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terça-feira, 10 de julho de 2012

gente de confiança

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Compromissos...

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Compromissos...:

"O Governo comprometeu-se hoje acabar com a contratação de enfermeiros a baixo custo para o Serviço Nacional de Saúde, em resposta à contestação dos profissionais, anunciou o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros (...).

(...)O Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Germano Couto, referiu que o ministro Paulo Macedo se comprometeu hoje «a indexar o valor a ser pago aos enfermeiros pela tabela em vigor para a carreira de enfermagem».

O bastonário dos enfermeiros acrescentou que, conforme garantia do ministro da Saúde, «as contratações, daqui para a frente, de enfermeiros para a Função Pública será feita não pela prestação de serviços, com o recurso ao recibo verde, mas através de contratos individuais de trabalho»". link
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Pernas robóticas capazes de imitar andar humano

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Pernas robóticas capazes de imitar andar humano: Esta criação permite, por exemplo, investigar os processos desconhecidos por trás do andar humano, bem como formular teorias acerca do modo como os bebés aprendem a andar.
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Não há mulheres feias.... a prova

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Mother of Makeover - Pick your favorite:

Submitted by: nadan1977

Posted at: 2012-07-08 17:24:51

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Medidas equivalente ao quê?

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Medidas equivalente ao quê?:
Agora que o brilhante dr. Gaspar está a ler cuidadosamente o acórdão do Tribunal Constitucional sobre os subsídios e muito provavelmente já estará a estudar cuidadosamente as medidas equivalente, medias que um ranhoso de um porta-voz de um comissário europeu se apressou a exigir como se Portugal fosse o Burundi, importa fazer uma pergunta prévia: equivalentes a quê? 
  
Não se sabe muito bem o que um ministro que não sabia que o corte arbitrário dos subsídios seria considerado inconstitucional vai perceber no acórdão, mas deixemos o Gaspar estudar o acórdão, pode ser que entre o ponto inicial e o ponto final consiga  perceber alguma coisa do que está no meio. 
  
Quando o corte dos subsídios foi anunciado serviu para cobrir um desvio colossal pontual e da responsabilidade do governo de Sócrates. Inicialmente apenas se aplicou aos funcionários públicos porque estes eram uns malandros, depois passou a ser aplicado também aos inúteis dos pensionistas. Inicialmente foi dito que a medida vigorava por dois anos, depois passou a três, finalmente não era definitivo mas deixou de saber quando a situação seria corrigida. Em Portugal a medida foi divulgada como temporária, em Bruxelas foi entendida como definitiva.
  
O corte dos subsídios dos funcionários públicos e dos pensionistas é mais do que uma medida orçamental, é uma medida equivalente a um despedimento em massa de funcionários públicos. Mas em vez de se dar aos despedidos a oportunidade de encontrarem outro emprego bem remunerado, o ministro decidiu obriga-los a trabalhar por muito menos. Mais do que uma medida orçamental é uma condenação social de um grupo profissional decidida  por um governo à revelia do que prometeu em campanha eleitoral e à margem do estabelecido nos princípios constitucionais que regem uma democracia cujas regras estão a ser desprezadas por um governo e por um “p”residente da República.
  
Se as medidas tiverem de ser equivalentes ao impacto orçamental são fáceis de encontrar, mesmo no pressuposto de que o Governo não está disposto a eliminar institutos, a acabar com o regime mafioso das fundações, a reduzir os assessores e adjuntos, a combater a evasão fiscal, a reestruturar o Estado ou a aumentar o impostos sobre os mais ricos. Basta ao governo dividir a despesa por todos os que trabalham.
  
Mas as medidas não visavam apenas obter receita fiscal, visavam empobrecer um aparte da população usando o mercado de trabalho da função pública para exercer pressão sobre todo o mercado laboral. O governo não só cortou brutalmente o s rendimentos dos funcionários públicos, promoveu novas contratações (como as dos enfermeiros) promovendo leilões de mão de obra em tudo idênticos ao que se passava na Praça do Geraldo, em Évora, nos tempos mais negros dos latifúndios.
  
O que o governo estava fazendo era uma reengenharia social a coberto da crise financeira, sem qualquer mandato para isso, à revelia de qualquer debate público e com a anuência tácita de um “p”residente da República fraco e aparentemente debilitado física ou politicamente. O que o governo fez foi uma medida social inaceitável e para o fazer recorreu a uma tentativa de golpe de Estado, adoptou uma lei inconstitucional e divulgou-a como definitiva junto de instituições internacionais, numa tentativa de tornar inúteis a Constituição da República e a Presidência.
  
