só funcionam para diarreias provocadas por bactérias. Remédios para parar a diarreia, como a loperamida (Imosec®), não devem ser usados em diarreias agudas e de origem infecciosa, pois podem piorar o quadro e causar efeitos colaterais importantes.



Probióticos, como lactobacillus (Floratil® - Saccharomyces boulardii), podem ser úteis, ajudando a reduzir o tempo de doença em alguns casos. Mas não espere efeitos milagrosos, como resolução da diarreia após algumas horas.



Não é preciso interromper a alimentação durante o quadro de gastroenterite. Evite apenas alimentos muito gordurosos ou que piorem o seu enjoo. Não é precioso fazer nenhuma dieta muito restritiva. Dê preferência a alimentos ricos em água, como frutas, sopas, iogurtes, etc. A maioria dos pacientes não apresenta problemas com a ingestão de lactíneos.
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sábado, 9 de fevereiro de 2013

O miseravel Ulrich

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O miseravel Ulrich:

Depois de ter defendido em Outubro do ano passado que o país aguentava mais austeridade, o presidente do BPI, Fernando Ulrich, voltou ontem ao tema com um novo argumento: 
"Se os gregos aguentam uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 25% os portugueses não aguentariam porquê? Somo todos iguais, ou não?"
"Se você andar aí na rua e infelizmente encontramos pessoas que são sem-abrigo, isso não lhe pode acontecer a si ou a mim porquê? Isso também nos pode acontecer". "E se aquelas pessoas que nós vemos ali na rua, naquela situação e sofrer tanto aguentam porque é que nós não aguentamos? Parece-me uma coisa absolutamente evidente", rematou o banqueiro.
 O BPI registou lucros de 249,1 milhões de euros em 2012, revelou hoje Fernando Ulrich. Para este resultado contribuiu não apenas a melhoria da margem financeira e  o produto bancário mas também as mais valias da venda da carteira de divida soberana portuguesa noutro trimestre do ano que terá ascendido a 160 milhões de euros.

Nem tenho palavras para descrever o que sinto ao ouvir esta cavalgadura vomitar tanta porcaria por aquela bocarra fora. A crise que vivemos é uma crise criada pela desonestidade e ganancia dos Banqueiros, que mesmo depois de atiraram países e os seus povos para situações de pobreza e miséria, vivem no luxo e na ostentação com salários exorbitantes num país onde o ordenado mínimo não chega aos 500 euros, onde todos os dias o desemprego e o desespero crescem exponencialmente. É esta gente que depois tem a lata de vir anunciar lucros de centenas de milhões, na sua maioria conseguidos na especulação coma própria divida do país que eles próprios endividaram. Um país que vive na austeridade mais violenta, que vê todos os direitos dos seus cidadãos serem destruídos vê também os culpados desta situação a serem mimados e ajudados por políticos em negócios e compadrios vergonhosos. E esta gente ainda fala, ainda se dá ao luxo de arrotar disparates e ofensas ao mais simples cidadão. Para eles é normal que alguém perca tudo, caia na mais profunda miséria, vá viver como sem abrigo num beco qualquer em nome de uma crise e de uma dívida pela qual não tem responsabilidade. Pior, ainda se coloca na situação de também ele poder vir a tornar-se num sem abrigo. Uma cavalgadura que ganha mais num ano que muitos portugueses juntos durante toda a sua vida. Mas merecia, merecia que este povo lhe entrasse pelo banco dentro e lhe retirasse tudo o que tem, lhe oferecesse um cobertor e um caixote de cartão e o obrigasse a viver a vida a que tem condenado tantos outros. Devia ter de comer dos caixotes de lixo, dormir na soleira das portas ao frio e à chuva e estender a mão em busca de alguma solidariedade, coisa que ele não sabe o que é. Este canalha não durava um mês, mas diz que todos temos de estar preparados para essa ser a nossa vida. Pulha miserável.

