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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pensamento do dia 30/08/2010

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"As mulheres só perdoam depois de terem castigado"
Girardin, (Madame Émile)




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Enfermeiro explica enfermagem a intelectuais

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Enfermeiro explica enfermagem a intelectuais: "




Um pouco à moda de um blogue de um médico (agora de férias parece-me...) queria deixar aqui um pequeno exemplo da forma distinta mas complementar como um enfermeiro e um médico olham para uma mesma pessoa, isto apenas para ajudar a compreender um pouco os paradigmas diferentes que ambas as profissões vivem.


Para o médico:(São 8:00) O sr António tem 58 anos e iniciou dor torácica(restrosternal) tipo aperto pelas 7:00, de duração10 min após subir lanço de escadas acompanhada de tonturas. Dor aliviou espontaneamente após 10 min e agora novamente com dor pelo que recorreu à Urgência.
Eupneico
Corado e hidratado
AP e AC normal
SV: TA 200/120mmHg ; FC 90bpm; FR 20cpm; Taur:36.5ºC
Comorbilidades: HTA; DM tipo II; obesidade e hábitos tabágicos pesados (40 cigarros/dia); Doença arterial periférica
Antecedentes pessoais: cirurgia a hérnia inguinal aos 43 anos sem complicações;
Medicação habitual:a esposa é que sabe
Plano: Hemograma; função renal + enzimas hepáticas e cardíacas; ECG e rx tórax
Oxigenoterapia; DNI 5mg

Para o Enfermeiro: (são 7:55) O sr António tem 58 anos e iniciou dor na região retrosternal tipo aperto , com duração de 10 min pelas 7:00 após esforço moderado. Dado saber que poderia ser sintomatologia compatível com EAM resolveu descansar para melhorar da dor. Dado não sentir melhoras resolveu vir sozinho para o SU. A esposa vem a caminho e é esta quem gere a toma de medicação do utente. Filho de 26 anos já vive sozinho e não sabe que o pai está no Hospital.
Bom estado geral mas com IMC de 30 (1,74 cm de altura e 90 kg)
À entrada está aparentemente eupneico. Colocada oxigenoterapia a 4 L min por cânula nasal ( a prescrição era omissa quanto ao FiO2) e dado estar ansioso a máscara facial poderia ser um factor de desconforto.
Foram avaliados os SV que o médico registou dado que neste momento o enfermeiro está a colocar o utente numa posição de conforto e repouso (deitado para fazer o ECG que será posteriormente pedido).
Colocado um acesso venoso periférico 20 G no antebraço esquerdo (se eventualmente for ao serviço de Hemodinâmica o operador está colocado à direita) e colhe 3 tubos de sangue (ainda não prescritos mas que serão H+ Bq geral+ enzimas cardíacas; não colhe estudo de coagulação porque não faz anticoagulantes nem aparenta distúrbios da coagulação).
Entretanto fez-se o ECG: com supradesnivelamento nas derivações DII DIII e aVf. Dada alta probabilidade de estar a ter EAM com supra de ST, manter dor e manter HTA é inquirido médico sobre a necessidade de fazer morfina EV(que foi diluída numa concentração fácil de dosear ou seja 1mg/mL e AAS 250 mg mastigado sendo que este prescreve no exacto momento em que o enfermeiro já tem a medicação consigo.
Procura saber se a esposa já está no SU para melhor informar da terapêutica habitual do utente e como o médico irá chamar equipa de prevenção da Hemodinâmica para realização de cateterismo de Urgência o enfermeiro pede ao auxiliar para chamar esposa junto do utente para recolher valores (roupa por ex ) e uma vez junto da esposa (já com a informação do plano) informa-a e ao utente simultaneamente do procedimento e diz-lhe para comunicar ao filho o que se estava a passar(mas com calma não vá ele vir a acelerar no seu Golf) que irá acontecer uma vez que o utente está ansioso e os médicos apenas disseram que iria fazer um exame para destapar uma veia do coração por causa de estar a ter um enfarte.
Monitorizou o doente e informou restante equipa de enfermagem para se adaptarem à necessidade de ele ficar em exclusivo com este utente sem situação crítica

