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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Taxas Moderadoras na Saúde – Tudo o que quer saber

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Taxas Moderadoras na Saúde – Tudo o que quer saber:

Clique na imagem para aumentar



O Ministro da Saúde e a ACSS divulgaram documentos com perguntas frequentes sobre taxas moderadoras.


Consultem:




























Materiais Informativos – Taxas Moderadoras






PDF Apresentação de apoio à formação de profissionais [PDF - 908Kb]


PDF Circular Normativa n.º37 de 2011 (28/Dezembro/2011) [PDF - 3.000Kb]New

- Dispensa de cobrança de taxas moderadoras e cálculo de montantes a cobrar.


PDF Circular Normativa n.º36 de 2011 (28/Dezembro/2011) [PDF - 767Kb]New

- Meios de comprovação para isenção do pagamento de taxas moderadoras.


Para divulgação e afixação nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde:































Taxas moderadoras- Legislação






Portaria n.º 311 – D/2011. DR n.º 247, Série I de 2011-12-27 - [PDF - 306 Kb]


Estabelece os critérios de verificação da condição de insuficiência económica dos utentes para efeitos de isenção de taxas moderadoras.


Portaria nº 306-A/2011, de 20 de Dezembro – Tabela de Taxas Moderadoras. Em vigor em 1 de Janeiro de 2012. Qualquer questão sobre este assunto deve ser endereçada, preferencialmente, para:taxasmoderadoras@acss.min-saude.pt


Decreto-Lei nº 113/2011, de 29 de Novembro – enquadra a cobrança de taxas moderadoras. Revoga o Decreto-Lei nº 173/2003, de 1 de Agosto. Em vigor em 1 de Janeiro de 2012.


Portaria n.º1320/2010, de 28 de Dezembro - Tabela de Taxas Moderadoras - entrou em vigor a partir de 1 Jan 2011 [PDF] (Versão em XLS)


Decreto-Lei n.º 38/2010, de 20 de Abril – Altera o Decreto-Lei n.º173/2003, de 1 de Agosto. Estabelece a isenção do pagamento de taxas moderadoras em situações que envolvam transplantes de órgãos ou de células, bem como para os militares e ex-militares das Forças Armadas que, em virtude da prestação do serviço militar, se encontrem incapacitados de forma permanente.


Decreto-Lei nº 322/2009, de 14 de Dezembro – entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2010, revoga o artigo 148.º da Lei n.º 53-A/2006 de 29 de Dezembro e o artigo 160.º da Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro, eliminando as taxas moderadoras para acesso a internamento e acto cirúrgico realizado em ambulatório, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde


Portaria n.º 34/2009, de 15 de Janeiro – entrou em vigor a 1 de Fevereiro de 2009, actualiza as taxas moderadoras constantes da tabela anexa à portaria nº 395 – A/2007, de 30 de Março


Despacho nº 20509, taxas moderadoras: vitimas de violência doméstica


Decreto-Lei nº 79/2008, taxas moderadoras: redução de 50% para idade igual ou superior a 65 anos


Portaria n.º 1637/2007 – Tabela das Taxas Moderadoras, a entrou em vigor a partir de de 1 de Janeiro de 2008


Decreto-Lei nº 201/2007, de 24 de Maio, que vem alterar o Decreto-Lei nº 173/2003, de 1 de Agosto (taxas moderadoras)


Circular Informativa N.º 1, de 16 de Abril, Taxas Moderadoras no Internamento e na Cirurgia de Ambulatório


Portaria N.º 395-A/2007, de 30 de Março, Tabela de Taxas Moderadoras, entrou em vigor a 2 de Abril de 2007.


Dec-Lei 173, 1 de Agosto de 2003, Isenções Taxas Moderadoras


Portaria N.º 219/2006, de 7 de Março, Tabela de Taxas Moderadoras


Portaria n.º 103/2004, de 23 de Janeiro, Tabela de Taxas Moderadoras


Circular Normativa Nº4 de 28/04/1992 – Dep. Gestão Financeira Serviços Saúde


Circular Normativa Nº2 de 31/03/92 – Dep. Gestão Financeira Serviços Saúde







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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como a COLUNA VERTEBRAL influencia o funcionamento do organismo...!!!

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Passem o rato ao longo das 24 vértebras da coluna vertebral.

Façam-no lentamente e poderão ver como a nossa coluna vertebral afecta todo o funcionamento do organismo.

CLICAR:

http://www.chiroone.net/why_chiropractic/index.html
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Just a matter of perspective

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Just a matter of perspective:



Submitted by: msouto92

Posted at: 2011-12-28 18:49:49

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Seriously PETA?

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Seriously PETA?:

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Para reclamar não pagam.

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Para reclamar não pagam.:

É triste perceber que a saúde dos portugueses vai piorar.


As desigualdades no acesso a cuidados de saúde vão aumentar à custa do aumento das taxas moderadoras.


A qualidade dos cuidados está a baixar exponencialmente à custa da redução dos enfermeiros.


Dois factos inabaláveis. E ninguém conseguirá resolvê-los nas actuais circunstâncias.


