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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

HAJA SABEDORIA!!!

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Futebol:

"Estávamos à beira do precipício ... felizmente demos um passo em frente ..." (Paz á vossa alma)

"O Deco é invendável, inegociável e imprestável!" dontgetit

"Haja o que hajar, o Porto vai ser Campeão!" thumbsup

"Eu disconcordo com o que você disse ..." (Uniao entre prefixo DIS...e o resto voces ja sabem...)

"Eu peguei a bola no meio do campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pró gol." (Fondo?!!!!!!!)

"A bola ia indo indo, indo ... e iú!" ph34r

"Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola ..." (pergunto-me como será que o gajo respira??)

"Em Portugal, que há de bom?! Lá a gente recebe semanalmente, de 15 em 15 dias ..." (Ora pois!!)

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe!" (E o cheiro que exalas!!!)

"O difícil, como vocês sabem, não é fácil ..." (Quem fala assim nao é gago!!!)

"O Maior General da França é o General Electric" ( E tem preços muito em conta!!!)

Médicos:

" Ela contraiu a doença na época em que ainda estava viva." hmm

"Esta nova terapia traz esperanças a todos aqueles que morrem de cancro a cada ano." wallbash

"Os antigos prisioneiros terão a alegria de se reencontrar para lembrar os anos de sofrimento." (Deve ser deve)

Políticos

Presidente de uma Junta de Freguesia:
"Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério, para satisfação dos habitantes." (Um defunto no banho crazy)

Autoridades
Relatório de um perito de um Banco:
"Visitamos um açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio". sleep

Avaliação feita por um oficial de justiça:
"um crucifixo, em madeira, estilo country - colonial, marca INRI® huh- sem número de série".
"À chegada da Polícia, o cadáver encontrava-se rigorosamente imóvel." (Pudera!!!)
"A policia e a justiça são as duas mãos do mesmo braço." (Imaginem la se fosse maneta???)
"As circunstâncias da morte do chefe do departamento de iluminação permanecem rigorosamente obscuras." wacko
"A polícia encontrou no esgoto um tronco que provém, seguramente, de um corpo cortado em pedaços. E tudo indica que este tronco faça parte das pernas encontradas na semana passada."


Comunicação Social
"Os sete artistas compõem um trio de talento." (1,2,3,4,5,6,7... confused2)
" A conferência sobre a prisão de ventre foi seguida de um farto almoço." confused
"O acidente provocou uma forte comoção em toda a região, onde o veículo era bem conhecido." down
"O aumento do desemprego foi de 0% o mês passado." (Boas noticias lmfao)
"Ferido no joelho, ele perdeu a cabeça." confused2
"O acidente fez um total de um morto e três desaparecidos. Teme-se que não haja vitimas." (Perdi-me w00t2)
"O acidente foi no tristemente célebre Rectângulo das Bermudas." wallbash
"Quatro hectares de trigo foram queimados. Em principio trata-se de um incêndio." (em principio... boff)
"Os nossos leitores nos desculparão por este erro indesculpável." (Tas desculpado)
"Um surdo-mudo foi morto por um mal entendido." Dry
"A vitima foi estrangulada a golpes de facão." wacko
"Há muitos redactores que, para quem veio do nada, são muito fieis às suas origens."
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HPP ou SNS Premium?

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A CGD presta serviços de enorme valia para o país. Também por ser uma instituição financeira sustentável, com provas dadas e futuro assegurado, poucos querem que saia da esfera do Estado.

Sucede que enquanto instituição financeira do Estado, tem também seguros e mesmo hospitais.

A CGD é do Estado. Os Hospitais são da CGD, mas nem por isso são públicos. Aliás, para evitar confusões legítimas, chamaram-lhes Hospitais Privados de Portugal (HPP).

Hoje, naquela que já foi apelidada a "Avenida dos Hospitais", temos três grandes unidades de saúde. Uma do BES, outra da CGD/HPP/Estado e uma outra, do velhinho Serviço Nacional de Saúde (SNS/Estado), o Hospital de Santa Maria (HSM).

Nessa imensa avenida, com grandes hospitais separados por poucas centenas de metros, o Estado só não ganha, directamente, com um deles.

Contra as esperas intermináveis para consultas e cirurgias dos utentes do SNS há um outro hospital, ali ao lado, que lhes diz: "nós gostamos de si".

Caído no encantamento da menina com a flor-de-lis que faz a campanha da HPP, o paciente terá despendido avultada verba no SNS, pelos seus impostos, e acrescidamente, na HPP. O dono de ambos é o mesmo: o Estado.

O accionista Estado continua a abrir "Hospitais Privados de Portugal" um pouco por todo o país, colocando a administrá-los antigos Ministros da Saúde que tão bem cuidaram do SNS.

O accionista Estado vive uma contradição cruel. Nem abre a CGD aos privados, nem a HPP abre aos utentes do SNS.

O Estado goza desta frutífera ambivalência, numa hipocrisia reinante. Sempre que se fala num "serviço público de saúde" ouvem-se gritos de alerta "Querem privatizar o SNS".

O Estado há muito que ultrapassou esse complexo e começou, ele próprio, a abrir Hospitais Privados que se alimentam, justamente, das insuficiências do velhinho SNS.

A perversão do sistema assumirá outros contornos quando o accionista Estado tentar perceber se ganha mais tendo um SNS fraco e uma HPP com muitos clientes desesperados ou com uma HPP fraca por falta de clientes e um SNS com utentes satisfeitos.


in: www.31daarmada.blogs.sapo.pt

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no 31 da armada !!!

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Graçolas de oportunidade

Sobre o assalto ao BCP de Odivelas o leitor Pedro Tavares fez o seguinte comentário:

- são estrangeiros, estão cá há pouco tempo, enfim... todo o português minimamente informado sabe que o millenium bcp já foi roubado pela anterior administração.


Outras exigências dos reféns de campolide

Dizem-me que um dos pedidos feitos pelos reféns na agência do BES é um iPod.

A exigência deve prender-se com a falta de soluções que os clientes têm para ocupar o tempo enquanto os assaltos decorrem. Deve ser muito difícil ocupar o tempo quando se é refém.

O Millennium BCP, pelo menos, tem televisão e canal próprio.


Boa educação

Todo o drama vivido em Campolide podia ter sido evitado caso os GOE fossem uns rapazes mais educados. Aposto como os polícias, em todo o processo, nunca pediram "se faz favor". Tipo "larguem as armas, se faz favor".


os polícias escolhem sempre o caminho mais fácil

Primeiro o caso de campolide agora Loures. A nossa esquerda tem razão. Os polícias não deviam andar armados. Deviam tentar manter a lei e a ordem chamando à razão pessoas que entram com pistolas em bancos e levam crianças para assaltos.

