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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Demorou mas já está ;)

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

(Pré) História de Natal

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de: "http://forumenfermagem.org/comunicacao/item/6660-pre-historia-de-natal#.VJ8EF2cig"

" 
  (Pré) História de Natal
No Natal as palavras, as imagens, os sorrisos, as mensagens, os votos, convergem para a amizade, a tolerância, o amor, a felicidade, a sorte, a bondade, a saúde… é uma altura do ano em que parece haver uma sensibilidade maior para o tema “família”.
No hospital somos (mais ou menos) sensíveis à problemática das famílias, estamos (mais ou menos) condicionados pelas circunstâncias de trabalho, concordamos (mais ou menos) que a família é um dos aspetos centrais dos cuidados de enfermagem. A família pode ser um problema, mas também um recurso. A família também necessita de cuidados e as políticas institucionais tendem a valorizar a família. Porém, as práticas nem sempre refletem a intenção de pensar os cuidados através de perspetivas inclusivas, que os humanizem. 
É a este propósito que vos deixo uma (pré)História de Natal que ilustra o quão longo é o caminho que temos a percorrer no sentido de modificar as nossas prioridades (como profissionais), as nossas perceções, a nossa disponibilidade, e a atitude que alguns têm perante os familiares dos doentes e no seio da equipa de saúde.

I parte
Serviço de Urgências, balcão de atendimento geral, porta de entrada do hospital. Sala de espera apinhada de macas, maioritariamente com idosos. É dezembro, a noite está fria e o ambiente é tenso pelas horas mais ou menos longas de espera. Está uma Árvore de Natal iluminada, ali suspensa na parede.  Os doentes são muitos e os acompanhantes imensos. Observam todos os passos da Enfermeira, cada gesto, o que diz, os silêncios; tentam perceber o que é dito ao doente da maca ao lado, presenciam e comentam a agonia de uns, a prioridade de outros. Observam todos os profissionais de saúde, como eles se comportam, como se expressam, como se relacionam.
Quando a Enfermeira passa por perto, quase que travam uma espécie de luta por um esclarecimento, uma informação… Interrompem o que está ou vai fazer, todos sentem o seu caso como prioritário. Uns são mais pacientes, outros mais exaltados. Estão muito à vontade porque ela está ali, com a porta da sua sala quase sempre aberta, circula e vai gerindo as situações de acordo com o que julga adequado. Porém, a Enfermeira sente que ainda é vista, por alguns doentes e familiares, erradamente, como intermediária entre eles e o médico, num paradigma que a coloca como auxiliar do médico, pois nem sempre se apercebem que, para além do papel facilitador tem no processo de cuidados, existe uma clara separação de papéis, responsabilidades e tarefas entre médicos e enfermeiros.   Nesta (pré)História de Natal a Enfermeira realiza tarefas interdependentes da prescrição de 3 médicos: encaminhamento para exames complementares de diagnóstico, administração de medicamentos, algaliações, entubações, avaliações de glicémias, ajuda na ortopedia, realização de gerdy´s, internamentos para Sala de Observações (i.e., corredor), internamentos para os pisos, encaminhamento para outros hospitais… não para e quando para é para recapitular o que está feito e o que falta fazer. A Enfermeira também intervém autonomamente, decorrendo da sua responsabilidade profissional, junto dos doentes que vão chegando mais ou menos queixosos, hipertensos, com cólicas renais, hiperglicémicos, com convulsões, com situações de maior risco a necessitar de cuidados mais céleres e procura manter uma reavaliação contínua das situações mais críticas até que a pessoa seja observada por um médico e ela própria alerta o médico para a prioridade de situações que se podem alterar durante o tempo de espera. Presta cuidados aos doentes que estão em macas e precisam de cuidados de higiene e conforto, aos que pedem água, aos que estão agitados, aos que de repente se sentem mal na sala de espera… A Enfermeira gere a escassez de macas, gere a angústia de quem espera e por vezes desespera, participa na gestão do ambiente de cuidados de acordo com as suas competências.

II parte
No meio daquela azáfama, chega a vez de uma Idosa que se encontrava em maca ser levada para a Sala de Enfermagem para avaliação de sinais vitais, colheitas de sangue, canalização de veia e administração de medicamentos. A Enfermeira pergunta a um homem que estava à porta da Sala de Enfermagem a tentar olhar para dentro como que a ver o que se irá ali passar:
- O senhor é familiar desta senhora?
- Sou o filho.
- Se quiser entrar, sente-se nesta cadeira e pode ficar aqui junto dela.
- Obrigado. – Agradeceu, entrando e sentando-se ali em silêncio.
- Vou colocar um soro para dar os medicamentos para os vómitos, e aproveitamos para tirar sangue para análises. – disse a Enfermeira à Idosa que parecia não compreender muito bem o que se estava a passar. - Depois - continuou  dirigindo-se ao Filho - se o senhor não se importa, leva o sangue ao laboratório, que eu indico-lhe o caminho. Pode ser?
- Sim srª enfª.