Portugueses, comecem a utilizar o livro amarelo, por favor!



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The First Time

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The First Time:



Submitted by: vannam3011

Posted at: 2011-12-27 13:46:17

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Faith in humanity: Restored

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Faith in humanity: Restored:



Submitted by: harb1ng3r

Posted at: 2011-12-27 04:32:19

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Awesome man is awesome

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Awesome man is awesome:



Submitted by: raullingstone

Posted at: 2011-12-22 16:51:55

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Desmascarando o mito do excessivo número de feriados em Portugal (recebido por mail)

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A propósito do "mito" do "Excessivo número de feriados" em Portugal,
reparem no número de feriados dos vários países da União Europeia.
 
Roménia         6
Holanda         10
Itália          11
Polónia         11
Bélgica         12
Dinamarca       12
Hungria         12
Irlanda         12
Luxemburgo      12
França          13
Finlândia       13
República Checa 13
Suécia          13
Malta           14
Portugal        14
Áustria         15
Grécia          15
Eslováquia      16
Alemanha        17
Grã-Bretanha    18
 
A média dos feriados é 13.
 
Portugal tem 14, apenas 1 a mais do que a média
 
Só que há ainda outro pormenor interessante. É que de todos os países da
União Europeia, Portugal tendo a sua independência em 1143, é um dos mais
antigos. Por isso, é natural que feriados os feriados históricos como o 1 de
Dezembro (dia da restauração da Independência em 1640) façam todo o sentido.
 
 
Diz a propaganda paga a peso de ouro pelo grande capital que cada dia de
feriado custa 37 milhões de Euros à economia portuguesa. Nem eles explicam
como são feitos esses cálculos. E, para além disso nem sequer mencionam que
cada dia de feriado de quem trabalha é um dia de consumo, dando rendimento a
lojas, restaurantes, hotéis, etc.
 
Por exemplo, o 15 de Agosto, que querem abolir é o feriado mais importante
do país em termos de festividades populares e de reunião de famílias,
principalmente nos concelhos que têm muitos emigrantes. Esse dia de feriado
é um dos dias do ano onde mais se gasta em combustíveis e na restauração.
 
Depois há factores importantes como o descanso, o estar com a família e os
filhos, que não se contabilizam em números.
 
No entanto, com casos como o BPN, as Parcerias Público-Privadas, subsídios à
Banca e comissões à Troika (não acrescentando mais nada), sabendo que só num
ano são gastos mais de 18 mil milhões de Euros, significa que cada um dos
365 dias custa 49.315.068,49 Euros aos portugueses.
 
Se atentarmos somente aos dias úteis de trabalho, tal montante ascende aos
80.000.000 Euros, desviados essencialmente para o sector financeiro. Mas,
claro, que esta informação é omitida pelas televisões e telejornais.
 
Convinha que estas contas fossem feitas pelos jornalistas da RTP, da SIC, do
Diário Económico e outros órgãos afins que, através da sua constante
propaganda e desinformação tanto têm contribuído para ou roubo do povo
português e destruição de Portugal.
 
E, claro que, nas suas crónicas ou espaços televisivos, jamais vão ouvir
outros líderes de opinião falar sobre o assunto de forma séria. Eles são
pagos precisamente para reforçar a propaganda e a intoxicação da Opinião
Pública que, infelizmente, por não se informar, cai que nem um patinho e até
aceita.
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Happy annual presents exchange!

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Submitted by: danegamez

Posted at: 2011-12-24 23:56:29

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domingo, 25 de dezembro de 2011

I can't be the only one...

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I can't be the only one...:



Submitted by: stupidlybored

Posted at: 2011-12-23 23:56:20

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Use ALL the smileys !

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Submitted by: boku

Posted at: 2011-12-24 14:00:11

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Have a Beautiful Christmas, Full of Love, Joy and Inspiration ♥

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Have a Beautiful Christmas, Full of Love, Joy and Inspiration ♥:

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Just knowing you’re there, makes me feel safe ♥

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Just knowing you’re there, makes me feel safe ♥:

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Playing Poker with Russians!!

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Nothing to do here!

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pense numa pessoa responsável

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Tristezas não pagam dívidas

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Tristezas não pagam dívidas:



Imagem cedida por Anastácia Venenosa, mulher-a-dias na Quinta da Marinha, Bairro da Lapa e Parque das Nações
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Carta aberta ao Sr. Primeiro Ministro

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Carta aberta ao Sr. Primeiro Ministro:

A carta da Myriam Zaluar, lida no FB


Exmo Senhor Primeiro Ministro


Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome "de guerra". Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.


Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.


Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.

Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. "És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro." - disseram-me - "Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção". Fiquei.


Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. "Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante". Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira 'congelada'. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como "nativa". Tinha como ordenado 'fixo' 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas...


Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci - felizmente! - também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.


Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.


Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar...


Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores - e cada vez mais raros - valores: um ser humano em formação.


Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.


Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro.


E como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus.


Myriam Zaluar, 19/12/2011


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para onde vai este país?

