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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O GRANDE Exército Português...!!!

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O Exército português está em estado de forte contestação. Os militares saem à rua, fazem manifestações, etc.
 
Para que serve este grande e glorioso exército?
Os generais, por definição, comandam unidades: Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.

1.  Normal cadeia de comando dum Exército normal:
5 soldados -> 1 Cabo
10 soldados + 2 cabos -> 1 Sargento
40 soldados + 8 cabos + 4 sargentos -> 1 Alferes
200 soldados + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes -> 1 Capitão
1.000 soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães -> 1 Tenente Coronel
8.000 soldados + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis -> General de Brigada.

Somando toda a linha de cima, cada General tem o comando de 10.648 homens. Faz sentido...

2.  As Forças Armadas portuguesas têm menos de 64 000 efectivos, logo deveriam ter, aproximadamente 6 Generais.
MAS, PASME-SE...  TÊM 123 (CENTO E VINTE E TRÊS) GENERAIS!... E PAGA PENSÕES BRUTAIS A MUITOS QUE SE APOSENTARAM NOS ÚLTIMOS 25 ANOS...!!!
Em dois "pequenos e pouco desenvolvidos" países (CANADÁ e ALEMANHA), as forças armadas contam com 1 GENERAL DE 4 ESTRELAS.


EM PORTUGAL, HÁ 4 (QUATRO)  GENERAIS DE 4 ESTRELAS...!!!
 

Os países evoluem com massa cinzenta, não com ombros carregados de símbolos...
Vai passando, pelo menos para que conste...
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Região Norte não tem Vacinas ???

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Região Norte não tem Vacinas ???:
Este tipo de notícias preocupa-nos !
Sobretudo porque o Ministério da Saúde impõem uma Contratualização às Unidades de Saúde que depois não podem cumprir.
Actualmente os Enfermeiros podem estar a deixar passar oportunidades de vacinação, pelo simples facto de não terem Vacinas!!!
Há três semanas que os centros de saúde dependentes da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte estão sem vacinas ou em “contenção”, sobretudo das que pertencem ao Plano Nacional de Vacinação, em especial a vacina do tétano e a do sarampo, avança o Jornal de Notícias.

João Semedo, (…) perguntou na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por que é que não há vacinas, frisando, em concreto, o concelho de Barcelos. No entanto, faltam vacinas em toda a região Norte, sobretudo em Guimarães, Famalicão e Braga.

Em Braga, para além das vacinas infantis, também os adultos já não são vacinados contra o tétano por “indisponibilidade de stock”.

“Estamos em contenção de vacinas há alguns dias e algumas delas só administramos mesmo a doentes prioritários”, disse ao JN fonte ligada à sub-região de Saúde de Braga.
 A ARS Norte esteve indisponível para esclarecer a falta de vacinas,(…)O problema ter-se-á ficado a dever a um atraso na compra e posterior entrega, pondo em causa a execução do Plano Nacional de Vacinação. (Fonte JN) 
 Recordamos que a  não vacinação, na data prevista, poderá desproteger as crianças, expondo-as à eventualidade de contracção de uma doença grave.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Acesso aos Cuidados de Saúde

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Acesso aos Cuidados de Saúde:
Dos pedidos de isenção por insuficiência económica enviados este ano, um terço foi rejeitado pelo fisco. Mesmo assim, o ministério diz que o número de pessoas isentas aumentou em 580 mil face a 2011 link
O MS anda a fazer propaganda à custa do que é mais sagrado na nossa democracia: O direito de acesso universal e igual para todos os cidadãos portugueses aos cuidados de saúde.
Clara
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domingo, 29 de abril de 2012