III parte
Enquanto a Enfermeira prepara o material, entra na Sala de Enfermagem, à La Chevalier Lagardère como por vezes acontece –  -, uma Outra Profissional de Saúde que, ao perceber que ali estavam 2 utentes, ralhou:
- Quem é este homem? É familiar da doente? Os familiares não entram aqui. Mas o que é isto? Os familiares esperam lá fora. Aguardam lá fora!
- … mas, a enfermeira … - tentou justificar-se o filho da idosa, balbuciando perante tamanha aura, tendo sido interrompido de imediato pela Outra Profissional de Saúde que sentenciou::
- Saia, já lhe disse, os familiares esperam lá fora. - Mas o que é isto?!... – continuou resmungando antipaticamente. Abriu-lhe a porta e o homem saiu.

IV parte
A Enfermeira continuou impávida e serena a preparar o material e a contar até dez. Enquanto isso a Outra Profissional de Saúde “consultava” a Idosa, ali na Sala de Enfermagem, não sem antes ter frisado, falando para si mesma, que era um atrevimento os familiares entrarem assim e estarem ali, de qualquer maneira.
- Onde é que lhe dói? Tem vómitos? Que medicamentos é que toma? NÃO OUVE?
A Idosa não respondeu e a Outra Profissional de Saúde saiu fechando a porta atrás de si.

V parte
A Enfermeira abriu a porta da Sala de Enfermagem e disse ao Filho da senhora Idosa:
- Já pode voltar a entrar.
- … mas… senhora enfermeira, a outra senhora mandou-me sair… - Mas já pode voltar a entrar. – reafirmou a Enfermeira, tranquilamente.
O Filho entrou e sentou-se novamente na cadeira azul, à cabeceira da maca, enquanto a Enfermeira lhe foi perguntando se a sua mãe vivia sozinha e como era o seu comportamento antes da ida ao hospital. O Filho foi explicando a situação de saúde da mãe, enquanto a Enfermeira realizava os procedimentos de punção venosa.
Nisto, irrompe novamente pela sala de enfermagem a Outra Profissional de Saúde, que, ao ver que o Filho estava novamente dentro da sala, ordena:
- Saia! Eu não lhe disse que os familiares esperam lá fora? Saia! – Terminou, irritada.
O Filho olhou para a Enfermeira como que a tentar perceber o que fazer ao mesmo tempo que encolhia os ombros e fazia uma expressão facial de desagrado. A Enfermeira, mais tranquila ainda do que anteriormente, disse:
- Fui eu que autorizei a presença do senhor aqui na Sala de Enfermagem e a mim não me está a incomodar nada. Se a senhora se sente incomodada, diga ao senhor para aguardar lá fora e ele voltará a entrar quando a senhora sair.
Fez-se um silêncio e não aconteceu mais nada. A Enfermeira continuou o seu trabalho, o Filho continuou ali, a Idosa foi atendida, a Outra Profissional de Saúde não voltou a ter tiques de autoridade, o Filho foi ao laboratório levar o sangue, ajudou a empurrar a maca para a sala de espera, esteve por ali…

Vanda Veiga

Enfermeira graduada
Especialidade em Enfermagem Médico Cirúrgica
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Resposta de um ENFERMEIRO à diarreia cerebral que "escorreu" de um ministro...

