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segunda-feira, 18 de junho de 2012
DIABETES TIPO 2 | Causas e fatores de risco
DIABETES TIPO 2 | Causas e fatores de risco: O diabetes tipo 2 é a forma de diabetes mellitus mais comum, acometendo mais de 350 milhões de pessoas em todo o planeta. O diabetes tipo 2 está em franca expansão, aumentando sua incidência em todo os países, devido, principalmente, à má alimentação e ao aumento de casos de obesidade. Nos últimos 30 anos o número casos de diabetes tipo 2 aumentou em mais de 100%. Por isso, entender os fatores de risco e as causas do diabetes é essencial para preveni-lo.
Não deixe de ler também nosso outros artigos sobre diabetes mellitus:
O diabetes mellitus tipo 2 é um tipo de diabetes que ocorre por uma deficiente ação da insulina presente na circulação sanguínea. Geralmente há dois problemas: 1) o pâncreas produz menos insulina do que seria necessário para o controle adequado dos níveis de glicose; 2) a insulina produzida além de ser insuficiente, funciona mal. Os tecidos perdem a capacidade de reconhecer a presença da insulina, fazendo com que o açúcar presente no sangue não chegue às células. Este processo é conhecido como resistência à insulina.
Se você não está muito familiarizado com as ações da insulina e da glicose no nosso organismo, sugiro a leitura de: O QUE É DIABETES?
Embora seja uma forma de diabetes mellitus mais comum que o diabetes tipo 1, as causas da diabetes tipo 2 são menos conhecidas. Esta forma de diabetes é provavelmente desencadeada por múltiplos fatores, nem todos ainda reconhecidos. O porquê do pâncreas produzir menos insulina e os motivos pelo qual ela funciona mal ainda não estão totalmente esclarecidos.
O desenvolvimento do diabetes mellitus tipo 2 parece envolver interações complexas entre fatores ambientais e genéticos. Presumivelmente, a doença se desenvolve quando um indivíduo geneticamente susceptível adota um estilo de vida "diabetogênico", ou seja, com ingestão calórica excessiva, sedentarismo, obesidade, tabagismo, etc.
90% dos diabéticos tipo 2 são obesos ou apresentam sobrepeso, porém, nem todo indivíduo obeso é diabético. Este simples dado serve para mostrar que a causa do diabetes tipo 2 não está restrita a um único fator. Muito provavelmente vários fatores estão envolvidos.
Se por um lado ainda não esclarecemos totalmente as causas do diabetes mellitus tipo 2, já são bastante conhecidos os seus fatores de risco.Vamos listar abaixo os principais:
1. História familiar - indivíduos que possuem parentes com diabetes tipo 2, principalmente se de primeiro grau, apresentam maior risco de também desenvolver a doença. Estes pacientes devem tomar muito cuidado com o ganho excessivo de peso.
2. Etnia - por motivos ainda desconhecidos, a incidência do diabetes tipo 2 varia de acordo com a origem étnica do paciente. Em ordem decrescente de incidência, as etnias com maiores riscos de diabetes tipo 2 são: descendentes de asiáticos, hispânicos, negros e brancos. Cabe aqui uma ressalva, apesar da maior incidência de diabetes nos descendentes asiáticos, a população da Ásia, por possuir hábitos alimentares mais saudáveis, acaba apresentando menos casos de diabetes que a população americana, composta em sua maioria por brancos.
3. Obesidade - o sobrepeso é talvez o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. O risco aumenta progressivamente a partir de um IMC maior que 25 (leia: OBESIDADE | Definições e consequências). A obesidade é um fator tão importante, que alguns pacientes conseguem deixar de ser diabéticos apenas emagrecendo. Atualmente, mais de 90% dos diabéticos tipo 2 apresentam excesso de peso.
4. Gordura abdominal - além do excesso de peso, o modo como a gordura é distribuída pelo corpo também é um fator determinante para um maior risco de resistência à insulina e diabetes tipo 2. O risco de diabetes é mais elevado nos indivíduos com obesidade central, ou seja, naqueles que acumulam gordura na barriga. Homens com um cintura maior que 102 cm e mulheres com cintura maior que 88 cm apresentam elevado risco. Mulheres que acumulam gordura preferencialmente nos quadris têm menos riscos do que aquelas que acumulam gordura na região abdominal.
5. Idade acima de 45 anos - apesar de ser uma doença cada vez mais prevalente em jovens, o diabetes tipo 2 é mais comum em indivíduos acima de 45 anos. Provavelmente, a queda na massa muscular e o aumento da gordura corporal que ocorrem com o envelhecimento desempenham papel importante nestes pacientes.
6. Sedentarismo - um estilo de vida sedentário reduz o gasto de calorias, promove ganho de peso e aumenta o risco de diabetes tipo 2. Dentre os comportamentos sedentários, assistir televisão por muito tempo é um dos mais comuns, estando comprovadamente associado com o desenvolvimento de obesidade e diabetes. A atividade física regular não só ajuda a controlar o peso, como também aumenta a sensibilidade dos tecidos à insulina, ajudando a controlar os níveis de glicose do sangue. Tanto a musculação quanto exercícios aeróbicos ajudam a prevenir o diabetes tipo 2.
7. Cigarro - indivíduos que fumam apresentam 40% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que não fumantes. Quanto mais tempo o paciente fuma e quanto maior for o número de maços consumidos por dia, maior é o risco. A associação do fumo com o diabetes é tão forte que são precisos 5 anos sem fumar para que o risco de diabetes comece a cair. E somente após 20 anos sem fumar é que o paciente volta a ter o mesmo risco de pessoas que nunca fumaram (leia: DOENÇAS DO CIGARRO | Como parar de fumar).
8. Glicemia de jejum alterada - o diagnóstico do diabetes é feito quando o paciente apresenta glicemias (níveis de glicose no sangue) persistentemente acima de 126 mg/dl. Porém, os valores normais da glicemia são abaixo de 100 mg/dl. Os pacientes que ficam no meio do caminho, com valores entre 100 e 125 mg/dl, são considerados como portadores de glicemia de jejum alterada, que é um estágio de pré-diabetes. O risco de evolução para diabetes estabelecido é muito elevado neste grupo.
9. Dieta hipercalórica - a dieta ocidental, baseada no consumo excessivo de carne vermelha, carnes processadas, calorias, doces e refrigerantes, está associada a um maior risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2. Se for paciente tiver sobrepeso, o risco é ainda maior. O consumo regular de cereais, vegetais, soja e fibras reduz o risco do diabetes.
10. Hipertensão - paciente hipertensos apresentam maior risco de terem diabetes. Não se sabe se a hipertensão tem algum papel no desenvolvimento da doença ou se ela, por possuir muitos fatores de risco em comum, apenas aparece junto com o diabetes, sem relação de casualidade. Alguns medicamentos usados no tratamento da hipertensão, como diuréticos e betabloqueadores interferem na ação da insulina, aumentando o risco de diabetes (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL | Sintomas e tratamento).
11. Colesterol elevado - Pacientes com níveis elevados de colesterol também estão sob maior risco de diabetes tipo 2. Níveis elevados de LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos e/ou níveis baixos de HDL (colesterol bom) são os principais fatores.
12. Síndrome dos ovários policísticos (SOP) - mulheres portadoras de SOP apresentam frequentemente resistência à insulina e, consequentemente, riscos de desenvolver diabetes tipo 2 (leia: OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento).
13. Diabetes gestacional - o diabetes gestacional é um tipo de diabetes que surge durante a gravidez e habitualmente desaparece após o parto. Porém, mesmo com a normalização da glicose com o término da gravidez, estas pacientes passam a apresentar elevado risco de desenvolverem diabetes tipo 2 nos 10 anos seguintes à gravidez.
14. Uso de corticoides - os corticoides são uma classe de medicamentos muito usados na prática médica, principalmente contra doenças de origem imunológica e/ou alérgica. Um dos efeitos colaterais comuns do uso prolongado de corticoides é o desenvolvimento de diabetes (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | Indicações e efeitos colaterais).
Conclusão
Como se pôde notar, já foram identificados inúmeros fatores de risco para o diabetes tipo 2. Neste artigo listamos apenas os mais comuns e comprovados. Existem ainda estudos que mostram relação do diabetes com dezenas de outros fatores, como níveis elevados de ácido úrico (leia: ÁCIDO ÚRICO E GOTA), esquizofrenia, depressão (leia: SINTOMAS DA DEPRESSÃO), nunca ter amamentado, ciclo menstrual irregular, exposição à bisfenol A, uso de esteroides anabolizantes, etc.
Ninguém pode mudar a sua etnia, idade ou histórico familiar, por isso, o paciente deve sempre ter em mente quais são os fatores de risco modificáveis. Se você tem história familiar de diabetes, procure se manter ativo, dentro do peso, não fume e adote uma dieta saudável. Não é porque seu pai ou sua mãe tiveram diabetes tipo 2 que você necessariamente terá. A prevenção pode estar ao seu alcance.


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Não deixe de ler também nosso outros artigos sobre diabetes mellitus:
- O QUE É DIABETES?
- SINTOMAS DO DIABETES
- DIABETES MELLITUS | Diagnóstico e hemoglobina glicosilada
- CLORIDRATO DE METFORMINA | Indicações e efeitos colaterais
Causas do diabetes tipo 2
O diabetes mellitus tipo 2 é um tipo de diabetes que ocorre por uma deficiente ação da insulina presente na circulação sanguínea. Geralmente há dois problemas: 1) o pâncreas produz menos insulina do que seria necessário para o controle adequado dos níveis de glicose; 2) a insulina produzida além de ser insuficiente, funciona mal. Os tecidos perdem a capacidade de reconhecer a presença da insulina, fazendo com que o açúcar presente no sangue não chegue às células. Este processo é conhecido como resistência à insulina.Se você não está muito familiarizado com as ações da insulina e da glicose no nosso organismo, sugiro a leitura de: O QUE É DIABETES?
Embora seja uma forma de diabetes mellitus mais comum que o diabetes tipo 1, as causas da diabetes tipo 2 são menos conhecidas. Esta forma de diabetes é provavelmente desencadeada por múltiplos fatores, nem todos ainda reconhecidos. O porquê do pâncreas produzir menos insulina e os motivos pelo qual ela funciona mal ainda não estão totalmente esclarecidos.
O desenvolvimento do diabetes mellitus tipo 2 parece envolver interações complexas entre fatores ambientais e genéticos. Presumivelmente, a doença se desenvolve quando um indivíduo geneticamente susceptível adota um estilo de vida "diabetogênico", ou seja, com ingestão calórica excessiva, sedentarismo, obesidade, tabagismo, etc.
90% dos diabéticos tipo 2 são obesos ou apresentam sobrepeso, porém, nem todo indivíduo obeso é diabético. Este simples dado serve para mostrar que a causa do diabetes tipo 2 não está restrita a um único fator. Muito provavelmente vários fatores estão envolvidos.
Fatores de risco para o diabetes tipo 2
Se por um lado ainda não esclarecemos totalmente as causas do diabetes mellitus tipo 2, já são bastante conhecidos os seus fatores de risco.Vamos listar abaixo os principais:1. História familiar - indivíduos que possuem parentes com diabetes tipo 2, principalmente se de primeiro grau, apresentam maior risco de também desenvolver a doença. Estes pacientes devem tomar muito cuidado com o ganho excessivo de peso.
2. Etnia - por motivos ainda desconhecidos, a incidência do diabetes tipo 2 varia de acordo com a origem étnica do paciente. Em ordem decrescente de incidência, as etnias com maiores riscos de diabetes tipo 2 são: descendentes de asiáticos, hispânicos, negros e brancos. Cabe aqui uma ressalva, apesar da maior incidência de diabetes nos descendentes asiáticos, a população da Ásia, por possuir hábitos alimentares mais saudáveis, acaba apresentando menos casos de diabetes que a população americana, composta em sua maioria por brancos.