Coisas realmente importantes

A SIC informa que "apenas um dia depois do assalto ao BES, o vidro partido já está substituído"



coisinhas boas por email

Em marrocos, quanto valeria a sua mulher? Faça as contas aqui: http://camels.evilsun.org/


http://31daarmada.blogs.sapo.pt/

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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pensamento do dia 12/08/08

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"O mundo é o que fazemos dele!"
(se não tiver autor conhecido fico eu com este pensamento - rir)
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sábado, 9 de agosto de 2008

Paralização total de enfermagem‏ (via e-mail)

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"Caros Colegas Enfermeiros,

Há longa data, repetidamente reciclada, estamos todos à espera que a enfermagem tenha finalmente uma carreira digna dos profissionais de louvor a que diz respeito. Porém, há vários anos que isso nos é prometido e há outros tantos que tal é adiado. E, ao longo destes anos, enquanto este impasse se não resolve, todos vimos carreiras congeladas. Para além de já ganharmos mal relativamente ao trabalho que desenvolvemos, aos riscos que a nossa profissão acarreta e ás qualificações que possuímos, há vários anos que não há subida para ninguém! Nem sequer a licenciatura que todos foram obrigados a fazer nos serviu de nada! Dinheiro e tempo gasto na escola, para na prática se passar a receber mais 0 Euros! Fala-se actualmente que até Setembro a nova carreira de enfermagem terá que estar definida, mas sinceramente ninguém já acredita em nada. E mesmo que até Setembro seja definida uma nova carreira de enfermagem, acreditem meus amigos que será muito má, pois segundo as fontes que tenho a contraproposta apresentada pelo governo irá arruinar por completo a Enfermagem, e como sempre haverá alguém “que diz defender a classe de Enfermagem” que irá mais uma vez concordar com o governo e estará pronto a assinar a nossa “sentença de morte”.
Todavia colegas perguntam vocês: “Mas afinal de quem é a culpa de toda esta fraude que todos temos vivido na última década?”.
Para essa pergunta a resposta é facílima e eu próprio a tenho: “A CULPA é de todos nós caros colegas”! A culpa é nossa pois temo-nos deixado manipular como autênticos fantoches, temos sido vandalizados consentidamente, temos caído em todas as armadilhas e ciladas que nos têm sido montadas quer pelos sucessivos governos, quer por alguns membros de alguns Sindicatos e da Ordem dos Enfermeiros que apenas representam as respectivas fundações para beneficio próprio mesmo que para isso tenham que sacrificar toda uma profissão e toda uma classe de Enfermagem! E o que é que nós temos feito perante esta situação caros colegas? Temos ficado impávidos e serenos na esperança que um dia de manhã acordemos e todos os problemas da enfermagem tenham sido resolvidos!
Com muita pena minha, lamento dar-vos a triste noticia mas essa suposta manhã não vai chegar nunca, pois como todos já devem ter reparado, a cada dia que passa a enfermagem está cada vez mais no fundo do poço, estando a atingir um fundo tão longínquo que daqui a um pequeno nada, não existe corda nenhuma que a volte a agarrar e a trazer á tona da água.
Parem todos 1 minuto para pensar:
o O crescendo de escolas e vagas não parou desde o momento em que foi criada a licenciatura em Enfermagem, em 1999;
o Por ano saem das escolas de Enfermagem cerca de três mil licenciados em Enfermagem;
o Neste momento existem em Portugal cerca de três mil enfermeiros desempregados a trabalhar em lavandarias, caixas de supermercados e na construção civil, e daqueles que estão empregados muitos deles sujeitam-se a receber cerca de 500 euros mensais.
o Actualmente as escolas portuguesas de Enfermagem têm Quinze mil alunos em formação e o número de vagas de ingresso no curso continua a aumentar!
Pensem agora o que será da enfermagem daqui a uns meros cinco anos. Haverá nessa altura cerca de 15 mil enfermeiros no desemprego. E calculo que todos consigam imaginar que uma profissão com quinze mil desempregados fique automaticamente sem poder reivindicativo nenhum, pois tudo no mercado se baseia na lei da oferta e da procura. Penso também que consigam imaginar, e isto também para aqueles que já estão em topo de carreira que o seu preço hora poderá vir a baixar e poderão vir a ter que trabalhar mais e a receber bem mas bem menos. É o que acontece com as uvas na altura das vindimas que são vendidas a uma terça parte do preço do que nas restantes épocas do ano pela grande dificuldade em dar escoamento a este produto na altura da sua colheita. Portanto não pensem que isto é um problema apenas dos mais novos pois esta crise irá ser vivida por todos os profissionais de enfermagem caso não seja travada atempadamente, e atempadamente será AGORA. Mas afinal o que tem feito a nossa Ordem perante esta situação que todos conseguimos enxergar? Continua a dizer que faltam cerca de trinta mil enfermeiros em Portugal! O que têm feito os sindicatos? Distribuir papeis que publicitem trabalho do sindicato mas na prática não têm feito mais que receber as quotas mensais dos seus associados! Mas pior do que isso, o que temos feito todos nós estimados colegas? NADA, absolutamente nada! Temos todos sido uma verdadeira cambada de preguiçosos e comodistas! Enquanto conjunto e força não temos lutado rigorosamente nada pelos nossos direitos e pela nossa carreira, e isso é vergonhoso!


È por isso meus amigos que hoje vos escrevo este e-mail na esperança que todos levantem os braços e ponham mãos à obra! Recordem todos o que ainda o ano passado os nossos colegas finlandeses conseguiram graças à união:” Dezasseis mil enfermeiros finlandeses uniram-se e ameaçaram o governo com uma demissão em massa, caso não lhes fosse conferido um aumento de ordenado de 24%. O sistema de saúde finlandês ficou assim em risco de parar completamente. Perante isto o que pôde fazer o governo? Antes de terminar o prazo imposto pelos enfermeiros foi obrigado a ceder ás exigências impostas pela classe de enfermagem do referido país pois caso contrário o sistema de saúde entraria em rotura total.
Da mesma forma recordo-vos também o caos que ainda o mês passado o país viveu graças à pequena greve de três dias dos camionistas! Não sei se todos estiveram nas filas intermináveis de carros juntos das gasolineiras para meterem os derradeiros litros de gasolina, depois de terem passado por algumas já fechadas por terem esgotado os combustíveis, todos devem ter reparado na corrida aos supermercados para comprar os últimos produtos das prateleiras quase vazias e da ruptura de stocks de todos os Hipers que para não alarmarem o país não deixaram os jornalistas filmar o seu interior completamente desfalcado.

Agora pensem no caos que se geraria em Portugal se todos os enfermeiros se unissem uma vez na vida e fizessem uma paralisação total. Estão todos a imaginar os serviços de urgência a rebentar pelas costuras e a prestarem apenas os cuidados mínimos emergentes? Estão a ver os blocos operatórios todos a operarem apenas as emergências apesar das intermináveis listas de espera? Estão a ver os serviços de internamento completamente atulhados, a cheirarem nauseabundamente sem poderem admitir mais doentes os quais ficariam retidos nas urgências que por sua vez ficariam imediatamente sem macas e sem espaço para mais ninguém até ao ponto que já ninguém conseguiria passar as portas da admissão para dentro? E já pensaram no protesto que a população civil faria perante o governo? O serviço Nacional de saúde entraria imediatamente em rotura, entraríamos imediatamente numa situação insuportável e incontornável, restando ao governo uma única solução, ceder a todas as exigências feitas pela Classe de Enfermagem.
Penso que agora está claro para todos que se quisermos sair da “arrastadeira onde nos meteram e nos defecaram em cima” só haverá uma forma: Uma Aliança entre todos os enfermeiros fazendo uma GREVE POR TEMPO INDETERMINADO até o governo ceder à proposta que lhe for apresentada pela supracitada classe. Mas uma carreira decente para todos nós caros colegas. Eu tenho uma delineada que vos darei a conhecer futuramente caso estejam interessados em lutar ao meu lado. Uma carreira que mesmo aqueles que á partida não poderiam subir mais nada pela antiga carreira ainda poderão subir e ganhar mais uns bons belos euros, os quais por sua vez irão ter um grande impacto quando os colegas forem aposentados.