Não detalhando mais... O enfermeiro, em todo este processo pensou no quê?
A apresentação inicial dum utente a entrar.
Na família e forma de esta ajudar o utente e a equipa de saúde.
Procedimentos técnicos a adoptar em caso de um utente estar com dor torácica
Previu a actuação do médico (MCDT's e farmacoterapia).
Acomodação do utente de forma a minorar isquemia e preparação para MCDT's.
Reparou que o doente apresentava dificuldade na marcha devido a claudicação e providenciou ajuda do auxiliar e do próprio enfermeiro para acomodar o utente.
Complementou o médico na prescrição de atitudes terapêuticas que ficaram omissas.
Preparou o utente para tratamento posterior (intervenções por parte da Cardiologia de Intervenção).
Manteve o utente a par dos cuidados actuais a prestar e actuação da equipa de saúde.
Serviu como gestor de cuidados ao interligar técnico de cardiopneumologia, médico, auxiliares, restantes enfermeiros e família.
Apercebeu-se de que o utente estava familiarizado com sintomatologia de doença cardiovascular mas não estava a cumprir medidas não farmacológicas de redução dos factores de risco cardiovascular assim como tinha negligenciado a toma de medicação ao entregar a responsabilidade da gestão da medicação à esposa pelo que é um utente que deverá ser encaminhado para o enfermeiro de família no futuro e no futuro próximo deve ser vincado este facto à equipa de enfermagem do serviço de Cardiologia.


Provavelmente negligenciei alguns aspectos mas espero que tenha dado para perceber a coisa... Que os enfermeiros se concentram naquilo que é a forma como o utente vivencia a sua situação de doença/saúde e o modo como ele pode ser ajudado a ultrapassá-la... Um 'palavreado muito psicossocial' mas uma actuação baseada na ciência , eficiente e eficaz... Um verdadeiro gestor da saúde!
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domingo, 29 de agosto de 2010

Manifesto do SNS

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Manifesto do SNS: "

Portugal adoptou o Serviço Nacional de Saúde (SNS) como modelo de organização dos cuidados de saúde. Cobre toda a população residente, mesmo os emigrantes e estrangeiros, garante a prestação da totalidade de cuidados e nada cobra dos doentes quando estes o procuram, a não ser taxas moderadoras relativamente pequenas das quais a maioria da população está isenta. Cumpre-se o que prescreve a Constituição: o SNS é universal, geral e tendencialmente gratuito. No final dos anos setenta fomos capazes de adoptar uma solução de plena modernidade, com provas dadas no Reino Unido e Países Nórdicos. Depois de nós, italianos, espanhóis e gregos adoptaram o modelo SNS com variantes locais. No ano corrente, no final de uma longa batalha política, os EUA adoptaram um sistema universal baseado nos modelos europeus do SNS.

O nosso SNS detém um admirável registo de ganhos em saúde, em especial na área materno-infantil, com os melhores valores internacionais. O SNS é considerado uma das mais bem sucedidas conquistas da Democracia, demonstra bons níveis de satisfação para utilizadores e profissionais, garantiu o acesso universal aos cuidados de saúde, promoveu desenvolvimento, contribuiu para a economia, criou milhares de postos de trabalho com elevada qualificação e prestigiou o País nas comparações internacionais. Se outro tivesse sido o modelo adoptado em 1976, o País estaria hoje porventura menos saudável, gastando mais e sendo, certamente, mais desigual. As recentes celebrações dos trinta anos do SNS geraram elogios e manifestações de apreço em todos os quadrantes da cena política portuguesa.

O SNS é um bastião da qualidade. É a ele que se recorre nos casos mais difíceis. Existe liberdade de recurso ao sector privado, em áreas de diagnóstico e terapêutica e em outras complementares, todas, em geral de menor complexidade. O sector privado foi sempre livre de se estabelecer no internamento e nas consultas, de forma separada e sem dependência financeira do Estado. É este o entendimento constitucional da complementaridade e não o de uma suposta concorrência que o privado vem reivindicando e que se faria sempre às custas do sector público.