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Quando a Realidade supera a indignação

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Quando a Realidade supera a indignação:

Copiei este texto do mural de uma amiga do facebook que por sua vez já o partilhava de um outro amigo:
Fez-me chorar... 
Já visitei a Venezuela e Cuba. Mas, esta tarde, visitei, pela primeira vez, um país do terceiro mundo. Eu conduzia pela via de acesso ao IC19 quando observei dois homens que seguiam junto ao rail vindos do Hospital Amadora-Sintra. O mais novo aparentava 45 anos e tinha a cara tostada pelo sol. O mais velho devia ter cerca de 80 anos e trazia um dreno ensanguentado junto à cintura. O filho trazia o pai que havia tido um AVC e uma infecção urinária. Ficaram na Brandoa. Foi onde os deixei depois de ter decidido dar-lhes boleia. Não tinham dinheiro para o transporte de ambulância. Durante a viagem, envergonhado, o filho concordou comigo. Este é o país em que os donos dos bancos e das grandes empresas enchem os bolsos através da humilhação dos trabalhadores e dos reformados. O velho mal se compreendia. Muito cansado tentava comentar com muita dificuldade o que se dizia. Mas houve um momento em que encheu a voz de força e rematou: "É preciso um novo 25 de Abril". Respondi-lhe, então, que se o havia que repetir que fosse sem cravos. Pelo espelho retrovisor, vi-lhe o sorriso. Não sei o que lhe passava pela cabeça. Mas, na minha, vi o nosso povo unido esmagar os que assim tratam os que sacrificaram o melhor das suas vidas pela felicidade de outros. E sorri-lhe de volta.

Quando o li comentei que pensava fazer um post utilizando o texto se entretanto conseguisse fazer um boneco que o merecesse. Não me perguntem porque escolhi esta imagem que pouco ou nada se relaciona com ele, mas na altura, sem saber dizer porquê, pareceu-me a imagem certa e ainda agora não sei mas ainda agora me parece. Quanto à história, não é o 25 de Abril sem cravos que me diz muito, já que foram eles que me mostraram os tempos e as gentes mais lindas que vivi, mas a tristeza de saber que vivemos outros tempos bem mais feios onde se despreza a pessoa e onde quase nada resta da dignidade humana. Este é o mundo de quem coloca nos altares do poder o dinheiro e não o homem. Este é o mundo do capitalismo selvagem, o mundo em que a cada vida humana é colada uma etiqueta com o preço que vale e a vida de cada um de nós cada vez vale menos.

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Os novos Corsários

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Os novos Corsários:

Já nos tempos das Caravelas muitos piratas trabalhavam para Coroas estrangeiras com a finalidade de assaltar e pilhar as riquezas que eram transportadas para Portugal. Agora, passados vários séculos o que mudou foi a forma como o fazem porque a pilhagem continua. A única diferença é que agora contam também com a colaboração de alguns vendidos que a troco de mordomias e poder vendem o seu país e as suas riquezas. Na altura isso era considerado traição, agora apelidam-se de banqueiros e políticos.

