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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Bom Dia?

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Bom Dia?:

Derrapagem de 280 milhões com as parcerias público-privadas


O Estado português voltou a gastar mais dinheiro do que o esperado com as parcerias público-privadas, de acordo com o relatório da Direcção-geral do Tesouro e Finanças, divulgado hoje. O saldo com as PPP rodoviárias, ferroviárias, da saúde e segurança, em 2011, foi negativo em 1.822,6 milhões de euros, 280,6 milhões de euros acima do esperado. Resumindo: é este montante que os portugueses terão de pagar a mais em impostos face ao esperado.



Para quando a devida multa aos maus condutores? Porque temos todos que pagar pelos erros de uma selecta elite que decidiu isto e manteve o negócio em funcionamento?


E não vale a pena aparecerem os moralistas do costume, os que queriam o TGV e a terceira ponte sobre o Tejo, mais o aeroporto, só porque isso dava jeito a uns municípios da sua cor e a uns investidores imobiliários escolhidos a dedo por serem bons contribuintes para a causa de 4 em 4 anos…



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A Mobilidade Geográfica Pela Blogosfetra

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Doze anos para confirmar o óbvio: o único crime que existe em Portugal é o fiscal

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Doze anos para confirmar o óbvio: o único crime que existe em Portugal é o fiscal:

A) 2000


I) A Quinta do Ambrósio foi vendida por 1,072 milhões de euros (cerca de 215 mil contos), em Novembro de 2000


II) Os terrenos da Quinta do Ambrósio estavam abrangidos pela RAN e como tal neles não se podia construir.


III) A vendedora foi representada no negócio pelo advogado Laureano Gonçalves


IV) Entre os compradores e a fazer fé nas declarações e pagamentos de sisas que posteriormente fizeram contavam-se o advogado da vendedora, Laureano Gonçalves, um dos filhos de Valentim Loureiro, entao presidente da cãmara de Gondomar, onde se localiza a Quinta do Ambrósio, e José Luís Oliveira então vice-presidente da Câmara de Gondomar


B) 2001


I) A Quinta do Ambrósio sai da RAN e foi vendida por quatro milhões de euros (800 mil contos)


II) O comprador era a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) que comprou o terreno para uma estação de recolha de autocarros que não chegou a ser construída.


C) 2012



O Tribunal de Gondomar absolveu hoje o presidente da Câmara local, Valentim Loureiro, que estava acusado por burla qualificada no âmbito de um processo relacionado com o negócio milionário da Quinta do Ambrósio. Segundo o coletivo de juízes, não se provou um alegado “esquema ardiloso” para ludibriar a dona dos terrenos. Ainda assim, o juiz-presidente disse que não lhe parecia “curial que a Câmara sirva de agência de mediação imobiliária”.


No âmbito do mesmo processo, o vice-presidente da Câmara, José Luís Oliveira, e o fiscalista Laureano Gonçalves foram igualmente absolvidos da acusação de burla qualificada, mas condenados por branqueamento de capitais, com referência a fraude fiscal simples, a um ano e dez meses de prisão, pena suspensa por igual período. (…) Igualmente condenados por branqueamento de capitais foram o filho de Valentim Loureiro, Jorge Loureiro (um ano e dez meses de prisão, pena suspensa), e o advogado António Ramos Neves (um ano e dez meses de prisão, pena suspensa). O Ministério Público dizia que o fiscalista Laureano Gonçalves obteve uma procuração irrevogável para negociar os terrenos da quinta, em troca de 1,072 milhões de euros, pagos através de cheque da ‘immerton’ uma sociedade offshore que teria sido constituída exclusivamente para este negócio. Pouco depois, mas ainda antes de os terrenos serem desafetados da Reserva Agrícola Nacional, a propriedade foi revendida à Sociedade de Transportes da Cidade do Porto por quatro milhões de euros. Ainda segundo o processo, Valentim Loureiro, o seu “vice” José Oliveira e Laureano Gonçalves teriam feito crer à dona da quinta que essa desafetação nunca se concretizaria, o que o tribunal não deu como provado.




