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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Some Real Life Integrals

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Some Real Life Integrals:

Submitted by: waixingren88

Posted at: 2012-04-23 14:23:40

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Regras de conduta do Hospital de Braga

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Regras de conduta do Hospital de Braga:
Regulamento de fardamento
Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda um regulamento do Hospital de Braga (HB), composto por cinco páginas, denominado “Fardamento e regras de conduta dos colaboradores do Hospital de Braga”. Este documento, doravante designado como “regulamento”, foi elaborado pelo Diretor de Recursos Humanos Pedro Coelho, aprovado pelo Administrador Executivo José Luís de Carvalho, tendo sido aprovado a 3 de abril de 2012 e estando a sua revisão prevista para abril de 2015, ou seja, dentro de três anos.
Tendo como objetivo “definir a tipologia dos fardamentos de acessórios, bem como a utilização dos mesmos pelos colaboradores do Hospital de Braga” este regulamento aplica-se a “todos os colaboradores” do HB, designadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos, enfermeiros, médicos, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos de fisioterapia e técnicos superiores de saúde.
As regras patentes neste regulamento afiguram-se-nos como sendo de legalidade duvidosa além de nos parecer evidente que conflituam com a liberdade individual de cada um, impondo condutas e padrões que remetem mais para uma suposta moralidade e bons costumes do que para o bom desempenho profissional. Eis de seguida alguns exemplos de conduta determinados por este regulamento:
- Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos, do sexo masculino, têm que usar sapatos clássicos pretos ou azuis-escuros, cinto azul-escuro ou preto (de acordo com os sapatos) e meias azuis-escuras lisas ou pretas lisas;
- Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos, do sexo feminino, têm que usar saltos até quatro centímetros; as meias de vidro devem ser da cor da pele (nem muito claras nem muito escuras), lisas, sem redes ou fantasias;
- Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos têm que ter a camisa sempre metida dentro das calças, o cinto colocado e não é permitido o uso do casaco ou camisola à volta da cintura ou dos ombros;
- Todos os trabalhadores do HB estão proibidos de mastigar pastilha elástica e de usar óculos de sol na cabeça ou pendurados na farda;
- Todos os trabalhadores do HB estão proibidos de terem cores de cabelo extravagantes e/ou piercings visíveis;
- Estão interditas as unhas compridas (incluindo unhas de gel); quando pintadas, as unhas têm que ter cores claras e discretas não sendo permitidos desenhos nas unhas;
- A maquilhagem é permitida apenas se for muito suave;
- Os homens têm que ter a barba aparada;
- Não é permitido o uso de colares sendo desaconselhado o uso de fios e pulseiras;
- Enfermeiros e assistentes operacionais, com cabelo abaixo dos ombros, têm que usar o cabelo preso, evitando ganchos de bijuteria. Os restantes grupos profissionais podem usar o cabelo solto ou apanhado (gancho ou elástico discreto), desde que com aspeto cuidado.
Este regulamento estabelece também que “não são permitidas alterações ao fardamento padrão” e estipula que “está absolutamente vedada a entrada e/ou saída do HB a colaboradores fardados, exceto os assistentes técnicos (…) que podem usar a farda no exterior, à hora de almoço ou no trajeto casa-trabalho, desde que completa”.
O Bloco de Esquerda considera que este regulamento exorbita claramente os seus pretensos objetivos, intrometendo-se na liberdade individual das/os trabalhadoras/es. A coberto de uma suposta padronização nas fardas, o HB tenta implementar um processo de higienização e padronização dos hábitos e costumes dos seus trabalhadoras/es o que, não só não é da sua competência como em nada melhora o desempenho dos profissionais.
De facto, não se percebe em que medida uma enfermeira desempenha melhor a sua função por ter as unhas pintadas de branco em vez de vermelho; não se percebe em que medida um assistente operacional exerce melhor a sua função por ter o cinto a condizer com os sapatos; não se percebe em que medida uma médica exerce melhor a sua função por não ter piercings visíveis; não se percebe por que motivo um técnico de fisioterapia desempenha melhor a sua função por ter a barba aparada. Em suma, não se percebem os motivos que subjazem a este regulamento que parece situar-se nos limites da legalidade.
Por fim, parece-nos essencial recordar que, sendo gerido por uma sociedade privada (José de Mello Saúde), o Hospital de Braga não deixa de ser um hospital público! Numa sociedade moderna, democrática e livre, é totalmente inaceitável que um grupo privado queira impor as suas escolhas, os seus gostos, as suas regras a quem trabalha num hospital público. Ainda por cima, regras que nada têm a ver com o trabalho mas respeitam única e exclusivamente à liberdade e ao gosto de cada um/a!
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:
1. O Governo tem conhecimento da situação exposta?
2. O Governo considera que o regulamento do Hospital de Braga cumpre integralmente a legalidade?
3. O Governo vai ordenar a suspensão deste regulamento?
17 de Abril de 2012
João Semedo
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COMA INDUZIDO | O que é e para que serve.

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COMA INDUZIDO | O que é e para que serve.: Quem já não leu ou ouvir falar que fulano de tal está em coma induzido? Este termo é muito usado na imprensa e, às vezes, leva a conclusões equivocadas. O nome correto do coma induzido é sedação.



Neste texto vamos abordar os seguintes questões sobre o coma induzido:

  • O que é o coma? 
  • O que é o coma induzido? 
  • Para que serve o coma induzido? 
  • Como se induz um coma? 
  • Quanto tempo o paciente demora para sair do coma induzido?
  • Pacientes em coma podem ouvir os familiares?
Para uma melhor compreensão deste texto, sugerimos também a leitura de: ENTENDA O QUE ACONTECE COM OS PACIENTES NA UTI.



O que é o coma?



Dá-se o nome de coma ao estado de redução da consciência com perda parcial ou completa da responsividade aos estímulos externos. Falando de modo mais simples, o coma é uma redução do nível de consciência, estando o paciente incapaz de interagir adequadamente com o meio externo.



Há vários graus de coma. Uma pessoa em coma  pode estar inconsciente, mas ainda ser capaz de apresentar alguma resposta a estímulos dolorosos ou a chamados vigorosos.



Paciente sedado acoplado ao ventilador mecânico
Paciente sedado acoplado ao ventilador mecânica
Para avaliar a profundidade do coma, usamos uma escala chamada "escala de coma de Glasgow", onde são levados em conta a resposta verbal, motora e abertura dos olhos aos chamados e a dor. São feitos testes simples com o paciente para observar como o mesmo reage a certos estímulos, como dor ou sons. Esta escala avalia o grau de consciência do indivíduo. A classificação varia de 3 a 15 pontos. A pontuação mínima (3 pontos) é dada quando o doente não responde a nenhum estimulo (coma profundo), e a máxima (15 pontos), em pessoas normais que não estão com seu estado de consciência afetado.



O coma normalmente acontece em casos de agressão ao sistema nervoso central, nomeadamente do tronco cerebral, área que controla o estado de consciência. Alguns comas são reversíveis, outros não.



Exemplos de situações que podem levar ao coma:

- Traumatismo craniano.

- Infecção do sistema nervoso central, como no caso de meningite (leia: MENINGITE | Sintomas e vacina).

- Tumores do cérebro.

- AVC (leia: 7 SINTOMAS DO AVC).

- Distúrbios metabólicos, como hipoglicemia, hiperglicemia, hipotiroidismo grave, insuficiência renal avançada, etc.

