A Saúde, a Sociedade, a Tecnologia, o Futuro e muito humor à mistura!!!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Hugo Chavez o ditador (?)
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Triplo roubo e infâmia fiscal
A contribuição audiovisual (CA) é um imposto, disfarçado de taxa, cobrado a (quase) todos os consumidores de energia eléctrica e serve para financiar a RTP, independentemente de os consumidores de energia beneficiarem ou não do serviço público de rádio e televisão (é por isso que não é uma taxa). Trata-se do primeiro roubo. Em 2010, o valor da CA era de € 1,74 por mês, passando, em 2011, a ser de € 2,25 (um aumento de 51 cêntimos, equivalentes a quase 30%). É o segundo roubo. Terceiro roubo: sobre o valor da CA incide ainda o IVA, de 6%: 14 cêntimos por mês em 2011 (contra dez cêntimos em 2010 – 40% de aumento).
Mas o ataque ao contribuinte não fica por aqui:
A lei dos serviços públicos essenciais (aplicável ao fornecimento de electricidade) proíbe a suspensão do fornecimento de energia “em consequência de falta de pagamento de qualquer outro serviço, ainda que incluído na mesma factura, salvo se forem funcionalmente indissociáveis. Porém, o artigo 5.º da Lei 30/2003, na redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei 230/2007, estabelece que “as empresas distribuidoras e as empresas comercializadoras de electricidade, incluindo as de último recurso, não podem emitir facturas respeitantes ao seu fornecimento nem aceitar o respectivo pagamento por parte dos consumidores sem que ao preço seja somado o valor da contribuição para o áudio-visual“. Ou seja, como de acordo com a primeira lei, é proibido às distribuidoras cortarem o fornecimento se o cliente pagar a energia sem pagar a CA, o Governo através da segunda lei, proíbe as distribuidoras de aceitarem apenas o pagamento da energia. Logo, ao consumidor restam duas opções: ou paga a CA ou fica sem electricidade. Deve ser isto o estado de direito.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O custo da factura
A EPAL espera poupar um milhão e meio de euros por ano ao passar de mensais para bimestrais as facturas de 350 mil clientes. O mínimo que se pode concluir deste anúncio é que a EPAL para passar uma factura gasta 71 cêntimos. Ou seja, tanta informatização, tanto progresso e o papelinho da factura mantém um custo que só se entende, caso fosse manuscrita naqueles pretéritos livros com papel químico. Mas admitamos que é normal que uma empresa com 350 mil clientes gaste 71 cêntimos por factura. O que já não é normal é a factura propriamente dita. Em Lisboa para um consumo de 14,91 euros pagam-se mais 21,80 euros que se repartem em: quota de serviço; adicional C. M. Lisboa; saneamento variável; saneamento fixo; taxa recursos hídricos; IVA
Tudo junto dá 36,71 euros, dos quais nem metade respeita a água propriamente dita. Por fim seja mensal, bimestral ou trimestral, a impropriamente chamada factura da água (seria mais correcto designá-la factura de taxas e adicionais) não inclui dados sobre a qualidade da água. E devia incluir.
Obs. Entretanto esta lei que obrigava a facuras mensais deve ter ido para o fundo da gaveta. Duvido que caiba aos governos decidir se a factura deve ser mensal ou bimestral mas o mais fantástico é a hipocrisia do legislador que enche parágrafos e parágrafos a proibir tudo e mais alguma coisa sempre em nome do consumidor e que simultaneamente permite este castelo de taxas e adicionais. Desde que seja para pagar impostos é tudo legalíssimo!
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Banca: Chovem lucros durante a tempestade financeira

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pesquisa mede as contusões sexuais
40% das pessoas já quebraram algum objeto fazendo sexo em casa
30% das pessoas já se machucaram fazendo sexo
10% das pessoas já caíram da cama fazendo sexo
Itens mais quebrados
1. Estrado da cama
2. Copos
3. Porta-retratos
4. Cadeiras
5. Xícaras
6. Paredes (uou!)
7. Gaveteiro
8. Portas
9. Janelas
10. Vasos
Contusões que mais acontecem
1. Distensão muscular
2. Dores na coluna
3. Atrito com o carpete
4. Torcicolo
5. Bater cotovelos ou joelhos
6. Hematoma nos ombros
7. Joelho torcido
8. Pulso aberto ou torcido
9. Tornozelo torcido
10. Dedos destroncados
Lugares mais perigosos
1. Sofá
2. Escadas
3. Carro
4. Chuveiro
5. Cama
6. Cadeira
7. Mesa da cozinha
8. Jardim
9. Privada
10. Mesa de trabalho
Fonte: Super Interessante
Resumindo: Sexo na sua mesa de trabalho com a sua secretária é muito mais seguro do que sexo na cama com a sua esposa.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Eu te baptizo em nome do pai, do filho e...
