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segunda-feira, 14 de março de 2011

As maiores coisas do Universo

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As maiores coisas do Universo: "

Se você ainda acha que Júpiter é o maior planeta é melhor expandir seus horizontes. Conheça as maiores coisas do universo, divididas por categorias Continua...


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História Bonita do Dia

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História Bonita do Dia: "Homem cego tem cão guia cego por catarata e adota outro cão guia, que leva os dois para passear.Um homem cego tinha seu cão guia por 6 anos, até que uma catarata tirou a visão do cachorrinho que era os 'olhos' do seu dono.Ele, bonitamente, não abandonou seu companheiro, agora também ceguinho, e adotou um novo cão guia. Este, também um labrador, leva os dois cegos pra passear.
Imagem: Cegos Unidosóóó...
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O coveiro

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O coveiro: "

Os contribuintes portugueses pedem a 7% e emprestaram a 5% à Grécia, num total de 2.064 milhões de euros.


Sócratres aceitou hoje oferecer um desconto de 1% aos gregos.


Sócrates é um desastre nacional.



Filed under: Geral "
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O povo saiu à rua num dia assim

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O povo saiu à rua num dia assim: "



E foi bonito de se ver.
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A MAIS IMPUNE PROFISSÃO DO PAÍS

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A MAIS IMPUNE PROFISSÃO DO PAÍS: "
«José Sócrates resolveu apresentar ontem de surpresa e sem, como devia, informar o Presidente da República, o IV PEC deste último ano. A conversa não mudou: o PEC é preciso para tranquilizar a Europa, depois daquele não haverá outro, seria muito irresponsável e muito negativo para Portugal que a oposição não o aprovasse, e por aí fora. Esta homilia foi pregada com o mesmo fervor e sem o menor vestígio de embaraço ou vergonha em 21 de Março, 16 de Junho e 10 de Outubro de 2010 e repetida agora, em 11 de Março de 2011. Presumo que lá pelo Governo nunca se fizeram contas, ou que não existe maneira de as fazer, e, quando o dinheiro falta, Sócrates vai à caça do dinheiro dos portugueses. Mas, como as despesas não diminuem, nem a economia cresce, ninguém leva a sério estas razias e os juros continuam a subir. O mais estranho é que o país não se parece importar. A complacência indígena para os governantes que levaram Portugal ao desespero e à miséria roça a santidade. O dr. Cavaco, por exemplo, que preparou amoravelmente a conversão do nosso antigo escudo no euro e, com isso, de certa maneira, permitiu (a até provocou) os sarilhos presentes, recebeu em troca o Palácio de Belém, onde pode observar impávido a degradação do país. Guterres, que chegou a seguir e acabou por desorganizar a preceito as contas do Estado, ascendeu logo à carreira beatífica de comissário da ONU para os Refugiados. Durão Barroso, esse, resolveu não esperar pelo pior e, assim que pôde, fugiu para as mais verdes pastagens de Bruxelas. Dúzias de outros arranjaram os seus ninhos no 'sector público' ou no que por aí eufemisticamente se chama o 'sector protegido'. Não se ouviu um murmúrio. A pátria acha estas coisas bem. Aqui, os políticos, que, por incultura, incompetência, corrupção e estupidez, defraudaram o próximo e lhe estragaram seriamente a vida, são personagens simpáticas (e, às vezes, respeitáveis), que a populaça aprecia. Não passa pela cabeça de nenhum patriota pedir contas do sofrimento inútil que lhe infligiram. Nem os jornais, nem a televisão se atrevem a tratar os 'notáveis' como eles merecem. A própria universidade os convida para presidir a obscuras comissões, que não servem de nada e onde eles pontificam a seu gosto e arbítrio. A política é a única profissão no país que goza da mais completa impunidade. Quem se admira com a impunidade de Sócrates devia olhar à volta com cuidado.»

Vasco Pulido Valente, Público*

*enquanto procurava o artigo de VPV, deparou-se-me outro do sr. José Junqueiro, do PS e 'ajudante' neste governo; não sabia que ele sabia escrever, i.e., colocar umas frases atrás umas das outras, façam ou não façam o menor sentido

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Deolinda, Homens da Luta e gerações à rasca

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Deolinda, Homens da Luta e gerações à rasca: "


Pensava que o cronista, jornalista, comentador, escritor e especialista em arbitragens Miguel Sousa Tavares só dizia disparates quando falava de futebol, mas estava enganado.


Vi-o a disparatar no telejornal Jornal da Noite (SIC) quando desvalorizou a vitória dos Homens da Luta no Festival da Canção, o impacto da canção dos Deolinda, «Parva que eu sou», e a manifestação da Geração à Rasca.


