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A Saúde, a Sociedade, a Tecnologia, o Futuro e muito humor à mistura!!!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Diz que não

Em reacção, o Ministério da Educação justifica-se com a quebra do «dever de lealdade».
Dever de Lealdade ou prepotência? Será que um funcionário do Estado tem de estar de acordo com todas as decisões do governo não podendo manifestar a sua discordância? Onde está a liberdade de expressão e de opinião consagradas na Constituição? A cada voz que calam, a cada voz que, por medo, se cala, é mais um pouco de liberdade que se perde. Já nos tiraram direitos, já nos agravaram as condições de vida e ainda vamos consentir que nos restrinjam a liberdade de nos expressarmos livremente?
Dia 12 vou à manifestação da 'Geração à rasca', não por concordar com todos os pontos que estão no manifesto que a convoca, mas nem que fosse só pela defesa da nossa dignidade como pessoas e da liberdade como valor essencial já o justificava. Dia 12, a presença de cada um é essencial porque só todos juntos poderemos mostrar a essa cambada de parasitas e de aldrabões que não nos calamos e lhes dizemos não.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Colegas Enfermeiros ... ATENÇÃO!!! (pode ser muito útil) e.. podem confiar, é uma colega enfermeira que trabalha em Portugal e está a recrutar colegas para a empresa
- Possíveis ajudas na acomodação
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o grupo de trabalho (para o património) imaterial
Qualquer semelhança entre esta notícia e o texto de Vasco Pulido Valente «Uma Casa Portuguesa», com vinte anos de idade e já aqui reproduzido, não é mera coincidência. Vejamos o que se passou. O Grupo de Trabalho para o Património Imaterial foi constituído há cerca de um ano, no âmbito dessa inutilidade que dá pelo nome de Ministério da Cultura (outro ministério a extinguir com urgência). Já em altura de grave crise e de sucessivos sacrifícios impostos aos portugueses, custou ao estado 209 mil euros e, ao longo de quase 400 dias, reuniu somente uma vez. Por outras palavras: não fez literalmente nada e não serviu literalmente para coisa nenhuma, senão para gastar o dinheiro dos contribuintes portugueses com meia-dúzia de pessoas. O famigerado Grupo tinha por «missão» fazer o «levantamento sistemático e tendencialmente exaustivo do património cultural imaterial português». Repare-se no preciosismo do «tendencialmente exaustivo», não fossem os ilustres membros do não menos ilustre Grupo de Trabalho morrer de cansaço, em vez de morrerem de tédio, como acabou por suceder. Todavia, o que mais custa neste tipo de notícias nem é propriamente o seu conteúdo. É saber que nem assim os portugueses entendem por que não funciona o estado social. É não terem percebido ainda que entre o momento em que o estado nos vai aos bolsos e a famosa «redistribuição de rendimentos» para «ajudar» os mais pobrezinhos e tomar medidas para «estimular» a economia, vai um mar sem fim de desperdício, despesismo e irracionalidade, para não lhe chamarmos outra coisa. E também custa verificar que continuam sem compreender que a coisa não depende de governantes mais ou menos honestos, ou mais ou menos competentes, dos quais estão, de resto, eternamente à espera. Se lessem o artigo acima citado de VPV e conhecessem um pouco da história do seu país, não viveriam nessa amarga ilusão.