- Intoxicação, como coma alcoólico.



Perder a consciência é perigoso?



O estado de coma é perigoso porque o indivíduo inconsciente perde a capacidade de proteger suas vias aéreas, podendo facilmente aspirar secreções ou se asfixiar com a própria língua. O paciente normalmente perde o reflexo da tosse e a capacidade de engolir saliva. A aspiração de qualquer material que está na boca (saliva, água, vômitos...) é chamada de broncoaspiração e costuma causar pneumonias graves, além do risco de parada respiratória por obstrução da via aérea. Por isso, todo paciente com pontuação de Glasgow menor que 8 deve ser intubado para conseguir respirar sem risco de broncoaspiração.



O que é o coma induzido?



O chamado coma induzido é nada mais do que uma sedação farmacológica controlada, isto é, um estado de inconsciência provocado pela equipe médica através de drogas sedativas.



As pessoas tendem a imaginar que o coma induzido é uma forma de desligar o cérebro para que este descanse e possa se recuperar de uma agressão. Na verdade o cérebro nunca para. Ele é quem controla funções vitais, como a frequência cardíaca, respiratória, temperatura corporal... A consciência é apenas uma das funções do sistema nervoso central. Se realmente desligássemos o cérebro, o paciente morreria. O que fazemos é dar medicamentos que causam sedação.



Para que serve o coma induzido?



A sedação do paciente pode estar indicada em várias situações. Em geral, a sedação tem como objetivo:



• Manter a segurança e o bem-estar do paciente.

• Minimizar a dor física e desconforto.

• Controlar a ansiedade, minimizar o trauma psicológico e induzir amnésia.

• Acalmar o paciente e tornar a realização de procedimentos segura.



A causa mais comum para o uso da sedação é a necessidade de ventilação mecânica. O uso dos chamados respiradores artificiais está indicado nos casos em que o paciente não é capaz de manter boas oxigenações sem auxílio. Isto é muito comum em casos de infecção pulmonar, como em pneumonias graves. Se o pulmão está gravemente doente, ele tem dificuldade em oxigenar o sangue e o paciente pode entrar em insuficiência respiratória.



Pacientes com traumatismos cranianos podem deixar serem capazes de respirar espontaneamente, sendo esta outra indicação para o uso da ventilação mecânica.



Agora, imagine um tubo na sua garganta estimulando movimentos respiratórios através de fluxos cíclicos de ar vindos de uma máquina. Imagine você querer expirar e a maquina inspirar; você querendo respirar devagar e maquina respirar rápido; você querer tossir e a máquina não deixar. Para ocorrer uma ventilação mecânica eficaz, o paciente não pode "brigar" com o ventilador, por isso, o mesmo costuma estar sedado.



Além da ventilação mecânica, existem dezenas de outras indicações para se sedar um paciente. Por exemplo, pacientes que apresentam intensa dor também podem ser sedados, isto é comum em politraumatizados e grandes queimados. Nestes casos, a sedação é feita junto com analgesia.



Indivíduos internados com quadro de agitação, que possam cair da cama ou que coloquem em risco seu tratamento, como aqueles que arrancam soros, sondas e cateteres, ou que não colaboram com procedimentos médicos de risco, como biópsias, endoscopias e pequenas cirurgias, também costumam receber sedativos. Neste caso a sedação é mais leve, o suficiente apenas para acalmá-los.



Durantes as cirurgias com anestesia geral, os doentes são sedados e ficam em ventiladores mecânicos. Na anestesia a sedação vem acompanhada de analgesia e relaxamento muscular. O paciente, além de estar inconsciente, não pode sentir dor nem se mover durante o ato cirúrgico. A sedação da anestesia é feita com drogas de ação muito curta, pois o objetivo é que o paciente consiga acordar quando a cirurgia acaba (leia: ANESTESIA GERAL | Quais os riscos?). Por vezes, ao final do ato cirúrgico, o paciente pode não conseguir manter um boa oxigenação por conta própria, precisando permanecer sedado e no ventilador por mais algum tempo. Esta situação é mais comum em paciente graves, idosos ou com doença pulmonar ou cardíaca prévia. Pessoas jovens e saudáveis saem facilmente da ventilação mecânica.



Portanto, o coma induzido é uma manobra que nós médicos utilizamos para podermos implementar o tratamento necessário para manter um paciente grave vivo. Como já foi explicado, não chamamos de coma induzido, mas sim de sedação. Chamamos de coma apenas os casos de redução do nível de consciência não provocados intencionalmente pela equipe médica.



Intensidade da sedação



Existem várias indicações para se sedar o paciente, e para cada uma delas o nível de sedação indicado é diferente. Assim como a escala Glasgow de coma é usada para aferir o nível de consciência dos paciente em coma, na sedação também há critérios clínicos para controlarmos o grau de sedação do paciente. Uma das escalas mais usadas é a "escala de Ramsey de sedação". Apenas como ilustração, a escala é feita assim:



Ramsey 1: paciente consciente; agitado e/ou inquieto.

Ramsey 2: paciente consciente; cooperativo, orientado e tranquilo.

Ramsey 3: paciente consciente, mas responde apenas a comandos.

Ramsey 4: paciente superficialmente inconsciente, porém com resposta rápida a estímulo auditivo alto ou a toques na glabela (região da testa entre as sobrancelhas).

Ramsey 5: paciente inconsciente; resposta lenta a estímulo auditivo alto ou a toques na glabela.

Ramsey 6: paciente inconsciente, sem resposta ao toque da glabela ou estímulo auditivo alto.



Por que o paciente em coma é sedado?



Mesmo pessoas em coma podem precisar de sedação. Dou o exemplo de um politraumatizado. Esta pessoa pode ter um traumatismo craniano e estar em um grau de coma que não seja suficiente para estar consciente, porém, não é tão profundo que consiga ficar conectado a um ventilador mecânico sem brigar com a máquina. Nestes casos, é necessário sedar o paciente e aprofundar seu coma para que ele possa ser tratado. Depois de alguns dias, dependendo da melhora clínica, retira-se a sedação para se poder avaliar o verdadeiro grau da lesão neurológica.



Pacientes em coma induzido demoram quanto tempo para acordar?



Depende. Alguns pacientes acordam após algumas horas, outros demoram vários dias. Alguns fatores contribuem o paciente demorar a acordar, entre eles podemos citar:



- Uso prolongado de drogas sedativas.

- Uso de doses elevadas de drogas sedativas.

- Uso de drogas sedativas de vida longa.

- Pacientes com doença grave ou múltiplas doenças.

- Pacientes idosos .

- Pacientes com lesão do sistema nervoso central.

- Pacientes com insuficiência renal ou hepática



É também importante salientar que alguns pacientes podem nunca acordar se houver grave lesão cerebral, como por exemplo, pessoas com grave traumatismo craniano, AVC hemorrágico ou parada cardíaca prolongada.



Nos casos em que há suspeita de lesão cerebral, as sequelas neurológicas só podem ser definidas após vários dias de suspensão dos sedativos. Enquanto houver drogas na circulação, é difícil definir se o paciente apresenta ou não sequelas neurológicas.



Paciente em coma ou sedados conseguem ouvir os familiares?