3. Obesidade - o sobrepeso é talvez o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. O risco aumenta progressivamente a partir de um IMC maior que 25 (leia: OBESIDADE | Definições e consequências). A obesidade é um fator tão importante, que alguns pacientes conseguem deixar de ser diabéticos apenas emagrecendo. Atualmente, mais de 90% dos diabéticos tipo 2 apresentam excesso de peso.
4. Gordura abdominal - além do excesso de peso, o modo como a gordura é distribuída pelo corpo também é um fator determinante para um maior risco de resistência à insulina e diabetes tipo 2. O risco de diabetes é mais elevado nos indivíduos com obesidade central, ou seja, naqueles que acumulam gordura na barriga. Homens com um cintura maior que 102 cm e mulheres com cintura maior que 88 cm apresentam elevado risco. Mulheres que acumulam gordura preferencialmente nos quadris têm menos riscos do que aquelas que acumulam gordura na região abdominal.
5. Idade acima de 45 anos - apesar de ser uma doença cada vez mais prevalente em jovens, o diabetes tipo 2 é mais comum em indivíduos acima de 45 anos. Provavelmente, a queda na massa muscular e o aumento da gordura corporal que ocorrem com o envelhecimento desempenham papel importante nestes pacientes.
6. Sedentarismo - um estilo de vida sedentário reduz o gasto de calorias, promove ganho de peso e aumenta o risco de diabetes tipo 2. Dentre os comportamentos sedentários, assistir televisão por muito tempo é um dos mais comuns, estando comprovadamente associado com o desenvolvimento de obesidade e diabetes. A atividade física regular não só ajuda a controlar o peso, como também aumenta a sensibilidade dos tecidos à insulina, ajudando a controlar os níveis de glicose do sangue. Tanto a musculação quanto exercícios aeróbicos ajudam a prevenir o diabetes tipo 2.
7. Cigarro - indivíduos que fumam apresentam 40% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que não fumantes. Quanto mais tempo o paciente fuma e quanto maior for o número de maços consumidos por dia, maior é o risco. A associação do fumo com o diabetes é tão forte que são precisos 5 anos sem fumar para que o risco de diabetes comece a cair. E somente após 20 anos sem fumar é que o paciente volta a ter o mesmo risco de pessoas que nunca fumaram (leia: DOENÇAS DO CIGARRO | Como parar de fumar).
8. Glicemia de jejum alterada - o diagnóstico do diabetes é feito quando o paciente apresenta glicemias (níveis de glicose no sangue) persistentemente acima de 126 mg/dl. Porém, os valores normais da glicemia são abaixo de 100 mg/dl. Os pacientes que ficam no meio do caminho, com valores entre 100 e 125 mg/dl, são considerados como portadores de glicemia de jejum alterada, que é um estágio de pré-diabetes. O risco de evolução para diabetes estabelecido é muito elevado neste grupo.
9. Dieta hipercalórica - a dieta ocidental, baseada no consumo excessivo de carne vermelha, carnes processadas, calorias, doces e refrigerantes, está associada a um maior risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2. Se for paciente tiver sobrepeso, o risco é ainda maior. O consumo regular de cereais, vegetais, soja e fibras reduz o risco do diabetes.
10. Hipertensão - paciente hipertensos apresentam maior risco de terem diabetes. Não se sabe se a hipertensão tem algum papel no desenvolvimento da doença ou se ela, por possuir muitos fatores de risco em comum, apenas aparece junto com o diabetes, sem relação de casualidade. Alguns medicamentos usados no tratamento da hipertensão, como diuréticos e betabloqueadores interferem na ação da insulina, aumentando o risco de diabetes (leia: HIPERTENSÃO ARTERIAL | Sintomas e tratamento).
11. Colesterol elevado - Pacientes com níveis elevados de colesterol também estão sob maior risco de diabetes tipo 2. Níveis elevados de LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos e/ou níveis baixos de HDL (colesterol bom) são os principais fatores.
12. Síndrome dos ovários policísticos (SOP) - mulheres portadoras de SOP apresentam frequentemente resistência à insulina e, consequentemente, riscos de desenvolver diabetes tipo 2 (leia: OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento).
13. Diabetes gestacional - o diabetes gestacional é um tipo de diabetes que surge durante a gravidez e habitualmente desaparece após o parto. Porém, mesmo com a normalização da glicose com o término da gravidez, estas pacientes passam a apresentar elevado risco de desenvolverem diabetes tipo 2 nos 10 anos seguintes à gravidez.
14. Uso de corticoides - os corticoides são uma classe de medicamentos muito usados na prática médica, principalmente contra doenças de origem imunológica e/ou alérgica. Um dos efeitos colaterais comuns do uso prolongado de corticoides é o desenvolvimento de diabetes (leia: PREDNISONA E CORTICOIDES | Indicações e efeitos colaterais).
Conclusão
Como se pôde notar, já foram identificados inúmeros fatores de risco para o diabetes tipo 2. Neste artigo listamos apenas os mais comuns e comprovados. Existem ainda estudos que mostram relação do diabetes com dezenas de outros fatores, como níveis elevados de ácido úrico (leia: ÁCIDO ÚRICO E GOTA), esquizofrenia, depressão (leia: SINTOMAS DA DEPRESSÃO), nunca ter amamentado, ciclo menstrual irregular, exposição à bisfenol A, uso de esteroides anabolizantes, etc.
Ninguém pode mudar a sua etnia, idade ou histórico familiar, por isso, o paciente deve sempre ter em mente quais são os fatores de risco modificáveis. Se você tem história familiar de diabetes, procure se manter ativo, dentro do peso, não fume e adote uma dieta saudável. Não é porque seu pai ou sua mãe tiveram diabetes tipo 2 que você necessariamente terá. A prevenção pode estar ao seu alcance.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
OPSS, Relatório da Primavera 2012
OPSS, Relatório da Primavera 2012:
1.º - Apresentação do relatório:
2.º - Reacção empenhada da equipa de Paulo Macedo :
- Ministério acusa OPSS de "contradições" e "ideia preconcebida link
- Racionamento na saúde: ministério contesta relatório link
- Paulo Macedo defende-se da “ideia preconcebida” divulgada pelo OPSS link
- Portal da Saúde: MS esclarece e corrige conclusões do Relatório da Primavera 2012. link
- Intervenção do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, na apresentação do Relatório - 14/06/2012 link
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1.º - Apresentação do relatório:
- Cortes orçamentais estão a racionar cuidados de saúde link
- Sakellarides diz que Governo transformou taxas moderadoras em pagamentos link
- Portugal: Observatório: crise e austeridade dificultaram acesso aos serviços de saúde link
- Ordem dos Médicos confirma racionamento link
- Portugueses têm a Saúde racionada link
- Medidas da troika estão a dificultar acesso aos cuidados de saúde link
2.º - Reacção empenhada da equipa de Paulo Macedo :
- Ministério acusa OPSS de "contradições" e "ideia preconcebida link
- Racionamento na saúde: ministério contesta relatório link
- Paulo Macedo defende-se da “ideia preconcebida” divulgada pelo OPSS link
- Portal da Saúde: MS esclarece e corrige conclusões do Relatório da Primavera 2012. link
- Intervenção do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, na apresentação do Relatório - 14/06/2012 link
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MacCODU'S.
MacCODU'S.:
Os fluxogramas (algoritmos) de decisão chegaram aos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Portanto, ter lá um Médico, o famoso polvo ou um pintaínho indonésio, é essencialmente o mesmo.
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Os fluxogramas (algoritmos) de decisão chegaram aos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Portanto, ter lá um Médico, o famoso polvo ou um pintaínho indonésio, é essencialmente o mesmo.
O erário público está, então, a ser devastado. Bastava, por conseguinte, lá um gravação telefónica: "(...) a vítima respira, prima 1; não respira, prima 2 (...)". Mais um anito ou dois, a coisa está em self-service. Desde da sua era áurea (presença dos Enfermeiros nos CODU's), que todos os dias rui qualquer coisa.
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Entretanto, mais 4 SIV's vão ser encerradas (Régua, Alijó, Coura e Cabeceiras de Basto). Os heli's andam na corda bamba. Os hospitais encerram valências (por ex. serviços de urgência) e sofrem downsizings.
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Entretanto, mais 4 SIV's vão ser encerradas (Régua, Alijó, Coura e Cabeceiras de Basto). Os heli's andam na corda bamba. Os hospitais encerram valências (por ex. serviços de urgência) e sofrem downsizings.
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É uma pena que uma das incompatibilidade previstas nos estatutos da Ordem dos Enfermeiros seja ser "proprietário, sócio ou gerente de empresa proprietária, de agência funerária".
É uma pena que uma das incompatibilidade previstas nos estatutos da Ordem dos Enfermeiros seja ser "proprietário, sócio ou gerente de empresa proprietária, de agência funerária".
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OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento
OVÁRIO POLICÍSTICO | Sintomas e tratamento: A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença caracterizada pela presença de múltiplos cistos nos ovários, associados a uma desregulação do ciclo ovulatório e dos hormônios femininos.
Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a síndrome dos ovários policísticos:
Um cisto é uma espécie de saco formado por uma fina membrana, contendo líquido ou ar em seu interior. É como aquelas bolhas que surgem na pele após uma queimadura ou no pé após o uso de um sapato desconfortável. O cisto é uma estrutura fechada, não tendo comunicação direta com o tecido no qual ele está inserido.
O ovário policístico, como o próprio nome diz, é um ovário que desenvolve múltiplos cistos. Para entender por que surgem vários cistos no ovário é preciso primeiro conhecer o ciclo ovulatório normal. Vamos resumi-lo:
Ciclo menstrual normal
O ciclo da ovulação ocorre por uma sequência de eventos desencadeados pelo cérebro, ovários e útero, que ocorrem em média uma vez a cada 28 dias (em algumas mulheres este ciclo é maior, em outras menor). O ciclo ovulatório é controlado basicamente por 4 hormônios, dois deles, FSH e LH, produzidos pela glândula hipófise do cérebro, e outros dois, estrogênio e progesterona, produzidos pelos ovários.
Durante a primeira metade do ciclo, o cérebro produz o hormônio FSH, que estimula o ovário a desenvolver vários folículos (um tipo de cisto). Na presença do FSH, os folículos começam a se desenvolver, crescendo e amadurecendo. Sete dias após o início do ciclo, é possível detectar na ultrassonografia do ovário vários folículos medindo entre 9 e 10 milímetros.
Estes folículos ovarianos começam a produzir estrogênio. Conforme os níveis de estrogênio vão crescendo, um dos folículos se torna dominante, desenvolvendo-se mais rápido que os outros, que param de crescer e começam a involuir. Este folículo dominante é quem vai liberar o óvulo no momento da ovulação.
O pico na produção de estrogênio ocorre um dia antes da ovulação. No momento de concentração máxima do estrogênio, outro hormônio da hipófise é liberado, o LH. Estamos agora exatamente no meio do ciclo, ao redor do 14º dia em casos de ciclos menstruais de 28 dias. 36 horas após a liberação do LH, ocorre o rompimento do folículo dominante e a liberação do óvulo.
Após a ovulação, o ovário produz estrógeno e progesterona, que preparam o útero para a implantação e possível gravidez. Se o óvulo não for fecundado, ele é absorvido e a produção de LH, estrogênio e progesterona é interrompida. Sem estes hormônios o útero descama, surgindo assim a menstruação.
Portanto, a menstruação é um sinal que a mulher ovulou mas não foi fecundada.
Para ler sobre o ciclo menstrual com mais detalhes sugerimos dois textos:
- CICLO MENSTRUAL | PERÍODO FÉRTIL
- PERÍODO FÉRTIL PARA ENGRAVIDAR.
