Torna-te leitor do blog

Coloca aqui o teu e-mail para te inscreveres:

ATENÇÃO: clicar no link da mensagem que recebe na caixa de e-mail para validar (ver também no spam)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Take My Money

0 comentários

Take My Money:

Submitted by: ranana_4

Posted at: 2012-05-07 12:34:45

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4102169

Leia mais clicando aqui...

16 Most Expensive Materials in the World

0 comentários

16 Most Expensive Materials in the World:

Submitted by: fastg

Posted at: 2012-05-07 17:31:30

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4104869

Leia mais clicando aqui...

Fechar a MAC

0 comentários

Fechar a MAC:
O nosso grande e excelente útero, é mais que estúpido


Os médicos dizem-nos, e com toda a razão, que a nossa saúde é resultado de um conjunto. De estados, vontades, atitudes e cuidados. Estados do corpo, vontades da mente, atitudes de vida e cuidados sociais.
Obviamente, isto anda tudo ligado: a saúde humana, a saúde da sociedade, a saúde do território. Um grande metabolismo, onde deveríamos tudo fazer para ter gosto na vida e confiança de futuro. Porém, algumas partes andam doentes. Muito doentes. Devido sobretudo a atitudes e cuidados errados. Que nem sequer nos dão prazer. Muito pelo contrário.
A gravidade é tanto maior quando os erros são feitos… em nome da nossa saúde. Anuncia-se o fecho da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), pouco depois da abertura do novo hospital de Loures, e antes, muito antes, da hipotética abertura do hospital de Chelas.
O que está em causa é muito: estados, vontades, atitudes e cuidados. Dos indivíduos e da sociedade.
O possível fecho da MAC reveste-se de uma enorme carga emocional. A MAC é futuro: é onde nascem mais bebés. A MAC é sucesso: no nascimento de cada novo ser, no excelente serviço público, no combate à mortalidade infantil.
A MAC é cosmopolitismo: no centro da nossa cidade principal, acessível a todos e pelos mais variados meios. A MAC é identidade: todos, mesmo os que lá não nasceram, sentem a MAC como útero urbano. A MAC é um dos centros efectivos e afectivos de toda uma sociedade.
O hospital de Loures, no alto de uma colina e longe de qualquer centro (vê-se Loures lá em baixo, a oeste umas torres de Santo António dos Cavaleiros) é enorme. Imponente. Obeso. Construído pelos grupos Mota Engil e Opway, gerido pela Espírito Santo Saúde, irá prover a centenas de milhares de utentes, como nós tributários somos chamados. Custou centenas de milhões de euros, investimento a ser evidentemente rentabilizado.
Mas a saúde não tem preço. Adaptaram-se quatro carreiras de autocarros, mas quase só se chega lá de automóvel. À disposição, uma vasta gama de fast-food, perdão, de fast-road. Um novoriquismo territorial, cheio de molhos e maioneses, de grandes marcas, claro, que nos deu cabo da saúde.
Pois uma metrópole dispersa tem custos altíssimos. Gasta imensa energia, consome loucamente, é bastante esquizofrénica. É muito doente.
A contínua concentração económica e de poder, em Portugal, feita sem qualquer visão integrada de território e de promoção da qualidade de vida; feita sem uma real estratégia de saúde colectiva; continua assim a promover a desconcentração territorial da sociedade, e a deslocação tectónica das nossas centralidades, mobilidades e identidades. Se não é intencional, é grande a irresponsabilidade. Se é intencional, é a maior loucura.
Uma visão efectiva — e afectiva — dos nossos territórios é vital para o nosso futuro. Nesta, os espaços da saúde são dos mais centrais. E, nestes, as maternidades são os centros das nossas esperanças. Juntam em si todos os nexos. Fazem todos os círculos.
Entre o que a MAC é e significa, e a população de Lisboa, de toda a região de Lisboa, existe um elo profundo, um nexo de cumplicidade e de permanência.
Fechar a MAC, o nosso grande e excelente útero, e diluí-la por razões espúrias e interesseiras, é mais que estúpido ou cruel. É ignominioso. É preciso reagir. Pela nossa saúde, e pela nossa identidade.


Geógrafo João Seixas, JP 06.05.12


Leia mais clicando aqui...

O melhor

0 comentários

Leia mais clicando aqui...

domingo, 6 de maio de 2012

Somewhere in portugal

0 comentários

Somewhere in portugal:

Submitted by: iiris

Posted at: 2012-04-27 06:51:19

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4003483

Leia mais clicando aqui...

