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A Saúde, a Sociedade, a Tecnologia, o Futuro e muito humor à mistura!!!
terça-feira, 16 de outubro de 2012
A nova carreira de Enfermagem by Cogitare em Saúde
A nova carreira de Enfermagem by Cogitare em Saúde:

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Foram apenas meses de negociações. O Ministério da Saúde e das Finanças e sindicatos médicos chegaram finalmente a acordo no passado domingo, com cedências de ambas as partes.
Mas, no fim, todos concordaram que será um bom acordo para os profissionais e para os doentes.
Tendo por base este acordo recente, o Cogitare em Saúde levanta algumas questões fazendo sempre o paralelo com o que foi aprovado da carreira médica.
O Cogitare em Saúde propõem a nova Carreira de Enfermagem
ver imagem em baixo
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Orçamento de Estado - Saúde 2013
Orçamento de Estado - Saúde 2013:

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(Clicar para ampliar e ler)
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Isto é inqualificável! Um país onde na rubrica das políticas de recursos humanos não constam os termos "Enfermagem" ou "Enfermeiros" - onde a única valorização é da carreira médica - é um país ingovernável, discriminador e insustentável, sem projectos ou estratégia consistente. É um país que modela um sistema de saúde sem futuro.
Ler aqui o Orçamento de Estado para 2013.
Ler aqui o Orçamento de Estado para 2013.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O DESGOVERNO DO DR. PASSOS COELHO E DO "DR." RELVAS
O DESGOVERNO DO DR. PASSOS COELHO E DO "DR." RELVAS:
O Procurador Geral da República já saiu, mas não o fez sem ilibar Miguel Relvas no processo da Lusófona. Corre um processo no Ministério da Educacao e Ciencia, mas esse depende, em ultima instancia, do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Ninguém percebia como e que o "doutor" Relvas continua no governo, mas os artigos que o "Público" tem publicado, da autoria do jornalista José António Cerejo, talvez nos ajudem a perceber porquê: Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas são cúmplices um do outro em negócios muito estranhos onde entraram dinheiros do Estado. Com este passado, alguém deposita confiança em qualquer um deles - e ainda menos nos dois - para conduzir os negócios do Estado com o nosso dinheiro?

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O Procurador Geral da República já saiu, mas não o fez sem ilibar Miguel Relvas no processo da Lusófona. Corre um processo no Ministério da Educacao e Ciencia, mas esse depende, em ultima instancia, do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Ninguém percebia como e que o "doutor" Relvas continua no governo, mas os artigos que o "Público" tem publicado, da autoria do jornalista José António Cerejo, talvez nos ajudem a perceber porquê: Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas são cúmplices um do outro em negócios muito estranhos onde entraram dinheiros do Estado. Com este passado, alguém deposita confiança em qualquer um deles - e ainda menos nos dois - para conduzir os negócios do Estado com o nosso dinheiro?
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domingo, 14 de outubro de 2012
Projecto Red Bull Stratos, a pura da loucura
Projecto Red Bull Stratos, a pura da loucura:
Felix Baumgartner e a sua equipa conseguiram alcançar três dos quatro records mundials a que se propunham: o primeiro homem a ultrapassar a barreira do som em queda livre, o salto mais alto de sempre, mais tempo em queda livre e o balão mais alto de sempre.

O dia foi longo para a equipa de Felix Baumgartne. A equipa começou os preparativos às 3 da manhã, houve um pequeno percalço que atrasou o lançamento mas 10 horas depois a missão tinha sido dado como concluída. Apesar dos quatro records não terem sido batidos, a missão foi considerada um sucesso. Felix Baumgartner abriu o paraquedas mais cedo do que era planeado (abriu aos 6600 pés em vez de abrir apenas aos 5000 pés) e portanto Joe Kittinger ainda mantém o seu record, batido em 1961.
Eu acho que as pessoas naquela altura ainda eram mais malucas do que agora!
Joe Kittinger saltou de uma altura menor mas esteve mais tempo no ar.
Aqui fica um vídeo (com legendas em Português) do salto concretizado por Joe. Reparem na diferença dos materiais da altura para os materiais de agora!
A Red Bull foi o maior patrocinador do projecto Stratos e para além do equipamento e dinheiro, também elaborou um site muito porreiro, para que o resto do planeta pudesse observar a missão em direto. Houve algumas falhas no streaming online mas muito aceitáveis.
Os novos records do mundo são agora:

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Felix Baumgartner e a sua equipa conseguiram alcançar três dos quatro records mundials a que se propunham: o primeiro homem a ultrapassar a barreira do som em queda livre, o salto mais alto de sempre, mais tempo em queda livre e o balão mais alto de sempre.

O dia foi longo para a equipa de Felix Baumgartne. A equipa começou os preparativos às 3 da manhã, houve um pequeno percalço que atrasou o lançamento mas 10 horas depois a missão tinha sido dado como concluída. Apesar dos quatro records não terem sido batidos, a missão foi considerada um sucesso. Felix Baumgartner abriu o paraquedas mais cedo do que era planeado (abriu aos 6600 pés em vez de abrir apenas aos 5000 pés) e portanto Joe Kittinger ainda mantém o seu record, batido em 1961.
Eu acho que as pessoas naquela altura ainda eram mais malucas do que agora!
Aqui fica um vídeo (com legendas em Português) do salto concretizado por Joe. Reparem na diferença dos materiais da altura para os materiais de agora!
A Red Bull foi o maior patrocinador do projecto Stratos e para além do equipamento e dinheiro, também elaborou um site muito porreiro, para que o resto do planeta pudesse observar a missão em direto. Houve algumas falhas no streaming online mas muito aceitáveis.
Os novos records do mundo são agora:
- Salto mais alto: 127776 pés
- Maior altitude alcançada por um balão tripulado: 127776 pés
- Maior velocidade em queda livre: 1136,2 Km/h
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Relvas e Passos agiram juntos para angariar contratos: os documentos
Relvas e Passos agiram juntos para angariar contratos: os documentos: Pelo menos, três documentos de arquivo contam as diligências em simultâneo de Miguel Relvas e de Passos Coelho junto da Ordem dos Arquitectos para conseguirem contratos para a Tecnoforma, no âmbito do programa Foral.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Golfe Para Lamentar
Golfe Para Lamentar:
Estado paga torneio de golfe a deputados e não só. Associação dos ex-deputados e grupo desportivo receberam 286 mil euros do Orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos
Saiu do orçamento da Assembleia da República dinheiro para financiar, este ano, um torneio de golfe para deputados, na Quinta da Marinha, entre 11 e 13 de Julho.
Segundo o jornal a Associação dos ex-deputados do Parlamento (AEDAR) e o Grupo Desportivo receberam à volta de 286 mil euros do orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos. Só em 2012, a primeira encaixou 42,5 mil euros vindos do Estado e a segunda outros 15,2 mil euros.
Um montante que se destina também a custear o gabinete que a associação possui na assembleia, com uma funcionária a tempo inteiro e um técnico de contas, para além de apoiar antigos deputados com reformas baixas.
Contrariamente a muitos que defendem a diminuição do número de deputados eu prefiro que se lhes reduzam as mordomias. Olhe-se para o exemplo da Suécia em que os deputados vindos de fora da capital vivem em pequenos apartamentos com cozinha e sala de lavagem comuns onde cada um faz a sua comida e lava a sua roupa. Não Têm empregada, assim como o Primeiro Ministro, nem assessores ou secretárias. Afinal o deputado devia ser visto como alguém que ser o país e não como alguém que se serve dele. Temos de procurar uma nova forma de democracia mais verdadeira e participativa e modificar tanto na forma como são escolhidos como na forma como representam e são avaliados pelos seus eleitores. Aquilo que temos é uma vergonha que faz da democracia que temos uma palhaçada.