Imagem gentilmente cedida por Anastácia Venenosa, mulher-a-dias na Quinta da Marinha, Bicuda, Lapa e Parque das Nações
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Charges de Alberto Montt #17



+ Dosisdiárias.com
Sigam:
+ @albertomontt"
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Os desvarios homeopatetas ou açúcar a 1700* euros o kilo
No próximo sábado, pelas 10H23, um grupo que se reuniu no Facebook, no qual, como seria expectável, me incluo, vai juntar-se no jardim do Prícipe Real numa acção de sensibilização da opinião pública sobre a homeopatia, no âmbito de uma campanha internacional. A acção vai ser uma overdose de açúcar ou antes, de «medicamentos» homeopatetas, não recomendada a diabéticos.
A resposta dos homeopatetas não se fez tardar e uma coisa que dá pelo nome AMENA - Associação Medicina Natural e Bioterapeuticas, pela pena do seu secretário geral, reagiu de forma simplesmente ... indescritível. Não contente com o chorrilho de insultos com que resolveu mimosear quem se dispôs a explicar o que de facto é a homeopatia, o dito senhor dispara uma carta para a ASAE, Presidente da Assembleia da República, Comissão Parlamentar de Saúde, Ministra da Saúde e Infarmed em que explica a sua aflição no ponto 2, que passo a transcrever (acho delicioso que quem vende, a preço de ouro, água e açúcar publicitados como medicamento diga que explicar isso mesmo é publicidade enganosa, mas a falta de vergonha na cara desta gente não me espanta):
2- Que seja publicamente desmascarada esta Publicidade Enganosa, porquanto ao utilizarem os chamados “veículos” estão a induzir em erro o publico em geral, pois estamos perante produto “neutro”.
Espero que a ASAE, o Infarmed ou alguém no ministério da Saúde aproveite o ensejo para esclarecer porque razão o senhor se apressa a esclarecer que, como é óbvio, nada nos vai acontecer porque os tais medicamentos homeopatetas que nos tentam impingir na maioria das farmácias (que lucram muito mais com a venda de açúcar que de medicamentos a sério) são 'neutros'. E, finalmente, alguém regular a venda de homeopatetices e afins, nomeadamente a nível das alegações extraordinárias sobre a virtude de banhas da cobra sortidas, obrigando-os a inscrever na embalagem que a homeopatetice é assim uma espécie de voodoo: 'neutro', isto é, absolutamente ineficaz, nas doenças do corpo, com possíveis efeitos na 'alma' dos mais crentes.
*Por exemplo, ohsosillycoccinum, propagandeado em doses massivas por tudo quanto é media nacional é vendido à módica quantia de €9,95 por embalagem de 6 «óvulos» de 1g, ou seja, 6 bolinhas de açúcar aspergidas com 10 microlitros de água sacudida, o que corresponde a vender açúcar a €1658,33 o kilo.
Ou seja, nem água há para ter memória do extracto de fígado e coração de pato diluído 200 vezes 1 para 100 ou uma diluição 1 para 10400, ou, como reza a pseudo-ciência que congeminaram mais recentemente (disclaimer: este link contém um arrazoado infeliz de termos científicos misturados pelo DJ Vibe), para formar impossíveis hidratos de gás (não sabia que o pato era gasoso) ou clatratos - que não são polímeros, não emitem radiação electromagnética, embora sejam uma possibilidade eventualmente interessante como fonte de energia renovável, gás natural ou metano que se forma por decomposição bacteriana de matéria orgânica nas profundezas do mar, a altas pressões. Dependendo da temperatura da água, só se encontram estas «gaiolas» de moléculas de água que solvatam moléculas, pequenas, de gases como o CH4 (metano) ou CO2 ou gases raros a profundidades superiores a 500 m.
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Relação desgastante
Imagem gentilmente cedida por Eva Gina dos Prazeres e Morais, Licenciada em Pulos, Cambalhotas e Jogo da Macaca
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Eu sou o PM (Rui Unas feat Claudia Semedo ou José Socrates feat Rihanna)
Rui Unas continua a marcar posição na internet com os seus espectaculares vídeos de humor em estilo paródia.