O SNS carece de modernização constante, tanto nas tecnologias, como na organização, como ainda na cobertura dos novos riscos. Mudanças demográficas, epidemiológicas, culturais e sociais determinam problemas de saúde que não nos preocupavam décadas atrás, como a prevalência de doentes idosos e dependentes, a sinistralidade, as tóxico-dependências, as novas infecções virais e bacterianas e as novas doenças degenerativas. A todos estes desafios tem respondido o SNS de modo eficaz, mais rápido e menos dispendioso que nos sistemas da Europa Central, de tipo convencionado. E sendo bem gerido, permitiu reformar os cuidados de saúde primários e criar unidades de saúde familiar (USF), cuidados continuados a idosos e a cidadãos com dependência (UCI), cuidados de saúde oral (através do cheque dentista), prevenção do tabagismo, rápida e eficaz assistência na emergência médica, procriação medicamente assistida, prevenção do aborto clandestino, entre muitas outras acções.

Recentes intenções de revisão constitucional propõem o abandono dos princípios da universalidade, pelo alargamento do papel do sector privado de complementar a alternativo, financiado pelo Estado, o que resultaria em cuidados a duas velocidades. E o abandono da tendencial gratuitidade, com a mudança do sistema para pagamento universal no ponto de contacto do doente com o sistema. Em vez do reconhecimento automático da gratuitidade, teríamos o sistema universal de pagamento no acto, com excepções, segundo o nível de pobreza individual. Voltaríamos ao inquérito assistencial da caridade do antigo regime, estigmatizante e gerador de compadrio e fraude.

Estas propostas são inaceitáveis. Os abaixo assinados, oriundos de diversas tendências e famílias políticas, têm dedicado boa parte da sua vida a servir os Portugueses no SNS, prestando cuidados, organizando-os e aperfeiçoando o modelo. Defendem a continuação do SNS na sua matriz universal e o seu aperfeiçoamento constante. O actual contexto político e social exige posições claras. No nosso entender o Serviço Nacional de Saúde é um Direito de Todos e um Dever do Estado Moderno e Democrático.

SIGNATÁRIOS DO MANIFESTO DO SNS:

Adalberto Campos Fernandes, Albino Aroso, Ana Jorge, António Arnaut, António Correia de Campos, António Ferreira, António Rendas, Carlos Arroz, Constantino Sakellarides, Eduardo Barroso, Fernando Regateiro, Francisco Ramos, Jorge Almeida Simões, Manuel Pizarro, Manuel Sobrinho Simões, Maria Antónia Almeida Santos, Maria Augusta Sousa, Maria de Belém , Maria do Céu Machado, Mário Jorge, Orlando Monteiro, Pereira Miguel .



Eu subscrevo.


[Fonte: Saude SA (link)]

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8 Ways to Ensure Human Survival

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8 Ways to Ensure Human Survival: "

Recently, renowned physicist Stephen Hawking announced that if humans didn’t want to face extinction, our only option is to abandon planet Earth. In addition to the threats most species face, we humans also have the capability to destroy ourselves and/or our planet with thermonuclear weapons. Nuclear devastation tops a long list of ways for us to go out, including asteroid impacts, solar storms, disease outbreaks, etc. Here’s a fun fact: Over 99% of all species that have ever existed on our planet have gone extinct. Still, assuming Earth someday becomes inhospitable due to some catastrophe, here are 8 ways for us to avoid extinction.



8
Fix the Planet



Svalbard Seed Bank2


In the event of widespread devastation such as a nuclear holocaust, asteroid impact or some other large-scale environmental disaster, one way humans could survive would be to simply rebuild. For shelter, humans would most likely be forced to settle in places either untouched or the least damaged by the disaster. Securing food and water may not prove as difficult as expected. There are many techniques for purifying, distilling, and ensuring water is safe to use. The short-term solution to food would be to forage. Nuclear fallout can be washed off sealed food, fruits and vegetables, etc. with minimal risk of danger. Long term solutions could include reintroducing destroyed species into nature. The Svalbard Global Seed Vault in Norway is home to over 250 million seeds, with a total capacity of more than 2 billion. Underneath a cooling layer of permafrost, it is located inside a mountain near the North Pole, 400 feet above sea level and far away from tectonic plates. If the food chain were ever disrupted, genebanks like Svalbard would be crucial to our survival.



7
Forced Evolution



Nickkimgeneticengineeringcartoon


If the food chain were disrupted by plague, or a deadly pandemic were spreading among humans, an option to fight back might be genetic manipulation. Scientists have already figured out how to force evolution of a virus to manipulate it’s behavior and reproduction, and they also know how to manipulate and replace genes in humans. Certain harmless viruses can be forcibly evolved to bypass our immune systems, making them perfect delivery systems for drugs that target specific cells. Genetic engineering and gene therapy in humans could potentially prevent future generations from contracting diseases and also to help the living by swapping out bad genes for good ones – a technique called somatic cell gene therapy.