Agora não se percebe bem qo que deverão ser equivalentes a medidas, não se sabe o que foi prometido a Bruxelas, nem se sabe muito bem se o Gaspar quer apenas receita fiscal ou quer ser ele a decidir quais os portugueses que têm direito a viver e os que deverão ser condenados à fome ou à emigração forçada. De um governo de gente com cursos duvidosos, que inventa falsos desvios colossais, que não respeitam nem gostam do seu povo, que fazem do presidente gato sapato e que desrespeitam ostensivamente a Constituição é de esperar tudo.
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domingo, 8 de julho de 2012

2 notícias 2

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2 notícias 2: Auto-estrada do BES e da Mota em Madrid declara falência

10 mil famílias e empresas já faliram este ano

Em Espanha vão à falência as "auto-estradas"; em Portugal vão à falência as famílias para não irem à falências as auto-estradas.
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Caso Relvas: Outras licenciaturas rápidas e competentes

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Conheçam o primeiro robô controlado apenas pela mente

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Conheçam o primeiro robô controlado apenas pela mente:
É certo que estamos mais habituados a ver estas coisas nos filmes, mas hoje trago-vos um dos mais recentes avanços no controlo de robôs: o controlo com a mente! Sim, parece estranho mas quem sabe se talvez seja esse o futuro! Vejam mais já a seguir.
robot mente

Pela primeira vez, uma pessoa deitada numa máquina de ressonância magnética controlou apenas com a mente um robô a milhares de quilómetros de distância. Este avanço é extremamente importante, pois significa que no futuro iremos provavelmente controlar os nossos robôs a partir de casa apenas com a mente…
Numa explicação mais técnica, o que a máquina de ressonância magnética faz é analisar o comportamento do cérebro que reage de maneiras diferentes conforme o pensamento da pessoa. Neste caso, os investigadores concluíram que diferentes partes do cerebro são activadas mediante pensamentos diferentes nomeadamente o pensamento de andar, mexer a mão direita e a mão esquerda. Posto isto, à distância o robô interpreta os sinais enviados pela máquina e executa os movimentos correspondentes. Mas chega de conversa fiada e vamos ao video:
Claro que tudo isto está a largos anos de distância de se concretizar no dia-a-dia, no entanto é por baixo que se começa. Podem já começar a imaginar que daqui a uns anos vão estar sentados no sofá e a pedir através do pensamento uma cerveja ao vosso próprio C3PO!
Fonte


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Temas fracturantes: O direito à greve

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Temas fracturantes: O direito à greve:

Greves ou chantagem social?...

Quando se secularizou o direito à greve,  a greve consistia materialmente no facto de trabalhadores empregados em sectores de mão-de-obra intensiva ou assalariada, miseravelmente pagos por um trabalho escravizante, no limiar da sobrevivência e sem literacia ou representatividade (ou poder) social poderem, pelo menos, parar de produzir bens, parar de extrair os minérios, para resistir à miséria que lhes era imposta, para exigir que lhes fosse aumentada a mísera paga salarial, algo como, "por estes salários de fome, não trabalhamos, paguem-nos um pouco mais ou não trabalhamos" 

Poupando a descrição diacrónica do que foi a evolução (ou involução) do trabalho assalariado no último meio século e mais particularmente nas três últimas décadas, pergunta-se,
 - EM QUE CONSISTEM AS GREVES ACTUALMENTE?
-  Quem tem direito a fazer (e faz) greve?...

As greves do século XXI têm outra consubstanciação material, isto é, já não se trata da recusa de produzir riqueza quandop se é mal ou insuficientemente pago, ou reclamar contra calamitosas faltas de segurançano trabalho, consistem no facto de determinados operadores (ou trabalhadores) de serviços essenciais, e uns directa outros indirectamente integrados no Estado suspenderem a sua laboração, a prestação desses serviços, criando problemas sociais ao instante de forma a pressionar a administração do Estado para ceder às sua reivindicações. Então, 

- QUEM SÃO OS “TARBALHADORES” QUE FAZEM GREVE HOJE EM DIA?...
- SÃO QUAIS OS ASSALARIADOS QUE AINDA PODEM RECORRER À GREVE?...
- DE QUANTAS GREVES DE TRABALHADORES ASSALARIADOS, FABRIS, SE OUVIU FALAR NOS ÚLTIMOS 5 ANOS, por exemplo?