BPN Eles ainda andam po aí

0 comentários

BPN Eles ainda andam po aí:

Já muito foi dito e escrito sobre o BPN, já todos sabemos que da corja que o geriu e se aproveitou da roubalheira poucos estão acusados, já todos sentimos no fim do mês as consequências dos milhares de milhões da maior burla bancária conhecida em Portugal. Não vou por isso escrever muito sobre o assunto, mas recomendar que leiam os artigos sobre o assunto que o DN está a publicar. Talvez depois todos compreendamos que é necessário exigir a demissão de cargos públicos e a condenação dos culpados, a restituição do dinheiro roubado e a devolução dos subsídios que nos foram roubados em seu nome. Eles andam por aí.


Leia mais clicando aqui...

E o que é que eu tenho a ver com isso?

0 comentários

E o que é que eu tenho a ver com isso?:
O Diário de Notícias começou hoje a publicar uma série de artigos sobre o grande abcesso nacional que é o BPN.
Na edição de hoje, são 18 páginas onde se concentram muitas coisas que nós já sabíamos mas, assim, colocadas ao pé umas das outras, tornam a coisa ainda mais incompreensível.
Como foi possível isto atingir esta dimensão?
Sob o título “Um banco que dava milhões a quem pedia”, o DN lista uma série de indivíduos e empresas a quem o BPN emprestou dinheiro, sem pedir quase nada em troca.
Por exemplo: Dias Loureiro (10 a 30 milhões), Duarte Lima (6 milhões), Pousa Flores, empresa de Arlindo Carvalho (75 milhões), Arlindo Carvalho (4,8 milhões), José Neto, sócio de Arlindo Carvalho (4,8 milhões), Emídio Catum e Fernando Fantasia, este vendeu o terreno onde Cavaco tem a sua casa de verão (53 milhões).
Mais à frente, sob o título “Caras do BPN deram 130 mil euros para campanha do Presidente”, o DN faz uma infografia em que relaciona personagens que doaram dinheiro para a campanha de Cavaco, em 2006, com o próprio Cavaco e com o PSD: José Oliveira de Costa, presidente do BPN (15 mil euros), Alberto de Figueiredo, accionista do BPN (20 mil), Joaquim Coimbra, accionista do BPN (22 mil euros), Emídio Catum, sócio da SLN (22 mil), Abdool Vakil, presidente do Banco Efisa, do grupo BPN (5 mil), Fernando Fantasia (6 mil). E ainda: Jorge Neto, secretário de Estado de Santana Lopes, Rui Machete, vice-primeiro ministro de um governo PSD, Amilcar Theias, ministro do Ambiente de Durão Barroso, Daniel Sanches, ministro da Administração Interna de Santa Lopes, Miguel Cadilhe, ministro das Finanças de Cavaco, Arlindo de Carvalho, ministro da Saúde de Cavaco e, claro, Dias Loureiro e Duarte Lima.
O DN recorda, também , o negócio legal, que Cavaco e a filha Patrícia fizeram com o banco que nos está a lixar os subsídios de férias e natal (segundo o jornal, a fraude do BPN daria para pagar três anos de subsídios aos funcionários do Estado!).
Aníbal e Patrícia compraram, em 2001, acções do BPN, ao preço de um euro cada uma. Esse preço era especial. Segundo a Assembleia Geral da SLN, só o presidente, Oliveira e Costa, poderia comprar acções a esse preço.
Aníbal, na altura um simples e proletário professor universitário, cuja reforma, segundo diz o próprio, mal chega para as despesas, comprou 105 378 acções, enquanto a filha, que deve ter uma profissão mais lucrativa, comprou 149 640.
Dois anos depois, quer o Aníbal, quer a filha, decidiram vender essas mesmas acções e Oliveira e Costa, que devia nadar em dinheiro, aceitou comprá-las a 2,40 euros cada uma! Quer dizer que, em dois anitos, sem mexerem uma palha, pai e filha ganharam 147,5 mil e 209,4 mil euros, respectivamente.
O jornal fala com economistas que criticam o facto de Teixeira dos Santos e Sócrates terem decidido nacionalizar o banco. O efeito sistémico que eles temiam, provavelmente, não teria acontecido se, pura e simplesmente, tivessem deixado cair o banco.
É curioso como, a propósito do BPN, ouvimos críticas ferozes a Teixeira dos Santos, Sócrates e Vitor Constância, enquanto que quase se esquecem os nomes dos prevaricadores.
A Senhora Dona Filomena Mónica, que está na moda, diz numa entrevista ao I, que Sócrates é um delinquente político e que está, agora, descansadinho, em Paris, a viver à grande e à francesa. Senti alguma inveja nestas declarações da companheira do Ántónio Barreto, o qual arranjou um grande tacho, à conta da Fundação do dono Pingo Doce que, ironicamente, também é um dos donos do BIC, que acabou de comprar o BPN em saldo.
Pronto: o Sócrates foi delinquente porque nacionalizou o BPN. Mas perdeu as eleições e emigrou para França, enquanto Cavaco Silva foi reeleito presidente e continua em Belém.
Mas, como diria o nosso Presidente: ainda há-de nascer alguém mais honesto do que eu!
E, quanto ao BPN, o que é que eu tenho a ver com isso?
Leia mais clicando aqui...

sábado, 5 de maio de 2012

Good to know

0 comentários

Good to know:

Submitted by: kikekaliko

Posted at: 2012-05-02 04:43:53

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4051863

Leia mais clicando aqui...