6
Live Underground



Depth Scraper 0


In the early 1930s, plans were drawn up for a 35-story “depth scraper,” to be built underground in an enormous excavation. This was proposed as an engineering solution to survive earthquakes in Japan. The idea was never realized, but extended human habitation underground has long been a popular idea. If the surface of the earth was somehow rendered inhospitable to humans, through nuclear or solar radiation, a nuclear winter or impact winter, etc., living underground may be a solution to survival. The obvious problems are lack of sunlight, ventilation, and food and water, but as we’ve recently heard from the trapped miners in Chile, the psychological issues associated with being stuck underground are immense, and maintaining mental health is equally as important as maintaining physical health. Farming underground utilizing skylights may be possible, but recycling and efficient energy use would be paramount. Ultimately, living underground would most likely be a temporary fix until a return to the surface (or one of the last four list items) is possible.



5
Colonize the Ocean



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One solution to the problem of overpopulation and mass overconsumption of resources would be for humans to colonize the ocean. A technology called Ocean thermal energy conversion (OTEC) uses the temperature differences between shallow and deep water to run an engine, which would provide an easily obtained renewable energy source. Solar and wave power could also be easily obtained at sea. OTEC technology can also be used to provide fresh water which could support large scale hydroponic farming. Extended human habitation would require underwater, partially submerged, or floating cities. Megastructures like the Shimizu Mega-City Pyramid have been suggested, but due to the immense weight issues involved, would require technology that is currently unavailable.












4
Space Stations



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If our planet is somehow damaged beyond repair or becomes too saturated with people, we may have no choice but to leave. The first step away from Earth would most likely be large space habitats. Space habitats have been a popular recurring theme in science fiction, with many of them resembling the Stanford Torus idea. This is comprised of an enormous rotating donut shaped ring (torus) which would simulate gravity on the interior by using centrifugal force. The interior of the torus would be large enough to simulate a natural environment, resembling a long valley that curved up at the ends until meeting overhead and forming a complete circle. Energy would primarily come from solar power, and building resources could be mined from asteroids or nearby moons and planets. In addition to providing habitation away from Earth, having multiple and separate space habitats would ensure the survival of our species even if one population is destroyed.



3
Satellite Outposts



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Another option when leaving our planet would be to colonize satellites like moons or asteroids. Satellite outposts would most likely be specific to the resources available on the satellite. Almost all known elements can be found in stable forms on asteroids or comets. Satellites that are rich in specific elements or minerals could be mined for their materials and easily transported due to the lack of strong gravity. Large amounts of frozen water and carbon-bearing compounds have been detected on moons orbiting Saturn, Uranus, and Neptune. One of Jupiter’s moons, Ganymede, even has a magnetosphere which would reduce solar radiation at the surface. Outposts on satellites, while being crucial for getting building materials and/or fuel, would likely not be permanent human settlements, as there would be no reason to remain once the resources have been consumed.



2
Planet Outposts



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Once humans are in space, outposts and colonies on other planets would be the next step in expanding away from Earth. These settlements would be of a more permanent nature because of the more abundant resources available for extraction on planets, and because of the large amounts of energy needed to leave the atmosphere once on the surface. Habitats on planets like Mars and Venus would have to be underground or enclosed due to the inhospitable conditions on the planet. Because of the extreme temperature and air pressure differences, methods to support life would be similar to that of underground or space habitats. There have also been less practical ideas on how to populate the larger gas giant planets. One method even involves suspending floating cities from giant balloons in the upper atmospheres.



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Planet Terraforming



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The last, and by far the most ambitious item on the list, is to deliberately make an inhospitable planet suitable for humans to live normally as they do on Earth. This process, called terraforming, is well beyond our current realm of technology and capability, but could possibly be a viable option in the distant future. The first step would be to release greenhouse gases into the atmosphere of the planet, trapping the Sun’s heat and raising surface temperatures. In the case of terraforming Mars, raising surface temperatures would be needed in order to vaporize the polar ice caps. This would, in turn, release carbon dioxide into the atmosphere, further warming the planet. Ice would melt, raising atmospheric pressure and providing the much-needed water. The final (and by far the most time consuming) stage would be to plant trees that use carbon dioxide and produce oxygen, making the air breathable.