Uma única vez na vida vamos todos remar para o mesmo lado Srs. Enfermeiros. UNAM-SE, ASSOCIEM-SE, UNIFIQUEM-SE, REVOLTEM-SE contra o que nos têm feito. Deixem de se acobardar perante a pressão dos vossos chefes e dos vossos directores. ACREDITEM na nossa FORÇA pois todos unidos será impossível vencerem-nos. Eu acredito em vocês. Há por ai quem se ria de nós e diga que os enfermeiros são demasiado cobardes e medrosos para fazer uma coisa desta dimensão, mas seguidamente também dizem que se tivessem coragem para o fazer criariam imediatamente uma situação incontornável no país á qual o governo seria obrigado a ceder. Basta metade de nós ter coragem para o fazer. Mas eu acredito que serão todos a fazê-lo e não apenas metade. Façamos todos unidos, o 25 de Abril da Enfermagem.


È para uma GREVE POR TEMPO INDETERMINADO que eu apelo a todos os enfermeiros. Até aqui apenas têm sido feitas greves politicas da função pública e da frente comum dos sindicatos, ou seja, no final de contas apenas temos feito greves em proveito de outras classes profissionais. Agora greves exclusivas da classe de enfermagem quantas foram feitas na última década meus amigos? Nem vê-las e é por isso que este país nos tem torturado constantemente. Portanto está encontrada a solução para o problema da enfermagem e a um pequeno passo de ser posta em prática, mas para isso necessito da colaboração e união de todos vocês!
Para já peço-vos apenas que se quiserem fazer alguma coisa pelo vosso futuro, caso estejam interessados em travar esta batalha e a fazer parte daqueles que iram mudar historicamente a enfermagem neste país, enviem um e-mail para o seguinte endereço

lutarpelaenfermagem@hotmail.com

. No assunto devem colocar a palavra “Sim” e no corpo da mensagem “Sim pela Enfermagem”. Mas atenção respondam apenas os que estão empregados pois se forem estudantes de enfermagem logicamente ainda não podem fazer greve e portanto se responderem vão conduzir a resultados erroneos. De igual forma se esta mensagem for parar ao e-mail de alguem que não seja enfermeiro por favor não responda pelas mesmas razões, pois irá conduzir a resultados errados, mas pode reencaminhar para enfermeiros conhecidos.
Após terem respondido peço-vos que reencaminhem o e-mail para todos os enfermeiros no activo vossos conhecidos, mas apenas para os enfermeiros. Divulguem esta mensagem pois dela depende o futuro de todos nós. É possível que recebam o mesmo e-mail de vários amigos, mas por favor respondam apenas uma única vez para o e-mail acima dado para efeitos de contabilização.
Em função do número total de e-mails recebidos informar-vos-ei um a um da exequibilidade da greve para a qual vos apelo, dar-vos-ei a conhecer a carreira pela qual iremos fazer greve e informar-vos-ei do dia em que essa greve se iniciará. Claro que nessa altura haverá um sindicato que trabalhará em parceria para tratar de legalizar a respectiva greve apenas para que tudo seja feito legalmente.


Com muita pena minha, pelo facto de vivermos num país que está novamente a ficar ditatorial e com alguns traços de Salazarismo no qual a liberdade de expressão por vezes é aniquilada não assino esta mensagem por enquanto.


Um grande abraço para todos vocês"

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

LHC - a máquina do fim do mundo

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Parece que é desta vez que entrará em funcionamento o maior acelerador de partículas do mundo, o LHC - Large Hadron Collider ou em português, grande colisor de hadrões. Orçado em 4 bilhões de euros, é a maior máquina do planeta, com um perímetro de 27Km de extensão e com um total de 9300 magnetos supercondutores no seu interior. Dentro de aproximadamente 48h, segundo muitos, a máquina do juízo final será finalmente ligada.



Não é somente o maior acelerador de partículas mas também um dos maiores sistemas criogénicos, em que a temperatura dos magnetos supercondutores será de aproximadamente 271 graus negativos, utilizando cerca de 10.080 toneladas de nitrogénio líquido e 60 toneladas de hélio líquido. No entanto, o LHC é também uma máquina de extremo calor, pois aquando da ocorrência da colisão de dois protões, será gerada uma quantidade de calor de cerca de 100.000 vezes a temperatura do núcleo do sol.



O LHC contará ainda com o maior sistema de detecção jamais construído. Terá que ser capaz de detectar e gravar cerca de 600 milhões de colisões de protões por segundo e medir o deslocamento de partículas e o tempo com uma precisão assombrosa. Para ter uma noção da resolução métrica e temporal, poderíamos dividir o metro em largos milhões e o segundo em largos bilhões, para igualar a capacidade do LHC.

Adicionalmente, um sistema desta magnitude terá que contar com a maior capacidade computacional jamais reunida. A quantidade de informação produzida por cada uma das grandes experiências efectuadas no LHC ocupará cerca de 100.000 DVDs de dupla camada por ano (ver datacenter abaixo).



Entre muitas outras coisas, um dos principais objectivos do LHC é tentar explicar a origem da massa das partículas elementares. Para isso irá contar com aproximadamente 2 mil físicos de 35 países e dois laboratórios autónomos, o JINR (Joint Institute for Nuclear Research) e o CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire).

Alguns cientistas acreditam que este equipamento pode provocar uma catástrofe de dimensões cósmicas, como um buraco negro que acabaria por destruir a Terra. Inclusive está actualmente a decorrer um processo no tribunal do Hawaii que tenta impedir a experiência, até que hajam mais provas de que não existem riscos. Outros ainda acusam o CERN de não ter realizado os estudos suficientes de impacto ambiental. Outra teoria ainda é a de que poderia ocorrer a formação de strange quarks; possibilitando uma reacção em cadeia e geração de "matéria estranha", que pode possuir a característica de converter a matéria ordinária em matéria estranha, gerando nova reacção em cadeia na qual todo o planeta seria transformado.



Apesar das alegações "catastróficas", físicos teóricos de notável gabarito internacional como Stephen Hawking e Lisa Randall, além de vários outros físicos e engenheiros, afirmam que tais teorias são meramente absurdas e que as experiências foram meticulosamente estudadas e revistas, estando sob controle.

Entretanto, se um buraco negro fosse produzido dentro do LHC, ele teria um tamanho milhões de vezes menor que um grão de areia, e não viveria mais de 1x10^−27 segundos pois, por ser um buraco negro, emitiria radiação e evaporaria. Mas, supondo que mesmo assim ele continuasse estável, continuaria sendo inofensivo. Esse buraco negro teria sido criado à velocidade da luz (300 mil km/segundo) e em menos de 1 segundo ele atravessaria as paredes do LHC e se afastaria em direcção ao espaço. A única maneira de permanecer na terra seria se a sua velocidade fosse diminuída para 15 km por segundo. Supondo que isto ocorresse, ele iria para o centro do planeta, devido à gravidade, mas continuaria a não ser ameaçador. Para representar perigo, seria preciso que ele adquirisse massa, mas com o tamanho de um protão ele passaria pela terra sem tocar em nada (não parece, mas o mundo ultramicroscópico é quase todo formado por vazio), podendo encontrar um protão para somar à sua massa a cada 30 minutos a 200 horas. Para chegar a ter 1 miligrama, seria preciso mais tempo do que a idade actual do universo.