Anatomy Bones

0 comentários

Anatomy Bones:

Submitted by: mlccc

Posted at: 2012-05-04 17:00:11

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4075835



Clica nas imagens para aumentar! Visita o blog
www.asminhasvisoesdomundo.blogspot.pt
para muitas mais fotos.
Leia mais clicando aqui...

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O GRANDE Exército Português...!!!

0 comentários

O Exército português está em estado de forte contestação. Os militares saem à rua, fazem manifestações, etc.
 
Para que serve este grande e glorioso exército?
Os generais, por definição, comandam unidades: Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.

1.  Normal cadeia de comando dum Exército normal:
5 soldados -> 1 Cabo
10 soldados + 2 cabos -> 1 Sargento
40 soldados + 8 cabos + 4 sargentos -> 1 Alferes
200 soldados + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes -> 1 Capitão
1.000 soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães -> 1 Tenente Coronel
8.000 soldados + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis -> General de Brigada.

Somando toda a linha de cima, cada General tem o comando de 10.648 homens. Faz sentido...

2.  As Forças Armadas portuguesas têm menos de 64 000 efectivos, logo deveriam ter, aproximadamente 6 Generais.
MAS, PASME-SE...  TÊM 123 (CENTO E VINTE E TRÊS) GENERAIS!... E PAGA PENSÕES BRUTAIS A MUITOS QUE SE APOSENTARAM NOS ÚLTIMOS 25 ANOS...!!!
Em dois "pequenos e pouco desenvolvidos" países (CANADÁ e ALEMANHA), as forças armadas contam com 1 GENERAL DE 4 ESTRELAS.


EM PORTUGAL, HÁ 4 (QUATRO)  GENERAIS DE 4 ESTRELAS...!!!
 

Os países evoluem com massa cinzenta, não com ombros carregados de símbolos...
Vai passando, pelo menos para que conste...
Leia mais clicando aqui...

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Seven sins - am I doing this right?

0 comentários

Seven sins - am I doing this right?:

Submitted by: szabu

Posted at: 2012-04-29 10:18:23

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4023576

Leia mais clicando aqui...

Região Norte não tem Vacinas ???

0 comentários

Região Norte não tem Vacinas ???:
Este tipo de notícias preocupa-nos !
Sobretudo porque o Ministério da Saúde impõem uma Contratualização às Unidades de Saúde que depois não podem cumprir.
Actualmente os Enfermeiros podem estar a deixar passar oportunidades de vacinação, pelo simples facto de não terem Vacinas!!!
Há três semanas que os centros de saúde dependentes da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte estão sem vacinas ou em “contenção”, sobretudo das que pertencem ao Plano Nacional de Vacinação, em especial a vacina do tétano e a do sarampo, avança o Jornal de Notícias.

João Semedo, (…) perguntou na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por que é que não há vacinas, frisando, em concreto, o concelho de Barcelos. No entanto, faltam vacinas em toda a região Norte, sobretudo em Guimarães, Famalicão e Braga.

Em Braga, para além das vacinas infantis, também os adultos já não são vacinados contra o tétano por “indisponibilidade de stock”.

“Estamos em contenção de vacinas há alguns dias e algumas delas só administramos mesmo a doentes prioritários”, disse ao JN fonte ligada à sub-região de Saúde de Braga.
 A ARS Norte esteve indisponível para esclarecer a falta de vacinas,(…)O problema ter-se-á ficado a dever a um atraso na compra e posterior entrega, pondo em causa a execução do Plano Nacional de Vacinação. (Fonte JN) 
 Recordamos que a  não vacinação, na data prevista, poderá desproteger as crianças, expondo-as à eventualidade de contracção de uma doença grave.
Leia mais clicando aqui...

What is happening in my head

0 comentários

What is happening in my head:

Submitted by: mrlele

Posted at: 2012-05-01 09:37:21

See full post and comment: http://9gag.com/gag/4043017



Clica nas imagens para aumentar! Visita o blog
www.asminhasvisoesdomundo.blogspot.pt
para muitas mais fotos.
Leia mais clicando aqui...

