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quarta-feira, 28 de março de 2012

“Efeito dominó” destrói a resistência de superbactérias aos antibióticos

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“Efeito dominó” destrói a resistência de superbactérias aos antibióticos: Foi através de um “efeito dominó” molecular que a equipa de Christopher Tan, dos laboratórios farmacêuticos Merck – que contou com a colaboração de investigadores do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) de Oeiras, liderados por Mariana Pinho –, conseguiu tornar o estafilococo áureo multirresistente (MRSA) novamente vulnerável aos antibióticos habitualmente utilizados contra ele.
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ARS Centro no Livro do Guiness!

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ARS Centro no Livro do Guiness!:
A ARS Centro anda, há 3 anos, às voltas com um concurso de Enfermagem (com sucessivas versões de critérios). Ainda não saiu a lista definitiva!

Se fosse há mais de 500 anos atrás, dava para o navegador Vasco da Gama ir (e vir) à Índia... 3 vezes! E, segundo consta nos relatos mais precisos dos vários historiadores, não qualquer há indício que nos leve a supôr que tranportasse, na sua nau, qualquer currículo de Enfermagem!  

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domingo, 25 de março de 2012

Conheçam a cadeira de rodas do futuro

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Conheçam a cadeira de rodas do futuro:
A vida de um deficiente motor nem sempre é facilitada devido a diversos factores, nomeadamente a falta de possibilidade de chegar a objectos a uma determinada altura ou na realização de tarefas que tenham como requisito estar em posições mais elevadas. Para ajudar nestas situações um grupo de engenheiros turcos desenvolveu um dispositivo robótico absolutamente inovador que poderá perfeitamente um dia vir a substituir as actuais cadeiras de rodas. Ora vejam já a seguir.
tek rmd

A evolução é uma coisa fantástica especialmente quando é aplicada aqueles que mais precisam. Para poder ter uma vida sem grandes adversidades os deficientes motores passam muitas vezes por dificuldades complicadas, dificuldades essas que podem muito bem ser resolvidas com esta inovação. Em fase de testes num jovem turco paraplégico, esta nova cadeira permite elevar a posição corporal ficando a pessoa como se estivesse de pé, isto com a ajuda de um interessante mecanismo que facilita o processo. O dispositivo fornece assim suporte para o utilizador permitindo-lhe realizar tarefas de forma normal.
Estar em pé é quase essencial para as mais básicas tarefas realizadas todos os dias, desde lavar a loiça a cozinhar ou até mesmo ir às compras. Com uma dimensões relativamente reduzidas, este novo aparelho poderá trazer um aumento muito considerável na qualidade de vida dos seus utilizadores trazendo-lhes um nível de independência de que até agora não dispunham.
Veremos o tempo que esta ideia demorará de facto a chegar à realidade e qual será o seu custo. Dêem uma olhadela neste vídeo em que se pode ver bem a evolução na qualidade de vida de um utilizador desta cadeira:
Podem saber mais na página oficial do produto aqui.
Fonte
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sábado, 24 de março de 2012

O flagelo das Taxas Moderadoras

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O flagelo das Taxas Moderadoras:
Quatro euros por uma Consulta de Enfermagem

«Um doente com uma ferida que precisa de ser desinfectada três vezes por semana, no centro de saúde, começa a aparecer apenas uma vez por semana ou mesmo a pedir, logo de início, para ter tratamentos com menos frequência, alerta o bastonário da Ordem dos Enfermeiros (OE),Germano Couto. A cobrança de quatro euros por uma consulta de enfermagem nos centros de saúde, que é praticada desde 1 de Janeiro, está a afastar doentes, nomeadamente “da área curativa”, alerta.

O responsável, que assumiu funções há cerca de dois meses, diz-se contra a cobrança destes serviços nos centros de saúde. “Se queremos que a enfermagem seja a porta de acesso aos cuidados de saúde, não deve ser taxada.” O representante lamenta que a OE não tenha sido consultada quando a medida foi criada, e insta o Ministério da Saúde (MS) a recuar, deixando de cobrar taxas já no próximo ano.

“Parece um ganho para a profissão”, comenta. A medida foi apresentada pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, como uma forma de valorizar estes profissionais de saúde, mas este argumento, diz, “é estratégico. O ministro tem formação na área da gestão e viu que nos cuidados primários a maior parte dos cuidados são de enfermagem. É uma forma de financiamento”.