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sábado, 5 de março de 2011
Este país não é para novos
Não conheço bem os contornos da lei e não gosto de pronunciar-me sobre assuntos que não domino completamente. Mas há qualquer coisa de profundamente aberrante na atribuição de um 'subsídio de maternidade' (é assim mesmo que se chama) a quem pratica voluntariamente um aborto. Não é, sequer, uma questão de moral, mas do mais elementar bom senso. Para começar, é incompreensível - se não provocatória - a própria designação do subsídio, atribuído exactamente a quem rejeita a maternidade. Mas não é só isso: numa época em que a natalidade atingiu em Portugal os níveis mais baixos de sempre, esperar-se-ia do governo um forte incentivo à procriação. Somos cada vez mais um país de velhos, sem que se divise no horizonte quem trabalhe para sustentar a nossa improdutiva - e cada vez maior - longevidade. Nem sequer aqueles miseráveis duzentos euros que chegaram a ser anunciados como prémio por cada nascimento, ridículos e insuficientes que fossem, acabaram por vingar. Pior: à sombra das omnipresentes medidas de contenção, o governo está a extinguir a eito os abonos de família, o que ajuda ainda mais a que os jovens casais, já temerosos do futuro, não arrisquem constituir família. Estranhamente, parece não haver falta de dinheiro para subsídios que incentivam a opção de não procriar. Uma IVG é um acto cirúrgico a que qualquer mulher abrangida pelo SNS tem direito, a coberto da lei, e que inclui as correspondentes regalias sociais. Como qualquer outra baixa, aliás. Porquê então um subsídio, equivalente ao salário de um mês, livre de impostos e a ser gozado em casa ou noutro lado qualquer à escolha? Porquê esta espécie de férias pagas, um prémio a que algum iluminado se lembrou de chamar, ainda por cima, 'subsídio de maternidade'? Alguém me explica a lógica disto?
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Pensamento do dia 04-03-2011
“Mais vale chegar atrasado neste mundo…
do que adiantado no outro. “
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F
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terça-feira, 1 de março de 2011
Sócrates, o corta-fit...cabeças, cabeças!
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12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política
Eu acrescento ainda: Acabar com a contagem de 2 anos para efeitos de reforma por cada ano como deputado, é um incentivo à corrupção!!!!!!! Saem de lá muito "novinhos" e sem "trabalhinho comum", taditos... têm de ir para administradores de grandes empresas para as quais não têm a mínima formação especifica.... C***ões!!!Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a "chulisse", está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
As universidades "Deolindas"
A crise tem levado à ideia de que o desemprego jovem se deve apenas a razões de ordem económica, escondendo uma outra realidade miserável que é o mundo da universidade privada e de uma parte significativa da oferta da universidade pública. Muitos dos jovens licenciados que se estão no desemprego são mais vítimas de universidades que nasceram como cogumelos e que têm qualidade.
A massificação do ensino secundário combinada com a mania dos portugueses de quererem ser doutores criaram um mercado fácil para professores sem escrúpulos que criaram universidades privadas para venderem cursos ou multiplicaram cursos em universidades e institutos públicos que apenas servem para alimentar o estatuto dos seus professores.
Multiplicaram-se os cursos que não exigem qualquer investimento por parte das universidades privadas, bastando professores e salas para venderem assinaturas. Por todo o lado há cursos de gestão, de recursos humanos, de direito, de relações públicas ou de marketing, cursos de onde se sai sem grandes qualificações.
O próprio Estado alimentou estas “universidades”, com os seus esquemas de concursos internos, reclassificações e promoções permitiu a muitos funcionários administrativos ascenderem à categoria de técnicos superiores, para isso bastava-lhes inscreverem-se num cursos nocturno e uns anos mais tarde entregarem os respectivos diplomas. Neste casos o Estado não olha a médias de curso ou a qualificações profissionais e quando o faz, nos concursos de admissão, os alunos destas escolas passaram à frente de muitos licenciados por universidades públicas onde é maior o rigor da avaliação.
Quando esta crise for ultrapassada muitos destes jovens licenciados vão perceber definitivamente o logro em que caíram, dificilmente encontrarão o emprego com que sonharam pois os seus cursos não lhes garantem as aptidões profissionais pretendidas.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Brincar às guerras

“No que diz respeito a contratos de compras militares, as vontades e acções do Ministério da Defesa parecem ser guiadas pela pressão dos seus pares e pelo desejo de ter brinquedos caros. O ministério compra armamento por uma questão de orgulho, não importa se é útil ou não. Os exemplos mais óbvios são os seus dois submarinos (actualmente atrasados) e 39 caças de combate (apenas 12 em condições de voar)”,
Nas mensagens enviadas a Washington, o embaixador passa a imagem de um país de “generais sentados”, dizendo que o Ministério da Defesa não é capaz de tomar decisões e que “os militares têm uma cultura de status quo, em que as posições-chave são ocupadas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias”. O embaixador sublinha ainda que o dinheiro na Defesa é gasto de forma imprudente e que Portugal tem mais almirantes e generais por soldado do que quase todas as outras forças armadas.