Esta é uma das dúvidas mais comuns dos familiares. Como já foi explicado, existem graus distintos de coma e sedação. Um dos modos de se avaliar a profundidade do estado de inconsciência é através da resposta aos sons. Portanto, há casos em que o paciente pode escutar, sim, as vozes dos familiares. A grande questão é saber se o paciente entende o que lhe dizem. Em casos de sedação ou coma superficial é bem provável que o paciente seja capaz de compreender algumas coisas e reconhecer a voz da família.



O problema é que muitas das drogas usadas na sedação tem efeito amnésico. Esta amnésia para fatos recentes é importante, pois permanecer vários dias no hospital é muito estressante. O paciente sofre muito, seja pela imobilidade, pelas múltiplas picadas de agulha, pelos tubos inseridos em seu corpo, pela falta de noção do tempo, etc. A amnésia torna a situação muito mais suportável e faz com que o paciente não tenha traumas psicológicos após a alta hospitalar. Portanto, não adianta perguntar ao paciente se ele ouvia algo enquanto estava sedado; mesmo que tenha ouvido, é bem provável que ele não vá se lembrar.



Nos casos de coma ou sedação profunda, é pouco provável que o paciente mantenha algum contato com o meio externo. O cérebro naquele momento não é capaz de processar estímulos externos. Movimentos involuntários podem ocorrer devido a sons, mas isso não significa que o paciente tenha noção do que está ocorrendo.
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Hospital fashion.

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Hospital fashion.:
(Dois profisionais indecisos com tantas regras de código...)
.
O  Hospital de Braga - da empresa Escala Braga - sob a administração dos Mellinhos (José de Mello Saúde), impôs (unilateralmente, portanto) um código de vestuário e conduta.

Indivíduos verdadeiramente inteligentes percebem que o real valor de qualquer organização centra-se no seu respectivo capital humano: os profissionais!
Indivíduos verdadeiramente inteligentes, como o Steve Jobs, Bill Gates ou Paul Allen, preocupavam-se em admitir e contratar excelentes profissionais, produtivos, competentes, independentemente da sua forma de vestir, do estilo do penteado ou outros pormenores desinteressantes para o efeito (o penteado do Einstein seria motivo para expulsão!). Reitero: mas isso eram os verdadeiramente inteligentes, com QI's de respeito!

Em Portugal temos um "novo" paradigma: o Hospital de Braga quer que todos os funcionáros (todos, mas... não todos) vistam meiazinha não-sei-quê, sapatinho lindo, cinto a condizer, a barbinha de três dia já era, cuequinha suave, cabelinho apanhado (excepto médicos, pois), e outras obras de estética humana. Não tarda muito marcam o horário do banho e o tipo de sabonete!
.
Enquanto a grupos profissionais são controlados o penteado, a barba, as meias, as cuecas, etc, no caso dos Médicos, o código é ainda mais rígido e intolerável (será que vão cumprir tudo?):



A mim, por exemplo, interessar-me-iam os bons Enfermeiros, bons Médicos, etc, não vá um dia (espero que daqui a muitos anos) eu dar entrada numa qualquer urgência com as células miocárdicas nas orações finais, e, ao invés de ser assistido prontamente por gente sabedora e expedita, me apareçam uns quantos lindinhos, bonitos e frescos, para quem a "CPK" seja uma uma marca de cueca new-fashion, com um "P" esquisito no meio do acrónimo/sigla.
.
Parece-me indigno para a Enfermagem, obrigada a esta subserviência simbólica ou declarada (conforme interpretação), na qual a relações linear é simples: é comum nas categorias profissionais menos intelectualizas e de níveis inferiores nas escalas hierárquicas.
Por aqui se vê que o regulamento do Hospital de Braga é pouco ambicioso. Para os mais interessados, podem ler o código (com erros gramaticais à mistura) e saber quem é o seu ideolas (proveniente da área da cortiça), aqui.     
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Hospital fashion II - o bichos multirresistentes que se cuidem!

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Hospital fashion II - o bichos multirresistentes que se cuidem!:

"A avaliar pelo que se diz neste blog, nos diferentes jornais, redes sociais e outros meios, net, bem como por esta reportagem,  bem que se pode dizer, DE perdeu uma boa oportunidade para estar calado." (comentador anónimo)

Encapotar as imposições do código de vestuário sob a égide, é, o que se pode apelidar, perverso (a respeito deste post). 
Um dos lados do problema é a higiene/prevenção da infecção. Para esta questão os Enfermeiros estão amplamente sensibilizados (admito que existam excepções à regra). A existência de uma avaliação de desempenho e de um Enfermeiro-Chefe, tem certamente uma finalidade. Escuso-me aqui a explicar - por me parecer tão óbvio - o papel das chefias neste domínio (excluíndo aqueles chefes de gabinete, transportadores de impressos,  etc - alérgicos à proximidade do contexto da prática).

O outro lado do problema é a progressiva aproximação do Saúde, especial e fundamentalmente no sector privado, ao ramo da hotelaria e atendimento, e os seus profissionais pressionados para uma conduta do serventilismo - o que me parece ser o caso do Hospital de Braga. 
Se verdadeiramente estivesses preocupados com as "infecções", demonstrariam outra postura resolutiva: apostavam forte e inequivocamente na  Enfermagem (a classe que mais pode reduzir a incidência da propagação de fenómenos infecciosos) - para além das medidas serem transversais a todas as classes profissionais que contactam com os utentes. Mas não é o caso
Alguns dos estudos mais difundidos e objectivos do mundo, no que à prevenção da infecção diz respeito, provam claramente que as taxas de infecção, variam, com uma relação fortíssima e directa, com as dotação de Enfermeiros!

Por fim, lendo o código, não me parece muito evidente este anseio do Hospital de Braga (afirmar que o único objectivo do código é a prevenção de infecções... é um atentado à inteligência):

1º - "Sapatinho azul ou preto, estilo clássico" (as invés da soca, lavável e esterilizável). É caso para dizer que os bichos viajarão em grande estilo; clássico. Bom gosto; lindo!

2º - "Cinto azul-escuro ou preto, a condizer com o sapato". Este conjunto é glamoroso e afugenta sensivelmente 99,9% da bicharada. É o fim das infecções cruzadas.

3º - "Camisa sempre dentro das calças". Estilo Freddie Mercury. Que saudades!

4 º - "Feminino: meias de vidro cor de pele (nem muito claras nem muito escuras), deverão ser lisadas, sem redes ou fantasias". Esta é a estocada final. Fica provado que Braga está a declarar, com toda a pujança, guerra à bicharada. Multirresistentes, cuidem-se!  - elas vão para a guerra de meias cor da pele e eles de cinto a condizer com os sapatinhos! É o vosso fim!

Os doutores podem entrar de chancas (sabem o que é?), meias do tweety e gravata sebenta, com bichos já fossilizados, não faz mal.
.
Perdoem-me a honestidade, mas a indumentária, além de antiquíssima e obsoleta, é parola. Já estou como o outro: haja decoro!  


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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Encerramento da Maternidade Alfredo da Costa?

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Encerramento da Maternidade Alfredo da Costa?:
                                                     Imagem: LUSA/MIGUEL A. LOPES
Não, porque mais um ataque ao SNS não tem lógica.

Será que Portugal poderia continuar a orgulhar-se de ser um dos países com a taxa de mortalidade infantil mais baixa do mundo sem a colaboração da Maternidade Alfredo da Costa?
Não? Então não tem lógica.