O responsável afirma que se está a assistir à redução da frequência da ida dos utentes aos centros de saúde e que o impacto da medida está por avaliar, temendo que venha a ter efeitos “na redução de qualidade de vida, em piores indicadores de saúde, em readmissões [hospitalares], maiores taxas de infecção”.
Quanto às restrições financeiras que estão a ser impostas, diz: “Ninguém se iluda ao pensar que com os cortes no orçamento do MS a qualidade dos cuidados não vai ser colocada em causa. Não temos dúvidas de que vai haver situações graves.” E dá exemplos: “Há casos de enfermeiros que fazem noites sozinhos, com 15 ou até 20 doentes, há enfermeiros colocados na rede de cuidados continuados com menos de um ano em exercício, o que aumenta o risco de erro.”»
JP 21.03.12

As Taxas matam: À semelhança da Grécia, a mesma política de austeridade imposta pelo FMI, as mesmas atrocidades contra o SNS.
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Reportagem – Opinião dos Portugueses sobre Enfermagem !

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Reportagem – Opinião dos Portugueses sobre Enfermagem !:
A TV Enfermagem foi ouvir a opinião da população sobre a enfermagem nos dias de hoje.
Qual a conclusão que se retira desta reportagem ? Segundo o meu ponto de vista:
  1. Os Portugueses precisam de ser informados e esclarecidos sobre qual o papel dos Enfermeiros.
  2. Não há marketing organizado da profissão ;
  3. Não homogeneidade da imagem da Profissão; 
  4. Para haver reconhecimento social têm que haver visibilidade do nosso trabalho.
  5. O passado e evolução rápida da formação em Enfermagem , não foi acompanhada por campanhas de sensibilização e informação à população.
  6. A Ordem dos Enfermeiros não avalia periodicamente a formação e percurso formativo e profissional de cada  Enfermeiro. Em suma actualmente se alguém quiser não evoluir na sua formação e profissionalmente não é penalizado…
  7. Enfermagem centra-se muito nela mesma (linguagem própria, registo em sistema próprio) e o Mundo da Saúde esquece-se de nós
Alguém se lembra de mais algum argumento ?
Na minha opinião acho o ponto 6 incorrecto, não é a "não formação" que deve ser penalizada mas sim a formação que deve ser beneficiada, esse paradigma de termos de mostrar que somos bons para nos pagaram o correspondente já está visto que não serve para nada e as instituições aproveitam-se disso... milhares de enfermeiros com grandes despesas anuais em formação e.... recebem o mesmo, não sao reconhecidos!!! Temos é de mostrar as instituições que precisam de enfermeiros com formação (e têm de ser estas a facilitar essa formação, ao invés de inibir os enfermeiros que querem desenvolver-se mais ainda pois não dão facilidades de horário nem as horas de dispensas devidas por lei e, por vezes, esses enfermeiros que nadam contra tudo e contra todos ainda são vistos de lado e são muitas vezes ameaçados com horários impossíveis de comportar.

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quinta-feira, 22 de março de 2012

VACINAS NA GRAVIDEZ

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VACINAS NA GRAVIDEZ: As vacinas agem estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos, que podem combater infecções, impedindo o indivíduo de ficar doente. Algumas vacinas são seguras durante a gravidez, outras não.



A imunização através de vacinas protege tanto a mãe quanto o feto contra diversas doenças. Idealmente, todas as vacinas devem ser dadas antes da gravidez, mas a administração destas durante a gestação pode estar indicada em algumas situações.



Neste texto vamos abordar as seguintes questões sobre vacinação na gravidez:

  • Como funciona uma vacina.
  • Quais são os tipos de vacinas existentes.
  • Vacinas indicadas para quem quer engravidar.
  • Vacinas permitidas na gravidez
  • Vacinas contraindicadas na gravidez.
Como funcionam as imunizações



Vacinas na gravidezToda vez que entramos em contato com algum germe, nosso sistema imune cria anticorpos contra os mesmos para ajudar no seu combate. Em muitas doenças, a presença destes anticorpos é suficiente para impedir que o germe volte a nos atacar no futuro. Infecções como catapora, rubéola, caxumba, mononucleose, toxoplasmose, etc. só ocorrem uma única vez durante toda a vida graças a produção de anticorpos específicos.



A lógica da vacina é tentar estimular o organismo a produzir estes anticorpos sem que tenhamos que ficar previamente doentes. A vacina apresenta ao sistema imune uma bactéria ou vírus de tal forma que haja estímulo para produção de anticorpos específicos, mas não haja desenvolvimento da doença.



Um vacina só age contra um único germe. Por exemplo, a vacina contra rubéola só cria anticorpos contra a própria rubéola. Há casos, porém, em que é possível misturar mais de uma vacina em uma única injeção, como na vacina tríplice viral (MMR), que é uma vacina contra sarampo, rubéola e caxumba.