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Se beber, não trabalhe

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Se beber, não trabalhe:
A deputada socialista Glória Araújo está dispensada de apresentar um atestado médico na Assembleia da República (AR) para justificar as faltas que deu ao plenário na semana a seguir a ter sido apanhada a conduzir com excesso de álcool. A parlamentar do PS justificou as faltas com doença, mas não apresentou qualquer comprovativo e as regras do parlamento não obrigam os deputados a fazê-lo.
Tendo em conta que o país tem sido conduzido por gente embriagada que tem acusado excesso de incompetência no cérebro, parece-me exagerada toda esta histeria à volta de uma deputada só porque terá pensado que a imunidade parlamentar poderia tê-la tornado imune ao álcool, podendo, então, dar-se ao luxo de beber e, acto contínuo, conduzir. Se tivesse atropelado alguns portugueses pelo caminho, ficaria, ainda assim, muito aquém do que José Sócrates e Passos Coelho têm feito.
Quanto a ter ficado doente, conta com a minha solidariedade, porque há poucas coisas mais incapacitantes que uma ressaca. No que se refere à dispensa de entrega de comprovativo, parece-me justo que a senhora deputada seja considerada doente, até prova em contrário.
As regras, por exemplo, para os funcionários públicos são diferentes e a legislação define que a ausência por doença deve ser comprovada “mediante declaração passada por estabelecimento hospitalar, centro de saúde, incluindo as modalidades de atendimento complementar e permanente, ou instituições destinadas à prevenção ou reabilitação de toxicodependência ou alcoolismo”.
O presidente do Conselho de Administração da AR, Couto dos Santos, considera que não se justifica obrigar os deputados a apresentar um atestado médico em caso de doença, porque tem de admitir-se que “um deputado é responsável pelos seus actos” e é preciso ter “confiança em quem elegemos”.
idem
Da leitura destes dois parágrafos poderá concluir-se, portanto, que os funcionários públicos não são responsáveis pelos seus actos e que o Estado não deve ter confiança em quem contrata. Não me espantaria que Couto dos Santos partisse desse princípio, uma vez que apoia uma maioria que tem os funcionários públicos na conta de parasitas privilegiados, no seguimento, aliás, da maioria anterior, apoiada por Glória Araújo. É frequente, na verdade, o poder estar associado à embriaguez.

Tagged: alcoolemia, assembleia da república, álcool no sangue, deputados, Glória Araújo, parlamento
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Visto e ouvisto

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Visto e ouvisto:
Relvas: vai estudar!

vistoouvisto

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Os super-ricos e o Titanic

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Os super-ricos e o Titanic:
Dos 400 homens super-ricos que viajavam em 1.ª classe [no Titanic, em 1912], 70% morreram afogados. Há registos, recordados num ensaio de F. Zakaria, que nos confirmam que J. J. Astor, a maior fortuna do mundo de então, acompanhou a sua mulher até ao bote salva-vidas, recusando-se a entrar enquanto existissem mulheres e crianças por salvar. O mesmo fez B. Guggenheim, que ofereceu o seu lugar no bote a uma mulher desconhecida. Se o Titanic naufragasse em 2013, estou seguro de que quase todos esses 400 super-ricos chegariam são e salvos, deixando para trás, se necessário, as suas próprias mulheres e crianças. A gente que manda hoje no mundo acredita apenas no sucesso egoísta, traduzido em ganhos monetários, pisando todas as regras e valores. Os aventureiros que conduziram a humanidade à atual encruzilhada dolorosa não passam de jogadores que transformaram o mundo num miserável reality show. Tirando o dinheiro, nada neles os distingue da gente vil, medíocre e intelectualmente indistinta que se arranha para participar nesses espetáculos insultuosos para com a condição humana. Quando andarmos pela rua, é preciso ter cuidado. É preciso olhar lá bem para baixo. No meio do pó e da lama, habita a vilanagem que manda no mundo. Cuidado para não tropeçarmos nalgum deles…
Viriato Soromenho-Marques via Joana Lopes.

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

"Quem gasta mais do que tem, mostra que siso não tem"

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"Quem gasta mais do que tem, mostra que siso não tem":




Como é da praxe, o Má Despesa limita-se a partilhar a informação oficialmente publicada pelas entidades públicas: a Secretaria- Geral do Ministério das Finanças pagou 4.794,75€ pelo aluguer operacional de uma viatura por um dia. Foi no final de Setembro do ano passado e esta despesa só foi publicada volvidos dois meses e o contrato não refere o respectivo fim nem a natureza da viatura. Para quem quiser saber mais, a matrícula da viatura foi, excepcionalmente, publicada: 74-HR-87.