Existirá algum serviço em Portugal de assistência integral à Mulher que possua profissionais de saúde que no seu percurso académico ou profissional nunca tenham exercido funções na Maternidade Alfredo da Costa e, desta forma, realçar o importante e fulcral papel da MAC como hospital-escola ao longo dos anos de existência?
Não? Então não tem lógica.

O fecho da maternidade implicará uma reorganização e um consequente aumento das maternidades pelo país (anteriormente fechadas!) permitindo desta forma: maior proximidade e redução da distância entre a Mulher/Criança e uma maternidade do SNS, evitando as longas distâncias que os familiares são obrigados a realizar para uma importante visita/acompanhamento e o evitar consequente de pagamento de portagens em auto-estradas e nas ex-SCUT´s aquando da visita?
Não? Então não tem lógica.

Existirá outro hospital com o leque de serviços clínicos que a MAC possui:
-Obstetrícia;
-Ginecologia;
-Pediatria/Neonatologia;
-Anestesia;
-Patologia Clínica;
-Imunohemoterapia;
-Radiologia;
-Anatomia Patológica;
-9 serviços de apoio;
-Cerca de 15 consultas especializadas;
permitindo-lhe no âmbito do Programa de Saúde Materna e Infantil ser classificado como Hospital de Apoio Perinatal Diferenciado?
Não? Então…desculpem ser repetitivo, mas continua a não ter lógica.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Keep calm

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Keep calm:

Submitted by: clerk8548964

Posted at: 2012-04-14 02:56:26

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Hello World!

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Hello World!:

Submitted by: sandraps_13

Posted at: 2012-04-19 03:25:16

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Menina de 4 anos tem QI perto de Stephen Hawking

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Menina de 4 anos tem QI perto de Stephen Hawking: Heidi Hankins, uma menina inglesa de quatro anos, é o membro mais novo da MENSA, uma associação formada por pessoas extremamente inteligentes, depois de lhe ter sido detectado um QI de 159, quase tanto como o do famoso cientista Stephen Hawking (160).
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" Abriram os privados, têm de fechar os públicos…”

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" Abriram os privados, têm de fechar os públicos…”:
Homília dominical e a traiçoeira inconfidência…

Marcelo Rebelo de Sousa proferiu como é habitual (diria regimental) mais uma das suas piedosas homílias no passado dia 15.
link
Falou de um 'rosário' de situações e, como não podia deixar de ser, lá chegou à Maternidade Alfredo da Costa. Sempre naquele tom divinatório, divagatório, pseudoconsensual e, acima de tudo, acaciano.

Entretanto, porque quer falar acerca de tudo e de todos, lá acaba por escorregar e revelar inconfidências oriundas dos múltiplos confidentes que lhe surgem pelo caminho e lhe encomendam sermões, farpas ou bitaites.

E, inopinadamente, revela conversas com “entidades privadas”, que não especificou, mas que lhe teriam sussurrado: “…Abriram os privados, têm de fechar os públicos…” (ver vídeo aos 31’ 45’’…).
Se alguma dúvida houvesse…


E-Pá!
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terça-feira, 17 de abril de 2012

Um aborto laranja

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Um aborto laranja:

A inseminação artificial segundo Passos Coelho

Passos Coelho descobriu um destino a dar aos serviços públicos de excelência, divide-os em bocados pequenos e usa estes para os inocular nos outros serviços que apresentem problemas de qualidade, isto é, usa-os num processo de inseminação artificial com vista à sua clonagem.
Esta é a teoria do Passos Coelho que entende que os portugueses são idiotas, a realidade é outra, ao desmembrar os serviços de excelência está a destruí-los e a promover a competitividade dos serviços privados. Ao encerrar a Maternidade Alfredo da Costa o governo está a promover o negócio das maternidades privadas que em tempos já floresceu em Lisboa. Só que a partir de determinada altura a classe média e os mais endinheirados percebeu que era melhor esquecer a criadagem dos hospitais privados e apostar na qualidade dos públicos, o negócio privado caiu.
Um serviço público de excelência não tem boas equipas por coincidência, é o resultado de um processo que demora anos, a qualidade atrai profissionais de qualidade mesmo quando a remuneração não é estimulante, as equipas de qualidade criam condições para investigar e promover novas técnicas e o uso de novas tecnologias. Ao distribuir as equipas da MAC o governo não está a destruir excelência, está a destruir o ambiente que favoreceu essa excelência e está a criar condições para que os hospitais privados contratem os excelentes médicos da MAC que não vão querer servir para "inseminação".
O que Passos Coelho pretende não é melhorar o SNS ou poupar dinheiro, é destruir a concorrência que um serviço público de excelência faz ao sector privado, é isso que o irmão Macedo pretende, conseguir com o que não conseguiu como gestor da MEDIS; assegurar que o sector privado passa a ser competitivo e ter uma grande fonte de receitas num sector onde ficou sem clientela, a maternidade.
Texto "roubado" ao blog "O Jumento"
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domingo, 15 de abril de 2012

A idade da reforma

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A idade da reforma:

Imagem gentilmente cedida por Eva Gina dos Prazeres e Morais, Licenciada em Pulos, Cambalhotas e Jogo da Macaca
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SINTOMAS DO ESTÔMAGO | DISPEPSIA

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SINTOMAS DO ESTÔMAGO | DISPEPSIA: Dispepsia é o nome usado para descrever uma variedade de sintomas originados no estômago, que incluem queimação no estômago, indigestão, indisposição gástrica, plenitude, enfartamento, estômago distendido, etc. Estima-se que anualmente pelo menos 1/4 da população apresente sintomas relacionados ao estômago, mas menos de 10% destes procura ajuda médica.



Neste texto iremos abordar as seguintes pontos sobre os sintomas do estômago:

  • O que é o estômago.
  • O que é dispepsia .
  • Quais são os sintomas do estômago.
  • Que doenças causam sintomas do estômago.
  • Remédios que causam dispepsia. 
  • Tratamento da dor de estômago
Neste artigo abordaremos apenas os sintomas relacionados a doenças do estômago. Para saber sobre outras causas de dor abdominal, leia: DOR NA BARRIGA | DOR ABDOMINAL | Principais causa

     O que é o estômago?



    Para entender algumas das doenças e dos sintomas do estômago é necessário conhecer um pouquinho da anatomia e do funcionamento deste órgão. Serei breve nesta descrição para o texto não ficar maçante.



    Esôfago-estômago-duodenoO estômago é um órgão muscular, oco e elástico, capaz de se dilatar para receber os alimentos. O estômago fica localizado no quadrante superior esquerdo do abdômen.



    Quando engolimos um alimento, este desce pelo esôfago e chega ao estômago. Entre o estômago e o esôfago existe um esfincter, uma espécie de válvula que impede o retorno do alimento de volta para o esôfago, mesmo que o paciente fique de cabeça para baixo.



    O estômago secreta ácido clorídrico e enzimas que digerem, especialmente, as proteínas contidas nos alimentos. Ao contrário do que se imagina, quase não há absorção de alimentos no estômago, apenas um pouco de carboidratos simples e aminoácidos. O papel do estômago é digerir, ou seja, quebrar moléculas grandes em moléculas pequenas, para que estas possam ser absorvidas mais à frente nos intestinos.



    O estômago é um órgão musculoso, capaz de se contrair, auxiliando na digestão e na passagem dos alimentos para o resto do trato digestivo.