Tipos de vacinas e imunizações



A grande dificuldade na hora de desenvolver uma vacina é criá-la de modo que a bactéria ou vírus consigam estimular o sistema imunológico a criar anticorpos, mas não sejam capazes de provocar doença. Às vezes, basta expor o organismo à bactéria ou ao vírus mortos para haver produção de anticorpos e tornar o paciente imune a este germe. Porém, nem todo os vírus ou bactérias mortos são capazes de estimular o sistema imune, fazendo com que tenhamos que buscar outras soluções para imunizar o paciente.



Existem basicamente 4 tipos de imunizações:



a. Vacinas com germes vivos atenuados.

b. Vacinas com fragmentos de germes (germes mortos).

c. Toxoides.

d. Imunoglobulinas.



Na gravidez, as três últimas opções costumam ser seguras, enquanto que vacinas com vírus ou bactérias vivas são contraindicadas.



Para saber mais detalhes sobre os 4 tipos de vacinas citadas acima, leia os textos:

- COMO FUNCIONAM AS VACINAS

- VACINAS | Calendário, efeitos colaterais e contraindicações



Vacinas indicadas para quem quer engravidar



Toda mulher em idade fértil que pretende ter filhos deve se informar sobre as vacinas indicadas antes de uma gravidez. Existem doenças potencialmente muito graves durante uma gestação que podem ser evitadas com uma simples vacina.



Se você pretende engravidar a curto prazo é importante conhecer o seu estado de imunização contra as seguintes doenças:



- Rubéola (leia: RUBÉOLA | Sintomas e vacina).

- Caxumba (leia: CAXUMBA | Sintomas e complicações).

- Catapora (leia: CATAPORA (VARICELA) | Sintomas e tratamento).

- Sarampo.



As vacinas para essas 4 doenças são feitas com vírus vivo atenuados, sendo contraindicada durante a gravidez. Por isso, se a paciente não estiver imunizada contra qualquer uma das quatro, a vacinação deve ser feita pelo menos 28 dias antes do início de uma gravidez.



Se você perdeu seu cartão de vacinação e não se lembra se já teve estas doenças, é possível realizar exames de sangue, chamados sorologia, para pesquisar a presença de anticorpos contra essas quatro doenças. Quem já teve as doenças ou foi vacinado contra as mesmas na infância costuma ter anticorpos e não corre o risco de contraí-las durante a gestação.



É importante que a futura gestante esteja imunizada contra cada uma das quatro infecções antes de engravidar, já que uma vez grávida, a paciente poderá mais se vacinar, tendo que torcer para não se infectar durante a gestação.



Mulheres que moram em áreas endêmicas da febre amarela também devem ser vacinadas, caso a última dose tenha sido aplicada há mais de 10 anos. A vacina não pode ser usada em grávidas, por isso é importante já estar devidamente imunizada quando a gravidez surgir.



Idealmente, as mulheres devem ser vacinadas contra as doenças evitáveis antes da gravidez. Quando se opta por vacinar uma grávida, os benefícios para a mãe e feto devem sempre ser maiores que os potenciais riscos. Não há nenhuma evidência de danos para as mulheres grávidas ou fetos a partir da administração de vacinas com germes mortos. Por outro lado, vacinas com germes vivos podem ser prejudiciais ao feto em desenvolvimento.



Vacinas permitidas durante a gravidez



Para evitar complicações para o feto, a maioria das vacinas deve ser dada somente antes ou depois da gestação. Porém, há situações em que a administração de vacinas pode estar indicada durante a gravidez. Em geral, as vacinas permitidas são aquelas feitas com germes mortos ou toxoides (toxinas inativadas). Vamos falar um pouquinho sobre algumas das vacinas que podem ser aplicadas durante a gestação.



a. Gripe (Influenza)



As mulheres grávidas correm o risco particularmente elevado de desenvolver complicações da gripe. Portanto, as vacinas contra a gripe sazonal e gripe A (H1N1) são recomendadas para todas as mulheres grávidas durante a temporada de gripe, independentemente do seu trimestre de gravidez.



A vacina contra o Influenza protege não só a mãe, mas também o bebê durante os seus primeiros 5 meses de vida. As mulheres podem amamentar depois de receber essas vacinas.



b. Tétano, difteria e coqueluche



A vacina tríplice contra tétano, difteria e coqueluche é rotineiramente administrada durante a infância e uma vacina de reforço é recomendada a cada 10 anos durante a vida adulta. Como as três vacinas não possuem bactérias vivas, elas podem ser administradas na gravidez com segurança.