Este novo é sobre o Socrates, que de uma música famosa com a Rihanna e o Eminem deu uma bela adaptação à situação do nosso pais.
Enviado pela Marina Freitas, João Ribeiro, João Antunes, Alina, Spec e X-Pippes.
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Antidepressivo ajuda pacientes de derrame a se recuperarem melhor
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domingo, 30 de janeiro de 2011
A intervenção, pela Deolinda
Roubo descaradamente a letra ao Aventar (obrigada!):
Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
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O Que Perguntar quando se Recorre a Uma Agência de Recrutamento?
Público aqui um texto do Colega Rui Proença que deixou no Fórum Enfermagem e com o qual concordo totalmente e por isso divulgo.
Caros Colegas,
Chamo-me Rui Proença, tenho 29 anos, 8 anos de experiência e trabalho actualmente no Hospital da Luz.
Desde que aparecem anúncios de empresas de recrutamento com ofertas de emprego para diversos países, tenho-me informado, pedido informações, ido a algumas entrevistas. E acima de tudo, tenho visto vários colegas partir para diversos destinos: França, Suiça, Bélgica, Reino Unido, EUA e Dubai. E tenho as perspectivas pessoais deles.
E principalmente, tenho a experiência directa de todos eles. Sei o que vem depois das promessas das empresas de recrutamento e sei das primeiras dificuldades que se encontram.
Vários colegas regressaram. Outros conseguiram e permaneceram (a custo próprio), outros estão a começar.
Por favor, não sejam ingénuos. Sei que a nossa situação não é nada fácil. Mas não se entusiasmem desmedidamente. Nem recorram à emigração envoltos em pressa e desespero por uma vida melhor. PORQUE ISSO TIRA-VOS CAPACIDADE DE AVALIAÇÃO E CRÍTICA.
Perguntas que vocês devem fazer OBRIGATORIAMENTE:
1. De quanto tempo é o vosso contracto com a empresa de recrutamento? Como pode ser quebrado caso não gostem, ou não seja cumprido tudo o que vos prometeram? Existem contractos das empresas de recrutamento muito difíceis de quebrar. Isto é o mais importante de tudo a saber, IMEDIATAMENTE. Não assinem nada sem levarem para casa. Sem lerem tudo muito cautelosamente. A Ordem dos Enfermeiros tem um gabinete de apoio jurídico, enviem-lhes o contracto, tirem dúvidas. Não deixem espaços cinzentos de dúvidas na vossa cabeça. É um assunto demasiadamente sério. Podem não ter a liberdade de voltar ou mudar caso queiram.
2. De que tipo é o contracto que vai ser celebrado com o Hospital? Quando é assinado? De quanto tempo é o contracto? Exijam assinar o contracto com o hospital em Portugal ainda.
3. Quanto vai ser o vosso salário - valor bruto e valor limpo final. Exijam saber o valor exacto. Para saberem quanto vão descontar e quanto vão receber com exactidão. Não se esqueçam que o valor vai depender totalmente dos vossos anos de experiência.
4. Exijam contactos de pessoas que estão no país a trabalhar já, e peçam-lhes em primeira mão as informações que vocês precisam, que querem ver respondidas.
5. Exijam sempre tudo o que vos prometeram. Não deixem de reclamar sempre tudo. De andar sempre em cima de todo o processo.
6. Exijam saber datas, exijam o cumprimento dos prazos prometidos. Exijam saber a cidade que vos propõem. O hospital que vos propõem. E vão pesquisar. Se possível, vão até lá, conheçam a cidade. É como vos prometeram? Gostam?
Desconfiem sempre de tudo. Tenham uma visão crítica sempre. As empresas de recrutamento são o negócio do momento. E eles não vos estão a fazer favor algum. Eles é que vos estão a prestar um serviço. Exijam. Sejam exigentes. Críticos.
Não vos quero alarmar em demasia. Não é esse o meu objectivo. Sei que muitos muitos colegas têm emigrado e todos os dias colegas nossos decidem arriscar. E ainda bem. Existem muitos casos de sucesso. Mas existem muitos casos de insucesso também. Com as empresas de recrutamento vocês de facto chegam ao país de destino. Mas o mais importante é: encontram aquilo que vos prometeram?
Cuidado. Espírito Crítico. Exigência.
Espero ter ajudado.
Rui Proença
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