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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Luto: Enfermeiros já têm nova carreira aprovada! ... e criam petição contra essa aprovação!

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Luto: Enfermeiros já têm nova carreira aprovada! ... e criam petição contra essa aprovação!: "
'Sindicatos e Bastonária dos Enfermeiros criticam diploma' link


'O Decreto-Lei da carreira especial de Enfermagem, aprovado ontem em Conselho de Ministros, mereceu as críticas do sindicato e da bastonária da Ordem dos Enfermeiros, por não reconhecer na 'plenitude' o valor dos cuidados de enfermagem para os cuidados de saúde.

'De acordo com aquilo que temos conhecimento decorrente das negociações dos sindicatos com os ministérios da Saúde e das Finanças para que se fosse alcançado uma base, no que respeita à aplicação de novas regras à carreira especial de Enfermagem, não foi reconhecido na plenitude o valor sócio-económico dos cuidados de Enfermagem, que se repercutem inevitavelmente naquilo que é o reconhecimento remuneratório da Enfermagem', sustentou a Bastonária Maria Augusta Sousa'.


Foi requerida ao Presidente da República uma audiência urgente no sentido de não promulgar o respectivo Decreto-Lei. Por iniciativa do Sindicato dos Enfermeiros, como forma de conferir força ao pedido, iniciou-se uma petição onde todos devem participar no sentido de exprimir o nosso desagrado. Por favor, assinar aqui.
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Petição pelo futuro da Carreira de Enfermagem

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Petição pelo futuro da Carreira de Enfermagem: "

Normalmente não sou muito de petições mas dada a entidade promotora (o SE, antigo SEN) ser de uma credibilidade insuspeita e use estes artíficios em casos extremos julgo ser pertinente a sua divulgação.


'É chegado o momento de manifestarem o vosso repudio relativamente à decisão unilateral aprovada hoje em Conselho de Ministros, referente ao Decreto-Lei que estabelece o número de posições remuneratórias das categorias da Carreira Especial de Enfermagem.







Este Decreto-Lei identifica os respectivos níveis da Tabela Remuneratória única e procede à primeira alteração aos Decretos-Lei Nº 247/2009 e 248/2009, de 22 de Setembro.






Solicita-se com urgência que participem na petição on-line lançada por nós com vista a reforçar o pedido de audiência hoje efectuado a sua Excelência, o Presidente da República, para que o mesmo não promulgue o referido Decreto.'



Em causa está o presente e o futuro da profissão de Enfermagem, da qual nos devemos orgulhar e que é o motivo da nossa união! Eu já assinei.

Calados é que não podemos estar!

Assinem aqui
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Fazer Sexo Estimula a Inteligência

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Fazer Sexo Estimula a Inteligência: "Segundo uma pesquisa inédita de Princeton, publicada no jornal científico PLoS ONE, fazer sexo pode aumentar significativamente a quantidade de células cerebrais, deixando, assim, as pessoas mais inteligentes. Como se fosse preciso mais uma razão para fazer sexo!"
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Worms Reloaded – Jogo PC

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Worms Reloaded – Jogo PC: "

As minhocas estão de volta após alguns anos ausentes!!! O novo jogo Worms em grande estilo!! Vejam o trailer na página de download…


Dez anos depois de Worms: Armageddon e o caos cheio de comédia das minhocas continua em Worms: Reloaded, uma edição totalmente nova disponível para PC através do Steam.


Worms: Reloaded permite até quatro jogadores online e off-line, suporte de voz, uma série de loucas novas armas (e o regresso de algumas armas que foram autênticos ícones do passado), realizações de líderes, todos os temas da paisagem de alta definição, uma série de fortes para o modo de “Fort” e novo editor de cenário, novos modos de jogo, chapéus, e muitas outras coisas…


Configuração Mínima:

OS: Windows XP, Vista, 7

Processor: 1.25GHz AMD Athlon or Intel equivalent

Memory: 1GB

Graphics: 128MB Video Card (GeForce4 or equivalent card)

DirectX®: DirectX® 9 or above

Hard Drive: 2063MB

Sound: DirectX® 9.0c-compliant sound card

Other Requirements: Internet connection required


NFO: Clique neste link para visualizar



Instalação:

1. Ver notas no NFO.


LINK NA WEB: Download







Trailer:


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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Portaria n.º 801/2010... rectificada!