Bomba relógio

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Bomba relógio:
Encerramentos poderão obrigar utentes a mudar de hospital Ministério da Saúde ainda não esclareceu quando avança com a reorganização hospitalar, mas as duplicações e sobreposições de serviços vão mesmo acabar. Reforma incidirá também sobre as urgências. Ainda não se sabe ao certo quando avança, mas a reorganização hospitalar estará para breve e com ela o encerramento de serviços, nomeadamente nas urgências e ao nível, por exemplo, da obstetrícia. Estas mudanças poderão obrigar alguns utentes a deixar de recorrer ao seu hospital habitual. "Vamos pôr a reforma hospitalar em prática, mas só depois de ter suporte técnico e de saber como avançamos", disse, no início do mês, o ministro da Saúde, Paulo Macedo. Agora, que já recebeu a Carta Hospitalar da Entidade Reguladora da Saúde, o anúncio deve estar para breve, se bem que o ministro já disse que este tipo de reformas "é algo que demora duas legislaturas a fazer". O governante fez ainda questão de frisar que a "reforma hospitalar não é sinónimo de fechos", embora tenha revelado que esta "terá seguramente encerramentos por via de concentrações e da melhoria de qualidade que isso representa". O que significa que alguns utentes, que são seguidos numa especialidade em determinado hospital poderão ter de mudar para outro que fique perto. Desclassificação de urgências Avançar com fecho de serviços de saúde não é tarefa fácil. Que o diga Correia de Campos que abandonou o lugar em 2008, depois de ter encerrado blocos de parto e urgências em centros de saúde. Agora a reorganização da rede está novamente a levantar polémica. A falha na comunicação por parte do Governo também não está a ajudar. Depois do presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, ter dito à "Antena 1" que as urgências do Garcia de Orta (em Almada) e do São Francisco Xavier passariam de polivalentes para médico-cirúrgicas, o ministro Paulo Macedo garantiu, no Parlamento, que o Governo não tem qualquer intenção de desclassificar as urgências destes dois hospitais, embora tenha admitido uma "reorganização" nesta área, acrescentando que "não faz sentido termos três urgências de oftalmologia e dermatologia, 24 horas por dia, em Lisboa". Algumas notícias dão também conta que no Centro Hospitalar Oeste Norte (Peniche, Alcobaça e Caldas da Rainha) apenas o hospital das Caldas manterá a urgência médico-cirúrgica. Além disso, a ARS quer encerrar o bloco de partos e a urgência pediátrica em Torres Vedras, concentrando estes serviços nas Caldas da Rainha. Os maiores protestos têm girado em torno do fecho da Maternidade Alfredo da Costa. Depois de uma notícia que dava conta do fecho até ao final do ano, o ministro já veio dizer que isso acontecerá durante a legislatura. As populações e os profissionais não aceitam.
Jornal de Negócios, 26 Abril 2012 . link

O tempo para dar início a esta reforma perdeu-se. Perdeu-o Paulo Macedo. Que fala em duas legislaturas para levar a cabo esta iniciativa. Talvez nem ele saiba como começar. "Apalpou" a MAC. Supostamente, o elo mais frágil. Enganou-se mais uma vez.   A coisa está a correr mal.
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sábado, 28 de abril de 2012

Se não é ilegal é imoral.

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Se não é ilegal é imoral.:

Jardim Gonçalves que beneficia de uma pensão mensal de 167 650.73 euros, exige 765 118,62 euros mil euros ao BCP de despesas com seguranças e de transporte, nomeadamente deslocações em avião particular, automóveis e motoristas.

Que todos se lembrem disto quando nos vierem dizer que andamos a viver acima das nossas possibilidades. Será que andamos todos ou só uma elite de gente, muita da qual devia estar atrás das grades, que se tem banqueteado com com aquilo que deveria ser de todos? Será esta divida que nos atiram para cima em austeridade e pobreza é realmente nossa ou será de quem a contraiu e dela se vem alimentando há muitos anos?
Dizem-nos que os sacrifícios são para todos, mas quem vive realmente uma vida de sacrifícios? Quem recebe uma pensão de 300 euros ou quem recebe uma de 168 mil euros.