Aparentemente, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) é mais "poupada". Nos próximos quatro anos esta entidade financiada pelo orçamento do Estado vai gastar 120.751,20 € no aluguer de viaturas ligeiras de passageiros, o que corresponde a mais de 2500 € mensais. Naturalmente, os carros consomem combustível e, portanto, a ERC já tratou de comprá-lo: 79.970,00€ nos próximos três anos, ou seja, mais de 2000 € mensais. Feitas as contas, a ERC vai gastar nos próximos anos mais de 4500 € mensais só em carros e combustível. Uma pequena amostra da dimensão da despesa pública afecta a este tipo de bens.


A este propósito, vale a pena rever a reportagem da RTP, do programa Sexta às 9, com a participação do Má Despesa Pública. 


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Filhos da puta !

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Filhos da puta !:
O tal do Estado Social
O Senhor Santos tem 91 anos. Trabalhou desde os 9. Já aprendia o ofício de sapateiro quando fez o exame da quarta classe.
Nos dias de semana acordava às 6 da manhã e fazia quatro quilómetros a pé para ir trabalhar. Estivesse chuva, frio ou sol. Não sabia o que era tomar o pequeno almoço. Logo se via, durante a manhã, se conseguia comer um bocado de pão.
Aos fins-de-semana não descansava nem brincava como qualquer criança de nove anos. Ia para o campo, pois ao fim de semana não ia trabalhar para o sapateiro. Trabalhava sete dias por semana. 9 anos e muitos dentes de leite.
O Senhor Santos teve vários ofícios e profissões. Trabalhou a vida toda.
No ano passado, aos 90, ficou viúvo. Esmoreceu. Decidiu que, finalmente, ia deixar de trabalhar. Arrumou os livros e entregou as escritas que ainda fazia dos vendedores de fruta na praça ou dos cafés que só vendem bicas a um gabinete de escritas organizadas. Parou de trabalhar aos 90.
O Senhor Santos trabalhou dos 9 aos 90 anos. O Senhor Santos trabalhou 80 anos sem parar. Descontou para a reforma a vida toda. Tem uma reforma de miséria, como quase todos os velhos deste país.
Na semana passada o Senhor Santos teve um AVC. Foi de ambulância para o Hospital. Um hospital público, sem direito a regalias ou atenções especiais (no caso, o Hospital de São Bernardo, em Setúbal). Entrou, foi atendido e assistido. Umas horas depois foi mandado para casa com uma receita para aviar na farmácia, que mais parecia uma lista telefónica.
Além da receita passaram-lhe outro papel: uma conta para pagar.
O Senhor Santos teve um AVC e teve de pagar 90 euros no Hospital Público que ajudou a pagar a vida toda. 90 euros! Noventa euros, por extenso. Meia reforma para umas taxas de urgência e para uns exames complementares de diagnóstico. Azar, logo teve que fazer duas TAC’s. 90 euros. Quase toda a reforma de um velho a morrer… E a do mês seguinte para os comprimidos que não lhe deram no Hospital. Meses de reforma ao ar para pagar os cuidados básicos de saúde a que tinha direito. Mais que direito. Mais de 80 anos a trabalhar e a descontar para o Estado.
Filhos da Puta!
Matam quem os criou. Matam quem construiu este país. Matam quem lutou pela vossa democracia, que esta não é a dele. Esta está apodrecida, anémica, doente, moribunda.
Matem as vossas mães, filhos da puta! Matem os vossos pais, filhos da puta!
Desculpem o desabafo…
Sim, o Senhor Santos é meu avô. E sim, o Senhor Santos está um pouco melhor, obrigada.
Está a recuperar. Não havia vaga no Hospital para o internamento. Está a recuperar em casa dos meus pais, que estão a faltar ao trabalho para poderem assisti-lo. Está em casa, à custa dos meus pais que também pagam os seus impostos.
Mas ainda bem que voltámos aos mercados. O Senhor Santos também está feliz por isso. Talvez por essa boa notícia tenha tido o AVC, que está a pagar em prestações mensais.
03/02/2013 por Ana Catarina Santos
…………….
Uma pessoa abre o blogue “O Que Fica do que Passa para lá da espuma dos dias” link lê este texto e sente uma indignação imensa e um desejo irreprimível de gritar filhos da puta!
Tavisto
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Top 25 artigos mais procurados no Science Direct

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Top 25 artigos mais procurados no Science Direct:

Artigos mais procurados na área de Enfermagem e outras profissões da área da Saúde.