O problema de Miguel Sousa Tavares não está na inteligência, mas na deslocação da actividade neuronal do cérebro para as nádegas: o homem não pensou com a cabeça, pensou com o cu sentadinho na rica cadeira de comentador televisivo.


Talvez lhe fizesse bem dar uso às pernas e dirigir-se a um supermercado.


Não é preciso ir muito longe: postos de abastecimento dos nossos estômagos existem praticamente em cada esquina.


Eu oiço a canção dos Deolinda quando constato que pelo menos dois dos caixas do supermercado que frequento, têm o curso superior e foram forçados a trabalhar ali por não terem conseguido, até agora, colocação profissional em Portugal.


Oiço a canção dos Deolinda quando a minha filha tenta decidir o que quer ser na vida e eu, secretamente dividido entre o pragmatismo e a vontade de a ver feliz e realizada, vou pensando «por favor, quando fores grande não queiras ser algo que Portugal despreze».


Também escuto os ecos da canção dos Deolinda nos corredores dos supermercados e nas avenidas dos centros comerciais, ao verificar que preciso gastar, em média, entre 100 e 150 euros por semana para garantir aos meus filhos os mínimos olímpicos em alimentação, vestuário e escola.


E continuo a ouvir os Deolinda quando constato que faço parte do grupo de pequenos privilegiados que consegue gastar numa semana o que muita gente não pode gastar num mês.


Por tudo isto e muito mais, considero notável que Miguel Sousa Tavares, também escritor, não tenha sabido vislumbrar na canção dos Deolinda o poder das palavras. E não tenha sabido reconhecer que a Cultura, a Arte, continua a ser capaz de atingir em cheio o espírito das pessoas.



Os Homens da Luta na capital do Euro



Sim, a canção dos Homem da Luta é uma merda – e daí? Todo o Festival da Eurovisão é uma trampa ainda maior, pelo que musicalmente não vão destoar.


O facto de terem ganho – contra a vontade do júri – demonstra dois sentimentos dos portugueses que se deram ao trabalho de votar:


1 – estão a cagar-se para o festival, tanto lhes faz que Portugal ganhe ou não;


2 – identificam-se com a letra da canção e a postura dos Homens da Luta.


Um episódio semelhante sucedeu quando, em 1973, Fernando Tordo venceu o Festival com uma canção de Ary dos Santos, Tourada.


A letra fazia uso de uma simples metáfora para comparar a tourada ao Estado Novo e à decrepitude da sociedade portuguesa, profundamente pobre e atrasada, intoxicada pelo bafo moralista e castrador do salazarismo.


Se o sucesso deste tipo de canções é um indicador de qualquer coisa, é difícil de ajuizar; mas sabemos o que veio a acontecer em Portugal um ano depois.


As diferenças entre comediantes como os Homens da Luta e os Gato Fedorento são simples: ao contrário dos Homens da Luta, os Gato não fedem nada; os Gato têm vergonha, aqueles não têm vergonha nenhuma; os da Luta gostam de fazer merda agitando a merda dos outros e, de seguida, esfregando-lha nas caras – se forem políticos, tanto melhor; os Gato querem continuar a entrevistar políticos de forma engraçada.


Os Gato têm uma imagem a defender, os da Luta têm personagens.


Estes personagens são símbolos: uma mistura do espírito militante e revolucionário de Zeca Afonso e o estilo gingão e marialva do típico lisboeta, figuras anacrónicas, anedóticas, capazes de incomodar à esquerda e à direita, mas cuja sobrevivência depende da consistência dos actores. Já a sobrevivência dos Gato comediantes depende das audiências que consigam gerar.


Portanto é pena que em vez de analisar os Homens da Luta a partir do próprio umbigo, Miguel Sousa Tavares não pergunte por que razão símbolos de luta velhos de trinta anos fazem sentido para pessoas que ainda nem sequer tinham nascido em 1974?



A Luta Continua depois de um curto bloco publicitário


Como esta geração à rasca foi educada e formatada para o pronto-a-consumir, tenho algumas dúvidas sobre o real significado que será retirado da canção dos Deolinda – isto já não depende do grupo, claro, porque por esta altura a canção também já não lhes pertence: está nas nossas mãos para o que quisermos fazer dela.


Uma coisa me parece evidente: as mudanças não se fazem com iPhones nem aproveitando a manifestação para ir dar um passeio a Lisboa, da mesma forma que vestir uma t-shirt do Che Guevera não faz de ti um revolucionário.