Ciclo menstrual na síndrome dos ovários policísticos
Nas mulheres com SOP, os folículos que surgem devido à ação do FSH são incapazes de crescer até um tamanho que provocaria a ovulação, não havendo, portanto, o desenvolvimento de um folículo dominante. Sem o folículo dominante, não ocorre ovulação nem estímulo para os folículos restantes involuírem, havendo acúmulo progressivo dos mesmos, o que é responsável pelo aspecto policístico que os ovários adquirem. A ausência de ovulação e a presença constante de folículos desregula todo o ciclo de produção de FSH, LH, estrogênio e progesterona. A mulher com ovário policístico pode não ovular por vários ciclos, o que é facilmente perceptível pela natureza irregular das suas menstruações.
O que causa a síndrome dos ovários policísticos?
Não se sabe bem ao certo o que provoca a SOP. É provável que a mesma seja o resultado da associação de fatores genéticos e factores ambientais. Cerca de 10% das mulheres possuem a síndrome dos ovários policísticos em algum grau.
A influência genética é forte. Mulheres com ovário policístico frequentemente possuem uma mãe ou irmã também com a doença. Pesquisadores ainda estão à procura dos genes responsáveis pela doença.
Uma achado muito comum nas mulheres com síndrome dos ovários policísticos é um aumento dos níveis de testosterona, o principal hormônio masculino. Outra alteração comum é a resistência a insulina. A paciente produz insulina normalmente, mas os seus tecidos são resistentes a sua ação, causando uma alteração nos valores de glicose no sangue.
O ovário policístico é chamado síndrome porque possui um conjunto de sinais e sintomas que podem ou não estar presentes. Existe uma grande variabilidade dos sintomas da síndrome dos ovários policísticos, sendo a doença mais branda em algumas mulheres e mais exuberante em outras.
As principais características da SOP são a menstruação irregular, o que indica a presença de ciclos anovulatórios (ausência de ovulação), infertilidade, obesidade, aumento dos pelos e acne. Laboratorialmente é comum encontrar níveis elevados de glicose no sangue, em alguns casos (cerca de10%), altos o suficiente para causar diabetes (leia: DIABETES MELLITUS | Diagnóstico).
O excesso de testosterona, chamado de hiperandrogenismo, é responsável por alguns dos sinais e sintomas típicos da síndrome dos ovários policísticos. Hirsutismo é o nome dado à presença de pelos na mulheres em locais com características masculinas. Os pelos costumam surgir acima do lábio superior, no queixo, ao redor dos mamilos e abaixo do umbigo. A mulheres também podem apresentar uma calvície com padrão masculino (leia: CALVÍCIE | QUEDA DE CABELOS | Causas e tratamento). O excesso de hormônios masculinos também é o responsável pelo aumento da oleosidade da pele e surgimento da acne (cravos e espinhas) (leia: ACNE | CRAVOS | ESPINHAS | Causas e tratamento).
A dificuldade para engravidar é muito comum nas mulheres com ovário policístico. A frequente ausência de ovulação é a responsável pela infertilidade. Muitas das pacientes com SOP acabam precisando de tratamento para infertilidade para conseguir engravidar.
A ausência de ovulação e as alterações hormonais da SOP aumentam o risco do desenvolvimento do câncer do endométrio (parede que reveste o útero).
Outro achado comum na síndrome dos ovários policísticos é a síndrome metabólica, caracterizada per excesso de peso, resistência à insulina, níveis elevados de colesterol e hipertensão (leia: OBESIDADE | Síndrome metabólica). Pacientes com síndrome metabólica têm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
A acantose nigricans é uma aumento da pigmentação da pele nas regiões da nuca, dobras cutâneas, articulações ou cotovelos, tonando-as enegrecidas, como na imagem acima. É uma achado típico nos pacientes obesos e com resistência à insulina.
Outras alterações comuns são a apneia do sono e esteatose hepática (leia: ESTEATOSE HEPÁTICA | Sintomas e tratamento).
Não existe cura para a síndrome dos ovários policísticos, porém, há tratamento efetivos que conseguem controlar bem os sintomas da doença.
O tratamento é geralmente direcionado para os sintomas mais exuberantes. Nas mulheres com hiperandrogenismo, o uso de pilulas anticoncepcionais ajuda a diminuir a produção de hormônios masculinos. O Acetato de ciproterona, presente no Diane, tem uma boa ação antiandrogênica.
Se não houver resposta esperada após 6 meses de pílula, um diurético chamado espironolactona pode ser usado, por ter também atividade antiandrogênica, principalmente na pele, inibindo o hirsutismo. Outra droga com efeito antiandrogênico que pode ser usada é a Finasterida. Existe um creme chamado Vaniqa, que pode ser usado na pele, pois ele inibe o crescimento de pelos.
O uso de anticoncepcionais, além da parte estética, também é importante para regularizar o ciclo menstrual, diminuindo os riscos de câncer do endométrio. A pílula também age contra a acne.
A metformina é uma droga antidiábetica muito usada na SOP, pois ajuda a controlar a resistência à insulina, ajustando os níveis de glicose sanguíneos. A metformina também ajuda a regular o ciclo menstrual (leia: CLORIDRATO DE METFORMINA | Indicações e efeitos colaterais).
Nas mulheres que desejam engravidar, o Clomid (CITRATO DE CLOMIFENO | Informações sobre Clomid®) costuma ser o medicamento mais usado para induzir ovulação. A metformina é frequentemente usada para aumentar a eficácia do Clomid.
A prática de exercícios físicos e a perda de peso são importantes, pois atuam melhorando a resistência à insulina, reduzem a produção de hormônios masculinos e protegem contra as doenças cardiovasculares.
Diferenças entre ovário policístico e cisto no ovário
O cisto de ovário e a SOP são doenças completamente distintas.
Na síndrome dos ovários policísticos a paciente apresenta múltiplos cistos de tamanho pequeno, cerca e 5 mm (0,5 cm), espalhados pelos dois ovários. Geralmente estão presentes mais de dez cistos em cada ovário.
O cisto de ovário é diferente. É habitualmente uma lesão única e de tamanho maior, habitualmente acima de 2 cm.


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Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a síndrome dos ovários policísticos:
- O que é o ovário policístico.
- Causas da síndrome dos ovários policísticos.
- Sintomas do ovário policístico.
- Ovário policístico e gravidez.
- Tratamento da síndrome dos ovários policísticos.
- Diferenças entre ovário policístico e cisto no ovário .
O que é ovário policístico?
Um cisto é uma espécie de saco formado por uma fina membrana, contendo líquido ou ar em seu interior. É como aquelas bolhas que surgem na pele após uma queimadura ou no pé após o uso de um sapato desconfortável. O cisto é uma estrutura fechada, não tendo comunicação direta com o tecido no qual ele está inserido. O ovário policístico, como o próprio nome diz, é um ovário que desenvolve múltiplos cistos. Para entender por que surgem vários cistos no ovário é preciso primeiro conhecer o ciclo ovulatório normal. Vamos resumi-lo:
Ciclo menstrual normal
O ciclo da ovulação ocorre por uma sequência de eventos desencadeados pelo cérebro, ovários e útero, que ocorrem em média uma vez a cada 28 dias (em algumas mulheres este ciclo é maior, em outras menor). O ciclo ovulatório é controlado basicamente por 4 hormônios, dois deles, FSH e LH, produzidos pela glândula hipófise do cérebro, e outros dois, estrogênio e progesterona, produzidos pelos ovários.Durante a primeira metade do ciclo, o cérebro produz o hormônio FSH, que estimula o ovário a desenvolver vários folículos (um tipo de cisto). Na presença do FSH, os folículos começam a se desenvolver, crescendo e amadurecendo. Sete dias após o início do ciclo, é possível detectar na ultrassonografia do ovário vários folículos medindo entre 9 e 10 milímetros.
Estes folículos ovarianos começam a produzir estrogênio. Conforme os níveis de estrogênio vão crescendo, um dos folículos se torna dominante, desenvolvendo-se mais rápido que os outros, que param de crescer e começam a involuir. Este folículo dominante é quem vai liberar o óvulo no momento da ovulação.
O pico na produção de estrogênio ocorre um dia antes da ovulação. No momento de concentração máxima do estrogênio, outro hormônio da hipófise é liberado, o LH. Estamos agora exatamente no meio do ciclo, ao redor do 14º dia em casos de ciclos menstruais de 28 dias. 36 horas após a liberação do LH, ocorre o rompimento do folículo dominante e a liberação do óvulo.
Após a ovulação, o ovário produz estrógeno e progesterona, que preparam o útero para a implantação e possível gravidez. Se o óvulo não for fecundado, ele é absorvido e a produção de LH, estrogênio e progesterona é interrompida. Sem estes hormônios o útero descama, surgindo assim a menstruação.
Portanto, a menstruação é um sinal que a mulher ovulou mas não foi fecundada.
Para ler sobre o ciclo menstrual com mais detalhes sugerimos dois textos:
- CICLO MENSTRUAL | PERÍODO FÉRTIL
- PERÍODO FÉRTIL PARA ENGRAVIDAR.
Ciclo menstrual na síndrome dos ovários policísticos
Nas mulheres com SOP, os folículos que surgem devido à ação do FSH são incapazes de crescer até um tamanho que provocaria a ovulação, não havendo, portanto, o desenvolvimento de um folículo dominante. Sem o folículo dominante, não ocorre ovulação nem estímulo para os folículos restantes involuírem, havendo acúmulo progressivo dos mesmos, o que é responsável pelo aspecto policístico que os ovários adquirem. A ausência de ovulação e a presença constante de folículos desregula todo o ciclo de produção de FSH, LH, estrogênio e progesterona. A mulher com ovário policístico pode não ovular por vários ciclos, o que é facilmente perceptível pela natureza irregular das suas menstruações.
O que causa a síndrome dos ovários policísticos?
Não se sabe bem ao certo o que provoca a SOP. É provável que a mesma seja o resultado da associação de fatores genéticos e factores ambientais. Cerca de 10% das mulheres possuem a síndrome dos ovários policísticos em algum grau.
A influência genética é forte. Mulheres com ovário policístico frequentemente possuem uma mãe ou irmã também com a doença. Pesquisadores ainda estão à procura dos genes responsáveis pela doença.
Uma achado muito comum nas mulheres com síndrome dos ovários policísticos é um aumento dos níveis de testosterona, o principal hormônio masculino. Outra alteração comum é a resistência a insulina. A paciente produz insulina normalmente, mas os seus tecidos são resistentes a sua ação, causando uma alteração nos valores de glicose no sangue.
Sintomas do ovário policístico
O ovário policístico é chamado síndrome porque possui um conjunto de sinais e sintomas que podem ou não estar presentes. Existe uma grande variabilidade dos sintomas da síndrome dos ovários policísticos, sendo a doença mais branda em algumas mulheres e mais exuberante em outras.As principais características da SOP são a menstruação irregular, o que indica a presença de ciclos anovulatórios (ausência de ovulação), infertilidade, obesidade, aumento dos pelos e acne. Laboratorialmente é comum encontrar níveis elevados de glicose no sangue, em alguns casos (cerca de10%), altos o suficiente para causar diabetes (leia: DIABETES MELLITUS | Diagnóstico).
O excesso de testosterona, chamado de hiperandrogenismo, é responsável por alguns dos sinais e sintomas típicos da síndrome dos ovários policísticos. Hirsutismo é o nome dado à presença de pelos na mulheres em locais com características masculinas. Os pelos costumam surgir acima do lábio superior, no queixo, ao redor dos mamilos e abaixo do umbigo. A mulheres também podem apresentar uma calvície com padrão masculino (leia: CALVÍCIE | QUEDA DE CABELOS | Causas e tratamento). O excesso de hormônios masculinos também é o responsável pelo aumento da oleosidade da pele e surgimento da acne (cravos e espinhas) (leia: ACNE | CRAVOS | ESPINHAS | Causas e tratamento).