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Acesso aos Cuidados de Saúde

0 comentários

Acesso aos Cuidados de Saúde:
Dos pedidos de isenção por insuficiência económica enviados este ano, um terço foi rejeitado pelo fisco. Mesmo assim, o ministério diz que o número de pessoas isentas aumentou em 580 mil face a 2011 link
O MS anda a fazer propaganda à custa do que é mais sagrado na nossa democracia: O direito de acesso universal e igual para todos os cidadãos portugueses aos cuidados de saúde.
Clara
Leia mais clicando aqui...

domingo, 29 de abril de 2012

Bomba relógio

0 comentários

Bomba relógio:
Encerramentos poderão obrigar utentes a mudar de hospital Ministério da Saúde ainda não esclareceu quando avança com a reorganização hospitalar, mas as duplicações e sobreposições de serviços vão mesmo acabar. Reforma incidirá também sobre as urgências. Ainda não se sabe ao certo quando avança, mas a reorganização hospitalar estará para breve e com ela o encerramento de serviços, nomeadamente nas urgências e ao nível, por exemplo, da obstetrícia. Estas mudanças poderão obrigar alguns utentes a deixar de recorrer ao seu hospital habitual. "Vamos pôr a reforma hospitalar em prática, mas só depois de ter suporte técnico e de saber como avançamos", disse, no início do mês, o ministro da Saúde, Paulo Macedo. Agora, que já recebeu a Carta Hospitalar da Entidade Reguladora da Saúde, o anúncio deve estar para breve, se bem que o ministro já disse que este tipo de reformas "é algo que demora duas legislaturas a fazer". O governante fez ainda questão de frisar que a "reforma hospitalar não é sinónimo de fechos", embora tenha revelado que esta "terá seguramente encerramentos por via de concentrações e da melhoria de qualidade que isso representa". O que significa que alguns utentes, que são seguidos numa especialidade em determinado hospital poderão ter de mudar para outro que fique perto. Desclassificação de urgências Avançar com fecho de serviços de saúde não é tarefa fácil. Que o diga Correia de Campos que abandonou o lugar em 2008, depois de ter encerrado blocos de parto e urgências em centros de saúde. Agora a reorganização da rede está novamente a levantar polémica. A falha na comunicação por parte do Governo também não está a ajudar. Depois do presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, ter dito à "Antena 1" que as urgências do Garcia de Orta (em Almada) e do São Francisco Xavier passariam de polivalentes para médico-cirúrgicas, o ministro Paulo Macedo garantiu, no Parlamento, que o Governo não tem qualquer intenção de desclassificar as urgências destes dois hospitais, embora tenha admitido uma "reorganização" nesta área, acrescentando que "não faz sentido termos três urgências de oftalmologia e dermatologia, 24 horas por dia, em Lisboa". Algumas notícias dão também conta que no Centro Hospitalar Oeste Norte (Peniche, Alcobaça e Caldas da Rainha) apenas o hospital das Caldas manterá a urgência médico-cirúrgica. Além disso, a ARS quer encerrar o bloco de partos e a urgência pediátrica em Torres Vedras, concentrando estes serviços nas Caldas da Rainha. Os maiores protestos têm girado em torno do fecho da Maternidade Alfredo da Costa. Depois de uma notícia que dava conta do fecho até ao final do ano, o ministro já veio dizer que isso acontecerá durante a legislatura. As populações e os profissionais não aceitam.
Jornal de Negócios, 26 Abril 2012 . link

O tempo para dar início a esta reforma perdeu-se. Perdeu-o Paulo Macedo. Que fala em duas legislaturas para levar a cabo esta iniciativa. Talvez nem ele saiba como começar. "Apalpou" a MAC. Supostamente, o elo mais frágil. Enganou-se mais uma vez.   A coisa está a correr mal.
Leia mais clicando aqui...

O QUE É DEPRESSÃO?

0 comentários

O QUE É DEPRESSÃO?: A depressão é uma doença psiquiátrica capaz de causar inúmeros sintomas psicológicos e físicos. Seu sintoma mais conhecido é uma profunda e prolongada tristeza, o que não significa que toda tristeza esteja relacionada necessariamente a um quadro de depressão.



A maioria dos adultos com depressão nunca chega a ser avaliado por um psiquiatra, já que muitas vezes seus sintomas não são devidamente reconhecidos. Esta confusão ocorre até mesmo entre médicos não habituados a lidar com problemas relacionados à saúde mental. Estudos mostram que mais da metade dos pacientes com depressão atendidos por clínicos por apresentarem sintomas físicos, como dores, insônia ou cansaço crônico, acabam não sendo sendo reconhecidos como tal. O diagnóstico correto acaba surgindo apenas após meses ou anos de sintomas e várias consultas a médicos diferentes.