Informações adicionais e relatórios sobre a segurança do LHC tem obviamente sido produzidos e poderão ser consultados no CERN.



Qual é a sua opinião? Será esta a máquina do juízo final ou um dos mais fantásticos e dispendiosos projectos científicos?

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O estado da "COISA"!!! (no doutorenfermeiro)

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O Centro de Responsabilidade Integrada (CRI's) do Prof. Manuel Antunes - uma mentirinha nunca fez mal a ninguém?!


"Há, pelo menos no Saudesa, total consenso (nenhuma voz discordante ou sequer reticente) sobre a excelência de resultados, medidos em termos de quantidade e de qualidade de produção, atingidos pelo CRI dos HUC, liderado pelo Prof. Manuel Antunes" link


Num período pródigo em conceitos rentabilizadores na saúde, como de um mercado a retalho se tratasse, os administradores hospitalares discutem a reorganização dos hospitais públicos. Muitos apontam o CRI liderado pelo Prof. Manuel Antunes (HUC), como um exemplo de produtividade quantitativa e qualitativa. Bom, este é um facto interessante... para quem não conhece a realidade.

Vejamos, imensa gente aponta este serviço como extremamente rentável (resultados/ganhos de saúde muito acima da média). Ninguém se esquece, inclusivamente, de apontar que no final do ano, o Prof. Manuel Antunes, habitualmente, distribui os supostos lucros pelos profissionais de saúde (os médicos, ficam com quase tudo, lógico).
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Mas, claro, há aqui aquela mentirinha que ninguém se lembra de revelar. Sem retirar o mérito aos respectivos profissionais, tratados como "escravos", há muito a dizer no plano ético. Desde do facto do Sr. Professor Antunes achar que os Médicos devem ser homens e as Enfermeiros, mulheres (segundo ele, é a "ordem natural" das coisas) até à manifesta arrogância e má educação com os profissionais que o rodeiam.
Sob a sua "alçada", as médicas internas têm dificuldades em concluir a especialidade e as enfermeiras, quando não correspondem à expectativa, são alvejadas com frascos de soro, arremessados a alta velocidade. Mas não é só: este CRI nunca teve salas de trabalho para a Enfermagem!! Segundo o Professor, são "dispensáveis e não têm interesse".

Aliás, como se julga dono do mundo, gosta de dispôr e ordenar mandos arrogantes aos Enfermeiros, o que lhe valeu em tempos problemas com o ex-Enfermeiro-Director do HUC, Enf. Amílcar de Carvalho, pois o Professor nem sabia que quem "mandava" no Enfermeiros era a Direcção de Enfermagem! "Devia ser os médicos" - disse irado.

Como se controlam "miraculosamente" os custos?

Deveras fácil. Tal como um filho que vive em casa dos pais sem arcar com as despesas gerais, aproveitando todos os rendimentos como fontes lucrativas. O Professor, como tem o seu CRI integrado nos HUC, vê com agrado muitas das despesas com profissionais serem imputadas ao mesmo. Certos exames de diagnóstico e terapêutica, caríssimos, também. Mas há mais: como as intercorrências e complicações no âmbito dos procedimentos/internamentos são dispendiosas, só lida com os utentes que oferecem os melhores prognósticos, deixando os restantes para os outros. Só "gosta" de doentes "saudáveis".
Mas as estratégias lucrativas não terminam por aqui.... pois a competências de gestão nulas necessitam de ser compensadas com esquemas "curioso-duvidosos".
Vai valendo a dedicação de todos os profissionais envolvidos.

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Contas feitas, só em 10 hospitais...


"Estado deve 19 anos de trabalho aos Enfermeiros" link 1; link 2

Não será mais do que altura para se cobrar a dívida?

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Confidências de um Enfermeiro-Director...


Há algum tempo atrás, em conversa informal, o actual Enfermeiro-Director de uma grande instituição hospitalar - amigo e excelente profissional - confidenciou-me, com tristeza, algumas situações que vêm acontecendo e com as quais se depara cada vez com mais frequência. Conhecedor das minhas lides bloguísticas, foi peremptório quando lhe disse que, quando tivesse oportunidade, havia de transcrever aqui as suas palavras, para que todos os colegas soubessem o que passa por trás das portas de algumas direcções de Enfermagem. "Podes escrever à vontade" - disse.

Conversávamos nós, invariavelmente, sobre a actual situação dos Enfermeiros...
- "Há dias que nem quero passar pelo secretariado" - admitiu - "as pilhas de currículos que cá chegam todos os dias, matam-me mais rápido que o tabaco".

No seu jeito particular (quase nem pestaneja quando fala com alguém), continuou: "o pior é que no próximo ano nem vou conseguir admitir quase ninguém, só substituições de baixas e pouco mais"...

Perguntei, curioso, o que fazia com tantos currículos:
- "Estão amontoados no chão numa sala que era utilizada por um administrador"... e continuou: "agora, as bolsas de recrutamento abrem durante apenas dois ou três dias. É uma forma de não ter tanta gente a concorrer, senão estava mau... é impossível lidar com tanta gente, tanta papelada...".

Mas nem todos os problemas são apenas este:
- "Agora também tenho o problema das escolas "chicas-espertas". Não têm locais de estágio para todos e então encarregam os próprios alunos de se desenrascar sozinhos... chegam-me cá alunos de Enfermagem a pedir estágio!! Tenho tido muitos problemas com as escolas, estou farto de lhes dizer que esta questão é institucional e não pode ser levada a a cabo nestes termos..."

Por fim (no final de três ou quatro cigarros), acrescentou:
- "Agora, a administração pressiona-me mesmo muito. Antigamente, fazíamos tudo para segurar cá os Enfermeiros, para que se sentissem bem aqui. Cheguei a pagar a muitos mais horas extra do que salário-base, era assim que prendíamos o seu interesse... alguns entravam no quadro em 4 e 5 hospitais diferentes...como é que fazíamos? Acenávamos com horas extra [método de "contorno" para incrementar substancialmente o salário] e muitos telefonemas de persuasão... Agora? Se há algum problema discutido em reunião de conselho, dizem logo: "mande-os embora e meta cá outros." Se eu desse ouvidos a muita gente, já tinha renovado os Enfermeiros do "meu" hospital duas ou três vezes..."


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A luta dos Enfermeiros....


"Não há emprego para todos os Enfermeiros por várias razões uma das quais é os sacrificados aguentarem com tudo o que lhes impõem porque as doses de comodismo e de cagaço andam de mãos dadas e servem para pautarem os seus comportamentos.

É pena que tenham de abrir os olhos à bofetada e pontapé, dados por si próprios. Comecemos por focar as lutas que os Enfermeiros vão ter de assumir que não são do PCP/SEP/CGTP nem de qualquer outra formação politico-sindical: são dos Enfermeiros, pois é neles que reside a força. Depois têm de voltar a acreditar em si próprios e na sua força.