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Estado paga torneio de golfe a deputados e não só. Associação dos ex-deputados e grupo desportivo receberam 286 mil euros do Orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos
Saiu do orçamento da Assembleia da República dinheiro para financiar, este ano, um torneio de golfe para deputados, na Quinta da Marinha, entre 11 e 13 de Julho.
Segundo o jornal a Associação dos ex-deputados do Parlamento (AEDAR) e o Grupo Desportivo receberam à volta de 286 mil euros do orçamento da Assembleia da República nos últimos cinco anos. Só em 2012, a primeira encaixou 42,5 mil euros vindos do Estado e a segunda outros 15,2 mil euros.
Um montante que se destina também a custear o gabinete que a associação possui na assembleia, com uma funcionária a tempo inteiro e um técnico de contas, para além de apoiar antigos deputados com reformas baixas.
Contrariamente a muitos que defendem a diminuição do número de deputados eu prefiro que se lhes reduzam as mordomias. Olhe-se para o exemplo da Suécia em que os deputados vindos de fora da capital vivem em pequenos apartamentos com cozinha e sala de lavagem comuns onde cada um faz a sua comida e lava a sua roupa. Não Têm empregada, assim como o Primeiro Ministro, nem assessores ou secretárias. Afinal o deputado devia ser visto como alguém que ser o país e não como alguém que se serve dele. Temos de procurar uma nova forma de democracia mais verdadeira e participativa e modificar tanto na forma como são escolhidos como na forma como representam e são avaliados pelos seus eleitores. Aquilo que temos é uma vergonha que faz da democracia que temos uma palhaçada.
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A solidariedade da ESEP!
A solidariedade da ESEP!:
As Escolas de Enfermagem andam "aborrecidas" com a Ordem dos Enfermeiros no que concerne à atribuição de títulos de Enfermeiro Especialista. Apenas porque a Ordem decidiu exercer, meticulosamente, de forma escrupulosa a suas atribuições.

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As Escolas de Enfermagem andam "aborrecidas" com a Ordem dos Enfermeiros no que concerne à atribuição de títulos de Enfermeiro Especialista. Apenas porque a Ordem decidiu exercer, meticulosamente, de forma escrupulosa a suas atribuições.
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Durante anos, abriram cursos, especializações e tudo mais, ao sabor duma intolerável maré anárquica - sem quaisquer critérios de necessidade, adequação e razoabilidade, ou sem qualquer estratégia formativa. Cingiram-se tão só ao argumento do tacho. Para alimentar um corpo docente faminto, era um "toc'abrir" de cursos e cursinhos, para que se vendessem a Enfermeiros, em troca de uns euros, para manter o nome na porta de um gabinete. Não interessava o respeito pelo quadro legal vigente, nem por regra definida alguma. Mudavam as regras do jogo quando lhes apetecia, enquanto continuavam a extorquir dinheiro, a alunos que nelas confiavam.
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A Escola Superior de Enfermagem do Porto (dirigida pelo Prof. Paulo Parente, que é contra tudo o que posso "ameaçar" o seu "tacho"), emitiu um comunicado indignado (põe tudo em causa, menos os seus próprios erros) porque a Ordem recusou a atribuição de títulos de Especialista a alunos da instituição. Em reposta, a Ordem dos Enfermeiros emitiu um comunicado, perfeitamente sustentado, esclarecendo os (já cristalinos) motivos da decisão:
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(Clicar para ampliar e ler)
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Desprovida de argumento válidos, a ESEP, no tal comunicado assinado pelo Prof. Parente, é peremptória: "como principais visados, caberá, em primeira instância, a estes enfermeiros, e não à Escola, responder em sede de audiência de interessados (...) Aqueles que o desejem fazer poderão contar, desde já, não só com a solidariedade, mas, também, como o apoio da ESEP [que não cumpriu os requisitos legais]".
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Ou seja, o guito das propinas já está do lado da ESEP (já pagou o vencimento ao Prof. Parente), agora cada um que se desenrasque como quiser e boa sorte. Solidariamente lindo!
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Ou seja, o guito das propinas já está do lado da ESEP (já pagou o vencimento ao Prof. Parente), agora cada um que se desenrasque como quiser e boa sorte. Solidariamente lindo!
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
Racionar a vida
Racionar a vida:

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No parecer solicitado pelo Ministério da Saúde o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida defende que o racionamento de tratamentos é legítimo e deve ser feito depois de ouvidos os médicos, os gestores e os doentes.
Em entrevista à Antena 1, Miguel Oliveira da Silva, presidente deste órgão consultivo, afirma que "não só é legítimo como, mais do que isso, desejável". "Vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo", diz.
"Será que mais dois meses de vida, independentemente dessa qualidade de vida, justifica uma terapêutica de 50 mil, 100 mil ou 200 mil euros? Tudo isso tem de ser muito transparente e muito claro, envolvendo todos os interessados", sustenta.
Já há algum tempo num debate a Manuela Ferreira Leite e o empregado do grande merceeiro, o António Barreto tinham questionado se valeria a pena pagar os tratamentos mais caros a que quem tivesse mais de 70 anos. Esta gente só pensa em números e colocam-nos acima das pessoas. Agora é um Conselho que se diz da ética da vida que quer racionar os tratamentos dizendo que não podem ser para todos. Sorteia-se ou escolhe-se pela cor do cartão do Partido? Já agora, para as finanças mais vale dar logo uma injecção atrás da orelha a quem atinja a idade da reforma que passam a ser gente que só dá despesa.
Mas, por mais indignados que possamos ficar com esta corja toda até pode ter uma vantagem é que um dia não teremos tantos escrúpulos na forma de os corrermos a pontapé.
Mas, por mais indignados que possamos ficar com esta corja toda até pode ter uma vantagem é que um dia não teremos tantos escrúpulos na forma de os corrermos a pontapé.
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Se o ridículo pagasse imposto este ia à falência
Se o ridículo pagasse imposto este ia à falência:

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Miguel Relvas avisou para a falta de confiança dos cidadãos nos políticos Europeus. Olha quem vem falar de confiança nos políticos. Um cadáver politico que já faz parte da história das anedotas do país, merecido porque ser a única coisa conseguida sem ser por equivalências. Haverá ainda alguém neste país que não se ria ou vomite quando o ouve falar? Pessoalmente a mim dá-me náuseas mas acabo sempre por me rir com mais uma anedota.
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Pânico no 5 de Outubro
Pânico no 5 de Outubro:

