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sexta-feira, 11 de março de 2011

Mozart revive e agora usa vestido…

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Mozart revive e agora usa vestido…: "

Emily Bear

Essa coisinha cute da foto é Emily Bear. Guardem esse nome.
Uma garotinha aparentemente normal, salvo por um detalhe: é pianista e compositora e com seis anos já se apresentara perante uma grande orquestra dedilhando sua própria composição. Kinda Mozart feelings:=)

Abaixo, o vídeo desse momento:

Emily, que é natural de Rockford, Illinois, começou a ter aulas de piano por volta dos cinco anos, mas já demonstrava intimidade com o instrumento desde os três.
Atualmente aos nove, acumula um currículo com várias apresentações de peso pelo mundo, premiações e até uma apresentação na Casa Branca para o então presidente George Bush.

Quando indagada sobre quantas composições ela já teria feito nestes últimos quatro anos, ela diz “oh, 600 eu acho.” :80:

Mais informações sobre essa pequena prodígio, em seu site oficial.

Dica do maridão via abc!


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Conteúdo editado por: Ester Castro


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quinta-feira, 10 de março de 2011

MS e OE chegam a acordo sobre dotações para os serviços de saúde!

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MS e OE chegam a acordo sobre dotações para os serviços de saúde!: "


'A Ordem dos Enfermeiros (OE) e o Ministério da Saúde (MS) têm vindo a desenvolver esforços, tendo alcançado recentemente um acordo inédito sobre o cálculo de enfermeiros necessários nas diferentes unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Este acordo resulta de um trabalho desenvolvido por um Grupo de Trabalho para o Cálculo da Dotação de Enfermeiros no SNS, que congregou elementos destas duas entidades, com vista ao aumento da segurança dos cuidados prestados aos cidadãos.

A título de exemplo, o grupo de trabalho com representantes da OE e do MS entendem que será necessário um enfermeiro para cada 1.550 utentes ou por 350 famílias inscritos nos centros de saúde e nas Unidades de Saúde Familiar.

Já nas Unidades de Cuidados na Comunidade são necessários: 30 minutos por consulta de Enfermagem / Entrevista; 30 minutos para Cuidados curativos/Procedimentos de Enfermagem por utente atendido; 60 minutos por cada acção de Educação para a Saúde em Grupo; e 60 minutos por visita domiciliária (incluindo deslocação).

Para os hospitais chegou-se à conclusão que são necessárias entre 3,61 e 7,12 horas de cuidados de Enfermagem por dia de internamento, variando consoante a valência / serviço.

Para as Unidades de Cuidados Continuados Integrados são precisas entre 4 e 5,23 horas diárias por utente, dependendo do tipo de Unidade em causa.

Apelamos aos membros, nomeadamente aos enfermeiros com responsabilidades na área da gestão, para a consulta de excertos deste documento, intitulado «Guia de Recomendações para o Cálculo da Dotação de Enfermeiros no SNS», disponível na área Reservada do site da OE.' link
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Census 2011 versus Constituição da República

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Census 2011 versus Constituição da República: "
Em toda a Europa haverá este ano o Census.

Pelo que tenho lido, parece que será 'obrigatório' em Potugal e quem não responder poderá sofrer uma coima entre 250 e 3.740,98 Euros (acho hilariante o valor máximo aplicado).
Multar alguém por não querer fornecer dados privados é inconstitucional. O Estado, no fundo sabe que é uma multa ilegal, tanto que no Website no INE podemos ler: 'O Instituto Nacional de Estatística convida toda a população a participar activamente na realização dos Censos 2011'. Em que é que ficamos? É um simpático convite ou uma obrigação? Pelo que diz o decreto-lei criado especialmente para este Census, é 'obrigatório':