Veja-se com que habilidade os médicos que andam aos montões por tudo o que é sítio a dizerem que têm de continuar com a exclusividade porque são poucos em todo o lado. E todo o mundo, onde estão contidos os Enfermeiros acredita nestas aldrabices. Os directores de Enfermagem, habitualmente escolhidos pela sua capacidade de escravizarem os colegas são os primeiros a desacreditarem as possibilidades de luta e união dos Enfermeiros. É que nem percebem que se não fossem tão estúpidos não eram escolhidos por aqueles que sabem o que querem, para tão elevados cargos. Se exigissem, como lhes compete, o quantitativo de Enfermeiros suficiente para a melhor qualidade dos cuidados, estavam a fazer um bom papel, o seu verdadeiro papel. Mas aí eram eles que corriam os risco de substituição, por estarem a impedir outros de serem monopolistas.

As escolas que têm os docentes que a Enfermagem consente, muitos deles inclassificáveis, vão produzindo uns medricas que até têm medo de se sindicalizarem, porque lhes dizem que se aparecerem como filiados sindicalmente é uma má recomendação para quem procura emprego! Com mentalizações destas que querem os Enfermeiros de diferente do panorama actual?

Os americanos rejeitam os produtos que são fabricados por trabalhadores não sindicalizados; os portugueses rejeitam os sindicatos, porque pensam que se impõem sozinhos no mundo do trabalho sem a capacidade reguladora dos sindicatos.

Já avisámos os enfermeiros que gostam da Enfermagem, que se acautelem dos qualquer coisa adiada, os tais que estão em trânsito para qualquer coisa menos a Enfermagem trampolim. Até nem se escondem muito. São esse que ajudam a inquinar o ambiente e a desgostar da profissão. Uma etiqueta PQP (a pagar no destino), fica-lhes a matar, como um fato feito por medida. Na hora da luta os verdadeiros ENFERMEIROS vão aparecer/desaparecer, para mostrarem o seu valor. Enquanto os médicos se preparam para terem a melhor carreira, dentro dos mesmos princípios enformadores: comuns a médicos e Enfermeiros, pela Lei 12-A/2008 de 27 de Fevereiro, pois que, desde a FNAM, ao SIM, passando pela OM todos afinam a voz pelo mesmo diapasão, por isso há harmonia, até para mandarem os enfermeiros cantarem mais baixo.

Nos Enfermeiros ainda andam a pedir para aderirem às lutas deste e desta, como se fossem os exclusivos no exército, ou os GOE da luta dos Enfermeiros. Brunos e Maurícios ou as duas coisas, mesmo que para compensarem a bolsa de estudo seja "obrigados" a defender as cores da bandeira ceifeira, finjam que se esqueceram e sugiram a união, pois é ela que gera o sinergismo que dá a força motriz."


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Contraproposta do MS para a carreira de Enfermagem!


Está feita a contraproposta dos princípios para a nova carreira de Enfermagem pelo Ministério da Saúde.

Não há direito a regime de exclusividade. O regime de horário acrescido está fora de questão. As horas extra serão pagas (se forem!) ao preço normal. Não há valorização profissional em função da aquisição de graus académicos. Não existem compensações associadas à penosidade e ao risco da profissão. A progressão na carreira será muito difícil e depende da "vontade" dos Conselhos de Administração!
.
O poder de reivindicação é muito baixo. Há quem trabalhe de qualquer forma, independentemente das condições oferecidas...
Quando a procura real é inferior à oferta disponível, o resultado é este...


tudo isto em: www.doutorenfermeiro.blogspot.com
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sábado, 2 de agosto de 2008

Inapto por Junta Médica Palavras para quê??? É um "artista" português... (via mail)

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O PAÍS INTEIRO
PRECISA DE SABER......

Com 46 anos... Inapto por Junta Médica... Hein!... Diz-se ainda que com reforma de 35000 € mensais...O nosso problema continua a ser a distribuição de riqueza...
O problema não está nos funcionários públicos... O tempo o dirá...

Afinal foram só 9732 milhões

As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Afinal há quem não se queixe das mesmas.
Ontem mesmo, em carta enviada ao Público,
Paulo Teixeira Pinto indica que passou 'à situação de reforma em função de relatório de junta médica'.
Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.

Teixeira Pinto nega ter recebido 10 milhões de euros de 'indemnização pela rescisão do contrato' com o BCP, garantindo que apenas recebeu a 'remuneração total referente ao exercício de 2007':9.732 milhões de euros em 'compensações' e 'remunerações variáveis'.

Estas juntas médicas são as mesmas que recusam reformas a professores com cancro.
...mas o Governo não sabe disto ?
Façam andar até isto chegar a alguém decente...
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O melhor de Portugal (bónus pela grande pausa que existiu)

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Débora Montenegro


Paula Santos


Sara Santos
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Para os Enfermeiros... não, para os Médicos... sim!

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Os Enfermeiros queriam ter disponível a opção pelo regime de exclusividade. O Ministério da Saúde riu-se. Para quê pagar mais por profissionais que de outra forma, mesmo desejando, já não conseguem acumular, por falta de lugares disponíveis? E deixou um aviso: já é muito bom não haver penalizações pela acumulação público/privado. Ou seja, os Enfermeiros que trabalham exclusivamente para o serviço público não merecem ser mais bem remunerados, quem acumula é que deveria ver o salário reduzido...! Por isso, considerem-se sortudos...
.
Aos médicos, pelo contrário, é-lhes oferecido tudo. Até se discute a imposição do regime de exclusividade. Não querem. As acumulações são mais rentáveis. Uma semana de privada compensa mais do que um mês de exclusividade SNS.
Os argumentos que a diplomacia e bom-senso obrigam a apresentar são anedóticos. Quando se anunciou um novo curso de medicina com um incremento de 30 vagas, a Ordem dos Médicos alertou "para o risco de se poderem estar a formar médicos a mais"! Quando foi anunciada a proposta do Ministério da Saúde para o regime de exclusividade médica, a Ordem dos Médicos replicou: "parece-me muito grave que se obrigue os médicos à exclusividade a um determinado serviço quando há uma carência tão grande de médicos que não estará resolvida entre quatro a cinco anos por mais alunos que entrem nas faculdades de medicina".
Em que ficamos?
Os Enfermeiros queriam que lhes fosse concedido, novamente, autorização para atribuir regimes de horário acrescido. O Ministério da Saúde riu-se. Para quê pagar mais 37% sobre o salário base para que os Enfermeiros façam 42 horas/semana, se em inúmeros casos já as fazem com o mesmo salário pago pelas 35 horas?
Os Enfermeiros queriam que lhes fosse pagas as horas extraordinárias de acordo com as percentagens regulamentadas por lei. O Ministério da Saúde riu-se. Para quê pagar mais por profissionais que, com receio de retaliações e/ou despedimentos, exercem gratuitamente ou por valores irrisórios?
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Quer queiramos quer não, temos de perspectivar esta questão do ponto de vista sócio-profissional. A Enfermagem é um profissão, cujos elementos vivem dos rendimentos produzidos pela exercício da mesma. Por isso...
Os avisos sucederam-se. Os tiros dados nos pés, pelos próprios Enfermeiros, foram devastadores. Saltaram as unhas, esvoaçaram pedaços de carne e o sangue espingalhou para todos os lados. Agora choram...
Queriam Enfermeiros sem dó nem piedade, sob o pretexto do gozo de direitos e vamos assistindo, pelo contrário, à retirada dos mesmos. Gostavam de ser o sindicato dos doentes, agora gritam. Há Enfermeiros para exercer à borla, outros até pagam para trabalhar....
Pois é minha gente, sem poder de reivindicação, o que queriam vossas excelências?
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A Ordem dos Enfermeiros, essa, é um delírio. Uns dias faltam 20 mil Enfermeiros, outros, quando chove, faltam 11 mil, quando faz sol faltam 21 mil, de noite já faltam 33 mil, quando neva faltam 25 mil, quando a lua se eclipsa faltam 12 mil... Enfim, gostava de conhecer os "matemáticos" por trás dos cálculos...
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Já para não falar da "tampa" do Ministério à alteração dos estatutos da Ordem dos Enfermeiros (e como consequência todo o Modelo de Desenvolvimento Profissional)... A Srª Ministra vai oferecendo umas palavras bonitas para adiar a dor... pois o Ministério não concorda com quase nada!
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Parece que vamos de ter de andar muito de bicicleta nos corredores do Ministério... porque os dias vão ser negros...
Teremos a oportunidade de contemplar ainda mais a exacerbação do desemprego caused by paramédicos, gerontólogos e muitos outros "ólogos" que vêm a caminho...
É pena, tanto se lutou para que, em meia dúzia de anos, tudo fosse pelo ralo abaixo...