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5 de outubro: a República proclamada... à porta fechada. Sem primeiro-ministro, longe do povo e pela última vez antes do fim do feriado, esta será uma data comemorada quase às escondidas. 112 anos depois chegámos ao dia em que pela primeira vez o chefe de Governo não vai estar nas comemorações e as cerimónias oficiais (com direito a discurso do Presidente da República) não decorrerão no Largo do Município, mas num outro espaço logo ali ao lado, o Pátio da Galé.
Desde que Cavaco Silva chegou à Presidência, em 2006, os jardins do Palácio de Belém estavam abertos ao público no dia da República, e próprio chefe de Estado costumava aparecer e contactar com os visitantes mas este ano os jardins de Belém não abrirão ao público por «razões de contenção de custos», disse à Lusa fonte oficial da Presidência da República.
Bem podem falar de contenção de custos que é evidente que é medo que os faz esconderem-se por detrás de portas. Quando se chega a um momento em que os governante têm medo do seu povo isso quer dizer que a democracia já não existe. Quando só saem à rua com reforços policiais, entram pelas portas das traseiras para evitar contactos com os cidadãos e levam para dentro de portas e transformam em privadas celebrações que sempre foram públicas é porque o medo já se transformou em terror e vivem num constante pânico. Esse é um momento em que já só representam os seus donos e a democracia está morta. Também é este o momento em que temos nós que reconstruir uma nova democracia, mais participativa e mais verdadeira. Uma democracia que vai exigir o empenho e a participação de todos mas que vale a pena pois assim poderemos construir um futuro para todos alternativo a este a que nos querem condenar de precariedade, desemprego, fome e miséria. Está na hora de a exigirmos e a construirmos.
Desde que Cavaco Silva chegou à Presidência, em 2006, os jardins do Palácio de Belém estavam abertos ao público no dia da República, e próprio chefe de Estado costumava aparecer e contactar com os visitantes mas este ano os jardins de Belém não abrirão ao público por «razões de contenção de custos», disse à Lusa fonte oficial da Presidência da República.
Bem podem falar de contenção de custos que é evidente que é medo que os faz esconderem-se por detrás de portas. Quando se chega a um momento em que os governante têm medo do seu povo isso quer dizer que a democracia já não existe. Quando só saem à rua com reforços policiais, entram pelas portas das traseiras para evitar contactos com os cidadãos e levam para dentro de portas e transformam em privadas celebrações que sempre foram públicas é porque o medo já se transformou em terror e vivem num constante pânico. Esse é um momento em que já só representam os seus donos e a democracia está morta. Também é este o momento em que temos nós que reconstruir uma nova democracia, mais participativa e mais verdadeira. Uma democracia que vai exigir o empenho e a participação de todos mas que vale a pena pois assim poderemos construir um futuro para todos alternativo a este a que nos querem condenar de precariedade, desemprego, fome e miséria. Está na hora de a exigirmos e a construirmos.
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Mais uma poupança do governo...para os amigos
Mais uma poupança do governo...para os amigos:

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«O Governo decidiu extinguir a Fundação das Salinas do Samouco, instituição que o Estado se comprometeu a criar junto de Bruxelas como contrapartida do financiamento comunitário para a construção da Ponte Vasco da Gama.
A fundação tinha por objectivo preservar as salinas que se encontram na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo. Entre as entidades presentes na génese da fundação, está a Lusoponte, presidida por Ferreira do Amaral, que, como concessionária da ponte, assumiu o compromisso de contribui r com 300 mil euros anuais, até 2030, para o funcionamento da fundação. Com a extinção decretada, o Estado liberta a Lusoponte de qualquer compromisso e transfere todas as responsabilidades para o Instituto Nacional de Conservação da Natureza.» [CM]
Mais uma enorme poupança. Não para o Estado mas para a Lusoponte. Vivemos tempos loucos em que uma vezes por incompetência, noutras por desespero e noutras por compadrio este governo vai destruindo o país e quem nele vive. Esta noticia prova-o e mostra que temos de mudar e quanto mais depressa melhor. Tem de ser antes que destruam o pouco que ainda nos resta e já não é muito.
A fundação tinha por objectivo preservar as salinas que se encontram na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo. Entre as entidades presentes na génese da fundação, está a Lusoponte, presidida por Ferreira do Amaral, que, como concessionária da ponte, assumiu o compromisso de contribui r com 300 mil euros anuais, até 2030, para o funcionamento da fundação. Com a extinção decretada, o Estado liberta a Lusoponte de qualquer compromisso e transfere todas as responsabilidades para o Instituto Nacional de Conservação da Natureza.» [CM]
Mais uma enorme poupança. Não para o Estado mas para a Lusoponte. Vivemos tempos loucos em que uma vezes por incompetência, noutras por desespero e noutras por compadrio este governo vai destruindo o país e quem nele vive. Esta noticia prova-o e mostra que temos de mudar e quanto mais depressa melhor. Tem de ser antes que destruam o pouco que ainda nos resta e já não é muito.
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Assembleia da República Paga Torneio de Golfe a Deputados
Assembleia da República Paga Torneio de Golfe a Deputados:
A associação dos ex-deputados do parlamento português e o grupo desportivo receberam mais de 286 mil euros nos últimos 5 anos! A informação é avançada pelo jornal “i”. Só este ano, a associação de ex-deputados recebeu 42,5 mil euros e o grupo desportivo 15,2 mil euros. De acordo com o parlamento, estas comparticipações são aprovadas [...]
Clica aqui para ver o artigo completo: Assembleia da República Paga Torneio de Golfe a Deputados

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A associação dos ex-deputados do parlamento português e o grupo desportivo receberam mais de 286 mil euros nos últimos 5 anos! A informação é avançada pelo jornal “i”. Só este ano, a associação de ex-deputados recebeu 42,5 mil euros e o grupo desportivo 15,2 mil euros. De acordo com o parlamento, estas comparticipações são aprovadas [...]
Clica aqui para ver o artigo completo: Assembleia da República Paga Torneio de Golfe a Deputados
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Junta gasta dinheiro em vacinas da Gripe para proveito das Farmácias ??
Junta gasta dinheiro em vacinas da Gripe para proveito das Farmácias ??:
Ao lermos o anúncio que se segue onde a Junta de Matosinhos escreve relativamente à vacinação da gripe sazonal: ”O Governo falha e a Solidariedade resolve”, ficamos curiosos …