- Que greves se atrevem a fazer os trabalhadores precários, os do já mais de um milhão de trabalhadores dependentes contratados a recibo verde, os trabalhadores de call-centers contratados a prazo pelas empresas de out-bound/out-sourcing, etc.?...

- Porque será que se não regista uma greve de motoristas da Galp há mais de uma década, o mesmo acontecendo com os distribuidores postais e muitas outras centenas de milhar de trabalhadores que estando de facto numa relação de trabalho dependente têm que se colectar até como empresários em nome individual para fazeram a sua prestação de trabalho?

Que estranho paradigma é este que preserva o direito à greve a trabalhadores que não têm um contrato de trabalho mas sim um contrato de provimento vitalício ou a uma  pequena parcela dos trabalhadores dependentes (os tais das empresas do estado ou por ele suportadas), ao mesmo tempo que os trabalhadores mais mal pagos, com menos condições de progressão de carreira, mais socialmente desprotegidos deixaram de poder usar de todo esse direito?...


De há uma década para cá, pelo menos, sempre que é noticiada uma paralisação de trabalhadores fabris, esta já nada tem que ver com a greve por melhores salários, por regalias laborais ou sociais, antes é a paragem e é a resistência derradeira a meses de trabalho por receber, é a indignação e o  desespero perante a insolvabilidade, as contas em atraso, as expectativas defraudadas. São paralisações  noite e dia em condições confrangedoras, com vigílias sofridas para evitar a dissipação dos bens que  possam ainda garantir não um aumento, não uma redução de horas de trabalho, não uma redução na idade da reforma, mas tão só uma parte dos meses já trabalhados e a preços de miséria



Ao mesmo tempo, tomamos conhecimento de greves sectoriais (logo, mais greves porque desmultiplicadas), dos professores, dos técnicos tributários, da Carris, do Metropolitano, da Transtejo, da CP, da Tap... mas não há notícias de greves na Transdev, no Barraqueiro, na Viagens Resende...estarão estes motoristas todos mais bem pagos que os da Carris, por exemplo?...

Sendo direitos apenas aqueles que é possível exercer, afinal existe o direito à greve para todos os trabalhadores?

Que igualdade prática ou material há actualmente no uso do direito à greve?...

- Quando fazer greve passou a estar ao alcance de apenas alguns e sendo esses alguns os que já beneficiam de um estatuto positivamente diferenciado, estaremos ainda perante um direito ou já perante um privilégio?...

- E se essas greves e a sua frequência são inversamente proporcionais às dos demais trabalhadores, estaremos perante um privilégio ou um abuso de direitos?...


Quando trabalhadores da produção de bens ou serviços (transaccionáveis e em entidades de escopo lucrativo) paralisam a produção numa atitude que se traduz em algo como "por tão pouco preço, não produzo" e a consequência se reflecte estritamente nos lucros do seu empregador, estamos perante o uso do direito à greve;


mas quando professores, médicos, outros funcionários do estado, seja, da esfera da prestação dos serviços sociais do estado (saúde, educação, justiça, segurança, etc.), sejam funcionários da própria administração, todos com patamares remune-ratórios e de regalias muito acima dos seus pares privados, que não produzem, bens ou serviços transaccionáveis e  geradores de riqueza e mais valia, suspendem a sua laboração e congelam os seus serviços até que os prejuízos e o descontentamento social provocados sejam preocupantes e o Governo ceda às pressões, ou ainda, 


quando os operadores de empresas do estado (ou por ele suportadas) param de transportar trabalhadores, funcionários, prestadores de serviços, causando paralisação subsequente e criando os mesmos prejuízo descontentamento, i.é., 


quando afinal a sanção não seja imposta estritamente ao empregador, antes se use uma espécie de retaliação sobre reféns alheios ao conflito (sendo os reféns a própria sociedade, a população laboral das linhas de Sintra ou Cascais, turistas retidos ou bruscamente num aeroporto), podermos dizer que estamos ainda perante o mesmo direito à greve, isto éestaremos de facto em presença do direito à greve como ele foi secularizado, ou perante actos de chantagem social???


Ardina


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Temas Fracturantes: A tensão entre "público" e "privado"

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Temas Fracturantes: A tensão entre "público" e "privado":

Temas Fracturantes: A tensão entre funcionários públicos e os trabalhadores do sector privado é a inevitável tensão entre ricos de justiça discutível e os injustamente pobres:


Segundo dados estatísticos recentes, o salário médio do sector privado é de 700,00 euros mensais.
- É legítimo exigir a estes trabalhadores que contribuam através dos impostos para pagar 13º e 14º mês a funcionários que ganham 2, 3, 4 ou 5 mil euros por mês?...