O tétano é uma causa comum de morte neonatal, principalmente nos países mais pobres, onde os cuidados obstétricos apresentam problemas. Todas as mulheres não vacinadas, ou que a última dose de reforço tenha sido há mais de 10 anos, devem receber a vacina contra tétano após a 20ª semana de gestação. Se a vacina tríplice do adulto, com tétano, difteria e coqueluche, estiver disponível, melhor ainda.



c. Hepatite A



A hepatite A é uma infecção transmitida habitualmente por águas contaminas (leia: HEPATITE A | Sintomas, tratamento e vacina) e pode causar parto prematuro e problemas para o feto. A vacina contra hepatite A também é feita com vírus morto, por isso apresenta baixo risco na gestação. Entretanto, ainda não há muita experiência do seu uso na gravidez, e alguns efeitos colaterais podem ainda ser desconhecidos. Em geral, não se indica esta vacinação durante a gravidez, mas ela pode ser usada em casos especiais, como em mulheres grávidas que vivem em áreas com falta de saneamento básico, ou seja, gestantes sob alto risco de contaminação.



Mulheres que já tenham tido hepatite A em algum momento da vida estão imunes e não precisam se vacinar. A sorologia serve para identificar os pacientes já imunizados previamente.



d. Hepatite B



A hepatite B é uma infecção transmitida pela via sexual ou pelo sangue (leia: HEPATITE B | Sintomas e vacina). A vacina contra hepatite B é feita com vírus morto e é segura durante a gravidez. Sua administração é feita com 3 doses em um intervalo de 6 meses. A vacina está indicada para todas gestantes que apresentam alto risco de contaminação, como profissionais de saúde que lidam com sangue ou agulhas, mulheres cujo o parceiro seja portador do vírus, profissionais do sexo, usuários de drogas endovenosas, etc. Caso necessária, a imunoglobulina contra hepatite B também pode ser administrada na gravidez.



Gestantes que já tenham tido hepatite B em algum momento da vida estão imunes e não precisam se vacinar. A sorologia serve para identificar os pacientes já imunizados previamente.



e. Pneumococo



O pneumococo é uma bactéria que costuma causar infecções como pneumonia, meningite, sinusite, otite... A sua vacinação está indicada em pessoas acima de 19 anos que apresentam grande risco de infecção por esta bactéria, como diabéticos, imunossuprimidos, fumantes, alcoólatras, pacientes que retiraram o baço, pacientes com asma ou bronquite crônica, pessoas que trabalham em asilos, etc. O fato da mulher engravidar não impede que a mesma tome a vacina, caso apresente alguma das indicações acima. Obviamente, o ideal sempre é tomá-la antes da gravidez, mas muitas vezes isso acaba não ocorrendo. Na grávida, a vacina contra o pneumococo costuma ser administrada a partir do 2º trimestre de gestação.



f. Meningite



A vacina contra a meningite é feita com bactérias mortas e pode ser administrada na gravidez  caso haja indicação. Porém, como quase todas as outras vacinas, o ideal é administrá-la antes ou após a gravidez.

Leia: MENINGITE | Sintomas e vacina.



g. Raiva



A vacina contra a raiva é feita com vírus morto e pode ser aplicada durante a gestação, caso a grávida venha a apresentar algum fator de risco, como ser mordida por cão ou morcego (leia: RAIVA HUMANA | Transmissão, sintomas e vacina). A gestante pode tomar tanto a vacina como a imunoglobulina contra a raiva caso o médico ache necessário. O tratamento nas grávidas é igual ao de não gestantes.



Vacinas proibidas na gravidez 



As vacinas feitas com germes vivos não devem ser aplicadas na gravidez. Quando necessárias, o ideal é dar um intervalo de pelo menos um mês entre a vacinação e o início da gravidez, para que não haja riscos para o feto. Se a paciente estiver em idade fértil e tiver possibilidade de estar grávida, e isso inclui ter tido relações sem métodos contraceptivos nos últimos 2 ou 3 meses, as vacinas com germes vivos deve ser evitada até que se tenha comprovação de que a paciente não está grávida. Um simples teste de gravidez de farmácia ajuda a identificar gestações ainda não conhecidas. (leia: TESTE DE GRAVIDEZ DE FARMÁCIA).



Febre amarela



A febre amarela é uma doença viral transmitida por um mosquito. A doença é endêmica em algumas área da África e América do Sul, incluindo a região Norte e Centro-Oeste do Brasil (leia: FEBRE AMARELA | Vacina e sintomas).