2 comentários

"
Sr. Ministro, neste momento tenho 46,5 horas a mais do que deveria ter o que perfaz mais de 1 semana de trabalho extra nestes últimos meses.
No entanto nestes últimos meses devem ter quase chegado a 100 horas a mais do que o horário normal de trabalho, escondidas nos pagamentos de horas extraordinárias que são engolidas e "roubadas" pelo aumento da tabela de IRS e pelos descontos/"roubos" introduzidos pela chamada "Troika"!
Por isso não critique aqueles que continuam a dar tudo por tudo pelo SNS mas que por algum motivo precisam de um complemento extra no sector privado para fazer face por exemplo aos aumentos da electricidade, água e gás, o aumento das propinas dos nossos filhos universitários ou a ausência de respostas educativas para quem tem 1 filho com menos de 3 anos e tem de pagar 280 euros num creche que supostamente tem o apoio do estado...
Sou daqueles que irá sempre defender o SNS, ele é neste momento a última barreira que defende o nosso povo... sei que a privatização é o caminho que os senhores querem mas que esbarram nas capacidades dos profissionais do sector público que resistem e sem recursos continuam a lutar por alguma qualidade dos cuidados de saúde ainda quase gratuitos...
A Água está vendida não se sabe a quem, a Energia já foi vendida aos chineses mas a Saúde resiste porque terá sempre "soldados" que vêem no "campo de batalha" os despojos da banca e da troika:
- a pobreza dos nossos idosos espelhada aos nossos olhos na suas casas a cair, sem água nem gás mas com um sorriso nos lábios porque somos a sua única visita durante todo o dia;
- o doente crónico que de mês a mês é internado porque se acabou o dinheiro para aviar as receitas e entra em descompensação da sua saúde;
- os idosos internados que não têm ninguém mas têm ainda os nossos cuidados e ao fim de alguns meses o sistema encontra uma resposta social;
- os desempregados que com facies triste e desiludido relatam a sua história profissional, da fábrica que fechou e das dificuldades em encontrar outro trabalho;
- as pessoas que recorrem ao Serviço de Urgência para dormir, tomar banho ou simplesmente tomar uma refeição quente.
RESISTIR é a palavra que me ocorre para defender os "meus doentes", pegar na melhor "arma" que tenho, a qualidade do meu trabalho e continuar a batalhar pela SAÚDE do meu País!
A Qualidade desta arma está à venda e as melhores "peças" estão a ser dadas ao estrangeiro que paga 3 e 4 vezes mais por esse trabalho reconhecendo a sua qualidade e a sua mais valia...
Mas enfim, tudo isto o Sr. Ministro já sabe...
Não importa as Noites sem dormir e sem descanso no dia a seguir...
Não importa o Natal, Passagem de Ano, Páscoa, etc que não passo sem a minha Família...
Não importa os turnos que nos descontrolam o corpo e a mente e às tantas já não sabemos que hora e dia estamos...
Não importa o baixo salário...
Não importa a ausência que a Família sente...
Não importa as 3 hérnias que a minha coluna ganhou nestes anos de trabalho...
Não importa que ao fim de 12 anos de serviço ganhem muito menos do que no primeiro dia...
O que importa e é importante é a pessoa de quem Cuido...
e por ele e pelo SNS vou até à Lua
Já sabe portanto que sou ENFERMEIRO com muito Orgulho!
E continuarei a sê-lo enquanto o trabalho não me Matar!
Esqueci-me de uma coisinha Sr. Ministro... as tais 100 horas a mais de que lhe falava à pouco, lembra-se? nem sequer tiveram a amabilidade de perguntar se as queria fazer...simplesmente aparecem no horário de trabalho e tenho de aguentar...faz-lhe lembrar algo Sr. Ministro?
Muito mais poderia ser dito mas aqui fica o registo para memórias futuras.
Obrigado pela sua atenção.
Pedro Malaca"
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quinta-feira, 10 de julho de 2014

1º Lugar na Fase Regional da 11ª Edição Poliempreende

1 comentários

Muitos parabéns ao grupo todo e agradecimentos aos professores!




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sexta-feira, 9 de maio de 2014

LR - Promoção Só até dia 13 de Maio - APROVEITA!!!

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Processado exclusivamente de Aloé Vera Barbadensis
Miller, e cultivado no país de origem tradicional, o
México. O gel bebível de Aloé Vera da LR é fabricado
com tecnologia de ponta que permite a separação
higiénica do gel da folha e da casca, sujeita a um
rigoroso controle de qualidade (IASC, Fresenius).
COMPOSIÇÃO:
• Aminoácidos
Apoiam os processos do metabolismo, reconstituem
enzimas, produzem hormonas, ajudam ao
crescimento, governam os estudos de humor e ajudam
a controlar a sensação de fome. O Aloé Vera fornece
20 da totalidade dos 22 aminoácidos necessários ao
bom funcionamento do nosso organismo
• Enzimas
Renovam as células gastas e envelhecidas, destroem
toxinas no organismo, transformam nutrientes em
energia, curam feridas e protegem-nos contra o ataque
de bactérias ou vírus nocivos
• Cálcio
O cálcio é responsável pela formação e conservação
dos ossos, dentes e fibras de colagénio. Estimula a
coagulação do sangue
• Potássio
Importante para o equilíbrio ácido básico, para manter
um normal equilíbrio hídrico e para as funções
nervosas
• Acemanano
Poderoso estimulante do sistema imunitário; estimula
glóbulos brancos do sangue que destroem as
bactérias e vírus
• Magnésio
Mineral anti-stress, reduz a excitação dos músculos e
dos nervos
• Ferro
Ajuda na hematose (troca de gases respiratórios: gás
oxigênio, gás carbónico)
Importante no transporte do oxigénio no corpo humano
•Manganês
Desintoxica o organismo, fortalece as funções de
defesa e ajuda o corpo na produção de colagénio
•Zinco
Fortalece o sistema imunitário e ajuda a tornar inócuos
os radicais livres. Estimula o crescimento e a cura dos
ferimentos.
Ajuda nos sentidos principalmente a vista, o paladar e
o olfacto
•Vitamina A
Importante para a visão, para a saúde da pele, das
mucosas e para a formação óssea
• Vitamina B1
Zela por um sistema nervoso saudável e uma boa
função intestinal
• Vitamina B2
Necessária para a pele, cabelo, unhas, acuidade
visual, crescimento, respiração celular, energia celular,
proteínas e gorduras
• Vitamina B5
Regeneração celular da pele
• Vitamina B6
Fornece força muscular é importante para a função
nervosa
•Vitamina C
Papel significativo na cura de ferimentos, cicatrização
e crescimento corporal, cria defesas no organismo,
fortalece o tecido conjuntivo e os ossos
• Vitamina E
Vitamina da juventude e da beleza (no caso de intensa
exposição ao sol aumenta a necessidade desta
vitamina)
• Beta-Caroteno
Importante para a formação da púrpura ocular
Conhecida como “vitamina da visão”