- É legítimo exigir ao Isidro, operador de grua na construção civil que trabalha na dita grua faça chuva frio ou vento e ganha 700,00 euros mensais que quando compra o reles queijo de bola e do mais barato e uns pacotitos de leite achocolatado para o lanche que o filho leva para a escola, pague 23% de IVA para "subsidiar" as férias e o Natal de professores, quadros médios da função pública, directores, etc. que comem queijo a preços três vezes superiores a acompanhados de vinhos de garrafeira?...

- Quem ganha 2, 3, 4 ou 5 mil euros por mês precisa que venham os mais pobres subsidiar-lhe o Natal e as Férias (nos trópicos ou nas baleares)?...

- Afinal quem é que deve ser apoiado, ajudado, subsidiado?...

- É obsceno que um juiz ou um médico do SNS, por exemplo, recebam  10.000 euros só em dois "subsídios" quando nem esse montante total auferem pelo trabalho de um ano mais os mesmos "subsídios" os tais trabalhadores do sector privado.


As generalizações são sempre injustas. Referir os professores como exemplo e não referir outros quadros médios ou superiores, juízes, autarcas (presidentes, vereadores, quadros superiores), pode revelar-se injusto. Por outro lado, a própria designação funcionários públicos pode resultar tremendamente injusta, há  funcionários públicos com 30 anos de carreira que ainda não ganham 1.000 euros por mês. Por isso, que sentido faz juntar no mesmo lote os que ganham 5, 4, 3, ou dois mil e os que ou não chegam ou mal passam dos 1.000 euros?...
- O salário de uma auxiliar de acção educativa não chega sequer aos 600 euros mensais...

Por isso, quando falamos da função pública referimo-nos a quem, seja qual for o lugar ou função e na administração local ou central ganhe acima dos 1.500 euros ou dois mil euros mensais (duas vezes o salário médio da função privada), cidadãos que estão agora exultantes com a recente decisão do Tribunal constitucional: Então e quem ganha 5, 4, 3, ou até 2.000 euros por mês, à vista da nossa situação económica, precisa que lhes venham subsidiar o natal ou as férias?... 
- São assim tão pobrezinhos que têm até os que ganham menos de 1.000 euros (e estão aqui incluídos muitos funcionários públicos) que contribuir para lhes subsidiar o Natal e as férias??? 

- E FALAM DE IGUALDADE?... a menos que seja uma igualdade bi-horária, como nos contadores da EDP: procura-se que os funcionários públicos sejam iguais aos trabalhadores comuns no horário de "cheio" e que estes sejam iguais àqueles no horário... vazio.
~
Porque se não preocupa o TC com a gritante desigualdade que há entre Segurança Social e ADSE em desfavor dos trabalhadores do "regime geral"  (aliás, a pergunta pertinente seria porque existem 12 ou 13 subsistemas de saúde num pais com 11 milhões de habitantes)?...


- Um funcionário público decide que precisa de uma consulta de uma qualquer especialidade/especialista:  marca a consulta por telefone num qualquer perto de si do Grupo Trofa Saúde, daí a duas semanas (quando não menos) tem a consulta pela qual paga 3 euros;

. Por seu turno, o trabalhador comum tem que começar por marcar uma consulta no/a médico de família; PAGA DE TAXA MODERADORA 5,00 EUROS (!), Diz do que se queixa e a este caberá decidir se lhe passa ou não a P1 para uma consulta da especialidade. Pode o/a próprio/a medico/a de família marcar a consulta da especialidade, esta poderá demorar entre um e três anos e ainda sofrer vários adiamentos; quando o trabalhador comum for finalmente à consulta  (e se ainda estiver vivo), paga outra taxa moderadora...



Onde está aqui a igualdade?...
- Ao utente da ADSE é conferida capacidade de auto-médico de família; basta-lhe decidir  mentalmente a sua própria P1 e no espaço de 15 dias - e por 3 euros - está consultado; no de um mês pode ter sido já submetido a uma intervenção cirúrgica; se precisar de óculos tem ainda uma generosa comparticipação;

- O outro esqueceu entretanto a consulta de oftalmologia eternamente adiada e como tampouco lhe serão comparticipados os óculos apesar de auferir 1/3 ou 1/4 dos rendimentos do "público", já optou por compra uma daquelas próteses defeituosas e contra-recomendadas por dois euros nas lojas dos chineses...