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Obsessão da despesa

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Obsessão da despesa:
João Semedo: "Entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe a poupança"
1. Acha que é possível manter o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tendencialmente gratuito?
Num contexto de crescimento económico, mesmo mantendo a reduzida percentagem do PIB que é destinada à despesa pública de saúde, o financiamento do SNS por via do Orçamento do Estado seria mais que suficiente. Mas, mesmo no ponto em que se encontram quer a economia quer as contas públicas, não há necessidade de sobrecarregar os cidadãos se o OE afectar mais verbas à saúde e se forem eliminadas despesas supérfluas (PPP, sub-sistemas, outsourcing, falsa inovação, ). Financiamento em função da despesa, contratualização da produção, gestão rigorosa e eliminação da transferência de fundos públicos para os prestadores privados são medidas capazes de garantir nesta conjuntura o equilíbrio das contas do SNS.
2. A liberdade de escolha na Saúde traria vantagens para os cidadãos? E para o Estado?
Já há liberdade de escolha em Portugal, mas apenas para quem tem dinheiro para poder escolher. A liberdade de escolha é uma armadilha da direita. Em abono da verdade, o que motiva a direita não é dar possibilidade de escolha às pessoas mas, sim, conseguir que o Estado pague essa opção, isto é, a pessoa escolhe um médico ou um hospital privado e o Estado paga. Paga o Estado e pagamos todos nós. Este sistema, a impor-se em Portugal, seria um seguro de vida para o sector privado e a ruína financeira do SNS. Portugal não dispõe de recursos financeiros suficientes para alimentar dois sistemas em paralelo: um privado e outro público, ambos financiados pelo Estado. Num prazo muito curto, o SNS seria residual e assistencialista.
3. Como avalia a política que está a ser seguida pelo ministro da Saúde?
A política de Paulo Macedo está completamente dominada pela obsessão da redução da despesa. O encerramento da Alfredo da Costa ilustra particularmente bem as opções do Governo: entre a qualidade e a poupança, o Governo escolhe sempre a poupança, mesmo que signifique piores cuidados.
4. O que vai resultar da aplicação das medidas do memorando da troika?
O resultado já hoje está à vista: um SNS fortemente amputado, de difícil acesso, cuja qualidade está em perda. Vamos assistir ao aumento das listas de espera e à sobrelotação das urgências. Nos centros de saúde a falta de médicos vai continuar a sentir-se, apesar dos truques de magia para criar a ilusão de que se está a dar médico de família a todos. A revisão do regime de comparticipação vai tornar os medicamentos mais caros. As mudanças decididas em certas áreas de excelência – Maternidade Alfredo da Costa, Centro de Genética, IDT – traduzem-se no seu desmantelamento. A promiscuidade entre interesses públicos e privados, que tanto tem prejudicado o SNS, vai aprofundar-se.
5. Está hoje o SNS melhor do que há dez anos?
Apesar dos mau tratos a que tem sido sujeito, o SNS é uma história de sucesso, dispondo hoje de uma excelente e articulada rede de serviços e dos mais modernos equipamentos e tecnologias. O SNS avançou na última década, tal como na anterior: na acessibilidade, proximidade, qualidade, diferenciação e excelência. Mas, também, na humanização e no respeito pelos direitos dos doentes. O SNS melhorou e podia ter melhorado ainda mais se as políticas prosseguidas tivessem eliminado alguns dos seus maiores "pecados": a promiscuidade entre público e privado, a partidarização dos cargos dirigentes, o desrespeito pelas carreiras e a desregulação das relações de trabalho provocada pela empresarialização dos hospitais.

Jornal de Negócios Online 26.04.12
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Hoje acabou a televisão que funcionava

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Hoje acabou a televisão que funcionava:
8% da população não tem cobertura TDT. Bem vindo ao país falhado.

Tagged: TDT, vidinha
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Salgueiro Maia em Duas Fotografias

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Salgueiro Maia em Duas Fotografias:

Santarém, Jardim dos Cravos. Homenagem a Salgueiro Maia.

25 de Abril de 2012. © Um Amigo.