Mulheres grávidas devem evitar viagens para regiões onde haja casos de febre amarela. A vacina contra esta doença é feita com vírus vivo e não pode ser administrada em grávidas.



Se a paciente estiver grávida em local onde esteja havendo uma epidemia de febre amarela, a vacinação pode ser indicada se um infectologista achar que o risco de contágio é maior que o risco de efeitos colaterais na gravidez. É uma caso especial que deve ser avaliado individualmente por um especialista. Em 99% dos casos, a vacina contra a febre amarela é contraindicada na gravidez.



Outras vacinas contraindicadas na gravidez são:

  • Rubéola
  • Caxumba 
  • Catapora
  • Sarampo
  • Tuberculose (BCG)
  • Rotavírus
  • Varíola
  • HPV



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Acesso aos cuidados de saúde

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Acesso aos cuidados de saúde: Acesso aos cuidados de saúde: Começa a ser um inferno.



É preciso levantar cedo e apanhar a camioneta. É preciso viajar uma hora e meia até Odemira. E depois é preciso subir o morro devagarinho, já que o centro de saúde se encontra bem lá no alto e é onde funciona o serviço de urgência. De outra maneira, Maria Helena Gonçalves, de 62 anos, residente em S. Martinho das Amoreiras, pequena localidade nos arredores de Odemira, não será observada pelo médico. É que lá não há centro de saúde, só há médico de oito em oito dias, às quintas-feiras, quando vai dar consulta num lar de idosos, em São Teotónio. Quem quiser aproveitar, tem é de pagar. Mas hoje não é quinta-feira. E Helena sente-se doente.



Na sala de espera do serviço de urgência do Centro de Saúde de Odemira, aguarda pela sua vez de ser atendida. Mas à sua frente tem dois doentes mais urgentes, um com suspeita de enfarte, outro com suspeita de AVC. Os dois médicos de serviço estão ocupados em estabilizá-los. Se perder a camioneta das 13h30 para regressar a casa, só voltará a ter transporte à noite, às 19h30. Maria Helena vive de uma reforma muito pequena, não tem dinheiro para pagar táxi e o seu caso não é suficientemente grave para chamar o INEM.



Longe do atendimento médico, sem dinheiro e sem transportes, assim vivem milhares de pessoas no interior do país.



O médico Denis Pizhin, natural da Crimeia, Ucrânia, está sozinho na urgência do Centro de Saúde de Odemira. O outro médico teve de acompanhar um doente em estado crítico até ao hospital de referência da zona, o de Santiago do Cacém, a cerca de 80 quilómetros de distância.



Denis Pizhin, de 31 anos, veio da Crimeia em 2008, logo depois de se licenciar em Medicina. O estágio, já o fez cá. Hoje, é um médico "prestador de serviços", contratado através de empresas que angariam clínicos para os hospitais e, em troca, recebem percentagens.



Por hora, ganha 24 euros brutos, cerca de 15 euros líquidos, diz, com um sorriso crítico. "Quase o mesmo que uma empregada doméstica". Por dia, vê cerca de 60, 70 pessoas, a maioria com situações ligeiras, conta. Os casos mais graves, cerca de 30 por cento, calcula, vão de crises asmáticas a enfartes, que têm de seguir para o hospital de Santiago do Cacém ou para o de Beja.



Desde que veio para Portugal, Denis já aprendeu muito profissionalmente, mas também já viu muito. Já trabalhou na urgência de várias unidades de saúde no interior do Alentejo. Em Beja, onde actualmente só há "consulta aberta". Em Ferreira do Alentejo, que "já nem consulta aberta tem", em Moura. Agora, além de Odemira, presta serviço em Ponte de Sor e no distrito da Guarda.



Faltam medicamentos



Na urgência de Odemira, "há duas semanas que não há soro" habitualmente usado nos hospitais. "Temos de nos desenrascar com outros tipos de soros", diz. "Há sempre falta de medicamentos essenciais", entre os quais medicamentos para evitar os vómitos ou reagentes laboratoriais, como, por exemplo, tropomina, fundamental no diagnóstico de enfarte.



"As populações destas localidades estão evidentemente em risco", afirma o médico. "Passar férias no litoral alentejano, pode ser perigoso". No Verão, "os lisboetas que precisam de ir à urgência, dizem muitas vezes que isto parece África".

À falta de transportes públicos, soma-se o mau estado das estradas, cheias de curvas e de buracos, por onde as ambulâncias têm muitas vezes de passar para ir buscar doentes, e que também têm de percorrer para os levar para o hospital.