Poupando divagações a alongamentos, esta igualdade tem este resultado prático:
 -  a tal professora primária (ou funcionária pública) aposentada aos 55, 5 ou 7 anos desenvolve um extremoso plano de medicina preventiva, praticamente não a paga e dispõe ainda de 25.000 a 30.000 euros por ano para fazer turismo, praia, descanso e ter qualidade de vida;


- A empregada comercial (ou trabalhadora comum) que porque nasceu no mesmo dia daquela tem rigorosamente a mesma idade, aparece na página da necrologia dois anos antes da sua bem mais tardia reforma: morreu de um cancro que nem foi diagnosticado nem tratado a tempo. Contribui até ao último suspiro, Para todos, incluindo a professora aposentada, excepto para si.

Porque se não pronuncia o TC sobre estas múltiplas desigualdades?...
- Porque nunca houve nem há um só membro do TC que esteja no regime geral da Segurança Social!...


Pouco antes de falecer (morte trágica, escusada, quase grotesca é bom lembrar), Sousa Franco deixou um estudo interessante e agitador: 68% da receita pública (impostos, taxas, contribuições) era gasta pelo próprio sistema; ficavam para a redistribuição da riqueza 32%, i.é., 32 em cada 100 euros. Digam-me, quem aceitaria colocar 1.000,00 euros num banco para ao fim de um ano já só valerem...320,00?!...


- E digam-me agora que não percebem ou que se não justifica, a tensão os funcionários públicos e os trabalhadores do sector privado...

E no que respeita à vertente mais importante da acumulação?...
- Porque é que os trabalhadores aposentados dos sectores primário  ou secundário (os da geração da riqueza) têm pensões iguais a metade do salário mínimo e quem sempre comeu dos impostos, em paridade social e estatutária, recebe 3, 4, 5, 6 ou mais salários mínimos, ou seja, 6, 8, 10 ou 12 vezes mais  que os. Para não haver sofismas, o calceteiro da empresa de obras públicas aufere 300 euros de reforma, o calceteiro da câmara recebe 890; a assistente administrativa da empresa de cerâmica recebe uma aposentação de 380, a assistente administrativa do MAI recebe uma pensão de 1120; um professor que sempre tenha trabalhado num colégio privado ou numa escola profissional privada (e por isso, integrado no regime geral) recebe uma reforma de 600 ou 700 euros; um professor do secundário dos quadros da função pública que leccionou a(s) mesma(s) disciplina(s), que trabalhou sempre menos horas , que beneficiou da redução de unidades lectivas à medida que se fez sénior, tem uma reforma de  2 a 2,5 mil?...

PORQUE SE NÃO PRONUNCIA O TC SOBRE A INCONSTITUCIONALIDADE DESTA DESIGUALDADE?...

-  Porque esta desigualdade não afecta nem todos nem cada um dos membros do TC; porque há membros do TC aposentados antes dos 50 anos de idade, porque isso e porque sim.

Esta é a vergonha desta democracia quarentona, cortesã e viciada. No Salazarismo os fossos eram-no entre empregadores e empregados, entre exploradores e explorados. Nesta democracia os fossos são-no entre cidadãos iguais. Porque uns são muito mais iguais que outros. É estranha e muito imperfeita a democracia que consente e confunde pares e párias...

Ardina
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Os bons costumes

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Resumo da reunião do SEP com o MS (05-07-12)

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Resumo da reunião do SEP com o MS (05-07-12):
Ler, aqui.

Na minha opinião (DE), qual o valor mínimo/hora para a prestação de serviços de Enfermagem?
.
A propósito do um valor mínimo aceitável (a servir de referência) para a prestação de serviços, tem sido aventado o valor/hora correspondente da "base" (pressupõe que seja o primeiro "nível"/índice) da carreira de Enfermagem - o que me parece manifestamente injusto!
Em primeiro, como todos sabemos, padecemos de uma retribuição salarial (a tal constante na respectiva carreira) muito pouco razoável (e discriminatória comparativamente a outras classes)! Em segundo, estabelcendo um cenário hipotético: considerando o mesmo valor/hora (hipoteticamente, 8 euros), o Enfermeiro com vínculo (direito a férias, subsídios, compensações, etc), aferirá - sempre! - um rendimento global superior!
Nesta matéria concordo com absoluto com o Sindicato dos Enfermeiros:

