A Saúde, a Sociedade, a Tecnologia, o Futuro e muito humor à mistura!!!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Aumenta número de homens violados por mulheres...
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Arábia é oásis para enfermeiras de 800 a 3800 Euros
Uma vez que o nosso País, Portugal é um autêntico deserto para os Enfermeiros em Geral, ficamos intrigados e satisfeitos com esta noticia do Jornal SOL- Leiam o artigo completo aqui (LINK)
“A Arábia Saudita começa a ser um oásis para as enfermeiras insatisfeitas com a situação laboral em Portugal. Para Riade, a capital do país, emigraram já quatro portuguesas. O objectivo: ganhar muito dinheiro. Por mês recebem acima de 3.200 euros, livres de impostos.
«Toda a gente vai para a Arábia Saudita pelo mesmo motivo: ganhar dinheiro», frisa a pioneira portuguesa, Sofia Macedo. Em Portugal, segundo Guadalupe Simões, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, existirão cerca de três mil enfermeiros desempregados. Cansadas do cenário de precariedade, Sofia Macedo, Andreia Viana, Marta de Sousa e Diana Oliveira desvalorizaram as diferenças culturais do mundo árabe e apostaram na estabilidade económica e na realização profissional.
Isentas de impostos e com alojamento e despesas de água, luz e gás pagos, as quatro enfermeiras conseguem ter um nível de vida que dificilmente teriam em Portugal. Dois anos de experiência profissional e domínio do Inglês são os requisitos exigidos.
«Ninguém pode ir para lá sem ter contrato de trabalho; só se é aceite se a agência de recrutamento for bem vista no país», explica Sofia Macedo. É o caso da Professional Connections, empresa através da qual as portuguesas conseguiram contrato de trabalho na Arábia.
Ann Griffin-Aaronlahti, directora da Professional Connections, explica ao SOL que, devido ao rápido desenvolvimento dos cuidados de saúde e dos grandes hospitais da Arábia, entre 1970 e 1980, houve sempre necessidade de recrutar expatriados. Mas, sublinha, «a percentagem de enfermeiras ocidentais tem vindo a aumentar desde 2008».
De 800 para 3.500 euros
Com contratos renováveis de um ano, 50 dias de férias anuais, horas extraordinárias pagas a 150% e viagens gratuitas no início e no final do ano, as quatro portuguesas decidiram aventurar-se num país onde as mulheres não podem conduzir e onde têm de usar abaya (longo vestido preto, que cobre pernas e braços) quando andam na rua.
Em Outubro de 2010, Andreia Viana, que trabalha em cuidados paliativos ao domicílio, trocou os 800 euros, que recebia na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, pelos cerca de 3.500 euros de ordenado no Hospital King Faisal, em Riade. «Em seis meses, consegui poupar sete mil euros», conta.
Em Portugal, Sofia Macedo ganhava entre 1.200 e 1.300 euros. Em Riade começou por ganhar 3.200 euros e, após ter sido promovida a educadora clínica (cargo que não existe em Portugal), passou a auferir 3.800 euros. «Se fizesse uma vida de trabalho-casa, gastaria por mês só 500 euros».
Sofia conta que ao Hospital King Faisal – um dos mais prestigiados do Médio Oriente – «chegam, todos os meses, 40 enfermeiros vindos de todo o mundo». E acrescenta ter colegas portuguesas a querer seguir-lhe os passos.
Na Arábia, as enfermeiras expatriadas e solteiras ficam a residir no campus do hospital, em acomodações só para mulheres. Ali, rapaz não entra. Já as enfermeiras casadas vivem num compound (área habitacional privada, onde só se entra com autorização). É o caso da alentejana Marta de Sousa, de 33 anos, que vive em Riade com o marido.
Se não estivesse noiva, a enfermeira portuense ficaria em Riade até se fartar. Mas, como o contrato de trabalho de François termina em 2012, seguir-se-á outro país: «Provavelmente ficaremos em Inglaterra, mas o mundo é uma ervilha e podemos ser enfermeiras em qualquer parte do mundo. Menos em Portugal, para muita tristeza minha». (FONTE : SOL)
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terça-feira, 26 de abril de 2011
O Contrato
- a 5 de Junho próximo tome posição para resgatar a Liberdade, a Democracia e Dignidade e a Cidadania dos donos de Portugal, os Portugueses!