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| Acantose nigricans |
A ausência de ovulação e as alterações hormonais da SOP aumentam o risco do desenvolvimento do câncer do endométrio (parede que reveste o útero).
Outro achado comum na síndrome dos ovários policísticos é a síndrome metabólica, caracterizada per excesso de peso, resistência à insulina, níveis elevados de colesterol e hipertensão (leia: OBESIDADE | Síndrome metabólica). Pacientes com síndrome metabólica têm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
A acantose nigricans é uma aumento da pigmentação da pele nas regiões da nuca, dobras cutâneas, articulações ou cotovelos, tonando-as enegrecidas, como na imagem acima. É uma achado típico nos pacientes obesos e com resistência à insulina.
Outras alterações comuns são a apneia do sono e esteatose hepática (leia: ESTEATOSE HEPÁTICA | Sintomas e tratamento).
Tratamento da síndrome dos ovários policísticos
Não existe cura para a síndrome dos ovários policísticos, porém, há tratamento efetivos que conseguem controlar bem os sintomas da doença. O tratamento é geralmente direcionado para os sintomas mais exuberantes. Nas mulheres com hiperandrogenismo, o uso de pilulas anticoncepcionais ajuda a diminuir a produção de hormônios masculinos. O Acetato de ciproterona, presente no Diane, tem uma boa ação antiandrogênica.
Se não houver resposta esperada após 6 meses de pílula, um diurético chamado espironolactona pode ser usado, por ter também atividade antiandrogênica, principalmente na pele, inibindo o hirsutismo. Outra droga com efeito antiandrogênico que pode ser usada é a Finasterida. Existe um creme chamado Vaniqa, que pode ser usado na pele, pois ele inibe o crescimento de pelos.
O uso de anticoncepcionais, além da parte estética, também é importante para regularizar o ciclo menstrual, diminuindo os riscos de câncer do endométrio. A pílula também age contra a acne.
A metformina é uma droga antidiábetica muito usada na SOP, pois ajuda a controlar a resistência à insulina, ajustando os níveis de glicose sanguíneos. A metformina também ajuda a regular o ciclo menstrual (leia: CLORIDRATO DE METFORMINA | Indicações e efeitos colaterais).
Nas mulheres que desejam engravidar, o Clomid (CITRATO DE CLOMIFENO | Informações sobre Clomid®) costuma ser o medicamento mais usado para induzir ovulação. A metformina é frequentemente usada para aumentar a eficácia do Clomid.
A prática de exercícios físicos e a perda de peso são importantes, pois atuam melhorando a resistência à insulina, reduzem a produção de hormônios masculinos e protegem contra as doenças cardiovasculares.
Diferenças entre ovário policístico e cisto no ovário
O cisto de ovário e a SOP são doenças completamente distintas.
Na síndrome dos ovários policísticos a paciente apresenta múltiplos cistos de tamanho pequeno, cerca e 5 mm (0,5 cm), espalhados pelos dois ovários. Geralmente estão presentes mais de dez cistos em cada ovário.
O cisto de ovário é diferente. É habitualmente uma lesão única e de tamanho maior, habitualmente acima de 2 cm.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Ainda não se fez luz!?
Ainda não se fez luz!?:

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Quando ouço da boca de um Enfermeiro-Chefe - principalmente daqueles que pretendem relevar-se através das respectivas pretensas (in)capacidades gestionárias - que "pouparam dinheiro à instituição, reduzindo o número de Enfermeiros na prestação de cuidados", penso:
a) foi pressionado (?) para dar procedimento a esta barbaridade;
b) apenas passeia folhas/processos na instituição;
c) não percebe nada de gestão ou Enfermagem;
Quem não compreende que um Enfermeiro é um investimento (cujo único custo associado é o salários, mas cujo retorno é exponencialmente superior), não pode ser Gestor/Coordenador/Enf-Chefe! Não pode, mesmo!
Ninguém poupa "cortando" nas dotações de Enfermagem!
Tenho que explicar porquê?
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Nota 1: Compreendam-me: refiro-me a números realistas e coerentes... nem sequer estou a sugerir dotações pouco exequíveis (utopias, com as quais também discordo)!
Nota 2: Ler "Investments in Nursing Save Lives" link
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Nota 1: Compreendam-me: refiro-me a números realistas e coerentes... nem sequer estou a sugerir dotações pouco exequíveis (utopias, com as quais também discordo)!
Nota 2: Ler "Investments in Nursing Save Lives" link
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Quem quer cheirar os pastorinhos?
Quem quer cheirar os pastorinhos?:
Será inaugurado amanhã, “O Milagre de Fátima” – um espaço que recria as aparições da virgem aos três pastorinhos, recorrendo a hologramas, sons e – pasme-se! – odores!…
Isso mesmo, odores!
Já acho bizarro haver pessoas que queiram ver e ouvir a recriação das alucinações dos pastorinhos.
Mas estranho mesmo é pagar um bilhete para cheirar as aparições.
Uma vez que a cena envolveu três pastores, será que se sente o cheiro das caganitas das ovelhas?
Acrescente-se que “O Milagre de Fátima” custou um milhão de euros!
Anda a malta a dar sacos de arroz e bolachas ao Banco Alimentar e os padrecas a esbanjar um milhão de euros com disneylandias marianas!
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Será inaugurado amanhã, “O Milagre de Fátima” – um espaço que recria as aparições da virgem aos três pastorinhos, recorrendo a hologramas, sons e – pasme-se! – odores!…
Isso mesmo, odores!
Já acho bizarro haver pessoas que queiram ver e ouvir a recriação das alucinações dos pastorinhos.
Mas estranho mesmo é pagar um bilhete para cheirar as aparições.
Uma vez que a cena envolveu três pastores, será que se sente o cheiro das caganitas das ovelhas?
Acrescente-se que “O Milagre de Fátima” custou um milhão de euros!
Anda a malta a dar sacos de arroz e bolachas ao Banco Alimentar e os padrecas a esbanjar um milhão de euros com disneylandias marianas!
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URINA COLORIDA (URINA VERDE, ROXA, LARANJA, AZUL)
URINA COLORIDA (URINA VERDE, ROXA, LARANJA, AZUL): A cor da urina pode ser um sinal de doença ou apenas um achado interessante sem nenhum significado clínico. Mesmo a urina normal pode apresentar variações na sua coloração, porém, mantendo-se sempre próximo ao espectro da cor amarela.
Neste texto vamos abordar as causas mais comuns de urina de cor diferente, incluindo as seguintes colorações:
A cor natural da urina varia de amarelo bem claro até amarelo escuro. Quanto mais hidratada a pessoa estiver, mais clara a urina será. Uma urina acastanhada ou amarela escura normalmente é uma urina extremamente concentrada devido a pouca quantidade de água para diluí-la.
Algumas doenças como hepatite, que cursam com a presença de bilirrubina na urina, podem apresentar uma urina escurecida, às vezes semelhantes ao mate ou até mesmo Coca-Cola (leia: HEPATITE | Sintomas e tipos).
A presença de sangue em pequenas quantidades também pode levar a uma urina amarelo escuro.
Entre os medicamentos, o Metronidazol é aquele que mais comumente causa escurecimento do amarelo da urina.
Urina Roxa:
Uma urina arroxeada é normalmente causada por infecção urinária, em geral, por bactérias que alcalinizam a urina, como a Providencia stuartii, Klebsiella pneumoniae, P. aeruginosa, Escherichia coli e o Enterococcus. A urina roxa causada por uma infecção urinária é um achado raro e ocorre mais em pacientes com cateter vesical (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | CISTITE).
A urina também pode apresentar um tom arroxeado se o paciente ingerir grandes quantidades de amoras ou beterraba.
Urina Laranja:
Uma urina muito concentrada também pode assumir uma coloração alaranjada. Porém, a urina laranja é geralmente uma urina vermelha diluída (ver causas de urina vermelha abaixo). A presença de sangue na urina é a causa mais comum.
Ingestão de beterraba, cenoura e amoras silvestres podem levar a uma urina alaranjada. Alimentos com corantes de cor laranja ou vermelha também podem ser a causa.
Entre os medicamentos, os mais comuns são a Rifampicina, Pyridium e a Nitrofurantoína. Ingestão de vitamina B, principalmente a Riboflavina (Vitamina B2), também levam à urina alaranjada.
Urina verde:
A urina verde é normalmente causada pela ingestão de corantes, principalmente o azul de metileno.
Entre os alimentos, o aspargo é quem mais frequentemente provoca esta alteração na cor.
Raramente, uma infecção urinária é a causa de uma urina verde. A bactéria que pode tornar a urina esverdeada é a Pseudomonas aeruginosa.
Entre os medicamentos que tornam a urina verde, os mais comuns são a Amitriptilina, Propofol e Indometacina.
Urina vermelha ou rosa:
Urina vermelha, em geral, é sinal de sangramento nas vias urinárias (leia: HEMATÚRIA (URINA COM SANGUE)), mas pode ser causada também por medicamentos e alimentos:
Laxantes, principalmente os que possuem Sena em sua fórmula, Rifampicina, Pyridium, vitamina B, beterraba e amoras são causas descritas. Anticoagulantes como Varfarina e heparina, podem levar à hematúria e, consequentemente, urina avermelhada.
Uma doença chamada metahemoglobinemia também pode ser a causa.
Em uma pessoa com boa hidratação, a urina vermelha pode ficar diluída pela água e se apresentar mais rosada ou alaranjada. Ao longo do dia, a urina pode variar entre vermelho, rosa ou laranja, dependendo da quantidade de água para diluí-la.
Urina Azul:
Normalmente a urina azulada é causada por medicamentos ou ingestão de corantes, como azul de metileno. Assim como na urina verde, a infecção pela bactéria Pseudomonas aeruginosa pode causar uma urina azulada.
Drogas descritas como causas de urina azul incluem Triantereno, amitriptilina, indometacina e o famoso Viagra.
Existe uma doença genética metabólica, chamada de síndrome da fralda azul, que é a causa de urina azulada em recém-nascidos.
Urina Preta ou marrom escura
Uma urina preta pode ser causada por uma doença genética rara chamada de Alcaptonúria.
Uma urina muito concentrada, que também contenha sangue, pode adquirir uma cor bem escura. Nos casos de icterícia a urina pode ficar com cor bem castanha escura, semelhante à Coca-Cola (leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto).
Entre os medicamentos, aqueles que podem causar uma urina preta são: Cloroquina, Levodopa, Metronidazol, Metildopa e Hidroquinona
Outras alterações além da cor
Além da cor, o aspecto da urina pode ser uma dica para se identificar doenças precocemente.
Uma urina com excesso de espuma sugere a presença de proteínas (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA), que é um sinal de doença renal. Uma urina "leitosa" pode significar a presença de pus. Uma urina com odor forte indica que a mesma está muito concentrada, favorecendo a formação de cálculo renal (leia: CÁLCULO RENAL | PEDRA NOS RINS | Sintomas da cólica renal).
Uma urina saudável tem cor amarelo clara, quase transparente, sem cheiro, com uma quantidade pequena de espuma e não causa dor ou desconforto ao urinar.
Vérsion en español: COLOR DE LA ORINA

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Neste texto vamos abordar as causas mais comuns de urina de cor diferente, incluindo as seguintes colorações:
- Urina amarela escur
- Urina roxa.
- Urina laranja.
- Urina verde.
- Urina vermelha .
- Urina rosa.
- Urina azul.
- Urina preta.
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| Urina amarela escura |
Algumas doenças como hepatite, que cursam com a presença de bilirrubina na urina, podem apresentar uma urina escurecida, às vezes semelhantes ao mate ou até mesmo Coca-Cola (leia: HEPATITE | Sintomas e tipos).