Decreto-Lei n.º 226/2009

de 14 de Setembro
CAPÍTULO I

Disposições gerais
Artigo 4.º

Execução

1 — Os Censos 2011 são executados através de instrumentos

de notação nominais, simultâneos, de resposta

obrigatória e gratuita, que são objecto de registo no âmbito

do Sistema Estatístico Nacional, nos termos dos artigos 4.º

e 13.º da Lei n.º 22/2008, de 13 de Maio


No site do INE podemos ler mais: 'Recorde-se que ao responder aos Censos está a exercer simultaneamente um direito e um dever de cidadania.' A constituição diz que todos os portugueses possuem direito ao ensino, emprego, privacidade, segurança, liberdade e no entanto nem sempre isso se verifica. Agora será um Dever? Devemos é tratar o Census como um Census para que exista uma base de dados que diga quantos somos, em que trabalhamos e onde moramos. Quanto a perguntas de foro privado não é um dever mas sim uma opção, a de responder ou não.
Já lá vai o tempo em que os Census serviam unicamente para saber quantos somos, onde moramos e o que fazemos. Agora a UE quer constituir uma base de dados mais completa e violadora de direitos e liberdades. Querem saber as nossas tendências sexuais e o perfil do nosso/a parceiro/a bem como outras perguntas do foro privado e pessoal.

Este Census não é nacional, os dados depois de tratados serão partilhados com Bruxelas. As perguntas constantes deste Census possuem, além da função de contabilizar a população, um objectivo fiscal e de seguro de saúde. Já existem propostas a nível Europeu para extinção dos impostos e criação de um imposto único. Esse imposto será baseado não só no que se ganha mas também no que possuímos (casas, carros, etc). Tem efeitos relacionados com seguro de saúde para estabelecer casos pré-existentes assim que o seguro de Saúde Europeu for instaurado. Se viam mal antes da criação do seguro, não poderão obter ajudas do Estado Europeu para óculos ou tratamentos. A utilização deste Census será abrangente demais e a promessa de protecção de dados é uma flagrante mentira.
CAPÍTULO VI

Das infracções e sanções

Artigo 24.º

Contra -ordenações

1 — Constitui contra -ordenação qualquer um dos seguintes

comportamentos:

a) O não fornecimento das informações no prazo devido;
b) O fornecimento de informações inexactas, insuficientes

ou susceptíveis de induzir em erro;


Não existe definição do que é ou não insuficiente e portanto este decreto lei é insuficiente para definir que é insuficiente nas respostas que optarmos por não dar.


O questionário família pergunta o sexo do/a parceiro/a em caso de união de facto e isto é um dado irrelevante visto que não perguntam o sexo do cônjuge. Sendo o casamento homossexual legal em Portugal, a união de facto goza dos mesmo direitos independentemente do sexo do/a parceiro/a. Além disso ninguém é obrigado a assumir-se perante o estado como homossexual, independentemente da legislação existente. O que faria, caso se vivesse em união de facto, seria responder sem responder tudo e ao mesmo tempo impedir que me fosse aplicada uma coima por prestar dados insuficientes. Faria isto usando a Constituição da Republica Portuguesa:






Artigo 36.º

(Família, casamento e filiação)
1. Todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade.

Constituir família é também a união de facto e a constituição não dá relevância ao sexo de quem forma essa família. A homossexualidade não é ilegal. O casamento homossexual é legal. A pergunta é um abuso de direitos e liberdades constitucionais.
No caso de insistência, por estupidez ou pura teimosia, de ameaça de coima, temos mais uma vez a ajuda da Constituição da Republica:


Artigo 13.º

(Princípio da igualdade)
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.


Uma coima aplicada por não indicarmos se somos ou não homossexuais, viola o principio da igualdade, pois a aplicação de uma coima com base na não divulgação da nossa orientação sexual é estar a prejudicar um cidadão. É portanto, inconstitucional.


Questionário individual:




Esta questão é irrelevante e hilariante. Não são obrigados a responder, pelo simples facto de que não são obrigados a lembrarem-se ou sequer a dizer onde estiveram em certo dia a certa hora, excepto se estiverem a ser acusados de um crime. Só falta perguntar se alguém poderá confirmar que a resposta é verdadeira.