Mais especificamente para a área da Emergência podem consultar a lista dos mais lidos de cada Revista:
- Australasian Emergency Nursing Journal (LINK)
- Australian Critical Care (LINK)
- Enfermeria Intensiva (LINK)
- Heart and Lung: The Journal of Acute and Critical Care (LINK)
- Intensive and Critical Care Nursing (LINK)
- International Emergency Nursing Journal (LINK)
- Journal of Emergency Nursing (LINK)

  1. Qualitative content analysis in nursing research: concepts, procedures and measures to achieve trustworthiness • Article
    Nurse Education Today, Volume 24, Issue 2, February 2004, Pages 105-112
    Graneheim, U.H.; Lundman, B.
    Cited by SciVerse Scopus (1480)
  2. Leadership styles and outcome patterns for the nursing workforce and work environment: A systematic review • Review article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 47, Issue 3, March 2010, Pages 363-385
    Cummings, G.G.; MacGregor, T.; Davey, M.; Lee, H.; Wong, C.A.; Lo, E.; Muise, M.; Stafford, E.
    Cited by SciVerse Scopus (45)
  3. Combining qualitative and quantitative research within mixed method research designs: A methodological review • Review article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 48, Issue 3, March 2011, Pages 369-383
    Ostlund, U.; Kidd, L.; Wengstrom, Y.; Rowa-Dewar, N.
    Cited by SciVerse Scopus (6)
  4. The transitional journey through the graduate year: A focus group study • Article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 44, Issue 7, September 2007, Pages 1231-1237
    Newton, J.M.; McKenna, L.
    Cited by SciVerse Scopus (46)
  5. Nursing staffing, nursing workload, the work environment and patient outcomes • Article
    Applied Nursing Research, Volume 24, Issue 4, November 2011, Pages 244-255
    Duffield, C.; Diers, D.; O\'Brien-Pallas, L.; Aisbett, C.; Roche, M.; King, M.; Aisbett, K.
    Cited by SciVerse Scopus (4)
  6. Developing a framework for critiquing health research: An early evaluation • Article
    Nurse Education Today, Volume 31, Issue 8, November 2011, Pages e1-e7
    Caldwell, K.; Henshaw, L.; Taylor, G.
  7. Nurse-directed interventions to reduce catheter-associated urinary tract infections • Article
    American Journal of Infection Control, Volume 40, Issue 6, August 2012, Pages 548-553
    Oman, K.S.; Makic, M.B.F.; Fink, R.; Schraeder, N.; Hulett, T.; Keech, T.; Wald, H.
    Cited by SciVerse Scopus (3)
  8. Central sensitization: Implications for the diagnosis and treatment of pain • Review article
    PAIN®, Volume 152, Issue 3, March 2011, Pages S2-S15
    Woolf, C.J.
  9. Ready for a paradigm shift? Part 2: Introducing qualitative research methodologies and methods • Article
    Manual Therapy, Volume 17, Issue 5, October 2012, Pages 378-384
    Petty, N.J.; Thomson, O.P.; Stew, G.
  10. The DRESS Syndrome: A Literature Review • Review article
    The American Journal of Medicine, Volume 124, Issue 7, July 2011, Pages 588-597
    Cacoub, P.; Musette, P.; Descamps, V.; Meyer, O.; Speirs, C.; Finzi, L.; Roujeau, J.C.
    Cited by SciVerse Scopus (39)
  11. Generalization in quantitative and qualitative research: Myths and strategies • Article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 47, Issue 11, November 2010, Pages 1451-1458
    Polit, D.F.; Beck, C.T.
    Cited by SciVerse Scopus (15)
  12. Developing interprofessional communication skills • Article
    Teaching and Learning in Nursing, Volume 6, Issue 3, July 2011, Pages 97-101