"Para não faltar nada no cenário, um sindicato veio fazer o preço dos 11€ x 7 = 77€ x 5 dias = 385 €/ semana x 4 semanas = 1540€. Curiosidade; o dito sindicato da suspeita acha, finalmente, este valor/hora justo. Nós também.
Até que enfim; leram o DL 34/90, artigo 3º, o qual determina como salário de entrada dos licenciados em Enfermagem 1520€/mês, desde há 22 anos!!!"
.
11 euros/hora - concordo; uma compensação um pouco mais coerente e compatível com as qualificações, diferenciação e responsabilidades de um Enfermeiro! (se pensarmos que nos dias de hoje qualquer trabalhador indeferenciado aufere entre 7 a 10 euros...)
Não esquecer que relativamente aos Enfermeiros (e profissionais em geral) com vínculo, o Estado tem um encargo total, em média e a grosso modo, contabilizável como dobro do valor/hora desse Enfermeiro...
. 
Daqui em diante, se se continuar a recorrer ao outsourcing (esperemos que para necessidades não permanentes), que vai ter de "esmagar" a respectiva margem serão as empresas e não os Enfermeiros (as ditas empresas mantinham, inflexivelmente, o seu lucro). Basta isto, para que a selecção natural dê continuidade à sua obra (sempre inacabada)...
____________________________________________________________________-
Nota: fórmula para cálculo de valores/hora= 12 x vencimento/52 x (carga horária semanal).
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

E heis que os cegos finalmente vêem

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E heis que os cegos finalmente vêem:
3,96€! É este o valor da discórdia; o valor que colocou a enfermagem na boca do povo. O valor que pareceu ter o condão de abrir os olhos a quem sempre os quis fechar.
Os enfermeiros constituem a maioria da força de trabalho das unidades de saúde, garantindo o seu funcionamento. Garantem os cuidados de saúde à população, afinal um dos direitos essenciais por que tanto lutámos, geração após geração.
Os enfermeiros ajudam a nascer, ajudam a morrer com dignidade, cuidam os doentes, ensinam os saudáveis. Abdicam de noites repousantes no seu lar, abdicam de Natais em família, abdicam de amigos com horários fixos, abdicam de uma profissão segura, isenta de riscos.
Os enfermeiros vivem o cuidar, concluem a sua licenciatura, mas mantém a sede de aprendizagem permanente: assim o exige cuidar alguém. Vivem o cuidar desgastando-se, vivem-no não obstante o risco elevado de lesões na coluna dorsal, de acidentes profissionais, de agressões de doentes agitados, confusos, zangados.
Os enfermeiros executam o plano delineado para cada doente, pois é nas suas mãoes que ganham forma as acções de cuidar, são as suas mãos que ligam máquinas de hemodiálise, que administram medicação; é pelas suas mãos, junto às do doente que se transmite coragem e esperança.
Os enfermeiros são, no entanto, o maior obstáculo ao seu reconhecimento; remetem-se demasiadas para a sombra, alegrando-se com a cura de quem cuidam, mas sendo invisíveis para o exterior. Remetem-se demasiadas vezes para um papel sem importância que não é o deles, têm uma dificuldade herculeana em perceber o quanto é vital o seu papel, e, como tanto apraz À cultura portuguesa, acomodam-se.
O chocante não são os 3,96€, o chocante são já os 8€ que se ganham há vários anos. O chocante é uma licenciatura com o seu carácter científico e com idoneidade para se regular, ser remunerada abaixo da tabela salarial de qualquer outra carreira do exercício público.
Chocante é o espanto geral, quando os mesmos 4 ou 5€ são o valor que remuneram os enfermeiros há já largos anos na região Norte, onde o excedente de enfermeiros há muito se faz sentir; Chocantes são as vozes da Ordem e do Sindicato que se levantam, sobre um problema que ecoa nas paredes das instituições de saúde há demasiados anos.
Este é apenas mais um triste episódio, mais um apenas, diferente porque quem o notou não foram enfermeiros, foram jornalistas. E essa é a única diferença, pois o problema, o da subvalorização dos cuidados de enfermagem, esse existe desde sempre.
O dedo aponta-se ao governo; na verdade com a duplicação das taxas moderadoras e a redução das remunerações aos profissionais de saúde, o sistema nacional de saúde continua falido, mas insistem na farsa de que é nos vencimentos dos humildes trabalhadores que está o problema. Mas neste caso o governo lançou um concurso com um preço base de 8,50€ e a decisão de oferecer menos foi das empresas concorrentes.
O dedo, esse, deveria desviar-se também para nós próprios, os enfermeiros. Os mais velhos recearam os licenciados, preferiram nivelar a carreira por baixo, e agora regozijam-se por terem privilégios de função pública que outros nunca tiveram ou terão. Os mais novos, ávidos do 1º emprego, aceitam qualquer condição ou remuneração, nivelando ainda mais por baixo a tabela salarial. Todos, mergulharam num comodismo, confortados os que têm empregos estáveis, resignados os que têm contextos difíceis e injustos. As greves, essas, são um desfile de autocolantes e cartazes de uma dúzia de personagens que nada dizem a quem trabalha, são um exercício patético que demonstra não a força da enfermagem e o quanto os seus cuidados são essenciais, mas apenas que nem a consciência do nosso próprio poder e valor temos.
O dedo que paire igualmente sobre os enfermeiros que detêm muitas destas empresas de prestação de serviços, explorando cruelmente colegas mais novos, colegas que tudo fazem para exercer.
Falta uma posição forte e apaixonada, uma posição com a mesma força com que defendemos os doentes, com o mesmo empenho com que os cuidamos. Falta união, em tempos actuais do "salve-se quem puder", que os bem instalados enfermeiros funcionários públicos vão à luta pelo reconhecimento da profissão, que os recém-licenciados percebam a enorme responsabilidade de ser enfermeiro e que aceitar qualquer remuneração é destruir a perspectiva de fortalecimento da enfermagem.
Os olhos, esses só não viram até agora o que não quiseram. Esteve sempre ao alcance da mais pequena espreitadela os valores de 700/800€ mensais pagos no Hospital de Loures e Cascais, os 1/2€ por hora pagos a enfermeiros em clínicas de hemodiálise, a precariedade de contratos que nem contemplam protecção contra acidentes de serviço.
Os olhos, esses, há muitos anos vêem proliferar escolas de enfermagem num mercado cada vez mais saturado, vêem sair destas escolas jovens idealistas que sem apoio, sem noção da responsabilidade, aceitam qualquer (má) oportunidade.
Os olhos, os de toda a população, esses sim têm de ser abertos. Têm de perceber que 3,96€ é o valor que querem atribuir a uma profissão onde o erro não tem lugar, onde o lapso coloca em risco a vida de outro. Temos, nós, enfermeiros, e eles, de perceber que não há local algum onde se trate da doença ou onde se promova a saúde, que sobreviva sem enfermeiros.
Haja coragem para uma posição firme, para uma mensagem ambiciosa, para uma atitude finalmente sem egoísmo. A luta não é apenas contra os 3,96€, a luta é por uma remuneração como licenciados que somos, como pedras basilares que somos da saúde de todos.
Triste é que o mediatismo não advenha de uma denúncia de enfermeiros, estes aceitaram pacatamente a remuneração. Teve de vir de outros, aqueles que não sendo enfermeiros, consideram este valor um insulto, sem sequer saberem de metade daquilo que um enfermeiro faz.
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Ferramentas para um governo de sucesso