Filed under: Geral
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WTF… este homem não tem ossos

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WTF… este homem não tem ossos:

Vê com os teus próprios olhos, definitivamente este homem não tem ossos… :o

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"This is how things are done around here"

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"This is how things are done around here":



Submitted by: thegrimace

Posted at: 2012-02-01 11:17:59

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The meaning of Politics

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The meaning of Politics:



Submitted by: vrabieflorin

Posted at: 2012-02-01 19:50:36

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A life lesson

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A life lesson:



Submitted by: sebaszunic

Posted at: 2012-02-09 00:27:18

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As perguntas que não vêm no jornal Sol - II

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As perguntas que não vêm no jornal Sol - II:





- Pedro como é que os portugueses podem poupar se cada vez têm menos dinheiro disponível?


- O estado chamou a si essa responsabilidade. Ao aumentar os impostos e diminuir os salários, por um lado o governo deixa menos dinheiro a esses estróinas para gastar, o que diminiu o consumo, e por outro lado...


- Mas...


- ...Não me interrompa! E por outro lado, o estado chamou também a si a função de poupar. O estado poupa por esses mandriões... poupa com as despesas de saúde, poupa com as despesas da segurança social, poupa com as escolas... Posso dizer-lhe que o estado farta de se poupar! Com este ritmo de poupança, Portugal chegará a 2013 com condições para desapertar o cinto! Digo-lhe mais: Portugal terá que desapertar o cinto, pois tanta poupança fará com que o estado seja, em 2013, um estado farto!


- Quer dizer que estamos a engordar o porco para o matar?...


- A quem der mais! Árabes ou Chineses...











- A diminuição das importações e o aumentos das exportações pode considerar-se um sucesso?


- Um enorme sucesso!! Deixámos de importar ucranianos e brasileiros, e estamos a exportar portugueses! Conseguimos colocar este produto em quase todos os cantos do mundo! A política económica do governo está a ser um termendo sucesso! Veja que, como disse um eminente economista angolano, Manuel Alves da Rocha, até o desemprego já conseguimos exportar para Angola! Quem é que se lembraria de exportar desemprego? Uma ideia genial!


- A que é que atribui a diminuição das importações? Estamos a conseguir produzir internamente o suficiente para as nossas necessidades?


- Aqui entre nós, com isto da exportação de portugueses...





- Refere tantas vezes que Portugal não vai precisar de nova ajudar externa, nem de mais dinheiro, nem de mais tempo... Em que se baseia para estar tão convencido disto?


- A manterem-se a este ritmo as exportações e importações de que ainda agora falámos, quando chegarmos a 2013 o governo terá apenas que apagar as luzes do aeroporto, fechar as portas, e entregar as chaves à troika. Termos conseguido o maior desígnio deste povo, como dizia o grande poeta Jorge de Sena, termos salvo os portugueses de Portugal. Claro que alguns estão renitentes, não querem abandonar o navio. Mas nós tudo faremos para os tirar daqui. Não baixaremos os braços como Schettino...





- Pedro, também lê os nossos poetas!? Agora confesso que me surpreendeu!


- Não, não, não exagere! O que eu leio são os blogs dos assessores que o governo tem contratado...





- Pedro, e aquela ideia da meia-hora a mais, admite que foi um pouco infeliz?


- Nada disso, bem pelo contrário! Nunca nos passou tal ideia pela cabeça. Tínhamos era que arranjar uma estratégia para enganar esses tonsos dos sindicatos. Primeiro ameaçamos que vamos dar cem chibatadas, depois chegamos a um acordo para darmos só cinquenta, e os parvos dos trabalhadores ficam todos contentes por levarem menos porrada...





- Pedro, porque é que a ideia de que há oposição entre austeridade e crescimento é ociosa?!