Este é o primeiro texto da série sobre transtorno depressivo, onde vamos abordar os seguintes pontos sobre a depressão:

  • O que é depressão.
  • Causas da depressão.
  • Diferenças entre tristeza e depressão. 
  • Depressão pós-parto.
  • Sintomas da depressão.
  • Tipos de depressão .
  • Diagnóstico da depressão.
  • Tratamento da depressão.
  • Mitos sobre a depressão. 




    O que é depressão?

    A depressão é uma doença psiquiátrica crônica, extremamente comum, caracterizada por uma alteração do humor do paciente, deixando-o triste além do normal, desanimado, sem energia, com baixa autoestima e com dificuldade de lidar com sua vida pessoal e profissional.



    A depressão foi uma doença muito mal compreendida durante décadas, o que levou a interpretações equivocadas sobre suas causas e sintomas, provocando uma estigmatização dos seus portadores. Até hoje é comum encontrarmos pessoas deprimidas que não aceitam o seu diagnóstico ou familiares/amigos que tratam o paciente deprimido como alguém mentalmente fraco, incapaz de superar as dificuldades da vida. Não se deve tratar o paciente deprimido como alguém simplesmente triste, incapaz de reagir.



    Depressão
    Mais do que apenas um ataque de tristeza, a depressão não é uma fraqueza ou falta de disciplina, nem é algo que o paciente possa simplesmente resolver apenas com a vontade própria. Para o deprimido, deixar de estar triste não é que nem o fumante que pretende parar com o cigarro. Não é uma questão de tomar a decisão e manter-se fiel a ela. A depressão é uma doença crônica que geralmente requer tratamento a longo prazo, como são o diabetes ou a hipertensão. Assim como ninguém deixa de ser diabético apenas com a força de vontade e pensamento positivo, a depressão também precisa de ajuda médica para ser controlada.



    A depressão pode surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a terceira idade. É uma doença tão comum que estima-se que 12% dos homens e até 25% das mulheres apresentarão algum grau de depressão ao longo de suas vidas.



    A depressão é duas vezes mais comum em mulheres que homens e é mais comum em adultos jovens do que em idosos.




    Diferenças entre tristeza e depressão

    O termo deprimido é muitas vezes usado como sinônimo de triste. Tristeza e depressão são coisas diferentes. Na verdade, a tristeza costuma ser um dos sintomas da depressão, mas só ela não basta para o seu diagnóstico.



    A tristeza é uma reação normal e esperada para muitas situações, como a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento amoroso, perda do emprego, etc. É completamente normal o indivíduo passar alguns dias ou semanas tristes após situações de perda. Isto não é depressão.



    Para ser depressão o quadro de tristeza tem que ser prolongado e acima do normal, sendo suficiente para interferir nas atividades diárias da pessoa, reduzindo a capacidade de cuidar de si mesmo, atrapalhando relacionamentos, prejudicando suas atribuições profissionais, etc. Se você perde um parente e sente-se triste por semanas, isso é normal. Mas se esta tristeza for tão intensa que semanas após a perda você ainda não conseguiu retomar a sua vida em questões básicas, como trabalhar, manter higiene pessoal, cuidar da casa, isso pode ser depressão.



    Na tristeza, o indivíduo costuma apresentar períodos de melhora ao longo do dia, conseguindo esquecer por momentos a causa da sua tristeza, como, por exemplo, durante a visita de uma pessoa querida. Na depressão, o sentimento é contínuo e não alivia com a ajuda de outros. A depressão costuma também provocar um sentimento de culpa, mas sem motivo aparente. O deprimido sente uma pesada culpa, mas não sabe explicar bem por quê.



    É bom salientar que o paciente deprimido nem sempre apresenta para os amigos e família aquele clássico comportamento de tristeza excessiva. A depressão pode ser mais sutil, manisfestando-se como perda do interesse em atividades que antes eram prazerosas, ausência de planos para o futuro, alterações do padrão do sono, isolamento social ou baixa autoestima. Para estar deprimido não é preciso passar o dia inteiro na cama chorando.



    A tristeza sempre tem uma causa, a depressão não. Obviamente, o falecimento de uma pessoa próxima pode desencadear uma depressão, mas nem sempre situações tristes precisam ocorrer para o indivíduo iniciar um quadro de depressão.




    Causas da depressão

    Assim como acontece em diversas doenças psiquiátricas, não existe uma causa única para a depressão, que parece ser procada pela interação de diversos fatores, sejam eles físicos ou psicológicos.