A presença de sangue em pequenas quantidades também pode levar a uma urina amarelo escuro.
Entre os medicamentos, o Metronidazol é aquele que mais comumente causa escurecimento do amarelo da urina.
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| Urina roxa por infecção urinária |
Uma urina arroxeada é normalmente causada por infecção urinária, em geral, por bactérias que alcalinizam a urina, como a Providencia stuartii, Klebsiella pneumoniae, P. aeruginosa, Escherichia coli e o Enterococcus. A urina roxa causada por uma infecção urinária é um achado raro e ocorre mais em pacientes com cateter vesical (leia: INFECÇÃO URINÁRIA | CISTITE).
A urina também pode apresentar um tom arroxeado se o paciente ingerir grandes quantidades de amoras ou beterraba.
Urina Laranja:
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| Urina laranja |
Ingestão de beterraba, cenoura e amoras silvestres podem levar a uma urina alaranjada. Alimentos com corantes de cor laranja ou vermelha também podem ser a causa.
Entre os medicamentos, os mais comuns são a Rifampicina, Pyridium e a Nitrofurantoína. Ingestão de vitamina B, principalmente a Riboflavina (Vitamina B2), também levam à urina alaranjada.
Urina verde:
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| Urina verde |
Entre os alimentos, o aspargo é quem mais frequentemente provoca esta alteração na cor.
Raramente, uma infecção urinária é a causa de uma urina verde. A bactéria que pode tornar a urina esverdeada é a Pseudomonas aeruginosa.
Entre os medicamentos que tornam a urina verde, os mais comuns são a Amitriptilina, Propofol e Indometacina.
Urina vermelha ou rosa:
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| Urina vermelha |
Laxantes, principalmente os que possuem Sena em sua fórmula, Rifampicina, Pyridium, vitamina B, beterraba e amoras são causas descritas. Anticoagulantes como Varfarina e heparina, podem levar à hematúria e, consequentemente, urina avermelhada.
Uma doença chamada metahemoglobinemia também pode ser a causa.
Em uma pessoa com boa hidratação, a urina vermelha pode ficar diluída pela água e se apresentar mais rosada ou alaranjada. Ao longo do dia, a urina pode variar entre vermelho, rosa ou laranja, dependendo da quantidade de água para diluí-la.
Urina Azul:
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| Urina azul |
Normalmente a urina azulada é causada por medicamentos ou ingestão de corantes, como azul de metileno. Assim como na urina verde, a infecção pela bactéria Pseudomonas aeruginosa pode causar uma urina azulada.
Drogas descritas como causas de urina azul incluem Triantereno, amitriptilina, indometacina e o famoso Viagra.
Existe uma doença genética metabólica, chamada de síndrome da fralda azul, que é a causa de urina azulada em recém-nascidos.
Urina Preta ou marrom escura
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| Urina preta |
Uma urina preta pode ser causada por uma doença genética rara chamada de Alcaptonúria.
Uma urina muito concentrada, que também contenha sangue, pode adquirir uma cor bem escura. Nos casos de icterícia a urina pode ficar com cor bem castanha escura, semelhante à Coca-Cola (leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto).
Entre os medicamentos, aqueles que podem causar uma urina preta são: Cloroquina, Levodopa, Metronidazol, Metildopa e Hidroquinona
Outras alterações além da cor
Além da cor, o aspecto da urina pode ser uma dica para se identificar doenças precocemente.
Uma urina com excesso de espuma sugere a presença de proteínas (leia: PROTEINÚRIA, URINA ESPUMOSA E SÍNDROME NEFRÓTICA), que é um sinal de doença renal. Uma urina "leitosa" pode significar a presença de pus. Uma urina com odor forte indica que a mesma está muito concentrada, favorecendo a formação de cálculo renal (leia: CÁLCULO RENAL | PEDRA NOS RINS | Sintomas da cólica renal).
Uma urina saudável tem cor amarelo clara, quase transparente, sem cheiro, com uma quantidade pequena de espuma e não causa dor ou desconforto ao urinar.
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CÁLCULO RENAL | Tratamento e duplo J
CÁLCULO RENAL | Tratamento e duplo J: A pedra no rim, também conhecida como cálculo renal ou litíase renal, é uma doença relativamente comum e uma das condições médicas que mais causa dor no seres humanos.
No artigo de hoje vamos falar sobre o tratamento e a prevenção dos cálculo renal, abordando os seguintes pontos:
A crise de cólica renal geralmente surge quando uma pedra formada no rim move-se e fica impactada em uma região do trato urinário, obstruindo a passagem da urina. Esta obstrução pode ocorrer dentro do próprio rim, mas é mais comum nos ureteres, o ducto que leva a urina do rim à bexiga.
A cólica renal costuma ser uma dor severa, com crises que duram até 60 minutos ininterruptos. Há pessoas que dizem que a cólica renal é a pior dor que já sentiram na vida.
O primeiro passo no tratamento da cólica renal é obviamente aliviar a dor do paciente. As drogas mais usadas são os anti-inflamatórios e os opioides (derivados da morfina).
Uma vez que o paciente encontre-se mais aliviado da dor, deve-se tentar encontrar a causa da cólica renal. Uma radiografia simples de abdômen e uma ultrassonografia geralmente são suficientes para se localizar a pedra. Se o cálculo já estiver no final do ureter, próxima à bexiga, o melhor exame para detectá-la é a tomografia computadorizada.
A localização e o tamanho da pedra são os fatores que definem os próximos passos no tratamento do cálculo renal.
Cálculos menores que 5 mm (0,5 cm), principalmente se localizados na parte final do ureter, habitualmente saem espontaneamente pela urina sem tratamento. Menos de 20% dos pacientes com pedras menores que 5mm precisam de alguma intervenção médica para retirar seu cálculo renal. O cálculo demora em média 8 a 14 dias para ser expelido. Porém, dependendo da localização, o tempo pode ser maior que 1 mês.
A partir dos 5 mm, quanto maior for a pedra, menor a chance dela ser eliminada espontaneamente. 60% dos cálculos renais entre 5 e 7 mm são eliminados sem tratamento; esta taxa cai para menos de 50% nas pedras com tamanho entre 7 e 9 mm. Já a pedras grandes, com mais de 9mm somente 25% saem espontaneamente, mesmo assim, apenas se já estiverem na parte final do ureter. Cálculos maiores que 10 mm (1cm) localizados no início do ureter, próximo ao rim, não costumam sair sozinhos, pois são até 3x maiores que o diâmetro médio do ureter.
Tratamento expectante do cálculo renal
Uma vez controlada a dor do paciente e diagnosticado um cálculo renal com menos de 10 mm sem sinais de complicações, como hidronefrose (dilatação do rim por obstrução da passagem de urina), o paciente pode ser tratado em casa, à espera da eliminação espontânea da pedra.
Geralmente o paciente é liberado para casa medicado com anti-inflamatórios para controlar a dor e medicamentos que relaxem o ureter, o que facilita a passagem do cálculo em direção à bexiga. As drogas mais usadas para este fim são a Tansulosina (medicamento também usado na hiperplasia benigna da próstata) ou a Nifedipina (medicamento também usado para tratar hipertensão arterial).
Orienta-se também o paciente a ingerir bastante líquidos para que um grande volume de urina ajude a empurrar a pedra.
Se o paciente tiver pedras maiores que 1 cm, dor de difícil controle, sinais de obstrução do rim (hidronefrose), sinais de infecção urinária ou se após 4 a 6 semanas a pedra não tiver saído espontaneamente, a avaliação por um urologista está indicada.
Cirurgias para cálculos renais
Se o cálculo renal for demasiadamente grande ou se surgirem complicações, como infecção urinária ou obstrução do funcionamento de um dos rins, a única maneira de tratar o paciente é através de uma intervenção médica.
O tratamento do cálculo renal evoluiu muito ao longo dos anos e hoje existem várias opções para se eliminar uma pedra no trato urinário.
Grosso modo, os métodos mais usados são:
Nos casos de pedras muito grandes, maiores que 15 mm (1,5 cm) ou se a pedra estiver impactada na metade inferior do ureter, a litotripsia extracorpórea não consegue ser tão efetiva. Nestes casos, a Ureterolitotripsia ou a Nefrolitotomia percutânea apresentam melhores resultados.
Cateter Duplo J
O cateter apresenta as duas extremidades em forma parecida com a letra J, daí o seu nome. O Duplo J apresenta furos em seu trajeto que permitem o escoamento da urina
Uma ponta fica dentro do rim e a outra dentro da bexiga. Portanto, mesmo que haja obstrução em algum ponto do ureter, independente da causa, o duplo J garante a permeabilidade da via urinária. Este cateter pode permanecer por várias semanas até que o urologista ache seguro retirá-lo.
Após a colocação do duplo J pode haver dor lombar e abdominal , ardor ao urinar e sangramentos na urina durante alguns dias. Se houver febre, dor excruciante ou sangramento exuberante com coágulos, deve-se contactar o urologista para uma reavaliação.
A retirada do cateter é um procedimento simples e feito por via endoscópica com um cistoscópio. Entra-se pela uretra com esse endoscópio e puxa-se o cateter para fora. Se não houver complicações como aderências ou deslocamentos do duplo J, a retirada é um procedimento rápido, e na maioria das vezes, indolor.
Investigação da composição do cálculo renal
Uma vez resolvido o problema do cálculo, seja de modo espontâneo ou através de uma intervenção médica, o próximo passo é tentar identificar a composição da pedra para que se possa traçar estratégias para prevenir o aparecimento de novos cálculos renais.
Se o paciente conseguir guardar a pedra eliminada, o seu conteúdo pode ser analisado em um laboratório. Mas mesmo que não seja possível recuperar a pedra expelida, um acompanhamento com médico Nefrologista está indicado para que ele, através da avaliação da composição da sua urina, possa procurar por problemas que facilitem a formação de cálculos.
Pacientes que apresentam excesso de cálcio, oxalato, fósforo ou ácido úrico na urina possuem maior risco de formar pedras. Por outro lado, falta de citrato na urina ou uma urina pouco diluída também são fatores de risco. Muitas vezes, a correção destas alterações na composição da urina são suficientes para impedir o surgimento de novos cálculos.
Existem remédios que dissolvem pedras?
Se a pedra de for composta principalmente por ácido úrico, a alcalinização da urina com bicarbonato ou citrato de potássio (Litocit) pode ajudar a dissolver a pedra. Esta é a ÚNICA situação na qual dissolver pedras é possível.
Todavia, a imensa maioria dos cálculos renais é composta por cálcio. Nestes casos, infelizmente, não há modo de dissolver as pedras já formadas.
TOME CUIDADO! Algumas empresas desonestas se aproveitam do fato da maioria dos cálculos saírem sozinhos e de alguns poderem mudar de tamanho espontaneamente para vender "produtos naturais" como milagrosos. Existem dezenas de sites falsos fazendo apologia ao uso de substâncias que supostamente dissolvem cálculos renais. Esses tratamentos não são cientificamente comprovados. Nenhuma Sociedade Internacional de Urologia ou Nefrologia indica o uso de substâncias para dissolver cálculos à base e cálcio.
Quer uma dica para saber se o medicamento contra o cálculo é correto? Antes de comprar qualquer remédio "natural" procure pelo seu registro na ANVISA. Se não estiver registrado, não compre. Se estiver registrado na ANVISA, veja se o registro é apenas como suplemento alimentar ou se o produto tem autorização para ser usado como remédio para cálculo renal. Muitas empresas registram seus produtos apenas como suplemento alimentar e depois usam este registro para fingir que o medicamento é indicado e aprovado pela ANVISA para tratar diversas doenças. Na dúvida, não compre medicamentos sem a orientação de um médico.