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Ao lermos o anúncio que se segue onde a Junta de Matosinhos escreve relativamente à vacinação da gripe sazonal: ”O Governo falha e a Solidariedade resolve”, ficamos curiosos …
Ainda mais alarmados ficamos ao lermos que esta Junta está preocupada com as Fármacias … e com os seus stocks excessivos ????
Ora, este ano o Governo e o Ministério da Saúde, até reforçaram a campanha da vacinação da gripe e esta passou a ser distribuída de forma gratuita, nos Centros de Saúde a todos os utentes com mais de 65 anos de idade (se calhar o problema foi aqui para algumas fármacias) , logo não entendo onde é que o Governo falhou .. tal como o post no site desta junta refere !
Pior levanto algumas preocupações:
- Quem administra estavas vacinas da Gripe – Os farmacêuticos ?
- No caso de uma Paragem Cardio-Respiratória existe o material que a DGS refere ser necessário ?
- Qual o circuito de lixos, para o lixo doméstico ?
- Quanto custará esta campanha de vacinação da junta ?
- O registos destas vacinas serão efectuados no programa informático SINUS nos centros de saúde ?
Em suma apesar das 1,1 milhões de vacinas que estão disponíveis nos centros de saúde, sem ser necessária receita, e são gratuitas para todas as pessoas com idade superior a 65 anos, ao contrário do que acontecia no ano passado, esta junta acredita que ainda é necessário ir mais longe !
Quantas mais juntas deste Portugal seguirão este exemplo Eleitoral ?
Para mais informações sobre a campanha de vacinação poderão ainda consultar o Site da DGS e a Orientação nº 013/2012 de 21/09/2012 – Atualização 24/09/2012
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CERÚMEN | Cera do ouvido
CERÚMEN | Cera do ouvido:
O cerume ou cerúmen, vulgarmente conhecido como a cera do ouvido, é uma substância produzida pelas glândulas dos ouvidos, que tem como função proteger a pele do canal auditivo externo de danos provocados pela água, traumas, corpos estranhos, infecções, etc.
O acúmulo de cerume é geralmente assintomático, mas pode, ocasionalmente, causar sintomas incômodos, como a perda de audição, coceira, desconforto ou sensação de ouvido entupido de cera.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a cera de ouvido:
O cerúmen é uma substância produzida no canal auditivo, que é a parte mais externa do sistema auditivo, localizada entre a membrana timpânica e o orifício da orelha (ver imagem abaixo).
O ragião mais próxima do exterior do ouvido possui glândulas ceruminosas e glândulas sebáceas, responsáveis pela produção de sebo e gordura. A cera do ouvido é o resultado da mistura deste sebo com sujeiras, pele descamada, bactérias, água e restos de pelos que existem no ouvido. A cera é produzida exclusivamente no terço mais externo do ouvido, podendo ser encontrada mais profundamente, perto do tímpano, somente se tiver sido empurrada por cotonetes, grampos, tampa de caneta ou qualquer outro corpo estranho introduzido no ouvido.
O cerúmen é importante para a saúde do ouvido, pois ele serve de proteção contra traumas, ressecamento e bactérias. A cera possui diversas propriedades protetoras, como impermeabilidade à água, presença de anticorpos e um pH ácido (que combatem germes presentes no ouvido), consistência pegajosa, que ajuda a grudar corpos estranhos minúsculos, além de servir como lubrificante do canal auditivo, o que diminui o risco de ressecamento e lesões.
O ouvido externo é "autolimpante". As suas células vão se renovando sempre de dentro para fora, o que faz com que o cerúmen seja naturalmente e continuamente empurrado para fora do ouvido. As pessoas tendem a achar que a existência de pedacinhos de cera do lado de fora do ouvido seja um sinal de excesso de cerúmen ou de ouvido entupido por cera. Na verdade, isto é apenas o ouvido trabalhando adequadamente para eliminar porções de cera antiga.
Sintomas do ouvido entupido de cera
Como já explicado, a cera não é uma doença ou problema de saúde, por isso, a sua simples existência não causa nenhum sintoma.
O problema da cera do ouvido surge quando a mesma fica impactada e causa obstrução do canal auditivo. Neste caso os seguintes sintomas podem estar presentes:
Uma das causas mais comuns de entupimento do canal auditivo por cera é o uso de cotonetes ou outros objetos com intuito de limpar o ouvido. O cotonete é muito grande e acaba que empurra a cera muito mais do que consegue remover. O seu uso frequente pode criar um grande rolha no fundo do canal auditivo, fazendo com que o processo de natural de limpeza do ouvido seja incapaz de empurrar todo o cerúmen impactado.
O processo normal de envelhecimento também pode ser um fator de risco. Pessoas mais velhas produzem um cerúmen mais duro e menos lubrificado, que, junto com alterações e agressões à pele que recobre o ouvido, provocam uma redução na capacidade de expulsar a cera.
Pessoas com alterações na anatomia do ouvido, seja de nascença, por infecções frequentes de ouvido ou causada por traumas, podem ter um canal auditivo mais apertado, o que favorece a impactação do cerúmen.
Em alguns casos, porém, não conseguimos encontrar nenhum motivo claro para a ocorrência do entupimento do ouvido por cera. Algumas pessoas simplesmente produzem mais cerúmen do que o ouvido é capaz de eliminar, estando sob risco permanente de criar rolhas de cerúmen.
Como remover cera do ouvido
O cerúmen deve ser removido sempre que o paciente tiver algum dos sintomas descritos anteriormente. Existem basicamente três modos para se remover o excesso de cera dos ouvidos: ceruminolíticos, irrigação ou remoção mecânica pelo otorrinolaringologista.
Os ceruminolíticos são são substâncias que podem ser pingadas nos ouvidos com o objetivo de amolecer o cerúmen, facilitando sua expulsão natural. Um dos ceruminolíticos mais conhecidos é o Cerumin®. Gotas de óleo mineral também podem ser usadas. O uso de ceruminolíticos, apesar de serem simples e vendidos sem necessidade de receita médica nas farmácias, não deve ser feito sem orientação de um otorrinolaringologista. Pessoas com lesões do tímpano, dor ou sinais de infecção do ouvido não devem pingar nada sem orientação médica. Há também o risco dos ceruminolíticos ficarem presos atrás da rolha de cera, provocando irritação da membrana timpânica.
A irrigação é outra opção válida para remoção do cerúmen. O procedimento é geralmente feito com um jato de soro morno no ouvido com uma seringa grande de 200ml. O uso prévio de ceruminolíticos ajuda a amolecer a cera e aumenta a eficácia do procedimento. A irrigação também não deve ser feita em pacientes com dor, perfuração do tímpano ou sinais de infecção do ouvido. Apesar de ser um procedimento simples, o mais seguro é evitar o seu uso em casa, sem assistência de um profissional treinado, pois há riscos de perfuração do tímpano e infecção do ouvido se a irrigação for feita de forma errada.
A remoção mecânica do cerúmen é o método mais rápido e eficaz, mas só pode ser feito por um otorrinolaringologista. O médico, com instrumentos especiais, consegue visualizar diretamente o interior do ouvido, podendo remover facilmente o excesso de cera impactada.