    1- Fatores orgânicos responsáveis pela depressão

    A depressão não surge apenas por problemas emocionais ou psicológicos. Já foram reconhecidas vários fatores de risco e causas orgânica para a depressão.




    1,1. Genética

    Pessoas que possuem familiares com depressão apresentam um maior risco de também desenvolverem a doença, indicando que existe uma vulnerabilidade à depressão que pode ser herdada geneticamente. Na verdade, ter familiares próximos com outras doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico, distúrbios afetivo ou até mesmo alcoolismo, também são fatores de risco para depressão.



    Apesar de intensos estudos na área, ainda não se conseguiu identificar os genes responsáveis pela vulnerabilidade à depressão.



    Apesar da herança genética ser aparentemente um fator importante, ela sozinha não é suficiente para desencadear a doença. Isso é facilmente comprovado através de estudos de irmãos gêmeos idênticos, onde se viu que há concordância em apenas 40% dos casos. Outros fatores além da genética são necessários para que a depressão surja.




    1.2. Neurotransmissores

    O cérebro humano é uma estrutura altamente complexa, cujo funcionamento depende de centenas de mediadores químicos. Sabemos hoje que boa parte das doenças psiquiátricas estão relacionadas a pelo menos 5 destes neurotransmissores: noradrenalina, serotonina, dopamina, ácido gama aminobutírico (GABA) e acetilcolina.



    A abundância ou a falta de alguns destes neurotransmissores em certas partes do cérebro podem desencadear graves distúrbios psiquiátricos e neurológicos. Exemplos: uma falta de dopamina em determinadas áreas da base do cérebro provoca a doença de Parkinson (leia: DOENÇA DE PARKINSON | Sintomas e tratamento). Já a doença de Alzheimer parece estar relacionada com níveis baixos de acetilcolina no cérebro (leia: MAL DE ALZHEIMER | Sintomas e diagnóstico).



    A depressão tem origem no funcionamento anormal de alguns destes neurotransmissores, como a dopamina, serotonina, noradrenalina e GABA. Dentre estes, a serotonina parece ter o papel mais relevante, estando habitualmente em níveis reduzidos em pacientes com depressão.




    1.3. Uso de drogas ou álcool

    As doenças que causam dependência também estão sob a influência destes neurotransmissores citados acima. Drogas e álcool exercem seus efeitos através do aumento da liberação de dopamina no cérebro, o que provoca euforia e uma sensação agradável. O problema é que  uso repetido de drogas ou álcool dessensibiliza o sistema da dopamina, fazendo com que o mesmo se acostume com a presença destas substâncias. Por isso, pessoas viciadas precisam cada vez de mais drogas ou álcool para atingirem o mesmo grau de satisfação, podendo deixá-las deprimidas quando estão fora do efeito destas substâncias. O cérebro se acostuma a viver com níveis cada vez mais elevados de neurotransmissores estimulantes, fazendo com que os níveis normais passem a ser insuficientes para controlar o humor do indivíduo.




    1.4. Alterações do cérebro

    Além da redução da concentração de neurotransmissores, pacientes com depressão crônica também apresentam alterações na anatomia do cérebro, como reduções de volume do lobo frontal e do hipocampo.



    Estudos de neuroimagem também evidenciam alterações no funcionamento de várias áreas do cérebro em pessoas com depressão. Pesquisadores descobriram uma área do córtex pré-frontal com uma atividade anormalmente diminuída em pacientes com depressão. Esta região está relacionada com a resposta emocional e tem conexões generalizados com outras áreas do cérebro responsáveis pela regulação de neurotransmissores associados ao humor, como noradrenalina, dopamina e serotonina.




    1.5. Doenças cerebrais

    É cada vez mais aceita a relação entre o acidente vascular cerebral (AVC) e o surgimento da depressão. Sabemos hoje que a depressão não é somente causada por abalos psicológicos devido às consequências perceptíveis do AVC, como sequelas motoras ou da fala. A própria lesão direta do cérebro pelo derrame aumenta o risco do surgimento da depressão, mesmo que as consequências do AVC não tenham grande efeito psicológico no paciente.



    Além do AVC, várias outras doenças neurológicas aumentam o risco de depressão, entre elas, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla (leia: ESCLEROSE MÚLTIPLA | Sintomas e tratamento), epilepsias (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento), tumores do cérebro e traumatismos cranianos.




    1.6. Doenças crônicas

    Pacientes portadores de doenças crônicas também estão mais vulneráveis ao aparecimento da depressão. As mais comuns são: diabetes, doenças cardíacas, hipotireoidismo, AIDS, cirrose, doença inflamatória intestinal, lúpus, artrite reumatoide, fibromialgia, entre outras.