A falta de uma comunicação eficaz entre os centros de saúde e os hospitais e a desarticulação entre os bombeiros e o INEM são apontadas por Denis como outros factores que agravam ainda mais as dificuldades do acesso aos cuidados médicos nas zonas do interior do país. Muitas das situações revelam-se mesmo fatais, particularmente no caso de acidentes graves na estrada. Há casos de mortes que poderiam ter sido evitadas "se houvesse outra organização", diz o médico.

Como exemplo, conta o episódio que envolveu um homem, vítima de um desastre nos arredores de Odemira, que começou por ser transportado para a urgência do centro de saúde. Dali, foi transportado para Santiago do Cacém, onde foi decidido que, face à gravidade do seu estado, teria de ir para o Hospital de S. José, em Lisboa. Só lá chegou mais de oito horas após o acidente e acabou por morrer pouco tempo depois. Se tudo se tivesse processado mais rapidamente, o homem "poderia não ter morrido", afirma Denis.



Há outros casos recentes, como o de uma criança estrangeira de 22 meses que morreu no Centro de Saúde de Odemira depois de ter sido atropelada, em Agosto do ano passado. Deu ali entrada em paragem cardio-respiratória, quando lá se encontravam apenas um médico e um enfermeiro, um número de profissionais considerado "insuficiente" para prestar a assistência necessária, segundo o que então considerou a Ordem dos Enfermeiros.



Também o bastonário dos médicos, José Manuel Silva, manifestou então as suas preocupações, lembrando que, segundo a lei, a equipa de uma urgência básica deverá ter dois médicos e dois enfermeiros em presença física. É "inaceitável" - considerou - "a saída de um enfermeiro de uma forma rotineira e frequente, deixando a unidade com um elemento, número que fica abaixo dos mínimos aceitáveis".

Mas, passado quase um ano, a situação mantém-se: quando um dos enfermeiros tem de acompanhar um doente crítico, fica apenas um enfermeiro no centro.



As crescentes dificuldades de aceder aos cuidados de saúde com que se debatem muitas pessoas, sobretudo idosas que vivem em localidades do interior, é testemunhada por Pedro Rabaça, de 44 anos, enfermeiro no hospital de Portalegre que também presta serviço no INEM. Este profissional vai buscar pessoas que vivem "no fim do mundo, longe de tudo, do poder de decisão, dos técnicos". Em zonas onde "faltam especialidades médicas, meios de diagnóstico, onde não há médicos de família, não há urgências e faltam enfermeiros".



Os efeitos da redução dos transportes de doentes financiados pelo Estado já são notórios. Face a uma situação de urgência, as pessoas que vivem em "povoações muito isoladas" e cujas reformas "mal dão para comer" ou conseguem uma boleia, ou alugam um táxi ou ficam à espera de piorar para que o INEM aceite ir buscá-las sem terem de pagar, conta Pedro Rabaça. A situação é tão preocupante, diz este enfermeiro que "há idosos que estão a trocar medicamentos por produtos básicos".
reportagem de Paula Torres de Carvalho, JP 20.03.12


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terça-feira, 20 de março de 2012

Orientação DGS- Vacina VASPR

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Orientação DGS- Vacina VASPR:

Damos a conhecer a Orientação nº 006/2012 de 19/03/2012 da DGS relativa à vacinação contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola (vacina VASPR). Isto porque após a recente alteração no Plano Nacional de Vacinação têm surgido dúvidas sobre a administração da vacina VASPR a crianças sem prévia exposição alimentar ao ovo.
“Assim, reitera-se que as recomendações em relação à administração da VASPR são:
  1.  Devem ser cumpridas as normas do PNV 2012;
  2.  Não é boa prática recomendar como requisito prévio à administração da VASPR quer a introdução alimentar do ovo, quer o teste cutâneo com a vacina diluída (que não é preditivo de uma reação alérgica à vacinação);
  3. Todas as crianças elegíveis para receber a VASPR devem ser vacinadas, tenham ou não ingerido ovo previamente;
  4. Nas crianças com alergia não grave ao ovo, a VASPR deve ser administrada no serviço de vacinação habitual, não estando recomendada a referenciação hospitalar ou a realização de testes cutâneos prévios à administração da vacina;
  5. Nos casos muito raros de história pessoal clinicamente documentada de reação anafilática ao ovo, a administração da VASPR deverá ser feita em meio hospitalar;
  6. Nas crianças com asma não controlada com história documentada de alergia de qualquer tipo ou gravidade a uma dose prévia da vacina ou ao ovo, a administração da VASPR não deve ser adiada, devendo ser feita em meio hospitalar.”
Orientação nº 006/2012 de 19/03/2012Programa Nacional de Vacinação – PNV 2012 – VASPR (Vacina combinada contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola) e a alergia ao ovo