Por não serem obrigados a lembrarem-se podem negar-se a responder ao abrigo da lei que vos obriga a responder:



CAPÍTULO VI

Das infracções e sanções

Artigo 24.º

Contra -ordenações

1 — Constitui contra -ordenação qualquer um dos seguintes

comportamentos:

a) O não fornecimento das informações no prazo devido;
b) O fornecimento de informações inexactas, insuficientes

ou susceptíveis de induzir em erro;



É proibido fornecer informações inexactas ou susceptíveis de induzir em erro. Uma coima por insuficiência de dados não é aplicável pois ao não responderem e posteriormente, se questionados, alegarem que não se lembram, estão a cumprir a lei não dando informações que possam estar erradas ou que possam induzir em erro.


Esta pergunta é uma armadinha:





Ah sim? É estudante e trabalhou? Onde está a declaração fiscal de rendimentos? Os descontos?

Lembrem-se que tudo em Portugal está sujeito a impostos!


Outra armadilha:





Reparo numa insistência nas datas. Acima perguntavam se estávamos em casa no dia 21 e agora; se trabalharíamos de 14 a 20 de Março ou nas duas semanas posteriores, se encontrássemos ou se nos oferecessem trabalho. A pergunta é sem dúvida uma armadilha, por isso: Se estão empregados legalmente devem responder 'não', o motivo é que se possuem um emprego legal não teriam disponibilidade. Se estão desempregados inscritos num centro de emprego ou a receber subsidio de desemprego, rendimento mínimo, etc, etc, devem responder 'sim', pois é a vossa obrigação procurar trabalho. Se estão desempregados mas a trabalhar a preto sem descontos, o que vos impediria de trabalhar num outro emprego nesses dias, respondam 'sim', pois um desempregado sem disponibilidade para trabalhar é uma alerta vermelho a irregularidades. Se estão desempregados mas não estão inscritos num centro de emprego ou a receber qualquer ajuda do Estado, respondam o que vos apetecer, pois é indiferente.


Aqui está a prova de que a Constituição prevalece em todos os casos:




Esta pergunta é facultativa mas não por o Decreto-Lei n° 226/2009 o dizer, pois seria irrelevante se dissesse o contrario, pois é a Constituição que o diz no ponto 3 do artigo 41.°:



Artigo 41.º

(Liberdade de consciência, de religião e de culto)
1. A liberdade de consciência, de religião e de culto é inviolável.
2. Ninguém pode ser perseguido, privado de direitos ou isento de obrigações ou deveres cívicos por causa das suas convicções ou prática religiosa.
3. Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis, nem ser prejudicado por se recusar a responder.


Não tenham dúvidas de que a Constituição tal como vos protege neste caso, vos protege no caso da sexualidade que referi anteriormente. Responder sob o argumento: 'Não tenho nada a esconder', é pura ignorância. Antes de responder perguntem a vós próprios: 'Confio a 100% que o Estado existe para garantir a minha segurança e bem estar?'. Ao responderem a esta pergunta perceberão se devem indicar ou não as vossas crenças religiosas.



Como posso não responder ao Census e cumprir a lei?


Ora ainda bem que me pergunto isto. Não participar no Census sem violar a lei que torna o Census obrigatório é mais fácil do que se pode pensar.


1- De acordo como Decreto-Lei n.º 226/2009 de 14 de Setembro que torna as respostas a este Census obrigatórias limita essa obrigatoriedade durante o tempo de duração do Census. Quem se puder dar ao luxo de sair do país e expandir horizontes, não estará no momento do Census alojado em Portugal e portanto não poderá responder.


2- Perguntem-se o seguinte:
a) Somos obrigados por lei a verificar ou abrir correspondência?
b) Somos obrigados por lei a atender o telefone sempre que ele tocar?
c) Somos obrigados a abrir a porta só porque tocam à campainha?


As respostas são: Não, não e não.
Nenhuma coima vos poderá ser imposta pois a Decreto-Lei refere:

Artigo 28.º

Ausência de encargos dos respondentes

A distribuição, o preenchimento e a recolha dos questionários

dos Censos 2011 não implicam quaisquer encargos

pecuniários para os respondentes.