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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Pobre GUERRA JUNQUEIRO: mais de cem anos depois e ainda ninguém lhe conseguiu tirar a razão...!!! (via mail)

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A Pátria da Quinta dos Malandros

Em maré de grandes vultos da escrita portuguesa e das suasopiniões àcerca da política portuguesa, vejam o que Guerra Junqueiro dizia do comportamento do povo português e dos partidos políticos maioritários da altura e como hoje, passados mais de 100 anos, tal testemunho se aplica sem deslocar uma vírgula que seja...

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,fatalista esonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos devergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, aenergia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir asmoscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nemonde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e ébom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejomisterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoamorta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, nãodescriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter,havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública empantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, damentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na políticaportuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos,absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado dequarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicaçãounânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazerdela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendoambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras,idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero enão se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu noparlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar".
Guerra Junqueiro, 1896.
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QUINTA DA FONTE: como se vive num PAÍS DE BANANAS e que não tem BANANEIRAS...!!! (via mail)

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Limpeza étnica


O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte.
A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado...
Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul.
É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos"...
Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade.
O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos".
A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
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sábado, 26 de julho de 2008

Quem não sabe é como quem não vê! Nós, altruístas, ensinamos...

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Já quase não há céus para bradar. Há gente muito...complicada.

Confirma-se aquilo que já se disse várias vezes neste blog: para abrir uma nova faculdade de Medicina (neste caso, curso) é preciso pôr o país em polvorosa, abrir noticiários, consumir muita tinta de jornal e escrever milhões de bytes em opiniões, etc...

Numa iniciativa inédita (confesso que até fiquei surpreendido pela positiva), a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, veio a público comentar o novo acontecimento nacional. Diz a nossa digníssima: "fico satisfeita com a iniciativa da criação da faculdade de medicina". Acrescentou ainda que "haverá sempre seguramente quem deseje ser Enfermeiro ou Médico" e que "acredita que este novo curso não vai retirar profissionais de outras áreas de saúde".
(Pois eu até acho que deveria retirar, pois assim, cada um, teria a liberdade de escolher o que quer cursar, orientando a seu futuro de acordo com as respectivas pretensões...)

Curiosamente, afirmou ainda que "as necessidades na saúde são sempre crescentes", o que me fez suspeitar que introduzisse o conhecido e barbudo argumento dos rácios da OCDE, mas não. (Olhe que o rácio médico em Portugal não é dos piores, mas está longe dos melhores...)

As privadas, revoltadas e sedentas de dinheiro fresco, também querem o curso de Medicina, mas encontram barreiras... porque será?

É aqui que entra o bastonário da Ordem dos Médicos, Dr. Pedro Nunes, um homem visivelmente pouco habituado a estas andanças relacionadas com abertura de linhas de produção massivas a nível formativo (ainda que estejamos a falar de umas escassas dezenas de vagas)...
Mas nós, Enfermeiros, ensinamos quem não sabe...

Quando questionaram o sr. bastonário relativamente ao que pensava sobre este polémico e mediático evento nacional, o mesmo desabafou com notável sinceridade e alertou "para o risco de se poderem estar a formar médicos a mais". Relembro que estamos a falar de apenas mais 30 vagas!! Mostrou-se ainda preocupado com a existência de "1500 vagas" para medicina. Há uns bons anos atrás (para quem se lembra...), com menos faculdades, quase abriram 5000 vagas, e ninguém se queixou tanto... porque será?

Continuando, o Dr. Pedro Nunes, atemorizado, vincou prontamente que deve existir uma "gestão do número de vagas a nível nacional para que não se estejam a formar pessoas para o desemprego", e não se esqueceu de um pormenor essencial: "recear a dispersão das faculdades de medicina", pois ""tecnicamente é preferível concentrar em pólos as universidades" (...) salientando a necessidade dos futuros médicos terem vivência universitária. E ramatou assim: "Para os médicos é fundamental que durante a sua fase de ensino saiam das suas terrinhas e abram os seus olhos"". Complicado, o homem.

Ora, em termos de eficácia e eficiência os médicos estão muito atrasados...

Os Enfermeiros, vanguardistas, não querem saber da velha história da gestão de vagas, falar em desemprego é uma tolice obsoleta, discutir rácios da OCDE é que é moderno e chic...
Muito frontalmente, deixem-me dizer ao sr. bastonário da OM que, se quiser aprender como é que se abre um curso em cada esquina, com professores de desenrasca-para-a-ocasião, a gente ensina... de borla! A nossa experiência nesse âmbito é abrangente...

... É quem não sabe, é como quem não vê!

O recado seguinte é especialmente dirigido à nossa bastonária: ponha os olhos a isto, Enfª Maria Augusta! Eles [a Ordem dos Médicos] não duram sempre...


in:www.doutorenfermeiro.blogspot.com
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Petição pelo início do Processo Negocial da Carreira de Enfermagem, lançada pelo SEP

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Assinem a petição Pelo Início do Processo Negocial da Carreira de Enfermagem

http://www.sep.org.pt/peticoes/2008/07/index.php
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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Piada excelente........ Guerra entre as faculdades‏

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Tudo começou quando...

A turma de Direito resolveu colocar uma frase numa t-shirt que
virou moda no Campo Universitário:
' O teu namorado não faz Direito? Vem cá que eu faço'.

Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte:
'Ele pode até fazer Direito, mas ninguém conhece teu corpo
melhor que eu.'


O pessoal de Administração não deixou para menos:
'Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber
Administrar o que tem'

O pessoal de Administração ficou bem na fita até que a turma
de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
'Uns conhecem bem, outros fazem direito e alguns sabem
administrar o que têm, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!
'Aí o pessoal da Publicidade largou esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar
e plantar a mandioca, se depois não puder contar pra todo mundo?'

A turma da Engenharia, não se deu por achada, e saiu-se com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e
potência para fazer várias vezes?'

Mas a frase que ficou e se tornou campeã foi a da Economia
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes, se a mulher gosta mesmo é de dinheiro?'