- - - Por um referendo espontâneo (e democrático) que ponha fim ao rescinda este contrato e ao poder das elites de Políticos Profissionais.
Nas próximas eleições de 5 de Junho próximo, não se abstenha, não se demita, seja responsável:
Retome a soberania que lhe pertence e ao fazê-lo devolva-a aos seus concidadãos: O Povo Soberano:
No dia das eleições e uma vez na assembleia de voto,
1. recolha orbanamente o seu seu boletim de voto,
2. dirija-se à cabine de Voto,
3. no Verso do boletim escreva como o que - e como se reproduz abaixo:
(precedidos de dois pedidos de desculpas, o primeiro pela comparação prosaica e o segundo pela nota excessivamente professoral):
A - Comparemos um País a uma empresa; os donos dessa empresa são os homens e mulheres desse país, sejam menores ou maiores de idade, menores, maiores, sejam jovens ou mais seniores;
B - Essa empresa tem os seus estatutos, os mesmos que a constituem - a sua Constituição - definem o seu espaço territorial, social e económico, definem os desígnios, a missão e os objectivos dessa empresa, definem as condições de vida e a distribuição da riqueza e dos benefícios dentro da empresa, bem como a soberania e a forma de a exercer. Ou seja, esses estatutos definem como se chama a Empresa, onde está, de quem é e para quem é, que fins ou desígnios prossegue, como, por quem, para quem, através de quem e ainda de que forma: É o CONTRATO;
C – E este mesmo contrato, depois de definir também as regras internas e externas da Empresa, define ainda como se elegem os gestores (ou gerentes), por quanto tempo, quais são as regras que esses gerentes devem atender e respeitar, e define até como se demitem esses gerentes quando estão a gerir mal e a prejudicar a empresa.
E – A última grande alteração aos Estatutos desta Empresa aconteceu há cerca de 40 anos, começou no famoso dia 25 de Abril de 1974, e ali por 1976 estavam aprovados e publicados os seus estatutos (CRP) que continham várias garantias para os accionistas assim como vários princípios, dos quais se destacam:
- Quanto às garantias, várias disposições em matéria de Direitos, Liberdade e Garantias e, muito particular e especialmente, os direitos à Liberdade, à Igualdade, a uma Cidadania Digna, o direito ao Trabalho, à Saúde, à Habitação, à Saúde, à Justiça, etc.;
- Quanto aos princípios, ficou foi salvaguardado o princípio de que todos os accionistas (ou donos da empresa) podem e devem ser gerentes na sua vez, classificando-se este princípio com uma palavra curiosa oriunda da Grécia Antiga, Democracia e, segundo a qual, cada Accionista, ou dono da empresa, ou cidadão, governa e é governado à vez.
- Ficou ainda consagrado outro princípio importante, o da legalidade, ou do Primado da Lei, também referido como Estado de Direito. Graças a este princípio, ficou definido que os gerentes não podem decidir nem decidem o que lhes apetece e como lhes apetece, apenas podem publicar Leis e regras para servir os fins do CONTRATO e que estejam de acordo com a letra e com o espírito do mesmo contrato, chamando-se a esta regra básica estatutária a da constitucionalidade ou conformidade constitucional;
- Em resumo, ficaram protegidos nesse Contrato os direitos presentes e futuros da Empresa (também, chamada Estado), os direitos dos accionistas (ou dos donos da empresa), assim como os direitos mas também as responsabilidades dos Gerentes (representantes e Governo em geral) pelos seus actos de má gestão e as limitações dos seus mandatos. De facto, como é normal e esperado, quem gere deve fazê-lo para fazer crescer e melhorar a empresa, em benefício desta e dos seus donos, ou accionistas), não podendo fazer o que lhe apetece nem de qualquer maneira, e muito menos podendo servir-se do cargo de gerência para seu estrito benefício ou dos seus, sob pena de ser punido com o despedimento e ainda “chamado à pedra” de acordo com as regras do Estatuto Constituinte e as Leis subsequentes nos e pelos órgãos competentes da Empresa e mais concretamente os Tribunais, que julgam e punem todos os actos em geral que prejudiquem a Empresa os seus interesses e os seus fins, bem como os dos accionistas (ou cidadãos).