E o chá de quebra-pedra?
O famoso chá de quebra-pedra não quebra nenhuma pedra. Mas ele parece ser efetivo na prevenção do cálculo renal. Se o paciente já tem a pedra de cálcio formada, o chá funciona tanto quanto qualquer outro líquido, incluindo água. Porém, se tomado com frequência ele parece diminuir a formação de novas pedras, reduzindo a incidência de cálculos renais.


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No artigo de hoje vamos falar sobre o tratamento e a prevenção dos cálculo renal, abordando os seguintes pontos:
- Tratamento durante a crise de cólica renal.
- Tratamento das pedras de grande tamanho.
- Cirurgia para cálculo renal.
- Utilização do cateter duplo J.
- Investigação da composição do cálculo renal.
- Remédios que dissolvem as pedras.
A crise de cólica renal geralmente surge quando uma pedra formada no rim move-se e fica impactada em uma região do trato urinário, obstruindo a passagem da urina. Esta obstrução pode ocorrer dentro do próprio rim, mas é mais comum nos ureteres, o ducto que leva a urina do rim à bexiga.
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| 2 cálculo renais, um dentro do rim e outro no início do ureter. |
O primeiro passo no tratamento da cólica renal é obviamente aliviar a dor do paciente. As drogas mais usadas são os anti-inflamatórios e os opioides (derivados da morfina).
Uma vez que o paciente encontre-se mais aliviado da dor, deve-se tentar encontrar a causa da cólica renal. Uma radiografia simples de abdômen e uma ultrassonografia geralmente são suficientes para se localizar a pedra. Se o cálculo já estiver no final do ureter, próxima à bexiga, o melhor exame para detectá-la é a tomografia computadorizada.
A localização e o tamanho da pedra são os fatores que definem os próximos passos no tratamento do cálculo renal.
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| Localizações mais comuns da litíase renal |
A partir dos 5 mm, quanto maior for a pedra, menor a chance dela ser eliminada espontaneamente. 60% dos cálculos renais entre 5 e 7 mm são eliminados sem tratamento; esta taxa cai para menos de 50% nas pedras com tamanho entre 7 e 9 mm. Já a pedras grandes, com mais de 9mm somente 25% saem espontaneamente, mesmo assim, apenas se já estiverem na parte final do ureter. Cálculos maiores que 10 mm (1cm) localizados no início do ureter, próximo ao rim, não costumam sair sozinhos, pois são até 3x maiores que o diâmetro médio do ureter.
Tratamento expectante do cálculo renal
Uma vez controlada a dor do paciente e diagnosticado um cálculo renal com menos de 10 mm sem sinais de complicações, como hidronefrose (dilatação do rim por obstrução da passagem de urina), o paciente pode ser tratado em casa, à espera da eliminação espontânea da pedra.
Geralmente o paciente é liberado para casa medicado com anti-inflamatórios para controlar a dor e medicamentos que relaxem o ureter, o que facilita a passagem do cálculo em direção à bexiga. As drogas mais usadas para este fim são a Tansulosina (medicamento também usado na hiperplasia benigna da próstata) ou a Nifedipina (medicamento também usado para tratar hipertensão arterial).
Orienta-se também o paciente a ingerir bastante líquidos para que um grande volume de urina ajude a empurrar a pedra.
Se o paciente tiver pedras maiores que 1 cm, dor de difícil controle, sinais de obstrução do rim (hidronefrose), sinais de infecção urinária ou se após 4 a 6 semanas a pedra não tiver saído espontaneamente, a avaliação por um urologista está indicada.
Cirurgias para cálculos renais
Se o cálculo renal for demasiadamente grande ou se surgirem complicações, como infecção urinária ou obstrução do funcionamento de um dos rins, a única maneira de tratar o paciente é através de uma intervenção médica.
O tratamento do cálculo renal evoluiu muito ao longo dos anos e hoje existem várias opções para se eliminar uma pedra no trato urinário.
Grosso modo, os métodos mais usados são:
- Litotripsia extracorpórea (LECO)- método onde as pedras são quebradas por meio de ondas de choque aplicadas através da pele.
- Ureterolitotripsia - as ondas de choque são aplicadas diretamente nos cálculos, através de endoscópio inserido pela uretra até o ureter.
- Nefrolitotomia percutânea - uma pequena cirurgia onde o endoscópio é inserido através da pele até o local onde esta o cálculo.
- Cirurgia convencional - procedimento onde o rim necessita ser aberto para retirada das pedras. Normalmente usada em cálculos complicados, principalmente nos cálculos coraliformes.
Nos casos de pedras muito grandes, maiores que 15 mm (1,5 cm) ou se a pedra estiver impactada na metade inferior do ureter, a litotripsia extracorpórea não consegue ser tão efetiva. Nestes casos, a Ureterolitotripsia ou a Nefrolitotomia percutânea apresentam melhores resultados.
Cateter Duplo J
Após qualquer manipulação do ureter, este pode apresentar um grau de edema secundário à reação inflamatória, que por si só pode obstruir a passagem de urina e de restos de cálculos que ainda possam permanecer. Por isso, costuma-se inserir um cateter chamado de duplo J, ou rabo de porco (pig-tail em inglês), para garantir a permeabilidade da via manipulada.
O cateter apresenta as duas extremidades em forma parecida com a letra J, daí o seu nome. O Duplo J apresenta furos em seu trajeto que permitem o escoamento da urina
Uma ponta fica dentro do rim e a outra dentro da bexiga. Portanto, mesmo que haja obstrução em algum ponto do ureter, independente da causa, o duplo J garante a permeabilidade da via urinária. Este cateter pode permanecer por várias semanas até que o urologista ache seguro retirá-lo.
Após a colocação do duplo J pode haver dor lombar e abdominal , ardor ao urinar e sangramentos na urina durante alguns dias. Se houver febre, dor excruciante ou sangramento exuberante com coágulos, deve-se contactar o urologista para uma reavaliação.
A retirada do cateter é um procedimento simples e feito por via endoscópica com um cistoscópio. Entra-se pela uretra com esse endoscópio e puxa-se o cateter para fora. Se não houver complicações como aderências ou deslocamentos do duplo J, a retirada é um procedimento rápido, e na maioria das vezes, indolor.
Investigação da composição do cálculo renal
Uma vez resolvido o problema do cálculo, seja de modo espontâneo ou através de uma intervenção médica, o próximo passo é tentar identificar a composição da pedra para que se possa traçar estratégias para prevenir o aparecimento de novos cálculos renais.
Se o paciente conseguir guardar a pedra eliminada, o seu conteúdo pode ser analisado em um laboratório. Mas mesmo que não seja possível recuperar a pedra expelida, um acompanhamento com médico Nefrologista está indicado para que ele, através da avaliação da composição da sua urina, possa procurar por problemas que facilitem a formação de cálculos.
Pacientes que apresentam excesso de cálcio, oxalato, fósforo ou ácido úrico na urina possuem maior risco de formar pedras. Por outro lado, falta de citrato na urina ou uma urina pouco diluída também são fatores de risco. Muitas vezes, a correção destas alterações na composição da urina são suficientes para impedir o surgimento de novos cálculos.
Existem remédios que dissolvem pedras?
Se a pedra de for composta principalmente por ácido úrico, a alcalinização da urina com bicarbonato ou citrato de potássio (Litocit) pode ajudar a dissolver a pedra. Esta é a ÚNICA situação na qual dissolver pedras é possível.
Todavia, a imensa maioria dos cálculos renais é composta por cálcio. Nestes casos, infelizmente, não há modo de dissolver as pedras já formadas.
TOME CUIDADO! Algumas empresas desonestas se aproveitam do fato da maioria dos cálculos saírem sozinhos e de alguns poderem mudar de tamanho espontaneamente para vender "produtos naturais" como milagrosos. Existem dezenas de sites falsos fazendo apologia ao uso de substâncias que supostamente dissolvem cálculos renais. Esses tratamentos não são cientificamente comprovados. Nenhuma Sociedade Internacional de Urologia ou Nefrologia indica o uso de substâncias para dissolver cálculos à base e cálcio.
Quer uma dica para saber se o medicamento contra o cálculo é correto? Antes de comprar qualquer remédio "natural" procure pelo seu registro na ANVISA. Se não estiver registrado, não compre. Se estiver registrado na ANVISA, veja se o registro é apenas como suplemento alimentar ou se o produto tem autorização para ser usado como remédio para cálculo renal. Muitas empresas registram seus produtos apenas como suplemento alimentar e depois usam este registro para fingir que o medicamento é indicado e aprovado pela ANVISA para tratar diversas doenças. Na dúvida, não compre medicamentos sem a orientação de um médico.
E o chá de quebra-pedra?
O famoso chá de quebra-pedra não quebra nenhuma pedra. Mas ele parece ser efetivo na prevenção do cálculo renal. Se o paciente já tem a pedra de cálcio formada, o chá funciona tanto quanto qualquer outro líquido, incluindo água. Porém, se tomado com frequência ele parece diminuir a formação de novas pedras, reduzindo a incidência de cálculos renais.
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domingo, 10 de junho de 2012
POSSO ESTAR GRÁVIDA?
POSSO ESTAR GRÁVIDA?: Uma das dúvidas que as mulheres em idade fértil frequentemente apresentam é em relação a possibilidade de estarem grávidas. Mesmo aquelas que não desejam engravidar podem acabar tendo relações sexuais sem a proteção de métodos contraceptivos, como a camisinha ou a pílula anticoncepcional, passando a correr o risco de apresentarem uma gravidez.
Antes de se perguntar se você pode estar grávida, tenha em mente um dado: qualquer relação sexual desprotegida pode provocar uma gravidez. Portanto, se você teve sexo desprotegido, não importa como nem quando, haverá sempre a chance de estar grávida.
Neste texto vou responder as dúvidas mais comuns que as nossas leitoras enviam a este site sobre o assunto.
Posso estar grávida mesmo sem ter sintomas?
Sim, muitas gravidezes passam despercebidas por vários meses. Há inacreditáveis casos em que a mulher só descobre que está grávida quando entra em trabalho de parto. Portanto, o fato de você não apresentar os sintomas clássico da gravidez, como aumento dos seios, enjoos, alterações do apetite, cansaço e excesso de urina não é suficiente para se descartar uma gravidez.
Leia: PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ.
Posso engravidar mesmo sem o meu parceiro ejacular dentro de mim?
Sim. Sem a ejaculação o risco é menor, mas ainda assim é possível haver espermatozódes no líquido pré-ejaculatório que sai do pênis durante o ato sexual. A ejaculação aumenta a probabilidade de uma gravidez, mas a sua ausência de modo algum é suficiente para preveni-la.
É possível engravidar com coito interrompido?
Sim. Como foi dito acima, o líquido pré-ejaculatório pode conter espermatozoides. Além disso, é comum o homem não conseguir interromper o coito a tempo, ejaculando parcialmente na vagina. A taxa de gravidez nos casais que praticam coito interrompido chega a 20%, o que é muito alto para ser considerado um método contraceptivo confiável.
Tive penetração desprotegida por alguns segundos apenas. É possível eu ter engravidado?
Sim. Se o tempo de penetração foi muito curto, a chance de gravidez é muito baixa, porém qualquer relação sexual desprotegida, mesmo muito rápida e sem ejaculação, pode levar à gravidez.
Posso engravidar tendo relações sexuais durante a menstruação?
Sim. Engravidar estando menstruada é raro, mas não é impossível. Na verdade, tecnicamente falando, a gravidez não ocorre na menstruação, mas sim poucos dias depois do fim da mesma. Se mulher tiver um ciclo menstrual muito curto é possível que ela ovule poucos dias depois do fim da menstruação. Como o espermatozoide pode ficar viável por até 7 dias dentro do trato reprodutor feminino, se a relação acontecer nos últimos dias do período é possível que o espermatozoide ainda esteja em condições de fecundar o óvulo quando este surgir.