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O cerume ou cerúmen, vulgarmente conhecido como a cera do ouvido, é uma substância produzida pelas glândulas dos ouvidos, que tem como função proteger a pele do canal auditivo externo de danos provocados pela água, traumas, corpos estranhos, infecções, etc.
O acúmulo de cerume é geralmente assintomático, mas pode, ocasionalmente, causar sintomas incômodos, como a perda de audição, coceira, desconforto ou sensação de ouvido entupido de cera.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a cera de ouvido:
- O que é o cerúmen.
- Sintomas do ouvido entupido de cera.
- O que causa impactação de cera no ouvido.
- Como remover cera do ouvido.
O cerúmen é uma substância produzida no canal auditivo, que é a parte mais externa do sistema auditivo, localizada entre a membrana timpânica e o orifício da orelha (ver imagem abaixo).
O ragião mais próxima do exterior do ouvido possui glândulas ceruminosas e glândulas sebáceas, responsáveis pela produção de sebo e gordura. A cera do ouvido é o resultado da mistura deste sebo com sujeiras, pele descamada, bactérias, água e restos de pelos que existem no ouvido. A cera é produzida exclusivamente no terço mais externo do ouvido, podendo ser encontrada mais profundamente, perto do tímpano, somente se tiver sido empurrada por cotonetes, grampos, tampa de caneta ou qualquer outro corpo estranho introduzido no ouvido.
O cerúmen é importante para a saúde do ouvido, pois ele serve de proteção contra traumas, ressecamento e bactérias. A cera possui diversas propriedades protetoras, como impermeabilidade à água, presença de anticorpos e um pH ácido (que combatem germes presentes no ouvido), consistência pegajosa, que ajuda a grudar corpos estranhos minúsculos, além de servir como lubrificante do canal auditivo, o que diminui o risco de ressecamento e lesões.
O ouvido externo é "autolimpante". As suas células vão se renovando sempre de dentro para fora, o que faz com que o cerúmen seja naturalmente e continuamente empurrado para fora do ouvido. As pessoas tendem a achar que a existência de pedacinhos de cera do lado de fora do ouvido seja um sinal de excesso de cerúmen ou de ouvido entupido por cera. Na verdade, isto é apenas o ouvido trabalhando adequadamente para eliminar porções de cera antiga.
Sintomas do ouvido entupido de cera
Como já explicado, a cera não é uma doença ou problema de saúde, por isso, a sua simples existência não causa nenhum sintoma.
O problema da cera do ouvido surge quando a mesma fica impactada e causa obstrução do canal auditivo. Neste caso os seguintes sintomas podem estar presentes:
- Diminuição da audição.
- Sensação de ouvido entupido.
- Coceira no ouvido.
- Dor de ouvido (leia: OTITE EXTERNA | Sintomas e tratamento).
- Tosse (leia: TOSSE | Causas e tratamento).
- Zumbido.
- Tonturas (leia: TONTURA E VERTIGEM | Causas e sintomas).
Uma das causas mais comuns de entupimento do canal auditivo por cera é o uso de cotonetes ou outros objetos com intuito de limpar o ouvido. O cotonete é muito grande e acaba que empurra a cera muito mais do que consegue remover. O seu uso frequente pode criar um grande rolha no fundo do canal auditivo, fazendo com que o processo de natural de limpeza do ouvido seja incapaz de empurrar todo o cerúmen impactado.
O processo normal de envelhecimento também pode ser um fator de risco. Pessoas mais velhas produzem um cerúmen mais duro e menos lubrificado, que, junto com alterações e agressões à pele que recobre o ouvido, provocam uma redução na capacidade de expulsar a cera.
Pessoas com alterações na anatomia do ouvido, seja de nascença, por infecções frequentes de ouvido ou causada por traumas, podem ter um canal auditivo mais apertado, o que favorece a impactação do cerúmen.
Em alguns casos, porém, não conseguimos encontrar nenhum motivo claro para a ocorrência do entupimento do ouvido por cera. Algumas pessoas simplesmente produzem mais cerúmen do que o ouvido é capaz de eliminar, estando sob risco permanente de criar rolhas de cerúmen.
Como remover cera do ouvido
O cerúmen deve ser removido sempre que o paciente tiver algum dos sintomas descritos anteriormente. Existem basicamente três modos para se remover o excesso de cera dos ouvidos: ceruminolíticos, irrigação ou remoção mecânica pelo otorrinolaringologista.
Os ceruminolíticos são são substâncias que podem ser pingadas nos ouvidos com o objetivo de amolecer o cerúmen, facilitando sua expulsão natural. Um dos ceruminolíticos mais conhecidos é o Cerumin®. Gotas de óleo mineral também podem ser usadas. O uso de ceruminolíticos, apesar de serem simples e vendidos sem necessidade de receita médica nas farmácias, não deve ser feito sem orientação de um otorrinolaringologista. Pessoas com lesões do tímpano, dor ou sinais de infecção do ouvido não devem pingar nada sem orientação médica. Há também o risco dos ceruminolíticos ficarem presos atrás da rolha de cera, provocando irritação da membrana timpânica.
A irrigação é outra opção válida para remoção do cerúmen. O procedimento é geralmente feito com um jato de soro morno no ouvido com uma seringa grande de 200ml. O uso prévio de ceruminolíticos ajuda a amolecer a cera e aumenta a eficácia do procedimento. A irrigação também não deve ser feita em pacientes com dor, perfuração do tímpano ou sinais de infecção do ouvido. Apesar de ser um procedimento simples, o mais seguro é evitar o seu uso em casa, sem assistência de um profissional treinado, pois há riscos de perfuração do tímpano e infecção do ouvido se a irrigação for feita de forma errada.
A remoção mecânica do cerúmen é o método mais rápido e eficaz, mas só pode ser feito por um otorrinolaringologista. O médico, com instrumentos especiais, consegue visualizar diretamente o interior do ouvido, podendo remover facilmente o excesso de cera impactada.
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Enfermeiros: adeus aos "suplementos" (nocturnos e fins-de-semana)?!?
Enfermeiros: adeus aos "suplementos" (nocturnos e fins-de-semana)?!?:

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A remuneração dos Enfermeiros é, só por si, parca e injustíssima; inferior a qualquer outro licenciado da Administração Pública. Todavia, em 2013 sofrerão (ainda) mais "cortes" do que todos os outros...?!!!
Pese o facto dos Enfermeiros laborarem por turnos (mesmo assim auferem um redimento inferior a quase todos outros licenciados), com sacrifícios pessoais, familiares e sociais, e atendendo ao desgaste, penosidade e elevado risco inerente ao exercício profissional... sofrerão mais cortes nas horas extraordinárias e, sobretudo, nos suplementos (nocturnos e fins-de-semana) para metade dos actuais magros valores?!!
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sábado, 6 de outubro de 2012
RINS POLICÍSTICOS | Doença policística renal
RINS POLICÍSTICOS | Doença policística renal:
A doença policística renal do adulto (chamada em Portugal de doença poliquística renal) é, como o próprio nome diz, uma doença caracterizada pelo crescimento de múltiplos cistos nos rins ao longo da vida adulta.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a doença policística renal:
A doença policística renal tem origem genética. É uma doença autossômica dominante, ou seja, se um dos seus pais tem rins policísticos, a sua chance de ter os genes defeituosos também é de 50%.
Todavia, não basta ter os genes da doença policística renal para que os cistos comecem a se proliferar descontroladamente. Os rins policísticos se manifestam de forma muito distinta entre cada indivíduo, sugerindo que fatores ambientas ainda não reconhecidos possam também ser importantes para o grau de progressão da doença.
85% dos pacientes com rins policísticos têm uma mutação no gene chamado PKD1. Os restantes 15% herdam a mutação no gene chamado PKD2. A mutação do PKD1 costuma provocar uma doença mais agressiva, com maior e mais rápido crescimento dos cistos nos rins. Este grupo costuma perder a função completa dos rins ao redor dos 55 anos de idade. A doença policística renal causada pela mutação no PKD2 é mais branda e de progressão mais lenta. Estes pacientes acabam só precisando de hemodiálise depois dos 70 anos de idade. Muitos falacem por outras doenças sem nem sequer terem tomado conhecimento de que tinham uma doença nos rins.
A doença policística renal acomete, em média, 1 a cada 1000 pessoas. É, portanto, uma doença muito comum. Atualmente, cerca de 5% dos pacientes que entram em hemodiálise, o fazem devido à insuficiência renal crônica causada pela doença policística renal (leia: O QUE É HEMODIÁLISE).
Sintomas dos rins policísticos
A doença policística renal costuma progredir de forma silenciosa por décadas, só provocando sintomas em fases tardias. Os cistos em si não causam sintomas até estarem bem grandes, quando, eventualmente, podem causar dor ou se romperem.
A maioria das pessoas descobre a doença por acaso, em exames de rotina como o ultrassom abdominal, que podem facilmente identificar a existência de múltiplos cistos nos rins. Pacientes com rins policísticos também podem desenvolver cistos em outros órgãos, como fígado e o pâncreas. Nestes, porém, os cistos não costuma causar maiores problemas.
Os dois sintomas mais comuns dos rins policísticos são a dor lombar e sangramento na urina (HEMATÚRIA | URINA COM SANGUE), que surgem em cerca de 50% dos casos.
A doença policística renal também pode provocar:
- Hipertensão arterial (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL | Sintomas e tratamento).
- Cálculo renal (leia: CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas).
- Perda de proteínas na urina (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA).
- Insuficiência renal crônica (leia: INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA).
- Infecção urinária (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | Pielonefrite).
- Aneurisma cerebral (leia: ANEURISMA CEREBRAL | Sintomas e tratamento).
A insuficiência renal crônica é a complicação mais temida dos rins policísticos, pois costuma levar à hemodiálise. A insuficiência renal é uma doença de progressão lenta e começa a ser detectável quando os cistos já são tão numerosos e grandes, que ocupam o lugar do tecido renal normal. Os cistos começam a comprimir o tecido renal sadio, destruindo-o com o passar do tempo.
A insuficiência renal crônica pode ser detectada através da dosagem da creatinina sanguínea (leia: CREATININA e UREIA). Todo paciente com rins policísticos deve ter sua creatinina dosada pelo menos uma vez por ano.
Além da creatinina, outro modo de se prever a evolução da doença é através
da medição anual do volume renal pela ressonância magnética. Rins com
volumes maiores que 1,5 litros apresentam pior prognóstico, assim como
aqueles que apresentam rápido crescimento dos cistos de um ano para o outro.
Em relação ao aneurisma cerebral, cerca de 5 a 10% dos pacientes com rins policísticos tem este problema. O risco é maior se também houver na família algum caso de aneurisma cerebral.
Rins policísticos e câncer do rim
Ao contrário do que se costuma pensar, na doença policística não há um
maior risco de desenvolver câncer do rim ou de qualquer outro órgão que
também venha a ter cistos. O problema é que quando ocorre um câncer no
rim é muito difícil identificá-lo no meio de tantos
cistos. Os cistos não viram câncer, mas podem acabar escondendo-o,
principalmente porque alguns cânceres podem também ter um aspecto de cisto. O
ultrassom feito por um bom radiologista costuma conseguir diferenciá-los
com facilidade. Quando há dúvidas, o médico pode solicitar uma
tomografia computadorizada ou uma ressonância magnética.
Diferenças entre rins policísticos e cisto nos rins.
Possuir alguns cistos isoladamente, principalmente após os 50 anos de
idade, não é um sinal de doença e não costuma provocar nenhuma repercussão
clínica, diferentemente da doença policística, que pode levar à lesão
dos rins e insuficiência renal crônica. É comum encontrarmos 1 ou 2 cistos nos rins de pessoas mais velhas, sem que isso tenha qualquer relevância clínica. (leia: CISTO RENAL | Significado, riscos e sintomas).