    O que é dispepsia?



    Dispepsia é um termo que compreende uma série de sintomas relacionados ao estômago. A dispepsia está geralmente associada ao que os pacientes costumam referir como indigestão.



    Entre os sintomas que estão incluídos no termo dispepsia, podemos citar: queimação ou dor na região do estômago, sensação de plenitude após refeições, sensação de estômago distendido, excesso de arrotos, azia, saciação precoce (não conseguir comer um prato sem sentir-se cheio antes de terminá-lo), náuseas e sensação de má digestão.



    Doenças do estômago que provocam dispepsia




    A dispepsia está habitualmente associada a quadros de gastrite ou úlcera gástrica, porém, mesmo doenças fora do estômago podem causá-la, como síndrome do intestino irritável, cólica biliar e esofagite. A dispepsia também pode ser causada por medicamentos, como anti-inflamatórios e alguns antibióticos. Vamos falar um pouco das principais doenças que provocam sintomas estomacais.



    a. Gastrite



    Gastrite significa inflamação do estômago. A gastrite pode ser aguda, quando se desenvolve rapidamente, ou crônica, quando a inflamação se instala lentamente e persiste por vários meses. A gastrite aguda é normalmente causada por álcool, anti-inflamatórios e intoxicações alimentares. A gastrite crônica costuma ter como causa a infecção pela bactéria H.pylori (leia: H.PYLORI (Helicobacter pylori) | Sintomas e tratamento).



    O sintoma mais comum da gastrite é a queimação na "boca do estômago". A gastrite pode piorar ou melhorar após alimentação. Cada paciente reage de um jeito diferente às refeições. A queimação no estômago é o sintoma mais comum, mas qualquer um dos sintomas englobados no termo dispepsia pode surgir em um paciente com gastrite.



    As gastrites se não tratadas podem evoluir com erosões da mucosa do estômago, levando à formação das úlceras.



    b. Úlcera péptica



    As úlceras pépticas são aquelas causadas pela ação do ácido clorídrico na parede do duodeno, estômago ou esôfago. As duas principais causas de úlceras são abuso de anti-inflamatórios e a infecção pela bactéria H.pylori.



    Os sintomas da úlcera péptica ocorrem habitualmente quando o estômago está vazio. Após uma refeição, os alimentos permanecem no estômago por duas a três horas. Porém, o estimulo à secreção do ácido persiste durante até cinco horas, ou seja, em períodos no qual o estômago já encontra-se vazio. Este é o momento em que a úlcera começa a causar sintomas. Os sintomas da úlcera péptica também podem ocorrer durante a noite, habitualmente entre às 23h e 2h, quando ocorre uma estimulação natural da secreção de ácido pelo estômago. É característico das úlceras a melhora dos sintomas após o paciente comer algum alimento.



    Assim como nos casos de gastrite, as úlceras costumam causar um queimação ou dor na região do estômago, porém, qualquer sintoma de dispepsia é possível. Períodos de dispepsia, que duram algumas semanas, alternando com períodos livres de dor, por semanas ou meses, é uma característica das úlceras pépticas.



    A intensidade da dor estomacal não é suficiente para distinguir uma gastrite de uma úlcera. A úlcera não necessariamente é mais sintomática que a gastrite.



    Para saber mais sobre úlceras e gastrite, leia: GASTRITE | ÚLCERA GÁSTRICA.



    c. Refluxo gastroesofágico



    A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) ocorre sempre que o esfíncter que separa o estômago do esôfago encontra-se incompetente, permitindo o refluxo de suco gástrico, extremamente ácido, em direção ao esôfago.



    Os sintomas mais comuns da DRGE são azia e regurgitação. Deve-se suspeitar de refluxo em todo paciente com dispepsia que apresentar azia ou regurgitação como principais queixas.



    Para saber mais sobre a doença do refluxo gastroesofágico, leia: HÉRNIA DE HIATO | Refluxo gastroesofágico.



    d. Câncer de estômago



    O câncer do estômago é uma causa incomum de dispepsia. No entanto, nos pacientes com mais de 45 anos de idade, principalmente se forem fumantes e portadores da bactéria H.pylori, esta possibilidade de diagnóstico deve ser levada em conta.



    Existem alguns "sintomas de alarme" que levantam a suspeita de malignidade gástrica quando associados à dispepsia, são eles:



    - Perda de peso não intencional.

    - Vômitos persistentes.

    - Dificuldade para engolir.

    - Anemia ou deficiência de ferro inexplicada (leia: ANEMIA | Sintomas e causas).

    - Sangue nas fezes (leia: SANGUE NAS FEZES | Hemorragia digestiva).

    - Massa abdominal palpável.

    - História familiar de câncer do estômago.

    - Icterícia (leia: ICTERÍCIA | Neonatal e adulto).



    e. Medicamentos



    Alguns medicamentos podem provocar dispepsia ou piorar os sintomas de uma dispepsia já existente.



    Drogas como Aspirina (AAS) e outros anti-inflamatórios podem causar lesão diretamente na parede do estômago, levando à dispepsia por gastrite aguda (leia: ANTI-INFLAMATÓRIOS | Ação e efeitos colaterais).



    Várias outras drogas têm sido implicados como causa de dispepsia, como digoxina, ferro, bloqueadores dos canais de cálcio (ex: Adalat e amilodipina), teofilina, corticoides, metformina, alendronato, orlistat, suplementos de potássio, acarbose e certos antibióticos, incluindo a eritromicina e metronidazol.



    Muitos medicamento à base de "ervas naturais" também podem provocar sintomas estomacais, entre os mais famosos está o Ginkgo biloba. Bebidas alcoólicas e cigarro também são causas de dispepsia.



    Dispepsia funcional



    Dispepsia funcional é o nome dado ao quadro de dispepsia crônica sem causa identificada. É o caso dos pacientes que apresentam sintomas estomacais, sem que a investigação médica seja capaz de identificar qualquer problema que os justifiquem.



    Em geral, há 4 fatores normalmente relacionados à presença da dispepsia funcional:



    - Problemas motores nos músculos gástricos, que lentificam o esvaziamento do estômago

    - Alterações psicológicas, principalmente depressão e ansiedade

    - Aumento da sensibilidade do estômago. O estômago normalmente se distende quando comemos. No entanto, algumas pessoas são sensíveis a esse estiramento e sentem dor ou desconforto estomacal após as refeições..

    - Presença do H.pylori. Alguns pacientes podem apresentar dispepsia pelo H.pylori, mesmo não havendo sinais de gastrite ou úlcera gástrica.



    Tratamento dos sintomas do estômago



    O tratamento da dispepsia deve ser focado na sua causa. A endoscopia digestiva alta geralmente distingue as diversas doenças gástricas que provocam sintomas.



    Os inibidores da bomba de prótons são drogas que agem diminuindo a secreção de ácido pelo estômago. As mais conhecidas são o omeprazol, pantoprazol, esomeprazol e lansoprazol. Estes medicamentoso estão indicados tanto na gastrite, quanto nas úlceras, no refluxo e até na dispepsia funcional. Antiácidos também podem ser úteis.



    Nos pacientes com H.pylori, o tratamento da bactéria pode melhorar os sintomas, mesmo nos pacientes com dispepsia funcional, sem sinais de gastrite. Porém, nem sempre a bactéria é a responsável pela dispepsia e muitos paciente mantêm os sintomas mesmo após a eliminação da mesma.