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Portaria n.º 801/2010... rectificada!: "

A Portaria n.º801/2010 (que visa estabelecer os requisitos mínimos relativos à organização e funcionamento, recursos humanos e instalações técnicas das unidades privadas de serviços de saúde onde se exerça a prática de Enfermagem) que condicionava de forma intolerável a prática autónoma do exercício da Enfermagem (ler post anterior), será rectificada brevemente. A garantia foi dada pelo Ministério da Saúde, fruto do pressing imediato dos Enfermeiros! Quais? Não se pode dizer tudo... ainda.

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10 coisas que as mulheres deveriam parar de fazer

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10 coisas que as mulheres deveriam parar de fazer: "

Parar de pegar no pé do namorado/marido: Essa é uma dica importantíssima, se você é uma daquelas mulheres grudentas e ciumentas aqui vai uma dica: Homem ODEIA isso! Vai por mim, se o cara quer te trair ele vai te trair de qualquer jeito, não vai ser proibindo ele de ir tomar umas cervejas com os amigos que você vai evitar os chifres.

Parar de fazer drama: Tudo bem, um charminho até se releva, mas ficar se fazendo de “like a virgin” o tempo todo não dá, se você quer uma coisa ou alguém vá em frente, não fique se fazendo de santinha pois todos sabem que essas são as piores, sem falar que isso é chato pra caramba.

Parar de ser intrometida: Se vamos sair com os amigos pra beber e jogar conversa fora e você for convidada, caia na real, o covite foi por educação. Não te queremos lá, queremos aproveitar um tempo sem você, e isso não é nenhum crime, aproveite você também um tempo sem a gente.

Parar de fazer perguntas idiotas: Sabe aquelas perguntas que só mulher faz, tipo: “ai amor, eu to gorda?”, “amor, qual vestido você acha mais bonito?” ou ainda “Meu cabelo fica bom assim?”. Caia na real e pare com essas perguntas bestas, pergunte isso para suas amigas pois elas sim responderão o que você quer realmente ouvir. Homens são sinceros, não sabem mentir e não estão nem ai pra roupa que você vai vestir, estamos mais interessados em quando você vai tira-la.

Parar de bancar a super sensível: Homem não gosta de mulher que se faz de coitadinha, frágil e indefesa, eles querem saber daqueles mulherões que são bem resolvidas e que não tem medo de tomarem a iniciativa.

Parar de falso pudor: Tem coisa mais chata que mulher cheia de não me toques, que não faz isso ou aquilo porque é feio, ou pensando no que as outras pessoas dirão? “Dama na sala e puta na cama” esse ditado é velho mas é válido, homem não sente tesão por mulheres “pudorentas”, mas cuidado para não ser vulgar demais pois isso também não é legal.

Parar de achar que homem só serve pra abrir lata de pepino: Ah fala sério, você não pensa realmente assim. só existem dois motivos pra você pensar dessa forma : você está solteira e tentando se convencer que o melhor é ficar sozinha ou seu marido é broxa.

Parar de fingir ser algo que você não é: Pare de fingir que você curte tal música, ou que você gosta de tal filme apenas para agradar alguém, tenha personalidade e seja você mesma, não é porque a moda agora é se vestir como um arco-íris e agir como retardados sentimentais que você precisa ser assim.

Parar de falar mal das mulheres bonitas da revista: Sim, elas até podem usar photoshop e truques de maquiagem, mas pare de menosprezar-las, elas são linda e gostosas e a maioria das mulheres gostariam de ser assim, pare de retrucar e sentir ciúmes e seja mais alto-confiante.

Parar com essa história de que homem é tudo igual: Se fosse realmente assim mulher não escolhia tanto. Não somos todos iguais, não é porque seu último namorado te traiu que nenhum outro homem presta (quer dizer, até é…) e também não é porque o namorado da sua amiga é romântico que o seu também será.