Ao contrário dos cistos simples, que costumam aparecer em pessoas acima de 50 anos, a doença policística renal inicia-se ainda quando jovem, com o aparecimento de múltiplos pequenos cistos (às vezes tão pequenos que podem inicialmente passar despercebidos pelo ultrassom), que vão crescendo e se multiplicando lentamente ao longo dos anos.
Critérios e diagnóstico de rins policístico:
Para facilitar a distinção entre doença policística renal em fases iniciais e cistos simples, estabeleceu-se alguns critérios diagnósticos:
- Para indivíduos até os 30 anos é normal ter até 1 cisto em cada rim.
- Para indivíduos entre 30 e 60 anos é normal ter até 2 cistos em cada rim.
- Para indivíduos a partir dos 60 anos é normal ter até 4 cistos em cada rim.
Se o paciente tiver mais cistos do que o normal e houver história familiar positiva para rins policísticos, o diagnóstico de doença policística renal está feito. Se não houver parentes com rins policísticos, o próximo passo é a realização de tomografia computadorizada ou ressonância magnética, exames que conseguem detectar cistos ainda muito pequenos, que podem passar despercebidos pelo ultrassom. Outra opção é realizar a investigação genética através do sangue, procurando identificar do genes PKD1 ou PKD2 mutantes, causadores da doença. Essa pesquisa genética, todavia, ainda é cara e não está disponível em todos os laboratórios.
Quando se faz o diagnóstico de doença renal policística é importante investigar os familiares de 1º grau maiores que 18 anos, para descobrir outros casos silenciosos precocemente.
Tratamento da doença policística renal
Infelizmente ainda não há cura nem tratamento eficaz contra a doença. O que se faz é tentar retardar o crescimento dos cistos e a evolução para insuficiência renal terminal. O passo mais importante é o controle da pressão arterial. Quanto mais alta for a pressão, mais rápido a doença se desenvolve. O ideal é mantê-la abaixo de 130 x 80 mmHg.
Os medicamentos mais indicados para tratar hipertensão na doença policística renal são os inibidores da ECA (captopril, enalapril, ramipril, lisinopril...) ou antagonistas da angiotensina 2 (losartan, telmisartana, candesartan, irbesartan...) (leia: TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO | Captopril, Losartan, Enalapril). Se não houver contra-indicações, deve-se dar preferência a este grupo de anti-hipertensivos.
Parece que beber bastante líquido retarda a progressão dos cistos, pois a desidratação seria um fator de estímulo ao crescimento dos cistos. Não adianta exagerar. Basta beber o suficiente para que a urina fique bem clarinha. O importante é evitar aquela urina bem amarelada e com odor forte (leia: URINA COM CHEIRO FORTE E MAL CHEIROSA). Em geral, 2 litros por dia conseguem esse objetivo.
Alguns trabalhos mostram que o consumo de cafeína também pode acelerar o
crescimento dos cistos. Por isso, até que se prove sua segurança,
aconselhamos os pacientes a evitar alimentos e bebidas ricos em cafeína.
Existem atualmente dois medicamentos sendo mais estudados para o tratamento da doença policística renal. Um deles é Tolvaptan, um inibidor dos receptores da vasopressina (hormônio antidiurético). O outro é a Rapamicina (Sirolimus) um imunossupressor muito usado no transplante renal. Ambos aprestam bons resultados preliminares, mas ainda não há estudos definitivos que comprovem sua eficácia e segurança em humanos com rins policísticos.
Nos pacientes que desenvolvem insuficiência renal crônica terminal há duas opções: hemodiálise ou transplante renal.