Assim se mostra a utilidade das nossas forças armadas sem força para fazer frente a qualquer armada. Assim se mostra que, como não temos nem o dinheiro, nem razões que justifiquem os muitos milhares de milhões que se gastam na sua manutenção, mais um pasto para generais que uma necessidade efectiva. A cada vez maior 'policiatização' das forças armadas representa mais a necessidade de o poder as utilizar mais para se defender dos seus próprios cidadãos que de uma qualquer ameaça estrangeira. As revoltas nos países do Magrebe, com a Líbia à cabeça, são disso um bom exemplo.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Enfermeiros fogem da Urgência
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Segurança nos Cuidados na Urgência
A gestão do risco é algo que sempre me intrigou... Principalmente o conceito de risco aceitável.
A noção que tenho é que os estudos sobre a viabilidade económica de um sistema mais seguro versus a sustentabilidade financeira do mesmo sistema estão inquinados. Ninguém me convence de que maior segurança nos cuidados não traz menores custos finais...
Depois acho que "alguém" anda a brincar com a saúde das pessoas(utentes e profissionais)... É mais fácil tomar decisões erradas, embora politicamente aceitáveis se não estivermos confrontados com a dura realidade... Só assim se explica que o serviço de urgência seja um contínuo hospital de campanha ( a coexistência de serviços de "elite" com uma carga de trabalho quase incipiente versus outros como o SU , dentro dum mesmo sistema é algo de verdadeiramente inacreditável e incompreensível),
O SU está endemicamente subdotado de profissionais, essencialmente enfermeiros, que como se sabe são os responsáveis pela quase totalidade dos procedimentos invasivos, quer no serviço de Urgência quer nos outros serviços, assim como por outras actuações que não sendo invasivas em muito contribuem para o aumento do erro ( alimentação dos utentes, articulação entre os diferentes profissionais para a realização de MCDT's, gestão do circuito de informação entre utente, família e profissionais).
No entanto , a nível ético e moral tal parece ser descurado pelas organizações e pergunto-me quantos erros sucederão diariamente, quantas mortes, quantos euros serão gastos inutilmente em tratamento de complicações resultantes de mau atendimento em serviços de Urgência, por força da subdotação de profissionais.
Do Burn Out já nem falo...
Um exemplo de erro:
O Sr Paulo de 76 anos (nome fictício pelo que qualquer semelhança com nome real será pura coincidência) entrou há cerca de 20 minutos e apresenta sinais de isquemia aguda do MIE (membro inferior esquerdo). Está sozinho no SU visto ter sido transferido de outro Hospital para ser observado por Cirurgião vascular(Cir. Vasc.) e a família não pode acompanhá.lo. Apresenta confusão aguda relacionada com processo demencial.
O mais provável seria dizer que o enfermeiro leu mal o rótulo da embalagem... mas porque aconteceu isso? Que factores contribuíram para que tal acontecesse?
Deve ser feita uma abordagem individual ou sistémica.
Se a maior causa de erro se deve ao cansaço dos profissionais de que forma pode ser isso resolvido?
Não merecem os profissionais mais respeito mas acima de tudo... Não merecem os doentes mais segurança?
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Uso inadequado dos serviços de saúde
No seguimento desta 'declaração de intenções' link da Ministra da Saúde (Dra Ana Jorge) e continuação do post anterior:
Tudo o que diz respeito a esta temática está impregnado de hipocrisia e demagogia de parte a parte, quer dos utentes quer do sistema (profissionais e sistemas de gestão).
Como vai saber um utente o que é urgente e o que não é urgente?
Em 1º lugar as pessoas não recebem aulas de educação para a Saúde portanto como poderiam saber sequer a que serviços e em que situações devem recorrer.