    2- Fatores psicológicos associados à depressão

    Estresses emocionais são um importante gatilho para o aparecimento da depressão. Muitas vezes, um evento traumático é fator que falta para um indivíduo susceptível desenvolver um processo depressivo.




    2.1. Traumas na infância

    Traumas adquiridos na infância são um importante fator de risco para o desenvolvimento da depressão. Entre os traumas estão abusos, ausência do pai, falecimento de um ente próximo, agressões ou falta de afetividade por parte dos pais.



    Relações problemáticas com pais, irmãos e colegas são comuns em crianças e adolescentes com depressão. Adultos com depressão também frequentemente relatam pouco envolvimento paterno e superproteção materna durante a primeira infância.



    Crianças que sofreram bullying também estão sob maior risco de desenvolverem depressão.




    2.2. Estresses emocionais

    Embora o transtorno depressivo possa surgir sem quaisquer fator emocional precipitante, estresses e perdas pessoais certamente aumentam o risco. Perdas de pessoas amadas são fatores de risco importantes nos indivíduos mais jovens. Nos idosos com longos casamentos, a perda do esposo ou da esposa também costuma ser um evento desencadeador de depressão.



    Dor crônica, doença crônica, incapacidade e doenças que deixam sequelas também podem levar à depressão.



    Isolamento social, excesso de críticas e cobranças por parte da família, dificuldade econômica persistente, separação matrimonial ou baixa autoestima também são fatores comuns.



    Ter contato próximo e frequente com alguém deprimido também aumenta o risco de depressão.




    2.3. Depressão pós-parto

    Depressão pós-parto é uma espécie de depressão que algumas mulheres desenvolvem depois de dar à luz. A maioria das mulheres com depressão pós-parto começa a apresentar sintomas no primeiro mês de vida do bebê, mas algumas demoram  até 12 meses para desenvolver a depressão. Cerca de 10% das mães sofrem de depressão pós-parto.



    No primeiros 2 ou 3 dias após ter um bebê, muitas mulheres costumam apresentar um tipo leve de depressão pós-parto, chamada tristeza pós-parto ou melancolia pós-parto. Este quadro acomete até 80% das mães e se caracteriza por mau humor, irritação, dificuldades de concentração, insônia e crises de choro.



    A melancolia pós-parto ocorre por alterações hormonais que surgem com o término da gravidez e por estresses psicológicos causados pela responsabilidade de cuidar de um recém-nascido associado ao cansaço físico que a tarefa provoca. Na maioria dos casos a tristeza pós-parto desaparece em 2 ou 3 semanas.



    A depressão pós-parto é um quadro mais importante que a melancolia pós-parto, durando mais tempo e apresentando sintomas mais severos. Mulheres com histórico de depressão estão mais propensas a ter depressão pós-parto do que mulheres que nunca foram deprimidas.



    Mulheres com depressão pós-parto costumam não conseguir dormir, mesmo quando seus bebês dormem. Além disso apresentam-se muito irritadas, incapazes de cuidar do bebê, com grave sentimento de culpa e com sentimento de não ter laços afetivos com o novo filho.



    A depressão pós-parto pode levar a mãe a ter pensamentos de ferir a si e ao bebê, na maioria dos casos, porém, a mãe consegue reconhecer o absurdo da ideia, tendo capacidade de controlar este estranho pensamento.



    A depressão pós-parto pode desaparecer espontaneamente, porém, a ajuda médica é importante, porque em alguns casos a depressão não melhora com o tempo e o há riscos da mãe infligir danos ao filho.



    No próximo texto desta série sobre depressão, a ser escrito nos próximos dias, falaremos sobre os tipos de depressão, seus sintomas e como é feito o diagnóstico.


    Leia mais clicando aqui...

    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação

    0 comentários

    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação:

    Este programa dedicou a sua emissão à Enfermagem, convidando para o efeito três Enfermeiros: o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Germano Couto, a Enf.ª Ana Lúcia Freire, enfermeira especialista de Saúde Materna e Obstétrica, e a Enf.ª Helena Almeida, enfermeira especialista de Enfermagem de Reabilitação.
    Leia mais clicando aqui...

    sábado, 28 de abril de 2012

    Se não é ilegal é imoral.

    0 comentários

    Se não é ilegal é imoral.:

    Jardim Gonçalves que beneficia de uma pensão mensal de 167 650.73 euros, exige 765 118,62 euros mil euros ao BCP de despesas com seguranças e de transporte, nomeadamente deslocações em avião particular, automóveis e motoristas.