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para onde vai este país?:

a imagem chegou-me várias vezes ao email, mas desconheço a sua autoria exata
O Ministro da Saúde diz-nos que se queremos saúde que façamos seguros;
o da Segurança Social que se quisermos reformas façamos PPR's;
o Secretário de Estado da Juventude diz aos jovens para emigrar;
e agora até o Primeiro-ministro, que já nos tinha dito que o país precisa de empobrecer, diz agora que também os professores devem emigrar...

E depois fica tudo muito escandalizado quando Sócrates diz em Paris numa palestra o óbvio: "os países sempre tiveram dívida, e é uma ideia infantil os pequenos países pagarem-na de uma vez"; ou quando o Pedro Nuno Santos diz num jantar de militantes socialistas, e diz muito bem algo que também devia ser óbvio, que entre o povo português e os banqueiros alemães se está a marimbar para os banqueiros alemães.

Será que estamos num longo episódio daquela grande série "a 5ª dimensão"?
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Os pobres de amanhã ainda mais pobres que os de hoje

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Os pobres de amanhã ainda mais pobres que os de hoje:

O primeiro-ministro, actualmente com 47 anos, foi questionado sobre que pensão espera receber quando chegar à idade de se aposentar e respondeu: "Sensivelmente metade daquela que existia antes de 2007. Talvez um pouco mais para todos aqueles que entraram na vida activa nos últimos dez anos, o que não é o meu caso, que entrei há bastante mais".
Sobre o futuro do sistema de Segurança Social, de acordo com o líder do executivo, "qualquer que tenha sido a carreira contributiva, os pensionistas sabem que não obterão da Segurança Social uma pensão superior a um determinado valor e que, portanto, devem fazer aplicações (geridas ou não pelo Estado), de forma a terem uma pensão mais generosa do que está estabelecida".


Este é o futuro que nos prometem, a redução das pensões como se agora já fossem muito altas (mesmo pelas contas do governo, mais de 80 por cento são inferiores a 600 euros). Claro que nos oferecem uma alternativa, descontarmos ainda mais para "aplicações" ou seja seguros que nos garantam que as reformas chegam para podermos sobreviver. Este sempre foi o sonho do liberalismo em Portugal, transferir o dinheiro da segurança social do estado para os privados. Falam da insustentabilidade do sistema actual, mas são eles que tudo fazem para o destruir e tornar inevitável a sua falência. Um bom exemplo é a passagem dos 6 mil milhões do fundo de pensões da Banca para a segurança social, o que ajuda o governo a dizer que cumpriu p limite do défice, até ultrapassando as exigências, mas cria uma nova despesa à segurança social de 500 milhões de euros em cada ano.
A única forma de resolver este problema era fazendo com que o dinheiro das pensões fosse considerado num orçamento independente do orçamento de estado, impedindo assim que esse dinheiro, que é nosso pois vem dos nossos descontos e que nos devia garantir uma pensão digna, seja gasto sabe-se lá onde.


PS: Mais uma mentira do Passos Coelho, "...entraram na vida activa nos últimos dez anos, o que não é o meu caso, que entrei há bastante mais". O homem nunca fez nada na vida, foi jotinha do PSD até aos 40 anos, tirou um curso à pressa na Lusíadas e, durante meia dúzia de anos foi ser gestor nas empresas de lixo do seu mentor "Ângelo Correia".
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More important than knowing your destination is enjoying the...

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More important than knowing your destination is enjoying the...:

More important than knowing your destination is enjoying the journey.


Life is Beautiful ♥

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Resultados Eleições Ordem dos Enfermeiros 2012-2015

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Resultados Eleições Ordem dos Enfermeiros 2012-2015:


Bastonário: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Germano Couto

Mesa da Assembleia Geral: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Jorge Ribeiro Pires

Conselho Directivo Nacional: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - CND

Conselho Jurisdicional Nacional: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Rogério Gonçalves (Equipa)

Conselho Fiscal Nacional: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Ana Mesquita (Equipa)

Conselho de Enfermagem Nacional: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Olga Fernandes (Equipa)

Secção Regional do Norte: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Jorge Cadete (Equipa)

Secção Regional do Centro: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Isabel Oliveira (Equipa)

Secção Regional do Sul: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Alexandre Tomás (Equipa)

Secção Regional do Madeira: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Ricardo Velosa Silva (Equipa)

Secção Regional do Açores: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Tiago Lopes (Equipa)
.
Colégio de Enf. Comunitária: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Arlete Parente (Equipa)
.
Colégio de Enf. Médico-Cirúrgica: Lista C - Enf. José Carlos Amado Martins
.
Colégio de Enf. de Reabilitação: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Belmiro Rocha (Equipa)
.
Colégio de Enf. de Saúde Infantil e Pediátrica: Lista C - Enf. Amélia José Monteiro
.
Colégio de Enf. de Saúde Materna e Obstétrica: Lista A (Enfermagem Primeiro®) - Enf. Vítor Varela (Equipa)
.
Colégio de Enf. de Saúde Mental e Psiquiátrica: Lista C - Enf. Glória Durão Butt
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