    Deve-se evitar uso de anti-inflamatórios ou qualquer outro medicamento que provoque sintomas no estômago. Quem fuma deve parar.



    No paciente com histórico de depressão ou ansiedade, o tratamento destas doenças ajuda a melhorar a dispepsia.



    Em relação à dieta, deve-se evitar alimento gordurosos, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Perder peso para quem está com sobrepeso ou obeso também é importante (leia: TRATAMENTO DA OBESIDADE | Dieta para emagrecer). Evite refeições muito grandes. O ideal é comer menos, porém com mais frequência (5 ou 6 vezes por dia) para evitar de deixar o estômago vazio por muitas horas. Se você tem azia, evite deitar-se logo depois de comer. Pelo menos 1 hora de intervalo é desejável.




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    quinta-feira, 12 de abril de 2012

    I see math and physics...

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    I see math and physics...:

    Submitted by: eapa1770

    Posted at: 2012-04-12 00:33:39

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    Paulo Macedo dixit

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    Paulo Macedo dixit:
    "Fast forward para o presente: Portugal, 2012. A Troika ocupou o país. Aconselhado pelos burocratas da Comissão Europeia e do FMI, o ministro da Saúde fecha hospitais e maternidades. Relatos na imprensa dão conta de gente a morrer com cancro por não conseguir pagar os tratamentos. O povo deixa de ter dinheiro para as urgências. Estar de baixa passa a ser um luxo reservado a doentes ricos. Comer também: criancinhas vão para a escola sem terem jantado, e pequeno-almoço, viste-lo. Mas o Governo está atento à saúde dos menores: vai proibir os paizinhos de fumar no carro, e exigir além disso a colocação de “advertências mais explícitas nas embalagens que mostrem e exemplifiquem as consequências do tabagismo na saúde”, Paulo Macedo dixit. link
    Não sei o que é que este ministro anda a fumar, mas deve ser MUITO fixe."

    Morgada de V, Cinco Dias
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    Just politics

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    Just politics:

    Submitted by: rtgmuhaha7

    Posted at: 2012-04-08 22:35:49

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    Encerramento da MAC, crime do governo

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    Encerramento da MAC, crime do governo:
    A Taxa de Mortalidade em Portugal e no Mundo
    O gráfico acessível através do ’link’ anterior baseia-se em dados compilados e tratados pelo Banco Mundial. É bastante elucidativo.
    Aos utilizadores do  ‘site’ é permitido fazer a selecção e análise dos países que entenderem; seja a nível global, seja optando por muitíssimas combinações parciais. Para efeitos deste ‘post’, e seguindo um critério de escolha de países mais desenvolvidos, realizei a comparação combinada de indicadores de 2010,  actualizados em Março último, adiante indicada:
    Taxa de mortalidade de menores de 5 anos de idade em cada 1000 
    1.º Portugal ……………………………… 3,7 / 1000
    2.º França e Alemanha, ex-equos…….. 4,1 / 1000
    3.º Espanha ………………………………4,8 / 1000
    4.º EUA ………………………………….. 7,5 / 1000
    (Obs.: A taxa mundial é de 57,89 / 1000).
    Portugal, é inequívoco, atingiu um lugar de primeiro plano a nível mundial. O feito é mais meritório ainda, se for realizada a avaliação do histórico: taxa de 111,7 por 1000 em 1960, a qual, em 1995, no final do consulado de Cavaco, se fixava em 10 / 1000, ou seja, perto do triplo do índice de 3,7 /100 acima indicado.
    Para o sucesso obtido, houve naturalmente contributos decisivos, a nível individual, colectivo e institucional. Será justo citar a figura do obstreta e ginecologista. Prof. Albino Aroso, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde do XI Governo Constitucional, formado pelo PSD. Quando ainda havia alguma gente decente no topo do partido laranja.
    Todavia, sem os saberes, dedicação e trabalho de equipas médicas de alta qualidade, os resultados obtidos por Portugal seriam de impossível alcance. Ao nível da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, conheci inúmeros médicos e médicas, sim sobretudo médicas, de entrega exclusiva à actividade pública, das mais diferentes especialidades: obstetrícia, ginecologia, pediatria, neonatologia, enfim … equipas inteiras que tornaram a MAC uma unidade de excelência de saúde materno-infantil e mundialmente prestigada. Como, de resto, outras unidades públicas do País.
    Fui um dos muitos milhões de nascidos na MAC, mas não é por idiossincrasia que contesto o decisão criminosa do governo de encerrar aquela maternidade. Oponho-me e revolto-me contra a irracional destruição de um centro médico de qualidade.
    Apenas um tecnocrata da banca, adversário de tudo o que seja unidade de saúde pública e motivado para favorecer os negócios privados de saúde do grupo BES em Loures, é capaz de se atrever a cometer tamanho desmando. Age sob o comando de um PM, social e geograficamente desenraizado, que bem poderia voltar para as colheitas de dedém e bananas, envergando a tanga que está a transformar em uniforme nacional.
    Há, por aí, uns quantos que criticam e desancam a valer em quem se indigna; nunca contra quem indigna. Acredito que, no caso da MAC, e porque se trata de grave ofensa ao interesse público e nacional, essa parcela de gente tenha vergonha e se cale diante da manifestação de terceiros, por legítima revolta contra o fecho da Maternidade Alfredo da Costa.

    Tagged: encerramento da MAC, governo de passos coelho, Maternidade Alfredo da Costa (MAC), política de saúde de P. Macedo, políticas anti-sociais
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    É só mamar na mangueira

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    É só mamar na mangueira:

    A relação entre resultados e remuneração foi inexistente em 2011. Os administradores do PSI-20 receberam 12.8 milhões (o equivalente a 35 mil euros por dia). O mais bem pago foi Manuel Ferreira de Oliveira: o CEO da Galp Energia recebeu 1,6 milhões, mais 23% que em 2010.

    Hoje os preços da gasolina nas bombas bateu um novo recorde com mais um aumento de preços. Para além dos problemas que isso causa ao orçamento de milhares de famílias e empresas é a economia que sofre numa altura em que já passa por uma grave recessão. São os mercados responde o governo lavando as mãos, mas os lucros das gasolineiras e de todos os que delas mamam não param de aumentar. Quando se cortam salários e subsídios a milhões outros aumentam os seus rendimentos em 23%. É a riqueza de uns feita à custa da miséria de outros.
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    Uma questão de confiança

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    Uma questão de confiança:
    O congelamento das reformas antecipadas foi feito sem conhecimento do público. "Se o Governo tivesse comunicado com grande antecedência que ia proceder nesse sentido, evidentemente que o objectivo que pretendia seria furado pelo recurso ainda mais intenso a esse mecanismo", disse o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. "A decisão que o Governo tomou teve apenas a preocupação de garantir que o efeito que o recurso a pensões antecipadas estavam a ter sobre o orçamento da Segurança Social não pusesse em risco a execução do nosso orçamento para este ano". "Esta é daquelas medidas que os governos ou tomam, e têm de ser assim, ou não tomam".