Leia mais clicando aqui...
A doença policística renal do adulto (chamada em Portugal de doença poliquística renal) é, como o próprio nome diz, uma doença caracterizada pelo crescimento de múltiplos cistos nos rins ao longo da vida adulta.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a doença policística renal:
- Causas da doença policística renal.
- Sintomas dos rins policísticos.
- Relação entre rins policísticos e câncer
- Diagnóstico de rins policístico.
- Tratamento da doença policística renal
A doença policística renal tem origem genética. É uma doença autossômica dominante, ou seja, se um dos seus pais tem rins policísticos, a sua chance de ter os genes defeituosos também é de 50%.
Todavia, não basta ter os genes da doença policística renal para que os cistos comecem a se proliferar descontroladamente. Os rins policísticos se manifestam de forma muito distinta entre cada indivíduo, sugerindo que fatores ambientas ainda não reconhecidos possam também ser importantes para o grau de progressão da doença.
85% dos pacientes com rins policísticos têm uma mutação no gene chamado PKD1. Os restantes 15% herdam a mutação no gene chamado PKD2. A mutação do PKD1 costuma provocar uma doença mais agressiva, com maior e mais rápido crescimento dos cistos nos rins. Este grupo costuma perder a função completa dos rins ao redor dos 55 anos de idade. A doença policística renal causada pela mutação no PKD2 é mais branda e de progressão mais lenta. Estes pacientes acabam só precisando de hemodiálise depois dos 70 anos de idade. Muitos falacem por outras doenças sem nem sequer terem tomado conhecimento de que tinham uma doença nos rins.
A doença policística renal acomete, em média, 1 a cada 1000 pessoas. É, portanto, uma doença muito comum. Atualmente, cerca de 5% dos pacientes que entram em hemodiálise, o fazem devido à insuficiência renal crônica causada pela doença policística renal (leia: O QUE É HEMODIÁLISE).
Sintomas dos rins policísticos
A doença policística renal costuma progredir de forma silenciosa por décadas, só provocando sintomas em fases tardias. Os cistos em si não causam sintomas até estarem bem grandes, quando, eventualmente, podem causar dor ou se romperem.
A maioria das pessoas descobre a doença por acaso, em exames de rotina como o ultrassom abdominal, que podem facilmente identificar a existência de múltiplos cistos nos rins. Pacientes com rins policísticos também podem desenvolver cistos em outros órgãos, como fígado e o pâncreas. Nestes, porém, os cistos não costuma causar maiores problemas.
Os dois sintomas mais comuns dos rins policísticos são a dor lombar e sangramento na urina (HEMATÚRIA | URINA COM SANGUE), que surgem em cerca de 50% dos casos.
A doença policística renal também pode provocar:
- Hipertensão arterial (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL | Sintomas e tratamento).
- Cálculo renal (leia: CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas).
- Perda de proteínas na urina (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA).
- Insuficiência renal crônica (leia: INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA).
- Infecção urinária (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | Pielonefrite).
- Aneurisma cerebral (leia: ANEURISMA CEREBRAL | Sintomas e tratamento).
A insuficiência renal crônica é a complicação mais temida dos rins policísticos, pois costuma levar à hemodiálise. A insuficiência renal é uma doença de progressão lenta e começa a ser detectável quando os cistos já são tão numerosos e grandes, que ocupam o lugar do tecido renal normal. Os cistos começam a comprimir o tecido renal sadio, destruindo-o com o passar do tempo.
A insuficiência renal crônica pode ser detectada através da dosagem da creatinina sanguínea (leia: CREATININA e UREIA). Todo paciente com rins policísticos deve ter sua creatinina dosada pelo menos uma vez por ano.
Além da creatinina, outro modo de se prever a evolução da doença é através
da medição anual do volume renal pela ressonância magnética. Rins com
volumes maiores que 1,5 litros apresentam pior prognóstico, assim como
aqueles que apresentam rápido crescimento dos cistos de um ano para o outro.
Em relação ao aneurisma cerebral, cerca de 5 a 10% dos pacientes com rins policísticos tem este problema. O risco é maior se também houver na família algum caso de aneurisma cerebral.
Rins policísticos e câncer do rim
Ao contrário do que se costuma pensar, na doença policística não há um
maior risco de desenvolver câncer do rim ou de qualquer outro órgão que
também venha a ter cistos. O problema é que quando ocorre um câncer no
rim é muito difícil identificá-lo no meio de tantos
cistos. Os cistos não viram câncer, mas podem acabar escondendo-o,
principalmente porque alguns cânceres podem também ter um aspecto de cisto. O
ultrassom feito por um bom radiologista costuma conseguir diferenciá-los
com facilidade. Quando há dúvidas, o médico pode solicitar uma
tomografia computadorizada ou uma ressonância magnética.
Diferenças entre rins policísticos e cisto nos rins.
Possuir alguns cistos isoladamente, principalmente após os 50 anos de
idade, não é um sinal de doença e não costuma provocar nenhuma repercussão
clínica, diferentemente da doença policística, que pode levar à lesão
dos rins e insuficiência renal crônica. É comum encontrarmos 1 ou 2 cistos nos rins de pessoas mais velhas, sem que isso tenha qualquer relevância clínica. (leia: CISTO RENAL | Significado, riscos e sintomas).

Ao contrário dos cistos simples, que costumam aparecer em pessoas acima de 50 anos, a doença policística renal inicia-se ainda quando jovem, com o aparecimento de múltiplos pequenos cistos (às vezes tão pequenos que podem inicialmente passar despercebidos pelo ultrassom), que vão crescendo e se multiplicando lentamente ao longo dos anos.
Critérios e diagnóstico de rins policístico:
Para facilitar a distinção entre doença policística renal em fases iniciais e cistos simples, estabeleceu-se alguns critérios diagnósticos:
- Para indivíduos até os 30 anos é normal ter até 1 cisto em cada rim.
- Para indivíduos entre 30 e 60 anos é normal ter até 2 cistos em cada rim.
- Para indivíduos a partir dos 60 anos é normal ter até 4 cistos em cada rim.
Se o paciente tiver mais cistos do que o normal e houver história familiar positiva para rins policísticos, o diagnóstico de doença policística renal está feito. Se não houver parentes com rins policísticos, o próximo passo é a realização de tomografia computadorizada ou ressonância magnética, exames que conseguem detectar cistos ainda muito pequenos, que podem passar despercebidos pelo ultrassom. Outra opção é realizar a investigação genética através do sangue, procurando identificar do genes PKD1 ou PKD2 mutantes, causadores da doença. Essa pesquisa genética, todavia, ainda é cara e não está disponível em todos os laboratórios.
Quando se faz o diagnóstico de doença renal policística é importante investigar os familiares de 1º grau maiores que 18 anos, para descobrir outros casos silenciosos precocemente.
Tratamento da doença policística renal
Infelizmente ainda não há cura nem tratamento eficaz contra a doença. O que se faz é tentar retardar o crescimento dos cistos e a evolução para insuficiência renal terminal. O passo mais importante é o controle da pressão arterial. Quanto mais alta for a pressão, mais rápido a doença se desenvolve. O ideal é mantê-la abaixo de 130 x 80 mmHg.
Os medicamentos mais indicados para tratar hipertensão na doença policística renal são os inibidores da ECA (captopril, enalapril, ramipril, lisinopril...) ou antagonistas da angiotensina 2 (losartan, telmisartana, candesartan, irbesartan...) (leia: TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO | Captopril, Losartan, Enalapril). Se não houver contra-indicações, deve-se dar preferência a este grupo de anti-hipertensivos.
Parece que beber bastante líquido retarda a progressão dos cistos, pois a desidratação seria um fator de estímulo ao crescimento dos cistos. Não adianta exagerar. Basta beber o suficiente para que a urina fique bem clarinha. O importante é evitar aquela urina bem amarelada e com odor forte (leia: URINA COM CHEIRO FORTE E MAL CHEIROSA). Em geral, 2 litros por dia conseguem esse objetivo.
Alguns trabalhos mostram que o consumo de cafeína também pode acelerar o
crescimento dos cistos. Por isso, até que se prove sua segurança,
aconselhamos os pacientes a evitar alimentos e bebidas ricos em cafeína.
Existem atualmente dois medicamentos sendo mais estudados para o tratamento da doença policística renal. Um deles é Tolvaptan, um inibidor dos receptores da vasopressina (hormônio antidiurético). O outro é a Rapamicina (Sirolimus) um imunossupressor muito usado no transplante renal. Ambos aprestam bons resultados preliminares, mas ainda não há estudos definitivos que comprovem sua eficácia e segurança em humanos com rins policísticos.
Nos pacientes que desenvolvem insuficiência renal crônica terminal há duas opções: hemodiálise ou transplante renal.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
ESPORÃO DE CALCÂNEO | Dor no calcanhar
ESPORÃO DE CALCÂNEO | Dor no calcanhar:
O esporão de calcâneo, ou esporão de calcanhar, é um problema ortopédico que surge devido ao crescimento anormal de uma parte do osso do calcanhar, formando uma protuberância, que pode provocar intensa dor na sola do pé.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o esporão do calcanhar:
Calcâneo é nome dado ao osso do calcanhar. O esporão do calcâneo é uma protuberância óssea, que surge habitualmente na base do osso calcâneo, na sola do pé (veja ilustração ao lado). Outro local onde o esporão pode surgir é na região posterior do calcâneo, próximo à inserção do tendão de Aquiles.
O esporão costuma se desenvolver devido a microtraumas e inflamação crônica da parte inferior do calcanhar, afetando não só osso calcâneo, mas também os tendões e a fáscia plantar (ligamento localizado na planta dos pés, cuja uma das extremidades fica aderida ao osso calcâneo). Os múltiplos microtraumas e a inflamação crônica ao longo de vários meses favorecem a calcificação dos tecidos ao redor do osso do calcanhar, o que leva à formação dos esporões.
Causas de esporão do calcanhar
Qualquer situação que cause estresse crônico à região do calcanhar pode provocar o desenvolvimento de um esporão. Como uma das extremidades da fáscia plantar fica aderida à base do osso calcâneo, a fascite plantar (inflamação da fáscia) possui os mesmos fatores de riscos que o esporão de calcanhar (leia: FASCITE PLANTAR | Dor no pé), sendo comum a coexistência dos dois problemas ortopédicos.
São fatores de risco para o desenvolvimento do esporão de calcâneo e da fascite plantar:
Os esporões de calcanhar frequentemente causam pouco ou nenhum sintoma. A simples existência de um esporão não é suficiente para causar dor em cerca de 95% dos pacientes. Para haver dor é preciso existir também inflamação na região ao redor do calcanhar, geralmente com acometimento da fáscia plantar.
Apesar de ter uma forma pontiaguda, a dor do esporão não costuma ocorrer pelo espetamento de alguma estrutura ao seu redor. A dor surge pelo processo inflamatório local que é provocado por microtraumas repetitivos. Em geral, os pacientes com esporão de calcanhar que se queixam de dor apresentam também o quadro de fascite plantar (é bom salientar que o esporão do calcanhar não provoca a fascite plantar).
Portanto, não é o esporão em si que causa dor nos pés. O esporão é apenas um sinal indireto de que aquela região do calcanhar esteve nos últimos meses, ou anos, exposta a traumas e estresses repetitivos.
Quando há inflamação local o sintoma mais comum é uma dor na planta do pé, especialmente na região abaixo do calcanhar. A dor é tipicamente pior durante os primeiros passos, como ao sair da cama de manhã ou levantar-se depois de estar sentado por algum tempo.
Tratamento do esporão de calcanhar
O tratamento do esporão de calcâneo só é necessário quando há inflamação dos tecidos ao redor, habitualmente sob a forma de fascite plantar. Inicialmente, o controle da inflamação pode ser feito com repouso e gelo local.
Em casos mais resistentes, outras opções são a fisioterapia, com execícios e alongamentos específicos para os pés e panturrilhas, e o uso de calçados com palmilhas especiais para reduzir a pressão sobre o calcâneo e a fáscia plantar. Pessoas obesas devem emagrecer para reduzir o estresse que o excesso de peso provoca sobre os pés.
Se não houver contra-indicações, o uso de anti-inflamatórios por curto período ajuda bastante no controle do processo inflamatório (leia: ANTI-INFLAMATÓRIOS | Ação e efeitos colaterais). Injeções de corticoides no calcanhar podem ser utilizadas nos casos em que não há resposta satisfatória ao tratamento conservador (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais).
A cirurgia para retirada do esporão é a última alternativa e atualmente é raramente indicada, pois a grande maioria dos pacientes consegue controle da dor com medidas conservadoras.