Para os que sabem que não é urgente, qual o incentivo para que não recorram, por exemplo ao serviço de Urgência?
Porque recorrem os utentes ao serviço de Urgência(Motivos eventualmente modificáveis)?
Não lhes é negado a realização de MCDT, independentemente da sua situação ser não urgente, e aqui a culpa é dos profissionais(directamente) porque mesmo tendo avaliado a situação como não urgente pediram os exames.
Os MCDT's são realizados num espaço temporal muito curto face ao que aconteceria se recorressem ao CS ou USF.
Têm acesso a várias especialidades médicas que virtualmente não existem (para o bolso comum) fora do Hospital.
Têm acesso a médicos em tempo útil...
Portanto quem é que no seu perfeito juízo não recorreria a uma Urgência ?
Dos profissionais. Qual é o profissional de saúde que em caso de doença, súbita ou nem por isso, não recorre ao SU se tiver hipótese? Como podemos pedir aos utentes aquilo que não fazemos?
Do sistema... se um episódio de Urgência num Hospital Central é pago a 147 euros, independentemente dos MCDT's realizados, não são precisamente os utentes menos graves (aqueles que menos recursos consumem individualmente) os que mais interessam? E quando consomem, os poucos que pagam (ver lista de isenções), têm acesso a algo que é tudo menos gratuito e levam com uma taxa moderadora que também deveriam ser isentos tal como todos os outros cidadãos.
Quem são os utentes que mais utilizam os serviços de saúde? São precisamente os que não pagam nem podem pagar.
Solução?
Muitas e nenhuma:
Cidadania saudável, incentivo ao não consumo de cuidados de saúde, Educação para a Saúde desde tenra idade... (Promoção de autocuidado)
Incentivo negativo à referenciação inadequada para os SU (da parte de profissionais de saúde)
Triagem prévia (através da Saúde 24 e 112 e CSP) com carácter de obrigatoriedade, de todas as idas à Urgência.
Acabar com a dependência do SNS e dos utentes dos médicos
E acima de tudo... aproveitando a visão de outros profissionais e de outras perspectivas: saúde centrada na pessoa e não no sistema e no apoio ao médico
Porque: The upstream metaphor goes like this: People are drowning in a river. Rescue workers are pulling them out but soon realize that no matter how hard they work, there are always more people floating
downstream. Public health advocates decide to take a walk upstream, to see why people are falling into the river in the first place.link
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do ser e parecer
as pessoas que não deram nada na vida e queriam ser alguma coisa, ou que só se é alguma coisa na vida com um curso, uma licenciatura, um dia pensaram que afinal podiam ser enfermeiras. naquele intuito de... ajudar o sr dr, ser empregada do sr dr, afinal queriam ser alguém na vida mas sem identidade, sem carácter, sem pontos nem vírgulas na sua história de vida (se algum dia for contada).
e assim esta profissão (?) vacila para um lado, depois para o outro, uns vão para a frente outros andam por trás, existe um orgulho tão grande em ser rotineiro, em cumprir uma rotina como se a doença fosse igual em todo o seu curso patológico.
existe um orgulho tão grande em dar a cadeira ao sr dr, em advertir o sr dr do seu erro de prescrição (com empregados tão bons assim, qualquer um era médico), em deixar tudo o que se está a fazer para colher a amostra de qualquer fluido do corpo para o sr dr ter o seu resultado num espaço de tempo curto (com empregados assim, qualquer um...).
não foi por isto pelo que a florence, e a virginia lutaram!
a relação de enfs e médicos cada vez mais parece uma relação de dono-cão! (e o cão cada vez se julga mais autónomo. hell yeah)
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Especialidades para quê?
No dia 18 do mês do presente mês foram publicado em Diário da República os regulamentos das competências específicas para as várias especialidade da Enfermagem. Em primeiro lugar, importa referir que algumas foram extintas, outras criadas (ou reformuladas), sendo que parte das mesmas se mantiveram.
.
Quanto a mim, tal como a contribuição que disponibilizei, não concordo com a estrutura e organização das mesmas. Estão edificadas sem uma linha dorsal que suporte a sua abrangência, determinadas focam a sua especificidade na pessoa, outras na área, numa tónica avulsa, despropositada.