D – Assim começou a Empresa recentemente reestruturada a funcionar e a laborar, com os cidadãos que estavam dispostos a exercer a Gerência agrupando-se em Partidos Políticos, os accionistas a escolherem de 4 em 4 anos os seus representantes e gerentes e todos convencidos que iríamos trabalhar para o bem da empresa e dos seus accionistas;
E - Ora o que aconteceu ao longo destes últimos (quase) 30 anos foi que os Gerentes que foram sendo eleitos, aproveitando-se da sua prerrogativa para alterar o contrato quer na forma quer na substância, e convertendo essas prerrogativas em privilégios e abusos,
1. Converteram os Grupos de Cidadãos Gerentes (Os partidos políticos) em Clubes de Gerentes Profissionais e o que agora temos de 4 em 4 anos são ruidosas e agitadas campanhas, plasmadas em muitos cartazes com muitas fotografias dos Clubes de Gerentes Profissionais que aparecem em tudo quanto é feira, mercado ou rua a gritar 'escolham-me a mim, escolham-nos a nós' porque nós e que...';
2. Quem entra e passa a fazer parte dos Clube de Gerentes Profissionais nunca mais fará outra coisa na sua vida senão carreira política; não precisa de ter – de facto – um modo de vida como accionista ou cidadão, é Gerente Político Profissional; só entram para os Clubes de Gerentes Profissionais, irmãos, irmãs, filhos, filhas e até (!) pais e mães de quem já é membro do Clube dos Gerentes Profissionais;
5. Quando – excepcionalmente – entra um estranho para o Clube dos Clube dos Gerentes Profissionais trata-se de alguém que é filho/a de um muito amigo que fez/faz favores ao membro do Clube dos Gerentes Profissionais;
6. Para afastar ainda mais os accionistas, os cidadãos, dos Clubes dos Gerentes Profissionais, passaram a chamar-lhe elites políticas ou classe política, dando assim uma dupla machadada no Contrato que Constitui esta Empresa chamada República Portuguesa:
a) o contrato previa ou estabelecia uma sociedade sem classes;
b) o princípio da igualdade era impeditivo da criação de elites: se somos iguais, não somos diferenciados e muito menos por posições ou hierarquias sociais;
7. Entretanto, o princípio democrático (segundo o qual, são os accionistas, os Cidadãos, o Povo quem exerce a Gerência, à vez, foi também esmagado e suprimido e em sua substituição, ficamos com um sistema de Oligarquias Oligarcas electivos, i.e., os próprios Clubes dos Gerentes Profissionais e os seus membros;
9. Por má fé e desonestidade intelectual, os membros dos Clubes dos Gerentes Profissionais continuam a chamar à Empresa, ou à República, uma Democracia, procurando deliberadamente confundir – ou enganar – os accionistas, os cidadãos:
- como se o acto de ir de 4 em 4 anos votar e escolher qual é o Clube de Gerentes Profissionais que vai Gerir (representar e governar a Empresa) é que fosse a Democracia e o poder democrático,
- mas o que isso é de facto é meramente um acto ou processo electivo: elege!
- Aliás, nos regimes não democráticos também se vota e também se elege (como foi o de Salazar, para não ir mais longe). Mas não é por isso que são Democráticos;
- Numa Demo (povo) cracia (poder), é o Povo que manda, integrando os tais grupos de membros de accionistas (Povo), que são – à vez!!! - candidatos a Gerentes;
Quanto a este outro sistema, o dos Clubes de Gerentes Profissionais, a mesma Grécia antiga que deu Luz à Democracia também o conhecia mas classificava-o como oligarquia ou sistema de oligarcas;
10. erm consequência, por um lado, os accionistas, os cidadãos, iam sendo afastados, iam ficando sem direitos, sem saúde, sem emprego, sem dividendos, sem recurso sem património e iam deixando de mandar e de representar fosse o que fosse na sua própria Empresa, i.e., na sua República, no seu País, ao ponto de terem passado de accionistas (ou donos) a empregados ou servos e de serem policialmente mal-tratados quando se atreviam a reclamar direitos consagrados no Estatuto,
11. os Gerentes meramente contratados iam passando a patrões e donos exclusivos e foram alterando as cláusulas do contrato a seu bel-prazer – até aquelas que os responsabilizariam pelos seus maus actos de Gerência e abusos de poder - foram aumentando os seus privilégios até ao abuso e à usurpação, criaram novos, muitos e caros lugares, cargos e privilégios, usaram em seu estrito, pessoal e particular benefício e das mais diversas formas a – parca – riqueza da Empresa e dos accionistas, do Estado e dos cidadãos,
12. e por fim, já num estado de descalabro totale quando afinal já não há recursos para os seus privilégios, foram ao estrangeiro chamar uns quantos indivíduos euFMIsticamente chamados de especialistas e que de facto são especializados na utilização de máquinas de calcular normais ou financeiras, PARA VIREM SALVAR PORTUGAL.