Leia: PERÍODO FÉRTIL | Quando ocorre a ovulação?
Existe algum momento do ciclo menstrual que seja impossível engravidar?
Teoricamente não. Porém, na imensa maioria das mulheres a época da menstruação costuma ser segura, sendo pouco provável que ocorra uma gravidez tendo relações nesta fase. Mas 100% de segurança, não existe.
É possível engravidar estando amamentando?
A amamentação costuma inibir a ovulação, tornando uma gravidez pouco provável. Porém, é possível que algumas mulheres ovulem durante o período que ainda estão amamentando, principalmente quando começam a reduzir a frequência das mamadas.
É possível engravidar tendo o homem ejaculado apenas do lado de fora da vagina?
Sim. Também é pouco comum, mas não impossível que algum espermatozoide consiga progredir até a vagina e de lá para o útero.
É possível engravidar apenas encostando o pênis vagina, sem haver penetração?
É pouco provável, mas se houver liberação de líquido pré-ejaculatório, há um pequeno risco.
Posso estar grávida mesmo apresentando o teste de gravidez de farmácia negativo?
Depende. A maioria dos testes atuais, mesmo os de farmácias, já conseguem detectar a presença do BHcG com apenas um dia de atraso menstrual. Porém, como a concentração deste hormônio nesta fase inicial pode estar bem baixa, é possível haver falsos negativos. O ideal é realizar o exame com pelo menos uma semana de atraso menstrual para minimizar o risco de resultados falsos.
Portanto, se a sua menstruação está atrasada há menos de uma semana, não é possível descartar uma gravidez com um teste negativo.O ideal é esperar mais uma semana e repetir o teste, dando preferência ao teste de sangue.
Leia: TESTE DE GRAVIDEZ DE FARMÁCIA.
Minha menstruação está atrasada há mais de 2 semanas mas meu teste sanguíneo de gravidez veio negativo. Posso estar grávida?
Improvável. Os testes de sangue são mais sensíveis que os testes de gravidez de farmácia. Com duas semanas ou mais de atraso menstrual não é esperado que ocorram falsos negativos. A chance de gravidez nestes casos é menor que 1%.
Tenho sintomas de gravidez, minha menstruação está atrasada, mas meu Beta hCG é negativo. Posso estra grávida?
Esta pergunta é uma variação da pergunta anterior. Na verdade, não importam os sintomas nem a presença do atraso menstrual. Se o beta hCG (exame de gravidez) é negativo, você não está grávida. É preciso procurar um ginecologista para que se possa investigar o motivo do seu atraso menstrual. A chance do Beta hCG vir errado em mulheres com atraso menstrual é desprezível.
Leia: SINTOMAS DE GRAVIDEZ | TESTE DE GRAVIDEZ.
Posso engravidar tendo relações sexuais fora do período fértil?
Sim. Como já referi, o espermatozoide permanece viável por alguns dias dentro do trato reprodutor feminino. Se você tiver relações hoje e entrar no período fértil daqui a três ou quatro dias, existe uma grande chance de engravidar.
Posso estar grávida mesmo tendo vindo a menstruação?
Não. Se a menstruação veio normalmente, é porque não houve fecundação do óvulo. Porém, cabe aqui um importante parêntesis. No início da gravidez é possível haver um pequeno sangramento vaginal, que pode ser facilmente confundido com a menstruação. É possível também haver um pouco de cólica, o que causa ainda mais confusão. Portanto, a grávida pode achar que menstruou, mas na verdade o que ocorreu foi um pequeno sangramento da gestação.
Acho que estou grávida, mas minha menstruação que desceu. Vale a pena fazer o teste de gravidez assim mesmo?
Sim. Se você acha que está grávida, o teste é o único modo de se ter certeza a curto prazo. Como disse acima, algumas mulheres confundem o sangramento que pode ocorrer após a implatação do óvulo no útero com a menstruação.
Posso engravidar mesmo tendo relações com camisinha?
Sim, mas é pouco comum. A maioria das falhas da camisinha ocorre por mau uso da mesma. Episódios de camisinha estourada, vazamentos ou camisinha que se solta do pênis ocorrem porque o preservativo foi colocado de forma incorreta. Se a camicinha for usada de forma correta, o risco de gravidez é bem baixo
Leia: CAMISINHA | Tudo o que você precisa saber
Posso engravidar mesmo usando a pílula anticoncepcional?
Sim, mas é ainda mais incomum do que com a camisinha. Se o anticoncepcional estiver sendo tomado de forma correta o risco de gravidez é menor que 1%.
Falhei um dia na pílula e tive relações sexuais, posso estar grávida?
Apenas um dia de falha não costuma causar grandes alterações na eficácia do anticoncepcional. O risco existe, mas é baixo nestes casos. Por outro lado, se as falhas ocorreram mais do que uma vez, é possível ocorrer ovulação, aumentando o risco de gravidez.
Estou tomando antibióticos e tive relação sexual . É possível haver falha no efeito da pilula?
Apesar da crença popular de que antibióticos cortem o efeito da pilula, na prática isto não ocorre com tanta frequência assim. O único antibiótico que efetivamente é perigoso associar à pílula é a Rifampicina.
Outras classes de antibióticos, como as tetraciclinas, metronidazol e derivados da penicilina, como amoxicilina e cefalosporinas, também podem diminuir a concentração de estradiol. Mas este efeito parece ocorrer apenas em um número reduzido de mulheres. Por via das dúvidas, como não há como saber de antemão em que casos os antibióticos provocarão mais interação, indica-se o uso da camisinha durante o ciclo menstrual em que se esteja sob efeito de antibióticos.
Acho que estou grávida, como ter certeza?
Não existe outra maneira se diagnosticar uma gravidez sem ser através da dosagem do Beta hCG ou da ultrassonografia. Se você acha que existe algum risco de gravidez, é preciso fazer um exame. Basear-se apenas em sintomas ou na ausência da menstruação não é seguro.


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Antes de se perguntar se você pode estar grávida, tenha em mente um dado: qualquer relação sexual desprotegida pode provocar uma gravidez. Portanto, se você teve sexo desprotegido, não importa como nem quando, haverá sempre a chance de estar grávida.
Neste texto vou responder as dúvidas mais comuns que as nossas leitoras enviam a este site sobre o assunto.
Posso estar grávida mesmo sem ter sintomas?
Sim, muitas gravidezes passam despercebidas por vários meses. Há inacreditáveis casos em que a mulher só descobre que está grávida quando entra em trabalho de parto. Portanto, o fato de você não apresentar os sintomas clássico da gravidez, como aumento dos seios, enjoos, alterações do apetite, cansaço e excesso de urina não é suficiente para se descartar uma gravidez.
Leia: PRIMEIROS SINTOMAS DE GRAVIDEZ.
Posso engravidar mesmo sem o meu parceiro ejacular dentro de mim?
Sim. Sem a ejaculação o risco é menor, mas ainda assim é possível haver espermatozódes no líquido pré-ejaculatório que sai do pênis durante o ato sexual. A ejaculação aumenta a probabilidade de uma gravidez, mas a sua ausência de modo algum é suficiente para preveni-la.
É possível engravidar com coito interrompido?
Sim. Como foi dito acima, o líquido pré-ejaculatório pode conter espermatozoides. Além disso, é comum o homem não conseguir interromper o coito a tempo, ejaculando parcialmente na vagina. A taxa de gravidez nos casais que praticam coito interrompido chega a 20%, o que é muito alto para ser considerado um método contraceptivo confiável.
Tive penetração desprotegida por alguns segundos apenas. É possível eu ter engravidado?
Sim. Se o tempo de penetração foi muito curto, a chance de gravidez é muito baixa, porém qualquer relação sexual desprotegida, mesmo muito rápida e sem ejaculação, pode levar à gravidez.
Posso engravidar tendo relações sexuais durante a menstruação?
Sim. Engravidar estando menstruada é raro, mas não é impossível. Na verdade, tecnicamente falando, a gravidez não ocorre na menstruação, mas sim poucos dias depois do fim da mesma. Se mulher tiver um ciclo menstrual muito curto é possível que ela ovule poucos dias depois do fim da menstruação. Como o espermatozoide pode ficar viável por até 7 dias dentro do trato reprodutor feminino, se a relação acontecer nos últimos dias do período é possível que o espermatozoide ainda esteja em condições de fecundar o óvulo quando este surgir.
Leia: PERÍODO FÉRTIL | Quando ocorre a ovulação?
Existe algum momento do ciclo menstrual que seja impossível engravidar?
Teoricamente não. Porém, na imensa maioria das mulheres a época da menstruação costuma ser segura, sendo pouco provável que ocorra uma gravidez tendo relações nesta fase. Mas 100% de segurança, não existe.
É possível engravidar estando amamentando?
A amamentação costuma inibir a ovulação, tornando uma gravidez pouco provável. Porém, é possível que algumas mulheres ovulem durante o período que ainda estão amamentando, principalmente quando começam a reduzir a frequência das mamadas.
É possível engravidar tendo o homem ejaculado apenas do lado de fora da vagina?
Sim. Também é pouco comum, mas não impossível que algum espermatozoide consiga progredir até a vagina e de lá para o útero.
É possível engravidar apenas encostando o pênis vagina, sem haver penetração?
É pouco provável, mas se houver liberação de líquido pré-ejaculatório, há um pequeno risco.
Posso estar grávida mesmo apresentando o teste de gravidez de farmácia negativo?
Depende. A maioria dos testes atuais, mesmo os de farmácias, já conseguem detectar a presença do BHcG com apenas um dia de atraso menstrual. Porém, como a concentração deste hormônio nesta fase inicial pode estar bem baixa, é possível haver falsos negativos. O ideal é realizar o exame com pelo menos uma semana de atraso menstrual para minimizar o risco de resultados falsos.
Portanto, se a sua menstruação está atrasada há menos de uma semana, não é possível descartar uma gravidez com um teste negativo.O ideal é esperar mais uma semana e repetir o teste, dando preferência ao teste de sangue.
Leia: TESTE DE GRAVIDEZ DE FARMÁCIA.
Minha menstruação está atrasada há mais de 2 semanas mas meu teste sanguíneo de gravidez veio negativo. Posso estar grávida?
Improvável. Os testes de sangue são mais sensíveis que os testes de gravidez de farmácia. Com duas semanas ou mais de atraso menstrual não é esperado que ocorram falsos negativos. A chance de gravidez nestes casos é menor que 1%.
Tenho sintomas de gravidez, minha menstruação está atrasada, mas meu Beta hCG é negativo. Posso estra grávida?
Esta pergunta é uma variação da pergunta anterior. Na verdade, não importam os sintomas nem a presença do atraso menstrual. Se o beta hCG (exame de gravidez) é negativo, você não está grávida. É preciso procurar um ginecologista para que se possa investigar o motivo do seu atraso menstrual. A chance do Beta hCG vir errado em mulheres com atraso menstrual é desprezível.
Leia: SINTOMAS DE GRAVIDEZ | TESTE DE GRAVIDEZ.
Posso engravidar tendo relações sexuais fora do período fértil?
Sim. Como já referi, o espermatozoide permanece viável por alguns dias dentro do trato reprodutor feminino. Se você tiver relações hoje e entrar no período fértil daqui a três ou quatro dias, existe uma grande chance de engravidar.
Posso estar grávida mesmo tendo vindo a menstruação?
Não. Se a menstruação veio normalmente, é porque não houve fecundação do óvulo. Porém, cabe aqui um importante parêntesis. No início da gravidez é possível haver um pequeno sangramento vaginal, que pode ser facilmente confundido com a menstruação. É possível também haver um pouco de cólica, o que causa ainda mais confusão. Portanto, a grávida pode achar que menstruou, mas na verdade o que ocorreu foi um pequeno sangramento da gestação.