O Aloé Vera desempenha um papel chave no
metabolismo humano. Neste contexto, o Aloé Vera
apoia primeiramente os processos de reparação e
manutenção do corpo. Os seus inúmeros ingredientes
têm um efeito purificante, desintoxicante, dissolvedor
de gorduras e efeito neutralizante, além de manifestar
uma acção anti-inflamatória.
O corpo sente-se relaxado e equilibrado. Os
ingredientes actuam como pequenas unidades de
reparação na área intracelular, mantendo o corpo em
boas condições.
O ALOE VERA melhora o metabolismo no nosso
corpo através dos 4 D’s :
Desacidificar
Desintoxicar
Depurar
Desengordurar

ALOE VERA SIVERA
COMPOSIÇÃO:
• 91% Aloe Vera Barbadensis Miller
• 7% Mel natural (melhora a actividade do metabolismo
do gel)
• 2% Extracto de urtiga com silício
•Processamento do gel puro da folha, sem aloína
•Certificado pelo IASC (Aloe Vera Sivera é único no
mercado e por isso não se pediu o selo qualidade
Fresenius)
URTIGA COM SILÍCIO:
A urtiga é um fornecedor de muitas substâncias vitais,
tais como vitaminas, elementos-traço e o valioso
silício. O silício é um elemento ultra-traço estruturante,
dentro do organismo humano e existe nos ossos e no
tecido conjuntivo. Funciona como elemento auxiliar
dos tecidos e das paredes dos vasos sanguíneos.
Os Vasos sanguíneos com a idade perdem
estabilidade, especialmente nos capilares finos; a
parede fica frágil e deixa de ter resistência suficiente; o
sangue deixa de fluir livremente
O silício é o mineral da resistência e da elasticidade
• importante para a firmeza e resistência dos cabelos e
unhas
• activador do sistema imunitário
• estabiliza as paredes dos capilares
• a carência de silício facilita a calcificação das artérias
• a carência silício facilita a desintegração dos
capilares
A urtiga é adstringente, anti-radicais livres, antiseborréica,
anti-séptica, antiescorbútica, antioxidante,
bactericida, depurativa, estimulante, hemostática,
hipoglicémica, revitalizante, revulsiva, tónica,
vasoconstritora, e tonificante capilar.

POSOLOGIA RECOMENDADA:
Tomar 30 ml Aloé Vera Drinking Gel antes de cada
refeição, 3 vezes ao dia, (poderá diluir com água ou
sumo de fruta).
Conservar no frigorífico depois de aberto e consumir
célere.
INDICAÇÕES:
Além das já mencionadas no Aloé Vera Mel e Pêssego
acrescenta-se:
• Ácido úrico
• Anemia
• Brônquicos
• Buco-faríngeas ( infecções)
• Cabelos (caspa, crescimento, opacos, queda)
• Unhas
• Ciática
• Circulação
• Celulite
• Varizes
• Cravos
• Depuração do sangue
• Diabetes
• Diarreia
• Digestão
• Dor reumática
• Gota
• Hemorragia
• Manchas
• Pele (feridas, irritação pós-sol, queimadura, sardas,
tecidos danificados, úlceras)
• Próstata (hiperplasia benigna)
• Problemas urinários
• Reumatismo gotoso
• Úlcera
• Anti-envelhecimento celular interno (recomendado a
indivíduos com idade superior a 40 anos)
• Problemas renais
• Indicado a pessoas com tendência a problemas
cardiovasculares
• Aconselhado a pessoas em menopausa
• etc..
NOTAS IMPORTANTES:
Não aconselhado a grávidas e na amamentação
Não aconselhado a portadores de edema causado por
problemas cardíacos ou renais. Podem ocorrer
reacções alérgicas.