- Ai! Você faz-me estar sempre a repetir-me! Quanto maior a austeridade para os trabalhadores, maior o crescimento das receitas para o estado... Não vejo onde é que há oposição! Pelo contrário...


- ...Isso no imediato até pode ser verdade, mas não é contra-producente a médio e longo prazo?


- Oh meu caro, a médio prazo estamos todos falidos, e a longo prazo estamos todos mortos... Carpe diem, carpe diem!...





- Que o Pedro fala duma maneira que ninguém o entende, já todos tínhamos percebido. Até pensávamos que fosse chinês... Mas parece-me que é latim... Também sabe latim?


- Não, não, li esta expressão no blog de um assesssor e gostei...



(parte I)

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Que adjectivo para qualificar esta besta...?

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Que adjectivo para qualificar esta besta...?:


O pusilânime chorão, e ranhoso niquento.







Não creio que em Portugal os políticos que desempenham funções sejam bem pagos, não considero”, começou por responder Pedro Passos Coelho, para acrescentar: “Mas consideraria absolutamente inoportuno que se abrisse essa discussão numa altura em que todo o país está a fazer sacrifícios grandes e vive de facto restrições muito grandes”. (link notícia)









Num país onde o salário mínimo é 485€, e o salário médio não chega aos 800€, este pusilânime tem o descaramento de dizer esta barbaridade. Já não é tempo de equívocos, é tempo de balas. Confirma-se o que há muito se sabia: perderam a vergonha!



Discutir o aumento dos salários (nem sei se em abono da verdade lhe deva chamar «salários», que aquilo abonam-se por todo o lados) dos políticos?! Nem hoje nem nunca! Devia era discutir-se se não são altos de mais?

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Meio de auxílio ao diagnóstico criado por portuguesa premiado

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Meio de auxílio ao diagnóstico criado por portuguesa premiado: Um novo método de auxílio de diagnóstico de determinadas doenças, especialmente da diabetes, foi premiado com o 'Best Student Paper Award', na conferência internacional Bioinformatics 2012, anunciou...

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Ofertas de Emprego para Enfermeiros e Fisioterapeutas

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Ofertas de Emprego para Enfermeiros e Fisioterapeutas:

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Aumentou o número de reclamações na área da saúde

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Aumentou o número de reclamações na área da saúde:


As reclamações nas unidades de saúde atingiram em 2011 o valor mais elevado dos últimos seis anos, a maior parte das queixas dizem respeito ao sector privado e estão relacionadas com a má qualidade da assistência administrativa e o tempo de espera superior a uma hora.


Por este relatório se comprova que nem tudo o que é privado é bom, como apregoam alguns grupos de interesse ! Ainda segundo o relatório da Entidade Reguladora da Saúde (LINK) (ERS), durante o ano de 2011 foram recebidas 8396 reclamações de utentes, das quais 8191 foram registadas no livro de reclamações e as restantes 205 através de exposições nas unidades de saúde.


O número de reclamações tem vido a aumentar todos os anos, em 2006 foram recebidas 622, em 2008 o número já chegava às 7702 e em 2010 foram 8007.



  • A região de Lisboa e Vale do Tejo lidera o número de reclamações (5494)

  • A região Norte (2166), com 52 reclamações

  • O Alentejo é a região do país a merecer menos queixas dos utentes.



Das 8396 reclamações recebidas, 7965 dizem respeito a unidades de saúde do setor privado e 700 do setor social.


A qualidade da assistência administrativa lidera o número de queixas, com 2093 utentes a apresentarem reclamações, seguindo-se o tempo de espera superior a uma hora, com 1750 queixas.


A qualidade de assistência de cuidados de Saúde, com 1313 participações, ocupa o terceiro lugar na tabela de reclamações. A discriminação, com 30 reclamações, foi a área que mereceu menos protestos por parte dos utentes.


Em relação ao tempo de espera superior a uma hora, o setor privado recebeu 1655 reclamações contra as 95 recebidas no sector social.




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