Acho que estou grávida, mas minha menstruação que desceu. Vale a pena fazer o teste de gravidez assim mesmo?
Sim. Se você acha que está grávida, o teste é o único modo de se ter certeza a curto prazo. Como disse acima, algumas mulheres confundem o sangramento que pode ocorrer após a implatação do óvulo no útero com a menstruação.
Posso engravidar mesmo tendo relações com camisinha?
Sim, mas é pouco comum. A maioria das falhas da camisinha ocorre por mau uso da mesma. Episódios de camisinha estourada, vazamentos ou camisinha que se solta do pênis ocorrem porque o preservativo foi colocado de forma incorreta. Se a camicinha for usada de forma correta, o risco de gravidez é bem baixo
Leia: CAMISINHA | Tudo o que você precisa saber
Posso engravidar mesmo usando a pílula anticoncepcional?
Sim, mas é ainda mais incomum do que com a camisinha. Se o anticoncepcional estiver sendo tomado de forma correta o risco de gravidez é menor que 1%.
Falhei um dia na pílula e tive relações sexuais, posso estar grávida?
Apenas um dia de falha não costuma causar grandes alterações na eficácia do anticoncepcional. O risco existe, mas é baixo nestes casos. Por outro lado, se as falhas ocorreram mais do que uma vez, é possível ocorrer ovulação, aumentando o risco de gravidez.
Estou tomando antibióticos e tive relação sexual . É possível haver falha no efeito da pilula?
Apesar da crença popular de que antibióticos cortem o efeito da pilula, na prática isto não ocorre com tanta frequência assim. O único antibiótico que efetivamente é perigoso associar à pílula é a Rifampicina.
Outras classes de antibióticos, como as tetraciclinas, metronidazol e derivados da penicilina, como amoxicilina e cefalosporinas, também podem diminuir a concentração de estradiol. Mas este efeito parece ocorrer apenas em um número reduzido de mulheres. Por via das dúvidas, como não há como saber de antemão em que casos os antibióticos provocarão mais interação, indica-se o uso da camisinha durante o ciclo menstrual em que se esteja sob efeito de antibióticos.
Acho que estou grávida, como ter certeza?
Não existe outra maneira se diagnosticar uma gravidez sem ser através da dosagem do Beta hCG ou da ultrassonografia. Se você acha que existe algum risco de gravidez, é preciso fazer um exame. Basear-se apenas em sintomas ou na ausência da menstruação não é seguro.
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Aaaawwwww!
Aaaawwwww!:
Submitted by: chriscooperm
Posted at: 2012-06-05 17:06:11
See full post and comment: http://9gag.com/gag/4392282

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Submitted by: chriscooperm
Posted at: 2012-06-05 17:06:11
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Borges ganhou 225 mil € livres de impostos
Borges ganhou 225 mil € livres de impostos
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António Borges, o consultor do Governo que defendeu esta semana a redução urgente dos salários, ganhou, em 2011, 225 mil euros livres de impostos, apurou o CM. Como director do FMI para a Europa no ano passado, António Borges ganhou cerca de 306 mil dólares (quase 225 mil euros ao câmbio da altura) isentos de impostos, porque tinha, como todos os funcionários do FMI, um estatuto de funcionário de organização internacional (semelhante àquele de que beneficiam os funcionários das Nações Unidas), o que implica o pagamento de salário líquido.
Borges trabalhou, até Novembro de 2010, como administrador da empresa Galeno Participações SGPS. E auferiu um rendimento anual da ordem dos 350 mil euros, acumulando ainda a presidência de um fundo de investimento - o Standards Board - em Londres.
O actual consultor do Governo para as privatizações e parcerias público-privadas (PPP) foi nomeado director do departamento do FMI para a Europa em Novembro de 2010 pelo então director-geral, Dominique Strauss-Kahn, substituindo o polaco Marek Belka, que se tornou governador do Banco Central da Polónia. Borges iniciou funções no FMI no final de Novembro de 2010 e desempenhou o cargo até meados de Novembro de 2011, quando apresentou a sua demissão à directora-geral, Christine Lagarde, alegando razões pessoais.
Não tendo residência em Portugal há vários anos, Borges apenas tem de entregar a declaração de rendimentos no nosso país se obtiver rendimentos em Portugal da categoria G, relativa a rendas, ou F, referente a mais-valias, mas não declara o rendimento do trabalho como funcionário do FMI, justamente porque está isento de impostos. Contactado pelo Correio da Manhã, António Borges escusou-se a fazer comentários.
TRABALHO DE BORGES É "UM MISTÉRIO"
Marc Roche, autor de um livro sobre os bastidores do banco Goldman Sachs e jornalista do ‘Le Monde', considera o trabalho de António Borges no banco "um mistério". O economista foi vice-presidente da instituição em Londres entre 2000 e 2008, tendo depois passado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). "Sei que ele esteve no Goldman Sachs mas não sei o que é que ele fez ou em que secção trabalhou", afirmou Roche.
GOVERNO NÃO REVELA ORDENADO
O Governo não revelou ainda o salário de António Borges como consultor para a área das privatizações, das parcerias público--privadas (PPP) e para a reestruturação do sector empresarial do Estado. A única informação conhecida é que a equipa de cinco economistas liderada por Borges custa 25 mil euros por mês.
A nomeação de António Borges para consultor do Executivo foi anunciada pelo próprio primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, em Fevereiro deste ano. A acção do ex-director do FMI na Europa como consultor do Governo tem gerado polémica, a ponto de ter sido ouvido em Maio na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas por causa da oferta pública de aquisição (OPA) da brasileira Camargo Corrêa sobre a Cimpor. E os próprios banqueiros não terão ficado muito satisfeitos com a sua intervenção no processo de recapitalização da Banca.
Na sexta-feira dia 1 de Junho, o CM questionou a Parpública sobre o montante do salário de António Borges como consultor, mas, até ao final desta edição, não obteve resposta.
Borges, recorde-se, foi vice--presidente do PSD na liderança de Manuela Ferreira Leite até Fevereiro de 2010.
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domingo, 3 de junho de 2012
"Typo"?
"Typo"?:

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.
(Clicar para ampliar e ler)
.
... só pode! Esta "indicação" de limites remuneratórios de preço/hora (Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais) é um atentado à dignidade profissional dos Enfermeiros!
Conseguem perceber a lógica do valor apresentado para os Enfermeiros (5,63 euros/hora), de acordo com o fundamento legal apresentado neste documento?
Isto é inconstitucional!!
Os Médicos, por exemplo, têm os seus valores de referência publicados no Despacho n.10428/2011, do Ministério da Saúde!
_________________________________________________________
Nota: este honorário representa, em termos líquidos (após descontos e obrigações fiscais), cerca de 3,5 euros/hora!
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sábado, 2 de junho de 2012
Preço certo
Preço certo: http://beparlamento.net/rovisco-pais-contrata-enfermeiros-falsos-recibos-verdes-pagando-35-euros-l%C3%ADquidos-por-hora
Qual o preço certo para cuidar de alguém? Impagável pela dedicação, pelo esforço físico e emocional que existe do cuidador, retribuído por quem é cuidado pelo seu agradecimento, pelo olhar de esperança.
Mas na nossa sociedade tudo se resume a números, assim o exige um complexo sistema financeiro.
E urge atribuir um valor ao cuidar, aos cuidados de enfermagem. Serão 3,5euros por hora o suficiente para abdicar de fins de semana e de noites bem dormidas? Será um valor justo para quem tem na sua mão a vida de outros diariamente? Será o correcto para licenciados, pós- graduados e mestrados aplicaram todos os seus conhecimentos?
A enfermagem continua a ser nivelada por baixo, preços anedóticos, com a conivência de estruturas dirigentes da classe, e com a indiferença de enfermeiros mais velhos que têm a sorte de terem um vencimento com um discreto melhor reconhecimento.
Para quando o estabelecimento de um valor mínimo para exercer enfermagem? Para quando uma tomada de posição corajosa que nos impeça de uma vez por todos de continuar este caminho vertiginoso para o abismo? Para quando enfermeiros a serem remunerados de acordo com o valor e responsabilidade que têm? Sem desrespeito, mas 3,5€ é menos do que cobra alguém por limpar o pó da sala

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Qual o preço certo para cuidar de alguém? Impagável pela dedicação, pelo esforço físico e emocional que existe do cuidador, retribuído por quem é cuidado pelo seu agradecimento, pelo olhar de esperança.
Mas na nossa sociedade tudo se resume a números, assim o exige um complexo sistema financeiro.
E urge atribuir um valor ao cuidar, aos cuidados de enfermagem. Serão 3,5euros por hora o suficiente para abdicar de fins de semana e de noites bem dormidas? Será um valor justo para quem tem na sua mão a vida de outros diariamente? Será o correcto para licenciados, pós- graduados e mestrados aplicaram todos os seus conhecimentos?
A enfermagem continua a ser nivelada por baixo, preços anedóticos, com a conivência de estruturas dirigentes da classe, e com a indiferença de enfermeiros mais velhos que têm a sorte de terem um vencimento com um discreto melhor reconhecimento.
Para quando o estabelecimento de um valor mínimo para exercer enfermagem? Para quando uma tomada de posição corajosa que nos impeça de uma vez por todos de continuar este caminho vertiginoso para o abismo? Para quando enfermeiros a serem remunerados de acordo com o valor e responsabilidade que têm? Sem desrespeito, mas 3,5€ é menos do que cobra alguém por limpar o pó da sala
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Lente de Contacto que lê nível de açúcar no Sangue
Lente de Contacto que lê nível de açúcar no Sangue:

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Publicamos a uns dias um artigo bastante interessante sobre uma tatuagem que verifica o nível de açúcar no sangue, ajudando no controle dos diabetes. Ninguém gosta de agulhas e os coitados dos diabéticos têm de tornar essa prática em algo quase tão normal como mudar de camisa. A tal tatuagem que dava informação em relação aos diabetes, mudando de cor consoante o nível, utilizava nanoparticulas inseridas na pele o que deu outras ideias aos cientistas, como é o caso desta lente de contacto que utiliza uma técnica idêntica para detectar os níveis de açúcar no sangue.
Lente Contacto “lê” glicose na tuas Lágrimas
Imagine agora ter uma lente de contacto que faz o mesmo que a tatuagem inovadora e que muda de cor quando se aproxima de níveis perigos de falta de açúcar no sangue. Parece porreiro não é? Neste caso como a lente de contacto não está directamente ligada a pele, a medição dos níveis de açúcar são feitos através das suas lágrimas. A medição usando a glicose é efectuada pela lente de forma a conseguir perceber se o açúcar está ou não a ser correctamente metabolizado no seu organismo.
Como é óbvio, não conseguirá ver essa alteração na sua lente de contacto, mas conseguirá notar através de um espelho ou até de uma aplicação própria para smartphones que funcionará com uma fotografia aos seus olhos, usando um método de exame ocular, mas fácil e muito Do it Yourself.

O estudo para o lançamento deste produto no mercado está a ser feito a cerca de 3 anos e promete estar em breve pronto a ser comercializado se os testes em olhos humanos resultar conforme está planeado por cientistas. Segundo o Dr. Jun Hu, esta descoberta poderá fazer com que os diabéticos possam viver sem desconforto e descobrir os níveis de sangue do seu corpo de forma mais discreta e sem grande alarido.
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Ratos paraplégicos reaprendem a andar
Ratos paraplégicos reaprendem a andar: (COM VÍDEO) Ratinhos de laboratório paraplégicos reaprenderam a andar com as patas de trás após duas semanas de treino. Uma técnica que traz esperança a quem sofre desta doença.



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