EMERGENCY SPRAY:
Spray de tratamento de pele para ajuda imediata com
83% de gel Aloé Vera e essências de ervas naturais
seleccionadas. Tem uma acção refrescante, calmante
e hidratante. Proporciona uma acção calmante na pele
especialmente irritada e sensível, como por exemplo,
nas queimaduras solares e nas irritações da pele.
Vaporizar simplesmente na pele.
Spray emergência: Indispensável em qualquer lar
«As ervas da avó num só frasco»
COMPOSIÇÃO:
Fórmula exclusiva com 11 plantas, própolis e 83% de
aloé vera
ALOÉ VERA
A esta planta são reconhecidas propriedades dermocosméticas
como bactericida, cicatrizante e
principalmente a capacidade de hidratar o tecido
capilar ou dérmico danificado por uma queimadura.
A babosa aplicada sobre uma queimadura, ajuda
rapidamente a retirar a dor, pelo seu efeito hidratante e
calmante, ao mesmo tempo que lentamente irá repar o
tecido queimado, curando desta forma a queimadura.
EUCALIPTO
Poderoso anti-séptico indicado para uso em inalações,
problemas pulmonares, bronquite, asma, inflamações
da garganta.
CALÊNDULA
Conhecida pelos efeitos anti-inflamatórios,
cicatrizantes, óptimo para acne, dermatites, impede a
formação de pus, problemas circulatórios e veias
varicosas
MIL-FOLHAS
Planta tónica e estimulante das funções hepáticas.
Antiespasmódica, adstringente, anti-hemorrágica,
hemostática
TOMILHO
Rico em timol, com apreciável poder anti-séptico,
muito utilizado contra as afecções pulmonares e como
estimulante digestivo.
Em Fitoterapia, são utilizadas as partes aéreas da
planta devido ao seu poder anti-séptico, tonificante,
anti-espasmódico, expectorantes e vermífugas
Externamente, alivia picadas, dores reumáticas e
infecções fúngicas.
SALVA
Anti-sudorífica, anti-inflamatória, desinfectante, antidepressiva,
adstringente, anti-espasmódica.
SÂNDALO VERMELHO
Dotado de propriedades relaxantes, tem uma acção
anti-depressiva, afrodisíaca, adstringente,
expectorante e sedativa.
RAIZ DE GENGIBRE
Como planta medicinal o gengibre é uma das mais
antigas e populares do mundo. Suas propriedades
terapêuticas são resultado da acção de várias
substâncias, especialmente do óleo essencial que
contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona
quem em conjunto actuam como tónico purificador e
estimulante.
RAIZ DE DENTE DE LEÃO
Dotado de propriedades adstringentes, resulta como
um tónico para a pele. Detém também propriedades
calmantes.
PASSIFLORA
Passiflora é indicada no tratamento de insónia,
agitação nervosa e ansiedade. Externamente actua
como um suavizante e calmante dos tecidos irritados e
actua como um anti-inflamatório.
CAMOMILA
As pequenas e delicadas flores da Camomila
concentram potentes óleos voláteis, responsáveis
pelos efeitos anti-inflamatórios, anti-espasmódicos,
anti-alérgicos, anti-sépticos e sedativos.
Esses óleos acalmam músculos e nervos internos, o
que explica seu uso nas cólicas de bebés e em dores
menstruais, bem como exercem efeito emoliente sobre
a pele.
Uma das principais utilidades da camomila em uso
externo é no tratamento de eczemas, que tornam a
pessoa mais predisposta à dermatite atópica, ou seja,
a alergias na pele.
A camomila é ideal para tratar e aliviar as inflamações
e irritações da pele, como eczemas, rachaduras e
assaduras em bebés
PRÓPOLIS
No campo da apiterapia (utilização de produtos
derivados das abelhas) este é o composto que reúne
as principais propriedades farmacológicas, com alto
valor terapêutico, largo campo de actividade e maior
eficácia nos tratamentos clínicos pesquisados.
Algumas das substâncias presentes na própolis têm
acção bacteriostática e bactericida. O ácido felúrico,
recentemente detectado na sua composição, tem uma
notável acção bactericida sobre os microrganismos
gram-negativos. É ainda de assinalar a presença de
ácido caféeico, dotado de acção anti-fúngica.
Desde sempre que a própolis foi usada como
cicatrizante, sob a forma de pomada, graças à sua
notável capacidade de estímulo da regeneração dos
tecidos, em caso de feridas e chagas. Assim, é
recomendada a sua aplicação no tratamento de
psioríase e de herpes zona.
A própolis tem uma grande aplicação em odontologia,
pelo notável efeito que exerce nos casos de
inflamação das gengivas e do céu da boca. Melhora
rapidamente as gengivites e possui poder anestésico.
INDICAÇÃO:
• Acalma, refresca e regenera as células
• Acne
• Para pele irritada,
• Queimaduras
• Altamente cicatrizante
• Relaxa o couro cabeludo irritado
• Queimaduras solares
• Pés e pernas cansadas
• Varizes
• Freiras
• Herpes labial
• Aftas
• Picadas na garganta
• Dor de dentes
• Escoriações (estanca o sangue)
• Alívio de dores
• Alívio de comichão
• Pele seca
• Fixador de maquilhagem
• Refrescante
• Dermatites (alergias na pele)
• Impede a formação de pus
• Problemas circulatórios e veias varicosas
• Alivio de picadas
• Infecções fúngicas.
• Psioríase
• Eczemas
• Assaduras de bébes
• Inflamação das gengivas e do céu da boca
• Hematomas
• etc…
DICAS:
• Intensifica o efeito do concentrado das pomadas
MSM, Própolis, Concentrado e ThermoLotion quando
usado previamente à aplicação.
• Como tónico na pele mista e oleosa ou acne
• Calmante depois do barbear como after shave e após
da depilação
• Aplicar como pós-solar
POSOLOGIA:
Aplicar directamente sobre as zonas afectadas,
sempre que necessário. Sem contra-indicações.
Pode ser usado por bebés, crianças e adultos.