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terça-feira, 3 de julho de 2012

10 pesquisas inusitadas (8)

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10 pesquisas inusitadas (8):


Segundo Adriano Segal, psiquiatra ligado à Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), as pessoas realmente engordam em relacionamentos estáveis devido a três fatores: Em primeiro lugar, os solteiros costumam ter uma preocupação maior com a forma por uma questão de aparência – eles querem se manter atraentes. Entre os casados há um segundo fator: eles são, em média, mais velhos do que os solteiros, e essa diferença de idade já explica, em parte, a dificuldade de manter a forma. Em terceiro lugar, Segal aponta uma questão que atinge os homens solteiros e que moram sozinhos. Muitas vezes, eles não sabem cozinhar. Fora de casa, eles acabam fazendo menos refeições. O especialista ainda afirma que, embora aconteça também entre as mulheres, o ganho de peso na relação é mais comum nos homens.


Pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Escócia, dividiram alguns estudantes voluntários em dois grupos e os convidaram a participar de um jogo – uma das turmas competiria com alunos da própria universidade (St. Andrews), enquanto a outra concorreria com uma instituição rival. Cada participante recebeu uma quantia em dinheiro e podia fazer duas escolhas: enriquecer sozinho ou arriscar a fortuna para ajudar o grupo. Ao contrário do que se imaginava, os homens com cara de mau eram os mais dispostos a cooperar com o grupo e arriscar toda a grana. Quando não havia rivalidade, esse grau de cooperação diminuía bastante.


Em um estudo realizado por cientistas da Universidade Kansas State – EUA, retomar o namoro com o ex costuma tender ao erro. Os casais desse tipo de relação podem ser muito mais impulsivos. Agindo assim, surgem cachorrinhos, aluguéis e filhos não planejados.