    Curiosa filosofia esta em que um governo considera que há medidas que devem ser escondidas aso cidadãos, quebrando uma relação de confiança que deve existir entre ambos. Vindo de quem vem, que já provou que mentir e enganar não é coisa que o incomode muito, não é coisa que possamos estranhar e, se lhe juntarmos a incompetência e desumanidade de que já deram provas mais que suficientes, só prova mais uma vez mais aquilo que aqui digo há muito tempo, que este governo já não tem legitimidade para governar e já devia ter sido demitido. Se não temos um Presidente, e não temos, com coragem para o fazer cabe aos cidadãos fazer ouvir a sua voz e correr com esta canalha.
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    Crime na Maternidade Alfredo da Costa

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    Crime na Maternidade Alfredo da Costa:
    Se a Maternidade Alfredo da Costa fosse uma “tea party” da direita, uma fundação do género da Soares dos Santos poderia continuar a existir, poderia usar os impostos que o merceeiro holandês desvia para a fundação para pagar a jornalistas duvidosos ou a intelectuais de esquerda disponíveis para vender a alma ao diabo. Agora teriam o futuro assegurado, o governo descobriu que as fundações servem muitos dos seus amigos tendo perdido a vontade de cortar nestas gorduras.

    Se a Maternidade Alfredo da Costa fosse uma PPP teria a sua sobrevivência garantida, depois de todas as promessas e apesar de a renegociação das PPP constarem no memorando o governo descobriu que neste capítulo Portugal é o Estado de direito que não é quando estão em causa os direitos dos trabalhadores ou a sobrevivência dos mais pobres. Protegida por uma PPP dos Mellos ou de outros nomes com dois “l” a Maternidade Alfredo da Costa sobreviveria.

    Não sendo uma iniciativa “tea party” do sociólogo de esquerda ou do merceeiro holandês a Maternidade Alfredo da Costa teria boas possibilidades de sobreviver se fosse uma fundação de algum notável das televisões, todos os que ganham fortunas na advocacia ou em negócios que estão ao abrigo das medidas de austeridade têm fundações para ficarem também ao abrigo dos impostos. Mas a maternidade Alfredo da Costa não pertence a nenhum advogado ilustre, de preferência um dos muitos notáveis que passam as noites nos estúdios de televisão.

    Se a Maternidade Alfredo da Costa fosse um dos muitos hospitais de província onde o irmão Macedo está colocando como administradores os responsáveis concelhios do PSD não lhe passaria pela cabeça o encerramento, esses hospitais são tão importantes para o PSD como o pão é para a boca e foi por isso que ao contrário do prometido o irmão Macedo não reduziu os lugares de administradores.

    O crime da Maternidade Alfredo da Costa é ser um serviço público de excelência num país governado por gente para quem funcionário público é sinónimo de malandro, serviço público significa incompetência e a excelência é um exclusivo das empresas privadas geridas pelos irmãos Macedos.

    O crime da Maternidade Alfredo da Costa é ser um serviço de saúde num país que pode exibir das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo, não é aceitável um país ter uma justiça digna de sapateiros, uma classe política de bandalhos, um jornalismo da treta e no meio de tudo isto e em plena Administração Pública Estatal existir uma aldeia gaulesa que disputa níveis de excelência com qualquer maternidade de renome mundial.

    O crime da maternidade Alfredo da Costa é ser um caso de sucesso num país onde tudo deve ser uma desgraça, excepto os ministros que o Passos conseguiu arranjar e os exportadores, ainda que no caso destes só possam merecer elogios desde que o Portas anda por aí com as suas diplomacias económicas, que ninguém sabe muito bem o que são mas de que dizem estar a ter excelentes resultados.

    O crime da maternidade Alfredo da Costa é fazer concorrência desleal (desleal porque os serviços públicos só são leais quando prestam maus serviços) aos serviços de saúde privado dos muitos irmãos Macedos, é conseguir que boas equipas médicas opem pelo serviço público e rejeitem os bons ordenados dos hospitais privados, é estar localizada no centro da cidade quando os serviços públicos devem estar nas ruas J, é ter um edifício que daria um excelente hotel em pleno centro de negócios da capital.

    Quando os portugueses deixarem de contar com um dos seus melhores serviços de saúde saberemos quem contratou os seus médicos, quem lucrou com as suas parturientes e quem beneficiou do negócio imobiliário. Nesse dia saberemos quem foram os verdadeiros criminosos do crime da Maternidade Alfredo da Costa.
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    quarta-feira, 11 de abril de 2012

    CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas

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    CÁLCULO RENAL | Causas e sintomas: A pedra no rim, também conhecida como cálculo renal ou litíase renal, é uma doença muito comum, causada pela cristalização de sais mineiras presentes na urina. A crise de cólica renal é um dos eventos mais dolorosos que um paciente pode experimentar durante a vida. A dor causada pelo cálculo renal é muitas vezes descrita como sendo pior do que a de um parto, fratura óssea, ferimentos por arma de fogo ou queimaduras.



    Nesta primeira parte do artigo sobre pedra nos rins iremos abordar os seguintes pontos sobre o cálculo renal:

    • Como surge a pedra nos rins
    • Fatores de risco para cálculo renal
    • Sintomas do cálculo renal
    • Cálculo coraliforme
    Como se formam os cálculos renais?



    A pedra no rim é exatamente o que o nome diz, uma formação sólida composta por minerais que surge dentro dos rins. Mais de 70% das pedras são compostas por sais de cálcio, como oxalato de cálcio e fosfato de cálcio. Também existem cálculos à base de ácido úrico, estruvita (magnésio + amônia + fosfato) e cistina.



    Entender a formação das pedras é simples. Imaginem um copo cheio de água clara e transparente. Se jogarmos um pouco de sal, este se diluirá e tornará a água um pouco turva. Se continuarmos a jogar sal no copo, a água ficará cada vez menos clara, até o ponto em que o sal começará a se precipitar no fundo do copo. A precipitação acontece quando a água fica super saturada com sal, isto é, a quantidade de água presente já não é mais suficiente para diluir o sal.



    Este é o princípio da formação dos cálculos. Quando a quantidade de água na urina não é suficiente para dissolver todos os sais presentes na mesma, estes retornam a sua forma sólida e precipitam nas vias urinárias. Os sais precipitados na urina tendem a se aglomerar, formando, com o passar do tempo, as pedras.



    Esta precipitação dos sais presentes na urina  ocorre basicamente por dois motivos: falta de água para diluir ou excesso de sais para serem diluídos.



    A maioria dos casos de cálculo renal ocorre por falta de água para diluir a urina adequadamente, tendo como origem a pouca ingestão de líquidos. Porém, há um grupo de pacientes que mesmo bebendo bastante água ao longo do dia continua a formar pedras. São as pessoas com alterações na composição natural urina, apresentando excesso de sais minerais, em geral, excesso de cálcio. A quantidade de cálcio na urina é tão grande que mesmo com um boa ingestão de água este ainda consegue se precipitar.



    Fatores de risco para o cálculo renal



    Como acabei de explicar, ter água suficiente na urina é essencial para prevenir a formação de cálculos. Pacientes que costumam desenvolver cálculos bebem, em média, menos 300 a 500 ml de água por dia quando comparados com pessoas que nunca tiveram pedra nos rins. Pessoas que vivem em países de clima tropical ou trabalham em locais muitos quentes devem procurar se manter sempre bem hidratados para evitar a produção de uma urina muito concentrada.