Para saber mais sobre os restantes produtos pode consultar os documentos em:

catalogo de Maio:
https://www.dropbox.com/s/0oaqvdcbisewdtf/PT_2014-05_Promocao_10-13_maio_FOLHETO.pdf

para as fichas técnicas dos produtos de saúde e os catalogos gerais:
https://www.dropbox.com/sh/kmqh97jxyhr72si/AAAn7N2qDvQTKVf5tYTyek4ba

Se se quiser tornar parceiro/a (poder ganhar até 40% de lucro nas vendas, formar a sua equipa de vendas, carreira atractiva com bónus e carros de empresa ou apenas para poder encomendar para s consumo próprio) pode enviar mensagem de e-mail para claudia_f_pires@hotmail.co. Veja as vantagens em:

https://www.dropbox.com/sh/s42mtt4nt0gi7x5/AABIQ-Np2ENrX9G3cQchU-CLa



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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A lata dos enfermeiros

0 comentários

 
"Li, algures numa rede social, um artigo datado de 2010 em que um ignorante (no sentido de pessoa ou anormal que fala sobre um assunto que nada percebe) teve a lata de dizer que os enfermeiros tinham lata em exigir melhores condições e apenas iam fazer greve (na semana a seguir à Páscoa, creio) só para irem de férias. Talvez para o caribe, digo eu.
A visão da sociedade sobre os enfermeiros é a de serem uns meros vassalos dos médicos, de serem uns limpa cús e, em último caso, são os gajos que dão picas. A atendendo a isto, ganhámos bem demais para o que fazemos, devíamos era ganhar menos ou, quem sabe, trabalhar inclusive de graça. É uma visão global e não apenas de um ignorante.
Pois bem, não me vou pôr aqui a dizer quais as nossas funções, pois entendo que todos os que pensam assim não têm um QI suficiente para compreendê-lo. Mas há algumas coisas que gostava de esclarecer.
Greves…somos das profissões (não a única) mais altruístas a fazer greve! Não é que nos dias de greve comparecemos ao trabalho para desempenhar algo que se chama “cuidados mínimos”! Deixo uma questão para os iluminados…digam-me o “porquê” destes cuidados e da sua obrigatoriedade?
Quanto à propagada disputa com os médicos e à nossa vassalagem, deixem-me que esclareça o significado profissões interdependentes. Dependem umas das outras. Não em tudo como é óbvio. Cada uma autónoma na maioria das suas funções. Os médicos dependem da informação que nós damos (vejam lá meus iluminados, eles até acreditam em nós) para decidir, avaliar ou alterar tratamentos aos doentes, por exemplo. Diz-se que dependemos deles para dar medicação. Isso é das tais falácias que de tantas vezes repetidas se tornam verdade. Também eu podia dizer que os médicos dependem de nós para que a medicação que prescrevem seja administrada. Ou seja, é a velha questão de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. Simplesmente eles prescrevem, nós administramos (temos poder de negar quando achamos que está mal prescrito). Esclarecidos? Não criem guerras onde elas não existem, somos colegas numa equipa multidisciplinar.
Dizem que os colegas dos Centros de Saúde não fazem nada. Eu digo que se as pessoas fossem um pouco inteligentes e seguissem as orientações de médicos e enfermeiros de família, muitos dos problemas que obrigam a internamentos ou a medicação crónica seriam evitados. Chama-se a isso prevenção, meus caros. E os cuidados primários é para isso que estão, não para operações nem internamentos.
Se falo de tudo o que vemos, de tudo o que passamos, dos turnos que alteram a nossa vida, das noites mal dormidas…dizem que já sabíamos ao que íamos. Deixem que vos diga que nenhum enfermeiro tem perfeita noção para o que vai. A maior parte, nenhuma mesmo. Vemos a fragilidade humana no esplendor e nem sempre se consegue reverter isso. Quantos doentes já me passaram pelas mãos e me fizeram lembrar entes queridos que já cá não estão? “Têm que ser frios” dizem, como se para isso apenas bastasse carregar num botão ou como se fosse coisa que se aprenda num curso.
Li um artigo intitulado “Os enfermeiros também choram” e percebo perfeitamente o significado do texto…mas eu digo que os enfermeiros não choram.
Nós não choramos, nós escondemos. Escondemos a nossa dor ou sofrimento para que aqueles que mais precisam de nós se sintam protegidos. Nós sorrimos perante a doença, perante a morte, perante a falta de esperança, para que eles não a percam. Porque sem esperança não há cura. Sabemos ser duros, sendo amáveis. Sabemos ser próximos, sendo distantes.
Nós não choramos, simplesmente temos momentos a sós, no trabalho ou em casa, em que lavamos a alma, em que renovamos a nossa vontade de ajudar o próximo! E no dia a seguir voltamos ao nosso campo de batalha para provar que os anjos-da-guarda não choram...Voltamos na esperança de que esgares de dor virem sorrisos, que a doença vire saúde, que o desespero vire esperança, que o desumano vire humano, que a indignidade vire dignidade.
Sem dúvida que nós, enfermeiros, temos uma lata descomunal…em fazer o que fazemos por valores tão ridículos!"
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terça-feira, 25 de junho de 2013