Ninguém discutiu por um tempo, até que, as MENINAS do Curso de NUTRIÇÃO
Saíram-se MUITO BEM (mas, MUUUUUUITO BEM, MESMO!) com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer Direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes e, ter dinheiro... Se, no final das contas... nós precisamos sempre de ensinar a comer!!!!!'
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terça-feira, 15 de julho de 2008

Quem rir perde (video)

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Menina cega de 5 anos a tocar Mozart

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Enfermagem - videos

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Neste tempo dificil a nivel profissional para a nossa grande classe... é sempre bom recordar e fazer ver o kt somos importantes...
ficam os videos:

value="http://www.youtube.com/v/XPBqAhufA_Q&hl=pt-br">value="transparent">

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Uma pequena história...

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Às portas do dia "E" (Manifestação de Enfermeiros no dia 10 de Julho), talvez o timing para vos contar este episódio - que me foi relatado na primeira pessoa - não seja o mais adequado. Mesmo assim, partilho-o convosco, pois acho que todos devem ter conhecimento do que se passa com os colegas por este país fora...

Sucintamente:

Uma colega nossa, que colaborava com um Lar de Idosos há quase 15 anos, em regime de acumulação, recebeu uma proposta inesperada vinda do imaginativo Conselho de Administração (CA) da respectiva instituição: reduzir o seu salário/hora em 60%.

Indignada, recusou peremptoriamente invocando argumentos lógicos e sensatos - a dedicação, a competência, a experiência, o conhecimento, etc...
Inflexível, o CA recusou.
Inadmissivelmente, era uma proposta economicista. A colega recebia um valor muito acima da média do mercado, e trabalhava duas horas, diariamente, seis dias por semana e contactável 24 horas por dia.
Revoltada, abandonou a sua dedicação dos últimos 15 anos.

O médico da instituição - que comparece na instituição apenas duas horas por semana e que tem um salário fixo de 800 euros/mês - lançou logo a sua ofensiva e tentou colocar umas quantas "cunhas" de paizinhos cujos filhos não tinham part-times e foram, à noite, bater à porta do sr. doutor para lhe pedir o "favor" de lá colocar o "menino" ou a "menina".
Ao médico foi recusado qualquer tipo de intromissão na escolha do novo Enfermeiro, pois o CA pensou em contratar alguém a tempo inteiro, 40 horas por semana. E assim fez. Não foi difícil, os currículos apresentavam-se aos montes. Mais fácil ainda foi negociar o salário: 600 euros/mês - a recibos verdes - e poderia lá almoçar, se assim o desejasse.

A Enfermeira que tinha "batido com a porta", auferia um salário consideravelmente superior só com as suas 12 horas por semana.
E assim foi. Já se passaram 4 meses e já é o quinto (5º) Enfermeiro que por lá passa. A razão tem barbas. Logo que recebem uma proposta de um Hospital/Centro de Saúde, fazem as malas e esvoaçam a uma velocidade alucinante.
Além disso, todos afirmaram "que trabalhando apenas no lar não se aprende nada nem há estímulo", e o sentimento era comum: "parecia que estava a ficar estúpido" (atenção, as palavras não são minhas!)...
A taxa de internamentos aumentou a pique. A taxa de falecimentos também. As depressões proliferam entre os idosos. As conspirações entre os diversos profissionais igualmente e ao mesmo ritmo.

Tenho pena da pobreza de espírito, da falta de visão e compreensão de tal CA.
Tinham um óptimo elemento que, literalmente, geria a instituição no que respeita ao âmbito da saúde.
Os novos colegas, humilhados e explorados, abandonam sucessivamente a instituição invocando desmotivação, falta de auto-realização, desinteresse e salário incompatível com a função.

Como sabem, não sou contra as acumulações, pelo contrário. Circunstancialmente são favoráveis aos Enfermeiros e aos utentes. Muito do prestígio dos Enfermeiros granjeou à custa de acumulações que conferiam experiência, valor e reconhecimento.
Quem não conhece o Sr. Enf "X" que exerce ali e é formador acolá? Ou o Enf. "Y" que é especialista aqui, dá aulas acolá e coordena isto?
Tudo isto resulta do esforço da dedicação, competência e conhecimento.

Certos exercícios profissionais a "tempo inteiro", ao contrário do que muitos afirmavam, não trouxeram mais poder reivindicativo, qualidade, poder económico ou visibilidade social.
Sou a favor da possibilidade da escolha de exclusividades para os Enfermeiros, deixando a força da opção à consideração de cada profissional.
Mais uma vez: assim não vamos lá. E pronto, assim vão os Enfermeiros e a Enfermagem..."

in:www.doutorenfermeiro.blogspot.com
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domingo, 6 de julho de 2008

Ter 2 aspirinas na mesa de cabeceira (via mail)

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Uma Nota importante sobre os ataques cardíacos:

Fique sabendo que há outros sintomas de ataques cardíacos, para além da dor no braço esquerdo. Deve também prestar atenção a uma dor intensa no queixo, assim como às náuseas e aos suores abundantes, pois estes também não são sintomas vulgares. Detalhe: Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram. Porém... a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água. Em seguida, ligue para o 112 e diga 'ataque cardíaco' e que tomou 2 Aspirinas.
Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos atendentes da Emergência do 112 e ... ....NÃO SE DEITE!!!! Um cardiologista afirmou que, se cada pessoa que ao receber este mail o enviar para 10 outras pessoas, com certeza pelo menos uma vida poderá ser salva! .....

Eu já fiz o meu trabalho!!!!!!!

Espero que faças o teu......
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sexta-feira, 4 de julho de 2008

Pensamento do dia 04/07/08

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"Nós nunca comunicamos pensamentos; comunicamos tão-só movimentos, sinais mímicos com os quais remontamos aos pensamentos"

Nietzsche, Friedrich
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Enfermagem em Luta: 10 de Julho, todos ao Ministério. Mobilização é urgente.‏ (Via mail)

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APELAMOS A QUE TODOS PARTICIPEM E MOBILIZEM OS COLEGAS PARA A CONCENTRAÇÃO

10 – JULHO ------ 11H ----- FRENTE AO M.SAÚDE

Esta semana está a ser fértil em factos políticos para a profissão.

O SEP a preparar a manif de 10 de Julho, fazendo divulgação via net/mail e sms.

A Ordem a emitir press release sobre eventual ruptura total com o Ministério da Saúde

O SE a assumir discordância da linha politica do governo baseado no relatório de Primavera do Observatório Nacional dos Sistemas de Saúde (ONSS).

O Forumenfermagem realça esta convergência de ruptura com a politica do governo, uma vez que esta em causa Negociação da Carreira/Precariedade de emprego, Modelo desenvolvimento profissional e a continuação das Reformas de saúde que nos favorecem (cuidados primários e rede de cuidados continuados).


O Forumenfermagem assim como outros sítios de enfermeiros na Internet estão em sintonia com este momento decisivo da nossa profissão:

O Conselho Directivo da Ordem dos Enfermeiros, reunido do dia 2 de Julho, decidiu solicitar uma audiência urgente à sra. Ministra da Saúde, dra. Ana Jorge, tendo por base os desenvolvimentos recentes que a seguir se apresentam.