Clica nas imagens para aumentar! Visita o blog
www.asminhasvisoesdomundo.blogspot.pt
para muitas mais fotos.
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O esporão de calcâneo, ou esporão de calcanhar, é um problema ortopédico que surge devido ao crescimento anormal de uma parte do osso do calcanhar, formando uma protuberância, que pode provocar intensa dor na sola do pé.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o esporão do calcanhar:
- O que é o esporão de calcanhar.
- Causas do esporão de calcâneo.
- Sintomas do esporão de calcanhar.
- Tratamento do esporão de calcâneo.
Calcâneo é nome dado ao osso do calcanhar. O esporão do calcâneo é uma protuberância óssea, que surge habitualmente na base do osso calcâneo, na sola do pé (veja ilustração ao lado). Outro local onde o esporão pode surgir é na região posterior do calcâneo, próximo à inserção do tendão de Aquiles.O esporão costuma se desenvolver devido a microtraumas e inflamação crônica da parte inferior do calcanhar, afetando não só osso calcâneo, mas também os tendões e a fáscia plantar (ligamento localizado na planta dos pés, cuja uma das extremidades fica aderida ao osso calcâneo). Os múltiplos microtraumas e a inflamação crônica ao longo de vários meses favorecem a calcificação dos tecidos ao redor do osso do calcanhar, o que leva à formação dos esporões.
Causas de esporão do calcanhar
Qualquer situação que cause estresse crônico à região do calcanhar pode provocar o desenvolvimento de um esporão. Como uma das extremidades da fáscia plantar fica aderida à base do osso calcâneo, a fascite plantar (inflamação da fáscia) possui os mesmos fatores de riscos que o esporão de calcanhar (leia: FASCITE PLANTAR | Dor no pé), sendo comum a coexistência dos dois problemas ortopédicos.
São fatores de risco para o desenvolvimento do esporão de calcâneo e da fascite plantar:
- Idade acima de 40 anos.
- Obesidade (leia: OBESIDADE | Síndrome metabólica).
- Pé chato.
- Pé cavo.
- Prática de esportes de alto impacto nos pés, como corrida, ballet e dança.
- Trabalhar muito tempo em pé, como seguranças, professores, cirurgiões, trabalhadores de fábrica, etc.
- Uso excessivo de salto alto.
- Uso de calçados pouco apropriados para os pés, como sapatos apertados, largos ou velhos.
- Alterações da marcha, como pisar com o pé torto, principalmente com a parte de dentro dos pés.
Os esporões de calcanhar frequentemente causam pouco ou nenhum sintoma. A simples existência de um esporão não é suficiente para causar dor em cerca de 95% dos pacientes. Para haver dor é preciso existir também inflamação na região ao redor do calcanhar, geralmente com acometimento da fáscia plantar.
Apesar de ter uma forma pontiaguda, a dor do esporão não costuma ocorrer pelo espetamento de alguma estrutura ao seu redor. A dor surge pelo processo inflamatório local que é provocado por microtraumas repetitivos. Em geral, os pacientes com esporão de calcanhar que se queixam de dor apresentam também o quadro de fascite plantar (é bom salientar que o esporão do calcanhar não provoca a fascite plantar).
Portanto, não é o esporão em si que causa dor nos pés. O esporão é apenas um sinal indireto de que aquela região do calcanhar esteve nos últimos meses, ou anos, exposta a traumas e estresses repetitivos.
Quando há inflamação local o sintoma mais comum é uma dor na planta do pé, especialmente na região abaixo do calcanhar. A dor é tipicamente pior durante os primeiros passos, como ao sair da cama de manhã ou levantar-se depois de estar sentado por algum tempo.
Tratamento do esporão de calcanhar
O tratamento do esporão de calcâneo só é necessário quando há inflamação dos tecidos ao redor, habitualmente sob a forma de fascite plantar. Inicialmente, o controle da inflamação pode ser feito com repouso e gelo local.
Em casos mais resistentes, outras opções são a fisioterapia, com execícios e alongamentos específicos para os pés e panturrilhas, e o uso de calçados com palmilhas especiais para reduzir a pressão sobre o calcâneo e a fáscia plantar. Pessoas obesas devem emagrecer para reduzir o estresse que o excesso de peso provoca sobre os pés.
Se não houver contra-indicações, o uso de anti-inflamatórios por curto período ajuda bastante no controle do processo inflamatório (leia: ANTI-INFLAMATÓRIOS | Ação e efeitos colaterais). Injeções de corticoides no calcanhar podem ser utilizadas nos casos em que não há resposta satisfatória ao tratamento conservador (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | efeitos colaterais).
A cirurgia para retirada do esporão é a última alternativa e atualmente é raramente indicada, pois a grande maioria dos pacientes consegue controle da dor com medidas conservadoras.
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