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domingo, 18 de março de 2012

Top 10 Vitamin Deficiencies

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Top 10 Vitamin Deficiencies:
Until quite recently, the role vitamins play in good health was largely unknown. Explorers in the renaissance found that on ships where they ate salted meat and grain, a huge variety of diseases appeared that were cured by eating a more varied diet. People began to suspect the existence of vitamins, tiny substances which were needed to sustain good health. There have been several Nobel Prizes given to scientists who correctly identified specific vitamins, as they allowed thousands of people to avoid death from deficiencies simply by eating a certain food. Today vitamin deficiencies still occur in developing countries or in those who have restrictive diets, but centuries ago people lived in fear of these deadly deficiencies whose causes were unknown and seemed to affect people at random.


10
Beriberi
N5040001-Beriberi Patient, 1914-Spl
Beriberi is a disease whose symptoms include weight loss, body weakness and pain, brain damage, irregular heart rate, heart failure, and death if left untreated. It was endemic in Asia for a long time. Strangely, Beriberi occurred almost exclusively amongst the richer members of society, and was unknown in the poor. Although recognized to be a nutritional deficiency, doctors were baffled as to why wealthy people with plentiful and clean food would fall victim to beriberi whereas the poor with limited food did not. As it turned out, beriberi is a deficiency of vitamin B1 (thiamine) which is found in cereal grain husks. The rich had been washing their rice so well that they removed the husk with its vitamin B1, whereas the poor did not wash their food as well and consumed enough vitamin B1. White bread can also potentially cause beriberi, so today developed countries add extra vitamin B1 to it. Beriberi is now found mostly in alcoholics whose bodies become poor at absorbing vitamin B1.


9
Pellagra
Pellagra
After the discovery and exploration of the Americas, corn was grown by settlers and all around the world. The natives who had originally grown it would treat it with lime, but the taste was unpleasant to the Europeans and they omitted this part of the preparation. As corn was increasingly farmed, the disease pellagra began to spread. Symptoms included diarrhea, dermatitis, dementia, and finally death. Many people believed that corn was in some way toxic, but could not explain the lack of pellagra among native New Worlders. After thousands of deaths, it was discovered that corn, although high in carbohydrates, lacked vitamin B3 (niacin). Farmers would sometimes eat little other than corn and succumb to the deficiency. The Native Americans had actually been using lime as a way of adding vitamin B3. Today it is well known that by eating a variety of foods vitamin B3 is freely obtained and pellagra is easily treated.


8
Biotin Deficiency
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Biotin deficiency is caused by a lack of vitamin B7 (biotin). It causes rashes, hair loss, anaemia, and mental conditions including hallucinations, drowsiness, and depression. Vitamin B7 itself is found in meat, liver, milk, peanuts, and some vegetables. Its deficiency is quite rare; however, there was a brief spike in the number of cases when it became popular for bodybuilders to consume raw eggs. One of the proteins found in raw egg white binds vitamin B7 and makes it difficult for the body to use, leading to a deficiency. Cooking egg whites makes this protein inactive. Mild biotin deficiency is also found is about half of all pregnant women due to a higher use of vitamin B7 in their bodies, and supplements are recommended for such women by the World Health Organisation.


7
Scurvy
Scurvy
Scurvy was first noted among people who spent a long time at sea. Boats would only carry non-perishable foods such as salted meats and dried grain, so sailors ate few if any fruits or vegetables. Scurvy causes lethargy, skin spots, bleeding gums, loss of teeth, fever, and death. Ancient sea-faring civilizations would cure it with various herbs. In more recent times, these ancient cures were not used consistently and their value was not realized. In the 18th century horse meat and citrus fruits were found to cure scurvy, and British sailors consumed limes to the extent that they were nicknamed ‘limeys’. It is now known that these foods contain vitamin C, and in modern times scurvy is rarely fatal as it once consistently was. Today, there are groups who advocate vitamin C megadoses of hundreds of times the recommended daily requirement; although any positive effects have not been firmly demonstrated and harmful overdoses can occur.