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12 Diferentes aviões de papel
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
5 Common Medical Errors in Movies
I like being a volunteer paramedic but one rather small side effect is that I always notice how horribly wrong most movies and TV shows handle medical stuff of any kind. Sometimes there are only minor errors, sometimes rather big flaws happen. Of course some movies are more accurate than others, so I tried to find points that apply for most of them.

Applying a tourniquet above or below a wound is something you see in movies almost every time someone has a bleeding that is more than a little scratch. In reality, this procedure is highly controversial among experts since it does not only damage the affected limb severely, but when a body part is cut off from blood supply, toxic substances begin to form quickly and when the blood flow is restored, these substances can be life threatening. Because of that, health authorities in many countries already decided to ban the appliance of tourniquets from the list of measurements taught at first-aid classes and advise paramedics and emergency doctors to use it in extreme cases only.
![]()
Whenever someone loses a finger (or a toe or something else) in a movie, putting the severed part on ice is the first thing they do before rushing to the hospital. While it is advisable to keep the object in question cool (and germ free), actually freezing it would cause irreparable cell damage, especially in cases of direct contact to the ice.

While giving birth is without a doubt a very painful experience, it is in most cases not as dangerous and torturous as most movies illustrate it to be. In industrial countries with a modern medicine system, approximately 95% of all births go down without any complications and 4 out of the remaining 5% only feature minor problems.

The fact that only doctors are allowed to officially declare someone dead is widely known, still almost every movie chooses to ignore it. But even when we graciously overlook that, the methods used to assess a patients condition range from trying to feel the pulse (which is a procedure that is not used anymore to determine whether someone is dead or not) to poking the person or even just looking at him/her (not a joke, I just saw that a week ago). And if the characters come to the conclusion that the patient is dead, in many cases they do not try to reanimate him/her for no apparent reason – which is not only stupid and morally wrong but also criminal. By the way, this leads directly to my last point.

Reanimation scenes in movies are probably not only the most frequent medical scenes but also the ones with the most errors. Most movies feature so many mistakes that you could probably write a second list about them. Common mistakes include the following subjects:
Speed – most movie-CPRs are way too slow, the correct speed is 100 bpm, which is coincidentally the speed of the Bee Gees “Stayin’ alive” ( or Queens “Another one bites the dust”, which has a slightly more morbid double meaning).
Ratio – The correct ratio between chest compression and ventilation is 30:2 for an adult, not 3:1 or 3:2 as seen in many movies.
Defibrillation – The main application for defibrillators is ventricular fibrillation, meaning the muscle fibers of the heart are contracting completely uncoordinated resulting in a lack of blood flow. In the case of asystole (no heart activity at all, the famous “flatline”), a defibrillator is useless until CPR restores some kind of heart activity.
Duration – Most reanimation scenes in movies only take a few minutes before the patient is declared dead. In reality, reanimations take at least 45 minutes and can be expanded to several hours.
Another interesting fact not directly connected to movies is that with every single minute without CPR, the chances of reviving a patient with cardiac arrest drop between 5 and 10 percent. So always update your knowledge about first aid, because one day it might prove useful to you.
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Nova greve na CP
aqui fica o texto:
"Há coisas que me irritam... IRRITAM... IRRITAM MUITO!
Porque é que os trabalhadores de uma empresa que está falida em vez de lutarem pelos seus postos de trabalho, trabalhando, fazendo sacrificios, renunciando a determinados direitos (provisória ou definitivamente a direitos que só eles têm)... se são ao luxo (SIM AO LUXO!) de arruinarem definitivamente a empresa, os outros trabalhadores e empurrar a empresa para a privatização!!