novas regras de acesso dos delegados de informacao medica ao SNS

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Devia ser ainda mais restrito, pois várias vezes já vi ocuparem médicos e as pessoas à espera!!!!!!!!
Claro que depende dos médicos, mas se há muitos que "induzem" as pessoas aos seus consultórios privados quando estão a "trabalhar" num hospital público (isto quando REALMENTE estão fisicamente no hospital público!!!!



"Os delegados de informação médica têm um novo enquadramento legal com as regras para frequentarem os serviços e estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Podem encontrar-se os detalhes no Despacho n.º 8213-B/2013 .
Um excerto:
“(…) Artigo 4.º
Número de visitas
1 — Cada laboratório só pode realizar até seis visitas por ano a cada estabelecimento ou serviço do SNS, em função da respetiva dimensão e do número de profissionais das diferentes especialidades que os DIM visitam.
2 — Nas unidades integradas no SNS, classificadas de tipo B, pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 36/2012, de 26 de março, excecionalmente, podem ser autorizadas, pelo respetivo conselho de administração, até oito visitas por ano, sendo, ainda, objeto de notificação ao INFARMED, I. P.
3 — Independentemente do laboratório que representem o número máximo de visitas diárias permitido é de dois DIM em cada serviço hospitalar e de três DIM nos restantes casos, não sendo admissível, em cada visita, a representação de mais de um laboratório por cada DIM.
4 — Em regra, cada DIM só pode visitar oito profissionais de saúde por dia, podendo este limite ser ultrapassado no caso de realização de sessões de informação coletivas, no máximo de duas por ano para cada laboratório, entendendo -se como tais as que abranjam, no mínimo e em simultâneo, cinco profissionais de saúde.
5 — As sessões de informação coletivas são autorizadas pelo diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde no caso de serviços de cuidados de saúde primários dos ACES, ou pelo conselho de administração, no caso de entidades hospitalares.
Artigo 5.º
Local e horário das visitas
1 — O local e horário de visitas, bem como os demais elementos a este relativos e referidos no presente despacho, são fixados, em termos genéricos, pelo responsável máximo do serviço ou unidade onde se pretendem visitar profissionais de saúde, de acordo com as seguintes regras:
a) As visitas devem ter lugar em sala própria e adequada ao fim a que se destinam, não podendo realizar -se em serviços de urgência ou de atendimento permanente ou em serviços de internamento;
b) Compete a cada unidade de saúde definir o local para as visitas dos DIM, podendo cada ACES ou hospital ter uma ou mais salas destinadas a este fim;
c) As visitas dos DIM devem ter lugar, preferencialmente, fora do horário de trabalho fixado para os profissionais de saúde, podendo ocorrer, se autorizadas pelo responsável máximo do serviço ou unidade, durante a pausa para almoço ou durante um período em que não haja atividade assistencial em curso;
d) Em qualquer caso, as visitas dos DIM não podem interferir com qualquer tipo de atividade médica ou assistencial.
2 — Os DIM devem limitar a sua circulação e presença às zonas que lhes forem autorizadas pela direção da unidade de saúde ou serviço, estando vedada a presença em zonas de circulação de utentes e profissionais de saúde, em salas de espera de utentes, em serviços clínicos ou administrativos e em áreas de aprovisionamento.(…)”
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Para pensar em como são as coisas...