Via: Ponto D
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Descoberto sistema solar com sete planetas

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Descoberto sistema solar com sete planetas: "Há dois portugueses na equipa que fez a descoberta. O grupo planetário está a 127 anos-luz da Terra e é o primeiro que se assemelha ao nosso sistema solar



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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Enfermeiros dependem de médicos para o seu exercício profissional?

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Enfermeiros dependem de médicos para o seu exercício profissional?: "No Gravatar

O Ministério da Saúde estabeleceu os requisitos mínimos para o funcionamento dos centros de enfermagem para “assegurar a qualidade dos serviços prestados no sector privado”, segundo uma portaria publicada hoje em Diário da República, que entra em vigor nesta terça feira.


Entre outras coisas “Ao pessoal de enfermagem dos centros de enfermagem é vedado fazer tratamentos sem prescrição médica, ressalvando-se os casos com fundamentação de urgência”, refere a portaria.


Deixamos aqui publicada o email de alerta do Enfermeiro Pedro Silva, que desde já agradecemos e subscrevemos :


Caros Colegas e amigos,


Fui alertado para o ponto 2 do artigo 11 da Portaria 801/2010 de 23 de Agosto, do Ministério da Saúde. Clicar http://dre.pt/pdf1sdip/2010/08/16300/0367503678.pdf


2 — Ao pessoal de enfermagem dos centros de enfermagem é vedado fazer tratamentos sem prescrição médica, ressalvando -se os casos com fundamentação de urgência, de acordo com o REPE, o Estatuto da Ordem dos Enfermeiros e as orientações profissionais dessa organização.


Pergunto se faz sentido tolerar semelhante atropelo à nossa autonomia profissional e estado da arte em diversas áreas onde hoje os enfermeiros asseguram de forma autónoma e com ganhos em saúde comprovados a partir daquilo que é a sua tomada de decisão sobre diversos tratamentos.


O dito parágrafo vem na linha do manual de procedimentos da ACSS, ou seja, numa lógica médico-cêntrica do sistema de saúde, que coloca o médico no lugar de coordenador dos cuidados prestados pelas demais profissões, inclusive aquelas que cuja regulação foi devolvida pelo Estado aos seus membros.


Assim, antevejo os seguintes problemas para o cumprimento da regulamentação publicada na dita portaria:


1 – A palavra “tratamento” é vaga para descrever as actividades interdependentes dos enfermeiros. Conforme está redigido parece que qualquer tratamento é um acto médico, facto que não se encontra consagrada em nenhuma lei do nosso país. A própria portaria atenta contra a autonomia consagrada no REPE, no Código Deontológico e nas Competências dos Enfermeiros de Cuidados Gerais.


2 – Confusão sobre uma quantidade de intervenções autónomas de enfermeiros especialistas em áreas de prática avançada, por exemplo, de reabilitação, materna e obstétrica. O conteúdo funcional destes profissionais abrange áreas de cuidado que podem ser enquadradas como tratamentos, pois visam a recuperação física e psicológica de utentes.


3 – Dificuldade de acesso aos cuidados por parte de utentes que necessitem de iniciar ou manter tratamentos a feridas agudas e crónicas. Eles serão obrigados a ter uma consulta médica para obter uma guia de tratamento, normalmente passada por um clínico geral que possui menos conhecimentos que os enfermeiros nesta matéria? Basta ter em conta que hoje em dia são os enfermeiros quem mais têm investido nesta área, em termos de formação, investigação e experiência na prestação.


4 – Dificuldade de acesso dos utentes a tratamentos e técnicas alternativas e complementares de relaxamento e controlo da dor crónica, toxicodependência, entre outros.


5 – Impossibilidade dos utentes gozarem de comparticipação estatal numa serie de cuidados que hoje em dia são do âmbito do exercício profissional dos enfermeiros, pois quase tudo é contemplado como acto sujeito à prescrição médica. Consegue-se desta forma retirar (de forma supostamente legal) do mercado o maior grupo profissional da saúde.


6 – Por último é curiosa a essência da limitação imposta aos enfermeiros. Ou seja, são vedados de efectuarem cuidados (“tratamentos”) programados, mas que em caso de urgência têm reconhecida a competência para os prestar conforme “o REPE, o Estatuto da Ordem dos Enfermeiros e as orientações profissionais dessa organização”. Fica provado que se trata de enquadrar a profissão de enfermagem tendo como ponto de partida, não o interesse e livre escolha do cliente/utente, mas o interesse no monopólio corporativo de alguns grupos no mercado da saúde.