    Que todos se lembrem disto quando nos vierem dizer que andamos a viver acima das nossas possibilidades. Será que andamos todos ou só uma elite de gente, muita da qual devia estar atrás das grades, que se tem banqueteado com com aquilo que deveria ser de todos? Será esta divida que nos atiram para cima em austeridade e pobreza é realmente nossa ou será de quem a contraiu e dela se vem alimentando há muitos anos?
    Dizem-nos que os sacrifícios são para todos, mas quem vive realmente uma vida de sacrifícios? Quem recebe uma pensão de 300 euros ou quem recebe uma de 168 mil euros.


    Leia mais clicando aqui...

    Obsessão da despesa

    0 comentários

    Obsessão da despesa:
    João Semedo: "Entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe a poupança"
    1. Acha que é possível manter o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tendencialmente gratuito?
    Num contexto de crescimento económico, mesmo mantendo a reduzida percentagem do PIB que é destinada à despesa pública de saúde, o financiamento do SNS por via do Orçamento do Estado seria mais que suficiente. Mas, mesmo no ponto em que se encontram quer a economia quer as contas públicas, não há necessidade de sobrecarregar os cidadãos se o OE afectar mais verbas à saúde e se forem eliminadas despesas supérfluas (PPP, sub-sistemas, outsourcing, falsa inovação, ). Financiamento em função da despesa, contratualização da produção, gestão rigorosa e eliminação da transferência de fundos públicos para os prestadores privados são medidas capazes de garantir nesta conjuntura o equilíbrio das contas do SNS.
    2. A liberdade de escolha na Saúde traria vantagens para os cidadãos? E para o Estado?
    Já há liberdade de escolha em Portugal, mas apenas para quem tem dinheiro para poder escolher. A liberdade de escolha é uma armadilha da direita. Em abono da verdade, o que motiva a direita não é dar possibilidade de escolha às pessoas mas, sim, conseguir que o Estado pague essa opção, isto é, a pessoa escolhe um médico ou um hospital privado e o Estado paga. Paga o Estado e pagamos todos nós. Este sistema, a impor-se em Portugal, seria um seguro de vida para o sector privado e a ruína financeira do SNS. Portugal não dispõe de recursos financeiros suficientes para alimentar dois sistemas em paralelo: um privado e outro público, ambos financiados pelo Estado. Num prazo muito curto, o SNS seria residual e assistencialista.
    3. Como avalia a política que está a ser seguida pelo ministro da Saúde?
    A política de Paulo Macedo está completamente dominada pela obsessão da redução da despesa. O encerramento da Alfredo da Costa ilustra particularmente bem as opções do Governo: entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe sempre a poupança, mesmo que signifique piores cuidados.
    4. O que vai resultar da aplicação das medidas do memorando da troika?
    O resultado já hoje está à vista: um SNS fortemente amputado, de difícil acesso, cuja qualidade está em perda. Vamos assistir ao aumento das listas de espera e à sobrelotação das urgências. Nos centros de saúde a falta de médicos vai continuar a sentir-se, apesar dos truques de magia para criar a ilusão de que se está a dar médico de família a todos. A revisão do regime de comparticipação vai tornar os medicamentos mais caros. As mudanças decididas em certas áreas de excelência – Maternidade Alfredo da Costa, Centro de Genética, IDT – traduzem-se no seu desmantelamento. A promiscuidade entre interesses públicos e privados, que tanto tem prejudicado o SNS, vai aprofundar-se.
    5. Está hoje o SNS melhor do que há dez anos?
    Apesar dos mau tratos a que tem sido sujeito, o SNS é uma história de sucesso, dispondo hoje de uma excelente e articulada rede de serviços e dos mais modernos equipamentos e tecnologias. O SNS avançou na última década, tal como na anterior: na acessibilidade, proximidade, qualidade, diferenciação e excelência. Mas, também, na humanização e no respeito pelos direitos dos doentes. O SNS melhorou e podia ter melhorado ainda mais se as políticas prosseguidas tivessem eliminado alguns dos seus maiores "pecados": a promiscuidade entre público e privado, a partidarização dos cargos dirigentes, o desrespeito pelas carreiras e a desregulação das relações de trabalho provocada pela empresarialização dos hospitais.

    Jornal de Negócios Online 26.04.12
    Leia mais clicando aqui...

    sexta-feira, 27 de abril de 2012

    Hoje acabou a televisão que funcionava

    0 comentários

    Hoje acabou a televisão que funcionava:
    8% da população não tem cobertura TDT. Bem vindo ao país falhado.

    Tagged: TDT, vidinha
    Leia mais clicando aqui...

    Mensagens populares

    Partilhando

    A minha Lista

    Links para este blog

    Pesquisa doenças pelo corpo

    Filme cerimónia final de curso - Versão apresentada

    Comentem aqui também