Se não abrem correspondência, não atendem o telefone e não abrem a porta, não são obrigados a responder pois a lei iliba-vos de encargos e por isso não podem argumentar que vocês poderiam, deveriam ou teriam de vos deslocar por forma a obter esses questionários, pois isso iria causar-vos encargos.
Uma das primeiras coisas que se aprende em direito é que a lei é para ser interpretada. A lei não é não é perfeita, não é directa e o julgamento dela depende da sua interpretação correcta e uma interpretação correcta varia de pessoa para pessoa e das suas intenções. Se o Estado cria as leis para obter vantagem, temos de as interpretar para lhes retirar essa vantagem.


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Carnaval 2011 em Payalvo - "enterro" do Entrudo

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Diz que não

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Diz que não: "
Um professor foi demitido do cargo de coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra pela Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) depois de ter assinado um documento que circulava na sua escola contra o modelo de avaliação docente.
Em reacção, o Ministério da Educação justifica-se com a quebra do «dever de lealdade».

Dever de Lealdade ou prepotência? Será que um funcionário do Estado tem de estar de acordo com todas as decisões do governo não podendo manifestar a sua discordância? Onde está a liberdade de expressão e de opinião consagradas na Constituição? A cada voz que calam, a cada voz que, por medo, se cala, é mais um pouco de liberdade que se perde. Já nos tiraram direitos, já nos agravaram as condições de vida e ainda vamos consentir que nos restrinjam a liberdade de nos expressarmos livremente?
Dia 12 vou à manifestação da 'Geração à rasca', não por concordar com todos os pontos que estão no manifesto que a convoca, mas nem que fosse só pela defesa da nossa dignidade como pessoas e da liberdade como valor essencial já o justificava. Dia 12, a presença de cada um é essencial porque só todos juntos poderemos mostrar a essa cambada de parasitas e de aldrabões que não nos calamos e lhes dizemos não.
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quarta-feira, 9 de março de 2011

Where.

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Where.: "
Photo Courtesy: itseverythingnice
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domingo, 6 de março de 2011

Colegas Enfermeiros ... ATENÇÃO!!! (pode ser muito útil) e.. podem confiar, é uma colega enfermeira que trabalha em Portugal e está a recrutar colegas para a empresa

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Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento de profissionais de saúde a geneva health tornou-se uma das empresas mais conceituadas  no sector do recrutamento em saúde no Reino Unido.
Geneva Health tem como centro da sua actividade providenciar todo o suporte e apoio na selecção dos profissionais com perfil mais adequado às necessidades dos clientes e serviços.
Maioritariamente as nossas equipas de consultores são constituídas por profissionais de saúde, o que lhes permite conhecer as necessidades dos candidatos, podendo desta forma fornecer –lhes um apoio mais personalizado e focalizado nos seus interesses.
Se procura uma nova experiência profissional num pais diferente, a Geneva  poderá ajudá-lo a encontrar a emprego certo. Possuímos um leque enorme de excelentes oportunidades em UK, com o auxilio de um  consultor português que lhe prestará todo o apoio necessário em todas as etapas do processo.
Os nossos clientes são prestigiados hospitais públicos e privados.
A Geneva Health está neste momento a iniciar um novo processo de recrutamento para enfermeiros, abrangendo várias áreas de especialidade:

- Bloco Operatório;
- Cirurgia;
- Cuidados intensivos;
- Pediatria;
- Cardiologia;
- Neurologia;
- Neonatologia;
- Hemodiálise;
- Ortopedia.


Beneficios:
- Excelente pacote salarial: 25000-33000£/ano
- Pagamento por dias de férias e doença;
- Contracto Permanente
- Possíveis ajudas na acomodação
- Progressão na carreira;
- Possibilidades de formação continua

Se está interessado em iniciar uma carreira internacional, perspectivando aumentos salariais e progressão na carreira, teremos excelentes oportunidades para si, envie-nos o seu CV em inglês para: raquelc@genevahealth.co.uk
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o grupo de trabalho (para o património) imaterial

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o grupo de trabalho (para o património) imaterial: "