Mas deixemo-nos de mentiras e vamos TODOS perceber porque é que os DESGRAÇADOS (intelectualmente falando) dos maquinistas da CP fazem greve!
Vejamos:
- Inspector Chefe de Tracção (mais conhecido por coços) ganha em média por ano... atenção: 52.300,00 €!!!
- Maquinista ganha 40.000,00 € ano!!!
- Revisor (O pica!) 30.000,00 € ano!!!
Necessidades curriculares: 12º ano e saber ler inglês (apenas ler)!!
No total, os trabalhadores da CP dispõem de 195 itens que contribuem para engordar a sua remuneração variável no final do ano. O número atípico de apoios, ajudas e subsídios tem contribuído para que a empresa engrosse a factura com remunerações. Em 2009 foi de 104,5 milhões de euros anuais (segundo os últimos dados disponíveis). Relembro que apenas hoje o governo (todos nós) teve que injectar mais de 100 milhões, ou seja, o valor dos prémios dos sr. maquinistas e afins...
In Sol
«O salário dos maquinistas, por exemplo, engloba abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único», explica fonte oficial da empresa pública. «Só por se apresentar ao trabalho, cada maquinista recebe mais de seis euros por dia, devido ao subsídio de assiduidade».
1. Abono de produção? mas eles produzem o quê? Electricidade? Cêra nos ouvidos?
2. Subsidios fiscais.... deve ser para fugir ao fisco!!
3. Ajudas de custo... custos de quê?
4. Agente único? mas um maquinista vende bilhetes?
5. Assiduidade... o cumulo dos cúmulos.. 6€ só por picar o ponto!!!
Meus amigos estes subsídios e ajudas representam apenas 54.3% de toda a fantástica massa salarial de um maquinista e alguém ainda me consegue explicar que um individuo com estas regalias todas faz greve?
Apenas em subsídios de condução, a CP gasta cerca de quatro milhões de euros, aos quais se juntam 2,4 milhões de euros em prémios de condução e 3,3 milhões de euros em prémios de chefia.
MAS HÁ MAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Se calhar esta gentinha (ía chamar escumalha mas é melhor gentinha) trabalha muito.. muitas horas ao frio, à chuva, com grande intensidade física... vejamos...
«O tempo médio de escala dos maquinistas é de oito horas por dia, num total de 40 horas semanais. Mas, em média, o tempo de condução está entre as três e as quatro horas diárias», sublinha a mesma fonte.
3 a 4 horas diária de trabalho com 4 a 5 horas de descanso pago ao mesmo valor da hor de trabalho!!! continuar a perguntar, alguém sabe-me dizer porque é que este gentinha faz greve?
Será que ainda há mais...
Já as diuturnidades (subsídio por antiguidade) custam 3,3 milhões de euros à empresa e os gastos o pagamento por trabalho em dias de descanso não compensados ascendem aos 4,5 milhões de euros.
Começo a ficar irritado... Filhos da....
A profissão é monótona? Sim. A profissão é desgastante? e a dos outros... A profissão é uma maravilha!! SEM DUVIDA!!!
Tenho uma solução para o próximo governo seja ele qual for... privatizem a CP!!!! Nem que seja de graça!!!! Livram-se de um monstro dos contribuintes portugueses e acreditem.. estes monstros chamados maquinistas vão perceber que a vida dos portugueses está difícil.. que a vida deles vai ficar difícil pois actualmente vivem numa bolha de oxigénio que não merecem, não fizeram nada para a merecer e, pior que isso, estão a fazer tudo para a destruir..
PRIVATIZEM A CP JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"
fonte: http://carloshenriques.blogs.sapo.pt/4809.html
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terça-feira, 19 de abril de 2011
O lado de cá.
Esta semana mais um reconhecimento. O deputado Miguel Portas deixou bem claro o que pensa dos Enfermeiros. Regra geral os testemunhos iniciam-se do seguinte modo: 'Eu nunca tinha percebido...'. O Miguel Portas não foi excepção...
.
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domingo, 17 de abril de 2011
OS VERDADEIROS FACTOS DA CAMPANHA
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missões, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Inter-Municipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade
Isto não é política. São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação? O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de 'bom aluno' da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar? O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país? Quem conduziu o país quase à insolvência? Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país? Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa? Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos? As respostas a questas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser. Só não vê quem não quer mesmo ver.
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