A Ordem dos Enfermeiros, na defesa da saúde dos cidadãos e da qualidade dos cuidados que lhes são prestados, tem vindo a cooperar no sentido da viabilização das reformas em curso na área da Saúde. Assumindo uma postura construtiva apresentando propostas concretas.

Apesar disso, tem vindo a ser confrontada com diversas indefinições e dilações ameaçadoras da confiança e cooperação elementos absolutamente essenciais em processos desta natureza.

Assim, o Conselho Directivo da OE decidiu manifestar junto da Senhora Ministra da Saúde o seu vivo desagrado e solicitar audiência urgente.

Do conjunto de situações que, a não serem corrigidas urgentemente, obrigarão a reformular a nossa postura, destacamos:

1 - Além do atraso no processo de Alteração Estatutária proposto pela Ordem dos Enfermeiros, foi-nos entregue um documento cujos termos são atentatórios da dignidade da profissão e absolutamente incongruentes com os fundamentos legais e científicos que a regem. Tal facto, ocorreu no exacto momento em que julgávamos estarem finalmente criadas as condições mínimas para que o processo relativo a esta matéria pudesse avançar.
Este é um assunto estruturante para a profissão e para o sucesso a curto, médio e longo prazo das reformas em curso. Essas reformas terão de se suportar em novas competências para a melhoria dos cuidados que se oferecem e, desses cuidados, os cuidados de Enfermagem e os enfermeiros são e serão sempre pilar essencial.

2 – Definição de Orientações inequívocas sobre as dotações de enfermeiros no Sistema Nacional de Saúde. Existem comprovadamente carências que obrigam à admissão urgente de enfermeiros quer no âmbito dos CSP quer hospitalares. Temos diariamente horas de cuidados necessárias que não são cobertas com a adequada dotação de enfermeiros. Isso tem implicações para a segurança dos doentes e dos cidadãos bem como dos próprios enfermeiros.

3 - Criação de condições objectivas para a continuidade da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários. Neste âmbito, destacam-se a implementação das Unidades de Cuidados na Comunidade em moldes similares aos seguidos para as Unidades de Saúde Familiar. Apesar de já estar consensualizado um quadro com o Sr. Secretário de Estado, são necessárias medidas claras e explícitas. Essas medidas são indispensáveis para a correcção das iniquidades no acesso e nas condições de prestação de cuidados da população portuguesa.

4 – Quanto à implementação da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, é urgente que esta seja dotada dos recursos qualificados, estáveis e permanentes e seja articulada com as outras reformas em curso, evitando distorções no terreno que coloquem em risco os objectivos para que a rede foi criada.

O que norteia a acção da OE é a defesa da qualidade dos cuidados aos cidadãos e a garantia quer das competências quer das condições para essa qualidade.

Por isso, no seu pedido de audiência a OE assegura que dificilmente poderá manter o seu empenhamento cooperante se as situações referidas não forem urgentemente clarificadas.
GCI/PD

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Caros Colegas
A - O SEP foi contactado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde hoje, referindo o seguinte:
1 – Não agendou ainda as reuniões com as quais o Ministério se tinha comprometido porque faltam ainda alguns acertos.
2 – Em princípio, terá condições de remeter ao SEP/SERAMadeira a sua Contraproposta de Princípios de Carreira, eventualmente, no final da próxima semana.
3 – Não sabe se, em Julho, terá condições para apresentar soluções relativamente à Resolução da Precariedade e Admissão de mais Enfermeiros

B – De acordo com a Nota à imprensa emitida hoje pela Ordem dos Enfermeiros (e considerando os resultados das reuniões de 18 e 20 de Junho com os SE), o Ministério da Saúde NÃO QUER VIABILIZAR O Modelo de Desenvolvimento Profissional, elemento central para viabilizar o nosso Modelo de Carreira de Enfermagem (Func. e CIT).

Neste quadro, “fartos de esperar e de adiamentos”

APELAMOS A QUE TODOS PARTICIPEM E MOBILIZEM OS COLEGAS PARA A CONCENTRAÇÃO

10 – JULHO ------ 11H ----- FRENTE AO M.SAÚDE

VAMOS EXIGIR:
1 – Entrega da Contraproposta de Princípios de Carreira de Enfermagem, MARCAÇÃO DA 1.ª REUNIÃO NEGOCIAL e aprovação do Modelo de Desenvolvimento Profissional, central para viabilizar o nosso Modelo de Carreira proposto.
2 – Apresentação de soluções para Resolução da Precariedade (a partir de Outubro começam os 1.ºs despedimentos)
3 – Admissão de mais Enfermeiros, face à carência existente (plasmada em horas extra, baixas dotações, etc
José Carlos Martins

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SEN: Os Cuidados Primários e os Enfermeiros
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01-Jul-2008

Aquilo que temos vindo a dizer e que as caixas de ressonância vão abafando, começa a vir ao de cima, por si, tal a sua força.
A crítica do sistema vem da insuspeita fonte: Observatório Nacional dos Sistemas de Saúde (ONSS).
A leitura dos factos está correcta, desde que servisse para tomar as medidas acertadas e seguir uma política adequada. A nossa suspeita é a de que esta leitura pode servir para inquinar mais ainda, o que de mal se está a fazer.
Com efeito, temo-lo dito, vezes sem conta, que a área dos cuidados primários é uma das que podem ser tratadas, com enormes vantagens, pelos enfermeiros.
Ora o Ministério da Saúde, entregue a médicos, desde o ministro aos secretários e respectivos assessores, não se lembra de olhar para o lado, nem os médicos têm ângulo visual para o fazer, porque a sua deformação profissional lho impede.
Esperemos que, finalmente, o Ministério abasteça os Cuidados Primários, de Enfermeiros, dos muitos que estão desempregados e não enverede por contratar mais médicos mexicanos ou paraguaios, como tem feito até aqui.
Se os médicos dos Centros de Saúde se circunscreverem àquilo que sabem fazer, que é cuidarem das doenças e doentes e deixarem de se meter onde não dominam, não precisam de inventar esquemas, que só complicam.
Não estamos isolados nesta nossa maneira de ver e pensar esta problemática; estão connosco organizações internacionais, como a Organização Mundial de Saúde e outras.
Com a organização que propomos, de há muito, certamente que os médicos são mais que suficientes para as necessidades.
Deixem os enfermeiros tentarem, naturalmente, resolver este problema, à nossa maneira e ver-se-á como resolvemos os problemas, com muito menores custos e de forma mais eficaz.
Foi assim que outros povos resolveram esta questão, que em Portugal, não tem solução, enquanto forem os médicos a serem os exclusivos a resolverem problemas da saúde e da doença, mesmo aqueles que não dominam, como é o caso.
Não se trata de ter mais ou menos Utentes a facturarem uma determinada quantidade de medicamentos e exames de diagnóstico de doenças que ainda não têm. Trata-se de racionalizar os custos, promovendo a saúde e prevenindo a doença.
Isolando as doenças e os doentes para os médicos tratarem, poupam-se os recursos humanos e materiais para ter cada área entregue a quem sabe cuidar dela.
É óbvio que pôr médicos a promover a saúde ou a prevenir doenças, não passa de constantes tentativas de inventar mais doenças onde não existem, pois o que podemos e devemos exigir do médico é aquilo para que foi formado.
Cordiais saudações sindicais

O Presidente da Direcção
José Azevedo
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