A mudança só acontecerá se a maioria estiver disposta a não se deixar manipular pelos políticos e a rejeitar o próprio sistema.


É este sistema que valoriza o poder do dinheiro sobre o poder da Cultura e do Conhecimento que nos colocou assim, a falar de empréstimos, dívidas, alemães e taxas de juro; é este sistema que privilegia a cunha e despreza o mérito, recompensa a mediocridade e ostraciza o lutador. É este sistema que faz de nós os parvos de que fala a canção dos Deolinda. Este sistema assenta em técnicas publicitárias que nos tentam fazer acreditar, todos os dias, sem dó nem piedade, que só precisamos daquilo que pode ser vendido. Este sistema tem um nome: Capitalismo.


Se a geração à rasca for nesta conversa, as manifestações não passarão de circos de protesto para serem filmadas em televisões e exibidas ao lado de espaços publicitários.


Este post foi publicado originalmente no Bitaites.



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sexta-feira, 11 de março de 2011

A ideia é bater no fundo

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A ideia é bater no fundo: "
O Ministro das Finanças apresentou hoje o PEC IV. Já tinha ameaçado, hoje bateu. E bateu nos mesmos de sempre. As 'negociações' com a Sra. Merkel produziram efeitos mais depressa do que o esperado.

O corte na despesa social abrange pensões (incluindo pensões mínimas e de sobrevivência), prestações sociais, custos com medicamentos. Estão ainda previstas reduções no investimento público, de forma directa, através das empresas públicas e através das autarquias. Ao nível da fiscalidade, são introduzidas novas mexidas nas taxas do IVA e aumentos dos outros impostos sobre o consumo. Ou seja, cortes sociais, política económica recessiva, política fiscal regressiva. A santa trindade de quem dirige a Europa e o nosso país.

Mas talvez o aspecto mais grave deste novo pacote seja a alteração na regra dos despedimentos. O número de dias de indemnização por ano de serviço desce de 30 para 10, um dos valores mais baixos da Europa (só não é o mais baixo graças aos países de Leste). Ou seja, num contexto de 11,2% de desemprego, o Governo abre a época de saldos nos despedimentos, com um desconto de 66%. Uma opção apetecível para muitas empresas, mas ruinosa para a economia, como já foi indicado inúmeras vezes neste blog.

O Governo repetiu dezenas de vezes que esta medida se aplicava apenas aos novos contratos. Já seria suficientemente grave, mas agora o Governo anuncia uma avaliação do impacto desta medida no mercado de trabalho. Se esse impacto não for significativo, generalizará a regra aos contratos existentes. Como é bom de ver, a avaliação está feita. Como se pode avaliar uma medida que só se aplica aos novos contratos em caso de despedimento num prazo de oito meses? Do que se trata é da introdução em dois passos de uma medida que abala os alicerces do direito do trabalho.

A ideia é a que assiste a toda a ideologia da precariedade: se for mais fácil despedir, os empresários contratarão mais e o emprego aumentará. Simples e claro, primário até. É uma pena a realidade desmentir esta teoria tão cabalmente. É que quando uma economia não cresce, ninguém contrata. Se há menos procura, a economia não cresce. E se as empresas despedem com maior facilidade, os trabalhadores consomem menos. É menos simples (e já simplifiquei muito), mas tem mais suporte na realidade.

Vêm tempos negros para este país. Hoje saberemos o que sai da cimeira europeia. Mas se a atitude das economias periféricas for a de pedir batatinhas à Alemanha, a coisa vai acabar muito mal. Para portugueses, gregos, irlandeses... e alemães.
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Mozart revive e agora usa vestido…

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Mozart revive e agora usa vestido…: "

Emily Bear

Essa coisinha cute da foto é Emily Bear. Guardem esse nome.
Uma garotinha aparentemente normal, salvo por um detalhe: é pianista e compositora e com seis anos já se apresentara perante uma grande orquestra dedilhando sua própria composição. Kinda Mozart feelings:=)

Abaixo, o vídeo desse momento:

Emily, que é natural de Rockford, Illinois, começou a ter aulas de piano por volta dos cinco anos, mas já demonstrava intimidade com o instrumento desde os três.
Atualmente aos nove, acumula um currículo com várias apresentações de peso pelo mundo, premiações e até uma apresentação na Casa Branca para o então presidente George Bush.

Quando indagada sobre quantas composições ela já teria feito nestes últimos quatro anos, ela diz “oh, 600 eu acho.” :80:

Mais informações sobre essa pequena prodígio, em seu site oficial.

Dica do maridão via abc!


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Conteúdo editado por: Ester Castro


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