Não respondem às exigências na sociedade ou da crescente complexidade do sector, mas às vontades de um qualquer teórico descontextualizado. As lacunas são mais do que muitas, mas o aspecto mais negativo e nefasto, prende-se com o facto de, em pleno séc. XXI, as competências dos Enfermeiros especialistas se manterem (à semelhança do passado, ou atrofiarem até...).
Em boa verdade, as competências de um especialista relativamente a um generalista não se consubstanciam em nada. Assentam num enquadramento vazio, sem perspectivas evolutivas, sem motivação para o desenvolvimento, sem estratégias ou skills de intervenção que permitam, objectivamente, dar resposta a necessidade, secundarizando o papel - scope - da Enfermagem.
.
Enquanto assistimos a evoluir de outras profissões, ao ajustamento das suas competências às novas realidades, perspectiva-se um regredir de uma Enfermagem que, autonomamente, nada oferece ao cidadão, que se afasta cada vez mais da ciência, que cada vez mais deixa abrir brechas onde outros criam nichos assistenciais.
.
Assim, terei de dar razão, ao poder de decisão, Administradores, Presidentes de Conselhos de Administração, etc, que indagam, cada vez mais frequentemente: 'especialistas para quê?'. 'Nada mais oferecem. O que é que um especialista apresenta mais do que um graduado experiente?".
Se ninguém sente a necessidade da sua existência (apenas e só mesmo os Enfermeiros), para que existem? Apenas uma ou duas especialidades é que acrescentam e materializam, efectivamente, uma diferenciação científica, técnica e funcional, relativamente à Enfermagem geral.
.
Além da completa desarticulação das mesmas com a carreira (progressão e reconhecimento económico), parece-me que cada vez mais, a especialidade sem torna injustificável para o empregador. Existem, como devem saber, várias instituições que não albergam especialistas por decisão própria. Todavia, apesar da contra-argumentação, os números e os factos corroboram a sua posição.
Na grande oportunidade de inverter a situação, nada se concretizou, nenhuma negociação com o Ministério da Saúde se encetou, nenhuma proposta de upgrade funcional, nenhuma vontade em evoluir foi manifestada. Uma lista considerável de possibilidade de êxito e incursão para Enfermeiros ficou pelo caminho.
.
Parece-me que a continuar este rumo, nos afogamos num mar conceptual que teima em balizar o âmbito da Enfermagem, que parece estar a ser concebida não de acordo com os requisitos da ciência ou da sociedade, mas sob a capa da cumplicidade abstracta de quem se afasta da ciência e da coerência a passos preocupantes, fugindo incoerente e cegamente das ciências da vida.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Prémios Monstros do Ano: As Categorias e os Nomeados deste Ano!
1
DERBY DO ANO
Sócrates vs Louçã: “Manso é a tua tia!”
Namorados do Euromilhões
McCann vs Gonçalo Amaral
Goucha vs Ana Guedes
JN vs Mário Crespo
2
FUGA DO ANO
Gajo do Goucha
Wikileaks
TGV
Vitor Constancio para Europa
Pequenita Alexandra para a Rússia
3
FLOP DO ANO
Redução dos feriados
Arcade Fire em portugal
Paulo Rangel
Comissão Inquerito PT/TVI
Chips das SCUTs
4
TURISMO EM PORTUGAL
ETA em Óbidos
Papa em Fátima
Nato na Expo
Chavez nos saldos da Worten
Cavaco em Belém
5
PRAGA DO ANO
Gato Fedorento na Meo
O Pai da criança
Vuvuzela
Manzarra
Nilton, Eu Amo Você
6
TÁ-SE MESMO A VER QUE VAI ACONTECER EM 2011
Lyonce entra no Acordo Ortográfico
Crianças da UNICEF aceitam Rei Ghob mas estão fartas da Catarina Furtado
Carlos Castro fala com ele próprio no Depois da Vida e manda crónica para a TV7 Dias.