Os enfermeiros têm direito ao exercício liberal na plenitude do seu mandato social, âmbito de actuação enquadrado nos referenciais da profissão, seu desenvolvimento e responsabilidade profissional. Nesta altura é nunca é demais frisar que em Portugal (desde 1988) que o exercício profissional da enfermagem implica uma formação em estabelecimento de ensino superior. Desde 1999 essa formação é uma licenciatura de 4 anos. Desde 1998 a Enfermagem é uma profissão auto-regulada, tendo o nível III (máximo) de complexidade funcional.



Segundo esta política
a Enfermagem não é para ser praticada por enfermeiros, mas antes por farmacêuticos, por médicos, por bombeiros, por fisioterapeutas e até por professores de educação física.



Espero que os enfermeiros se organizem e em conjunto com as organizações que os representam e regulam denunciem publicamente esta política de sequestro do nosso campo de actuação, e da tentativa de esquemas de monopólio médico com o consequente aprisionamento e atrofia do mercado interno da saúde. O Ministério da Saúde tem de deixar de servir interesses corporativos próximos dos detentores dos cargos de decisão e colocar-se ao serviço do desígnio da constituição portuguesa em assegurar o direito ao acesso à saúde.



Os Enfermeiros já estamos fartos de brincadeiras de mau gosto…


Cumprimentos, Enf. Pedro Silva


membro nº 32963


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Reunião de 17 de Agosto Sindicatos e MS

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Reunião de 17 de Agosto Sindicatos e MS: "
1 – Aos dias 17 de Agosto de 2010 o Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem – SIPE e Sindicato dos Enfermeiros – SE (FENSE) reuniram com o Gabinete do Ministério da Saúde para análise e correcção de actas envolventes do processo negocial do qual consta grelha remuneratória e transições dos Enfermeiros para a nova Carreira de Enfermagem.

2 – Nessas actas realçamos o conteúdo das nossas propostas bem como o equilíbrio das mesmas.

3 – Merece destaque, por importante, a análise de actas referentes a reuniões realizadas aos dias 14 de Junho de 2010 e 1 de Julho de 2010 que, para além de outros motivos, demonstram que:
3.1 – A proposta de princípios apresentada pelo Governo, da qual faz parte a tabela remuneratória e transições, viola frontalmente o acordo assinado entre todos os Sindicatos de Enfermagem e Ministério da Saúde aos dias 31 de Agosto de 2009, onde se diz claramente que o próximo diploma a negociar é, tão só, o da tabela remuneratória e transições.
3.2 – A proposta remuneratória apresentada pelo actual Governo piorou, em relação á proposta do Governo anterior.

4 – Concluída a análise das actas referidas e introduzidas alterações de conteúdos menos convergentes com a verdade dos factos, ou seja, imposição unilateral do Governo quanto a grelha salarial e transições, posição por nós liminarmente rejeitada, em defesa de princípios inquestionáveis dos Enfermeiros e, acima destes, da dignificação da profissão de Enfermagem

5 – A nossa posição fundamenta-se num conjunto de anexos que reflectem o laborioso cuidado negocial que pusemos na matéria que vai fazer parte da referida acta, onde constam as propostas apresentadas e defendidas pelos Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem SIPE e Sindicato dos Enfermeiros - SE (FENSE), por serem as únicas coerentes e relativamente justas no conjunto das remunerações dos trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde, de acordo com a formação académica destes.

6 – É evidente o desinteresse do Ministério da Saúde na concretização de negociações em falta e indispensáveis para a viabilização da nova Carreira de Enfermagem.

7 – Face ao descrito comportamento do Governo, impõe-se a estas estruturas Sindicais SIPE, e SE reanalisarem, em profundidade, as causas e consequências que vão servir de base para um processo de luta adequado e inquestionável cujas fases e datas estão dependentes do amadurecimento e consciencialização dos Enfermeiros em função do tratamento que o Governo persiste em impor, exagerando nos cortes sem qualquer razão e critérios justificáveis.

Cá se fazem cá se pagam.

Sindicato Independente Profissionais de Enfermagem – SIPE / Sindicato dos Enfermeiros – SE
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