6
Rickets
Rickets
Rickets causes muscles and bones to become soft, which can cause permanent deformities in children. It is most common in children and infants who have a poor diet or who are housebound, but is nowadays relatively rare in developed countries. Breast-fed babies are at higher risk if they or their mothers do not take in enough sunlight, and baby formula is now designed to prevent this. Rickets is caused by a lack of vitamin D or of calcium. Vitamin D is required for calcium to be properly absorbed into bones to strengthen them. Adults rarely develop rickets because their bones are not growing and do not need much calcium. Vitamin D itself is obtained from many foods but the body can only use it if it has been converted into its active form via sunlight. In recent years there has been a slight increase in children with rickets possibly due to too many of them staying indoors.













5
Ariboflavinosis
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This condition is present mostly in people who suffer from malnutrition and in alcoholics. It causes distinctive bright pink tongues, although other symptoms are cracked lips, throat swelling, bloodshot eyes, and low red blood cell count. Ultimately it can cause comas and death. It is caused by a lack of vitamin B2 (riboflavin), but easily treated by eating foods rich in vitamin B2, including meat, eggs, milk, mushrooms, and leafy green vegetables. Vitamin B2 is also used as artificial orange color in foods. It is absorbed through the liver, so alcoholics might eat enough of it but be unable to use it. True deficiencies are rare, but about 10% of people in developed countries live in a state of slight deficiency, thought to be from a diet of highly processed foods. Constant slight deficiencies can increase the risk of mild health problems.


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Vitamin K deficiency
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This deficiency affects nearly half of all newborn infants worldwide. In severe cases it causes uncontrolled bleeding and underdeveloped faces and bones. Many hospitals give newborns vitamin K injections to avoid the more severe symptoms. Unfortunately babies born outside hospitals are statistically at a much higher risk of serious deficiencies. Vitamin K is found chiefly in leafy green vegetables, although human gut bacteria help produce it in humans. Newborns have not yet developed gut bacteria which is why they are so prone to deficiencies. Other than newborns, vitamin K deficiency is found in alcoholics, bulimics, strict dieters, and people with various severe diseases such as cystic fibrosis. Adults who bruise or bleed easily sometimes have vitamin K deficiency which itself may be indicative of one of these more serious disorders.


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Hypocobalaminemia
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This mouthful of a disease was first noticed as a symptom of an autoimmune disease. It causes gradual deterioration of the spinal cord and very gradual brain deterioration, resulting in sensory or motor deficiencies. Mental disorders from the gradual brain damage begin as fatigue, irritability, depression, or bad memory. As the disease progresses over several years, psychosis and mania can appear. This damage is irreversible and is caused by a deficiency in vitamin B12. Fortunately, this vitamin is easily found in meat, dairy, and eggs. Vitamin B12 is stored in the liver and can last for years before deficiency sets in. Hypocobalaminemia is most common in developing countries amongst people who eat few animal products. The most at-risk groups in developed countries are vegans, as no plant produces enough B12 for a human diet. Children need much more B12 than adults because they are growing, so infants who are only breast-fed can become deficient and suffer permanent brain damage if their mother is only slightly deficient. Supplements are recommended for people of all diet types as an easy way to avoid the devastation of this disease.


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Paraesthesia
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Vitamin B5 is found in nearly every food, and deficiencies are found in people who have been starving, volunteers of particular medical studies, and people on diets restricted to a very small number of foods. A deficiency in vitamin B5 causes chronic paraesthesia. Paraesthesia is most familiar to us as the numbing sensation we feel as ‘pins and needles’ or a limb ‘falling asleep’. This kind of paraesthesia is perfectly normal; however, in vitamin B5 deficiencies it occurs constantly. Malnourished prisoners of war sometimes reported prickling and burning sensations in their hands and feet which is now thought to have been paraesthesia. As this is nearly unseen today, most vitamin supplements do not include B5.


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Night Blindness
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The Ancient Egyptians and Greeks wrote about night blindness, or ‘nyctalopia’. This affliction makes it impossible to see in dim light, and sufferers become completely blind when night falls. The Egyptians found that they could cure sufferers by feeding them liver, which contains high levels of vitamin A, the deficiency of which causes night blindness. Vitamin A deficiency still affects one third of all children on Earth under the age of five, resulting in over half a million deaths each year. Most high dose vitamins obtain their vitamin A from liver, which is dangerous at high levels and can cause various health complications. In the past, starving Antarctic explorers would eat their dogs for food but became sick when they ate too much liver. Vitamin A found in carrots is a slightly different molecule to that found in liver and is not toxic in high doses, although it can cause skin to turn yellow. During the Second World War, the Allies announced that they ate carrots to see well, although carrots only help maintain normal vision and do not improve it beyond this. Actually they were lying to hide their development of radar.


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