Qualquer semelhança entre esta notícia e o texto de Vasco Pulido Valente «Uma Casa Portuguesa», com vinte anos de idade e já aqui reproduzido, não é mera coincidência. Vejamos o que se passou. O Grupo de Trabalho para o Património Imaterial foi constituído há cerca de um ano, no âmbito dessa inutilidade que dá pelo nome de Ministério da Cultura (outro ministério a extinguir com urgência). Já em altura de grave crise e de sucessivos sacrifícios impostos aos portugueses, custou ao estado 209 mil euros e, ao longo de quase 400 dias, reuniu somente uma vez. Por outras palavras: não fez literalmente nada e não serviu literalmente para coisa nenhuma, senão para gastar o dinheiro dos contribuintes portugueses com meia-dúzia de pessoas. O famigerado Grupo tinha por «missão» fazer o «levantamento sistemático e tendencialmente exaustivo do património cultural imaterial português». Repare-se no preciosismo do «tendencialmente exaustivo», não fossem os ilustres membros do não menos ilustre Grupo de Trabalho morrer de cansaço, em vez de morrerem de tédio, como acabou por suceder. Todavia, o que mais custa neste tipo de notícias nem é propriamente o seu conteúdo. É saber que nem assim os portugueses entendem por que não funciona o estado social. É não terem percebido ainda que entre o momento em que o estado nos vai aos bolsos e a famosa «redistribuição de rendimentos» para «ajudar» os mais pobrezinhos e tomar medidas para «estimular» a economia, vai um mar sem fim de desperdício, despesismo e irracionalidade, para não lhe chamarmos outra coisa. E também custa verificar que continuam sem compreender que a coisa não depende de governantes mais ou menos honestos, ou mais ou menos competentes, dos quais estão, de resto, eternamente à espera. Se lessem o artigo acima citado de VPV e conhecessem um pouco da história do seu país, não viveriam nessa amarga ilusão.



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sábado, 5 de março de 2011

Este país não é para novos

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Este país não é para novos: "



Não conheço bem os contornos da lei e não gosto de pronunciar-me sobre assuntos que não domino completamente. Mas há qualquer coisa de profundamente aberrante na atribuição de um 'subsídio de maternidade' (é assim mesmo que se chama) a quem pratica voluntariamente um aborto. Não é, sequer, uma questão de moral, mas do mais elementar bom senso. Para começar, é incompreensível - se não provocatória - a própria designação do subsídio, atribuído exactamente a quem rejeita a maternidade. Mas não é só isso: numa época em que a natalidade atingiu em Portugal os níveis mais baixos de sempre, esperar-se-ia do governo um forte incentivo à procriação. Somos cada vez mais um país de velhos, sem que se divise no horizonte quem trabalhe para sustentar a nossa improdutiva - e cada vez maior - longevidade. Nem sequer aqueles miseráveis duzentos euros que chegaram a ser anunciados como prémio por cada nascimento, ridículos e insuficientes que fossem, acabaram por vingar. Pior: à sombra das omnipresentes medidas de contenção, o governo está a extinguir a eito os abonos de família, o que ajuda ainda mais a que os jovens casais, já temerosos do futuro, não arrisquem constituir família. Estranhamente, parece não haver falta de dinheiro para subsídios que incentivam a opção de não procriar. Uma IVG é um acto cirúrgico a que qualquer mulher abrangida pelo SNS tem direito, a coberto da lei, e que inclui as correspondentes regalias sociais. Como qualquer outra baixa, aliás. Porquê então um subsídio, equivalente ao salário de um mês, livre de impostos e a ser gozado em casa ou noutro lado qualquer à escolha? Porquê esta espécie de férias pagas, um prémio a que algum iluminado se lembrou de chamar, ainda por cima, 'subsídio de maternidade'? Alguém me explica a lógica disto?

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Pensamento do dia 04-03-2011

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Cuidado com o stress porque:
“Mais vale chegar atrasado neste mundo…
do que adiantado no outro. “
 (autor desconhecido)



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F

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F: "
Os representantes no Parlamento Europeu recebem mensalmente €19,709 só para despesas do seu gabinete.

Ontem decidiram aumentar-se em mais 1500 euros mensais, depois de no ano passado terem aprovado igual aumento.


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