    Wagner, J.; Liston, B.; Miller, J.
    Cited by SciVerse Scopus (1)
  13. The influence of authentic leadership on newly graduated nurses'experiences of workplace bullying, burnout and retention outcomes: A cross-sectional study • Article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 49, Issue 10, October 2012, Pages 1266-1276
    Spence Laschinger, H.K.; Wong, C.A.; Grau, A.L.
  14. Role and quality of nurse practitioner practice: A policy issue • Article
    Nursing Outlook, Volume 57, Issue 2, March 2009, Pages 93-98
    Mullinix, C.; Bucholtz, D.P.
    Cited by SciVerse Scopus (5)
  15. From SOLER to SURETY for effective non-verbal communication • Article
    Nurse Education in Practice, Volume 11, Issue 6, November 2011, Pages 395-398
    Stickley, T.
  16. Working memory and language: an overview • Article
    Journal of Communication Disorders, Volume 36, Issue 3, May 2003, Pages 189-208
    Baddeley, A.
    Cited by SciVerse Scopus (311)
  17. Nurses@? ethical reasoning and behaviour: A literature review • Review article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 47, Issue 5, May 2010, Pages 635-650
    Goethals, S.; Gastmans, C.; de Casterle, B.D.
    Cited by SciVerse Scopus (13)
  18. Effects of a needs-based education programme for family carers with a relative in an intensive care unit: A quasi-experimental study • Article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 43, Issue 1, January 2006, Pages 39-50
    Chien, W.-T.; Chiu, Y.L.; Lam, L.-W.; Ip, W.-Y.
    Cited by SciVerse Scopus (31)
  19. Nurse staffing, burnout, and health care-associated infection • Article
    American Journal of Infection Control, Volume 40, Issue 6, August 2012, Pages 486-490
    Cimiotti, J.P.; Aiken, L.H.; Sloane, D.M.; Wu, E.S.
    Cited by SciVerse Scopus (6)
  20. Studies Comparing Numerical Rating Scales, Verbal Rating Scales, and Visual Analogue Scales for Assessment of Pain Intensity in Adults: A Systematic Literature Review • Review article
    Journal of Pain and Symptom Management, Volume 41, Issue 6, June 2011, Pages 1073-1093
    European Palliative Care Research Collaborative (EPCRC); Hjermstad, M.J.; Fayers, P.M.; Haugen, D.F.; Caraceni, A.; Hanks, G.W.; Loge, J.H.; Fainsinger, R.; Aass, N.; Kaasa, S.
    Cited by SciVerse Scopus (19)
  21. Critiquing a research article • Review article
    Radiography, Volume 11, Issue 1, February 2005, Pages 55-59
    Marshall, G.
    Cited by SciVerse Scopus (6)
  22. Successful Graduate Nurse Transition: Meeting the Challenge • Article
    Nurse Leader, Volume 9, Issue 4, August 2011, Pages 32-35,49
    Duclos-Miller, P.A.
  23. Therapeutic communication skills and student nurses in the clinical setting • Article
    Teaching and Learning in Nursing, Volume 6, Issue 1, January 2011, Pages 2-8
    Rosenberg, S.; Gallo-Silver, L.
    Cited by SciVerse Scopus (1)
  24. What do midwives think about interprofessional working and learning? • Article
    Midwifery, Volume 27, Issue 3, June 2011, Pages 376-381
    Murray-Davis, B.; Marshall, M.; Gordon, F.
    Cited by SciVerse Scopus (1)
  25. Job satisfaction among nurses: a literature review • Article
    International Journal of Nursing Studies, Volume 42, Issue 2, February 2005, Pages 211-227
    Lu, H.; While, A.E.; Louise Barriball, K.
    Cited by SciVerse Scopus (167)
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