    O tipo de líquido ingerido não tem muita importância. Ainda não há estudos definitivos que possam afirmar com 100% de clareza que um tipo de líquido é superior a outro. Alguns trabalhos sugerem que além da água, suco de laranja, café e chás (incluindo o famoso chá de quebra-pedra) possam ter algum benefício. Já o suco de toranja (jamboa ou grapefruit) parece ser prejudicial, aumentando o risco de formação das pedras. Em relação às bebidas alcoólicas, há controvérsias, havendo estudos que indicam aumento da formação dos cálculos e outros que sugerem redução da formação, principalmente com o consumo de vinho. Excesso de vitamina C aumenta a excreção renal de oxalato, aumentando o risco de pedras de oxalato de cálcio.



    Pessoas que já tiveram pelo menos um episódio de cálculo renal ou que tenham história familiar de pedras no rim devem urinar pelo menos 2 litros por dia. Como ninguém vai ficar coletando urina o dia inteiro para medir o volume, uma dica é acompanhar a cor da urina. Uma urina bem diluída tem odor fraco e coloração bem clara, quase transparente (leia: URINA COM CHEIRO FORTE). Se a sua urina está muito amarelada, isto indica desidratação.



    Em relação à dieta, existem alguns hábitos que podem aumentar a incidência de pedras nos rins, principalmente se o paciente já tiver concentrações de cálcio na urina mais elevadas que a média da população. Dietas ricas em sal, proteínas e açúcares são fatores de risco. Curiosamente, apesar da maioria dos cálculos serem compostos de cálcio e surgirem por excesso de cálcio na urina, não há necessidade de restringir o consumo do mesmo na dieta. A restrição, aliás, pode ser prejudicial. Se você já está perdendo cálcio em excesso na urina e não o repõe com a dieta, o seu organismo vai buscar o cálcio que precisa nos ossos, podendo levar à osteoporose precoce (leia: OSTEOPOROSE | Sintomas e tratamento). O único cuidado deve ser com os suplementos de cálcio, já que o consumo destes, principalmente quando em jejum, parece aumentar o risco de pedra nos rins.



    Outros fatores de risco para o surgimento de cálculos são: obesidade, idade acima de 40 anos, hipertensão, gota, diabetes, ser do sexo masculino e ganho de peso muito rápido.



    É importante lembrar que existem também os cálculos renais formados pela precipitação de algumas drogas nos rins. Várias medicações podem ter como efeito colateral a formação de pedra. Os mais comuns incluem: indinavir, atazanavir, guaifenesina, triantereno, silicato e drogas à base de sulfa, como sulfassalazina e sulfadiazina.



    Sintomas do cálculo renal



    Muitos pacientes possuem pedras nos seus rins e não apresentam sintoma algum. Se a pedra se formar dentro do rim e ficar parada dentro do mesmo, o paciente pode ficar anos assintomático. Muitas pessoas descobrem o cálculo renal por acaso, durante um exame de imagem abdominal, como ultrassom ou tomografia computadorizada, solicitados por qualquer outro motivo.



    Localização comum das pedras nos rins.
    Cálculo renal
    Pedras muito pequenas, menores que 3 milímetros (0,3 centímetros), podem percorrer todo o sistema urinário e serem eliminadas na urina sem provocar maiores sintomas. O paciente começa a urinar e de repente nota que caiu uma pedinha no vaso sanitário.



    O sintoma clássico do cálculo renal, chamado cólica renal, surge quando uma pedra de pelo menos 4 mm (0,4 cm) fica impactada em algum ponto do ureter (tubo que leva a urina do rim à bexiga), causando obstrução e dilatação do sistema urinário.



    A cólica renal é habitualmente uma excruciante dor lombar, que costuma ser a pior dor que o paciente já teve na vida. A cólica renal deixa o paciente inquieto, se mexendo o tempo todo, procurando em vão uma posição que lhe proporcione alívio. Ao contrário das dores da coluna, que melhoram com repouso e pioram à movimentação, a cólica renal dói intensamente, não importa o que o paciente faça. Por vezes, a dor é tão intensa que vem acompanhada de náuseas e vômitos. Sangue na urina (leia: HEMATÚRIA (URINA COM SANGUE )) é frequente e ocorre por lesão direta do cálculo no ureter.



    A cólica renal costuma ter três fases:

    1- A dor inicia-se subitamente e atinge seu pico de intensidade em mais ou menos1 ou 2 horas.

    2- Após atingir seu ápice, a dor da cólica renal permanece assim por mais 1 a 4 horas, em média, deixando o paciente "enlouquecido" de dor.

    3- A dor começa a aliviar espontaneamente e ao longo de mais 2 horas tende a desaparecer.



    Em alguns desafortunados, o processo todo chega a durar mais de 12 horas, caso o mesmo não procure atendimento médico.



    Se a pedra ficar impactada na metade inferior do ureter, a cólica renal pode irradiar para a perna, grandes lábios ou testículos (leia: DOR NOS TESTÍCULOS | Principais causas). Também é possível que a pedra consiga atravessar todo o ureter, ficando impactada somente na uretra, que é o ponto de menor diâmetro do sistema urinário. Neste caso a dor ocorre na região pélvica e vem acompanhada de ardência ao urinar (leia: DISÚRIA | DOR AO URINAR | Causas) e sangramento. Muitas vezes o paciente consegue reconhecer que há um pedra na sua uretra, na iminência de sair.



    Geralmente, pedras menores que 5 cm costumam sair espontaneamente pela urina. As que medem entre 0,5 e 0,8 cm têm dificuldade de serem expelidas. Podem até sair, mas custam muito. Cálculos maiores que 0,9 cm são grandes demais e não passam pelo sistema urinário, sendo necessária uma intervenção médica para eliminá-los.



    Estes cálculos grandes podem ficar impactados no ureter, provocando uma obstrução à drenagem da urina e consequente dilatação do rim, a qual damos o nome de hidronefrose. A urina não consegue ultrapassar a obstrução e acaba ficando retida dentro do rim. As hidronefroses graves devem ser corrigidas o quanto antes, pois quanto maior o tempo de obstrução, maiores as chances de lesões irreversíveis do rim obstruído.



    Cálculo coraliforme: um caso a parte



    Cálculo coraliforme
    Cálculo coraliforme
    O cálculo coraliforme tem esse nome porque apresenta a aparência de um coral. São os maiores cálculos e ocorrem geralmente em pacientes com infecção urinária por uma bactéria chamada Proteus. Esta bactéria aumenta o pH da urina e favorece a precipitação de sais, principalmente o de estruvita, composto por fosfato, amônia e magnésio



    O cálculo coraliforme é tão grande que é facilmente visualizado em uma simples radiografia de abdômen. Pelo seu tamanho e forma, o cálculo coraliforme não consegue sair na urina e um procedimento médico faz-se sempre necessário para sua retirada. Se não for tratado, este cálculo leva a infecções urinárias de repetição e cicatrizes nos rins, podendo causar insuficiência renal terminal.



    Nas próximas semanas iremos escrever a segunda parte deste texto, abordando diagnóstico e tratamento dos cálculos renais.
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    terça-feira, 10 de abril de 2012

    PCP exige “programa de emergência” na saúde para defender a “vida dos portugueses”

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    PCP exige “programa de emergência” na saúde para defender a “vida dos portugueses”: O PCP defendeu nesta segunda-feira um “programa de emergência da saúde” para proteger a “vida dos portugueses”, considerando que os cortes orçamentais e a política para o sector estão a dificultar o acesso aos cuidados e a piorar a sua qualidade.
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