Isso acaba gerando uma grande insatisfação para todos os envolvidos, que ainda sofrem com problemas de comunicação, geralmente tomam decisões precipitadas que afetam todo o relacionamento, possuem autoestima mais baixa e são incertos sobre o futuro.


Publicado na revista PLoS One, o estudo do centro de pesquisas Monell, na Filadélfia, Estados Unidos,  revelou que os seres humanos podem identificar a idade de uma pessoa por meio de seu odor corporal. Os neurocientistas descobriram que os seres humanos são capazes de diferenciar os odores corporais de pessoas mais velhas (75-95 anos), adultas (45-55) e jovens (20-30). Além disso, os cheiros que para nós são mais suaves e agradáveis são aqueles de pessoas mais velhas, enquanto que os jovens emitem um odor pessoal mais característico e intenso, qualificado como “suado” ou “almiscarado”.


Os pesquisadores holandeses Maarten Bos, Ap Dijksterhuis e Rick van Baaren apresentaram os resultados de uma pesquisa onde foi testada a influência do nível de glicose no sangue em atividades feita de forma consciente e inconsciente. Ao tomarmos decisões, o inconsciente é confiável quando os níveis de glicose estão baixos, enquanto que deliberações feitas de forma consciente funcionam melhor quando a glicose está elevada.


Um estudo realizado com 600 usuários de iPhone, que responderam a uma pesquisa por meio de texto e voz, com questões sobre a quantidade de exercício semanal ou a quantidade de álcool consumida no último mês. As respostas por sms foram muito mais precisas, oferecendo, inclusive, dados numéricos, enquanto as entrevistas por voz continham explicações muito mais vagas.


Essa é a conclusão de um estudo realizado na Inglaterra pela London School of Economics e publicado na revista Psicologia Social.

Para alcançar este resultado, os pesquisadores compararam dois estudos sobre jovens americanos: um sobre as atitudes sociais e outro sobre sua inteligência. Com isso, descobriram que aqueles que dão mais importância à fidelidade têm um QI mais alto.

“Os homens inteligentes são mais propensos a exclusividade sexual”, disse Satoshi Kanazawa, um dos pesquisadores por trás do estudo, para a rede britânica BBC. Kanazawa explicou que os resultados não se aplicam a mulheres, que, de acordo com o especialista, elas são comparativamente mais monogâmicas que os homens ao longo da história.


Pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália, revisaram estudos anteriores sobre as causas e efeitos da infidelidade e perceberam uma tendência mortal: homens que traem correm mais risco de sofrer infarto fatal. Um dos estudos revisados veio de uma universidade da Alemanha. Os pesquisadores de lá avaliaram casos de infarto durante o sexo. E a maioria dos homens que morreram nessas situações estava traindo suas mulheres. Em janeiro deste ano, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, fez estudo semelhante. Após analisarem as autópsias de mais de 5 mil homens, eles descobriram que, entre aqueles que morreram durante o sexo, 75% estavam com as amantes.


A Universidade de Wake Forest, testou fotos dos lados esquerdo e direito do rosto de participantes. Depois reuniram alguns voluntários para avaliarem a beleza das fotos. As imagens que mostravam o lado esquerdo sempre foram classificadas como as mais agradáveis. E o resultado era o mesmo quando os pesquisadores espelhavam as fotos. Isso acontece porque, segundo a pesquisa, a bochecha esquerda é mais intensa, expressa mais emoções. Aí esse lado do rosto fica mais agradável e bonito.


Entre os diversos aspectos comportamentais que caracterizam um bom líder, a tendência a se sentir culpado pode não estar entre as mais citadas, mas um estudo desenvolvido na Escola de Negócios da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, aponta que essa característica é comumente encontrada em pessoas com potencial para liderar. Pesquisadores analisaram grupos de pessoas que fizeram testes de personalidade e identificaram se elas eram mais propensas a desenvolver sentimentos de culpa ou de vergonha em situações adversas, como derrubar vinho no tapete branco durante uma festa na casa de um colega de trabalho. Em seguida, desenvolveram atividades com os grupos sem designar um líder para cada um, pedindo que os participantes avaliassem as habilidades de liderança de cada colega. O resultado mostrou que as pessoas identificadas como propensas a sentir culpa eram constantemente as mesmas a assumir papéis de liderança durante as atividades.
Fontes: Estadão, Folha, G1, SuperInteressante e Universia
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