Indústria discográfica Portuguesa sugere que Renato Seabra seja extraditado para Portugal em troca com novo ábum dos Ban
Miguel Sousa Tavares tenta abrir conta no Facebook mas acaba no Hi5.
7
ANIMAL DO ANO
Águia do Benfica
Coelho da madeira
Galinha de Fernando Nobre
Os polvos do jornal Sol e do Mundial
Cão de água em loiça oferecido ao Obama
8
PRÉMIO SÓ VIM VER A BOLA
Vulcão da Islândia
Papa
Namorado da Madonna
Maradona
Selecção Nacional no Mundial
9
BIRRA DO ANO
Eduardo Barroso no Prolongamento
Red Bull sai de Portugal
Rui Moreira sai do programa desporto RTPN
Jorge Jesus e o ciao ao repórter TVI
Santana Lopes e a Lei da Rolha
10
NOVAS OPORTUNIDADES
Fernando rosas sai do Parlamento
Carrilho sai de Paris
Carlos Queiroz sai de todo o lado: do Mundial, da Selecção, da Federação, da Comissão Anti doping e assina pela Selecção do Irão...
Jornalistas do 24 horas e do Rádio Clube Português
Ourives assaltado 8 vezes pondera abandonar carreira...
11
SÓ SE ESTRAGA UMA CASA
Luciana Abreu e Djaló
Secret Story
Casamento gay
Familia Carreira
António Costa no Intendente
12
FRASES DO ANO
Presidente Coelho: “As mulheres são como os homens, mas no feminino”
Marta Leite Castro: “Foi um erro crasso ter nascido em Portugal”
Carlos Queiroz: “Porque é que não vais a esta hora fazer o controle para a cona da tua tia?”.
Ronaldo: “Explicações? Perguntem ao Queiroz”.
Figo sobre o orgasmo e o Messi
13
ALGUÉM VIU ESTE ACIDENTE?
Discurso Isabel Alçada
Katyazinha
FC Porto x Benfica 5-0
A queda de Abrunhosa
Al-Cajuda em inglês na SporTV
14
FRUTA DO ANO
Rita Pereira nos Emmys
Moutinho, maça podre
Escutas Apito Dourado
Figo Face Oculta
Fim da Playboy
15
VILÃO DO ANO
Ricardo Rodrigues
Duarte Lima
Rei Ghob
Acordo ortográfico
Vulcão da Islândia
16
SEXY DO ANO
Beijo de Casillas à namorada
Professora de Mirandela na Playboy
Gabriela Canavilhas
Albano Jerónimo na EDP
Tucha, by Carlos Bondage
17
SÃO MUITOS ANOS A VIRAR FRANGOS
Roberto
Manuel Alegre
Paulo Bento
Mário Crespo
Margarida Rebelo Pinto
18
CINEMA 2010
José e Pilar
Fantasia Lusitana
Maria João Bastos
O Filme do Desassossego e o método João Botelho
Shortcutz
19
MÚSICA 2010
PAUS
Orelha Negra
Noiserv
Linda Martini
Golpes
20
REVELAÇÕES
António Pinhão Botelho
Filipe Oliveira Baptista
Júlio Resende
Domingos
Rui Pedro Soares
MONSTRO SAGRADO DO ANO
O Senhor do Adeus
3ª Edição dos Monstros do Ano
Quinta-feira | 24 de Fevereiro 2011 | 22 horas
Jardim Zoológico de Lisboa
A cerimónia de Prémios mais divertida e irreverente | Um ano inteiro em revista
20 categorias | 100 nomeados | Um prémio que todos querem ganhar!
Apresentação: Fernando Alvim e Carolina Torres
reservas@monstrosdoano.com
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Aqui está algo que não estava a espera e que pode ser muito muito bom
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ora que melhora
Cenas do cotidiano de profissionais da área de saúde:
Em tempo: sou a favor da eutanásia em caso de diagnóstico de morte cerebral.
- – -
O Haznos só reza pra chegar sexta.
Ora que melhora é um artigo originalmente publicado no ((( TRETA ))).
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
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