Santarém, sob a Ponte Salgueiro Maia, com a Linha do Norte ao fundo.

Uma das grandes vitórias de Abril tem sido, precisamente, reforçar as liberdades e garantias de todos os cidadãos. Sobretudo a garantia de que não é preciso levantar cedo para pagar impostos sobre o trabalho para ter o direito de usufruir de rendimentos garantidos. E, já agora, a liberdade de poder ser dono de um carro de 80 mil euros.”

© 2009, Um Amigo. ps: inverter a ordem das fotos. Obrigado. 

Tagged: 25 de abril, cigano, discriminação positiva, salgueiro maia, só trabalha quem é burro
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Moções de rejeição do PSD e do CDS ao PEC 4 revisitadas

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Moções de rejeição do PSD e do CDS ao PEC 4 revisitadas:




• Fernanda Câncio, Palavra da salvação:
    '"Num momento particularmente difícil o Governo propõe-se mais uma vez restringir o acesso aos apoios sociais, particularmente aos desempregados." (1) "Revela uma imensa insensibilidade social, especialmente quanto aos idosos, ultrapassa o limite dos sacrifícios que podem ser impostos aos portugueses e demonstra falta de equidade fiscal e social na distribuição das dificuldades." (2) "Não ataca os problemas de frente e prefere atacar a despesa social, atacando sempre os mesmos, os mais desprotegidos. Mantém a receita preferida deste Governo: a solução da incompetência. Ou seja, se falta dinheiro, aumentam-se os impostos." (3) "Apenas castiga os portugueses e não dedica uma única linha para o crescimento da economia. O que não se aceita é a falta de um rumo, da esperança que devolva o bem-estar aos portugueses e que promova a convergência real com os restantes cidadãos europeus." (4) "Mais uma vez o Governo recorre aos aumentos de impostos e cortes cegos na despesa, sem oferecer uma componente de crescimento económico, sem uma esperança aos portugueses." (5) "Sendo evidente que Portugal precisa de proceder a um ajustamento orçamental, reduzindo o défice nos termos dos seus compromissos internacionais, entende-se que o caminho escolhido pelo Governo é errado e não trará ao País a necessária recuperação económica." (6) "A essa realidade junta-se ainda a incapacidade em suster o aumento galopante do desemprego e do endividamento do País." (7) "O Governo recusa-se a dizer aos portugueses qual a verdadeira situação das finanças públicas nacionais." (8) "Os resultados que se atingiram tiveram o condão de se fundar ou no sacrifício das pessoas e das empresas - suportado pelo aumento asfixiante da carga fiscal - ou no recurso a receitas extraordinárias." (9) "As medidas tiveram efeitos recessivos na economia e não trouxeram qualquer confiança aos mercados." (10) "Portugal é o único país da Europa que não vai crescer. Não pode, por isso mesmo, o Governo afirmar que a culpa é da "crise internacional", como insistentemente afirma para tentar enganar os portugueses." (11) "É o Governo que desmente o próprio Governo." (12) "A credibilidade, uma vez perdida, é extremamente difícil de recuperar." (13) ___________ 1, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 11 - moção de rejeição do PSD ao PEC 2011/2014. 2, 6, 10, 12, 13 - moção de rejeição PP ao PEC 2011/2014. O chumbo por toda a oposição do Programa de Estabilidade e Crescimento, em 23 de março de 2011, determinou a demissão do Governo e o pedido de ajuda financeira.'

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

The Rescue Plan

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The Rescue Plan:

Submitted by: sotos90

Posted at: 2012-04-25 11:02:39

See full post and comment: http://9gag.com/gag/3982355



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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Isaltino amigo, o Tribunal da Relação está contigo

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Isaltino amigo, o Tribunal da Relação está contigo:
Isaltino pode não ser preso nos próximos dias. Reconhecendo motivos para reduzir a condenação a 2 anos, o Tribunal da Relação,por motivos pouco claros, tranquiliza Isaltino. Surpresa? Não!, justiça para endinheirados corruptos.

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