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"Um utente tetraplégico, do meu serviço, estava muito ansioso dias antes da greve dos médicos e comentava que era indecente os médicos serem obrigados a fazer greve e questionava o que vai ser de nós dois dias sem médicos...
Hoje o doente levantou-se cedo foi incentivado a cuidar a sua higiene, vestuário e arranjo pessoal, foi mobilizado, fez cinesiterapia respiratória, treinou a transferência da cama para a cadeira, treinou o equilíbrio e treinou o auto-cuidado alimentar-se com equipamento adaptativo. Sempre optimista e bem disposto, nunca referindo o facto de haver greve dos médicos!
Subitamente uma colega retira-lhe o tabuleiro da refeição da frente e diz:
_ E se fosse Greve dos Enfermeiros? O que tinha feito, hoje?"

Enf. Patrícia Forte na página de um grupo de enfermeiros
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Região Norte não tem Vacinas ???

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Região Norte não tem Vacinas ???:
Este tipo de notícias preocupa-nos !
Sobretudo porque o Ministério da Saúde impõem uma Contratualização às Unidades de Saúde que depois não podem cumprir.
Actualmente os Enfermeiros podem estar a deixar passar oportunidades de vacinação, pelo simples facto de não terem Vacinas!!!
Há três semanas que os centros de saúde dependentes da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte estão sem vacinas ou em “contenção”, sobretudo das que pertencem ao Plano Nacional de Vacinação, em especial a vacina do tétano e a do sarampo, avança o Jornal de Notícias.

João Semedo, (…) perguntou na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por que é que não há vacinas, frisando, em concreto, o concelho de Barcelos. No entanto, faltam vacinas em toda a região Norte, sobretudo em Guimarães, Famalicão e Braga.

Em Braga, para além das vacinas infantis, também os adultos já não são vacinados contra o tétano por “indisponibilidade de stock”.

“Estamos em contenção de vacinas há alguns dias e algumas delas só administramos mesmo a doentes prioritários”, disse ao JN fonte ligada à sub-região de Saúde de Braga.
 A ARS Norte esteve indisponível para esclarecer a falta de vacinas,(…)O problema ter-se-á ficado a dever a um atraso na compra e posterior entrega, pondo em causa a execução do Plano Nacional de Vacinação. (Fonte JN) 
 Recordamos que a  não vacinação, na data prevista, poderá desproteger as crianças, expondo-as à eventualidade de contracção de uma doença grave.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Acesso aos Cuidados de Saúde

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Acesso aos Cuidados de Saúde:
Dos pedidos de isenção por insuficiência económica enviados este ano, um terço foi rejeitado pelo fisco. Mesmo assim, o ministério diz que o número de pessoas isentas aumentou em 580 mil face a 2011 link
O MS anda a fazer propaganda à custa do que é mais sagrado na nossa democracia: O direito de acesso universal e igual para todos os cidadãos portugueses aos cuidados de saúde.
Clara
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domingo, 29 de abril de 2012

Bomba relógio

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Bomba relógio:
Encerramentos poderão obrigar utentes a mudar de hospital Ministério da Saúde ainda não esclareceu quando avança com a reorganização hospitalar, mas as duplicações e sobreposições de serviços vão mesmo acabar. Reforma incidirá também sobre as urgências. Ainda não se sabe ao certo quando avança, mas a reorganização hospitalar estará para breve e com ela o encerramento de serviços, nomeadamente nas urgências e ao nível, por exemplo, da obstetrícia. Estas mudanças poderão obrigar alguns utentes a deixar de recorrer ao seu hospital habitual. "Vamos pôr a reforma hospitalar em prática, mas só depois de ter suporte técnico e de saber como avançamos", disse, no início do mês, o ministro da Saúde, Paulo Macedo. Agora, que já recebeu a Carta Hospitalar da Entidade Reguladora da Saúde, o anúncio deve estar para breve, se bem que o ministro já disse que este tipo de reformas "é algo que demora duas legislaturas a fazer". O governante fez ainda questão de frisar que a "reforma hospitalar não é sinónimo de fechos", embora tenha revelado que esta "terá seguramente encerramentos por via de concentrações e da melhoria de qualidade que isso representa". O que significa que alguns utentes, que são seguidos numa especialidade em determinado hospital poderão ter de mudar para outro que fique perto. Desclassificação de urgências Avançar com fecho de serviços de saúde não é tarefa fácil. Que o diga Correia de Campos que abandonou o lugar em 2008, depois de ter encerrado blocos de parto e urgências em centros de saúde. Agora a reorganização da rede está novamente a levantar polémica. A falha na comunicação por parte do Governo também não está a ajudar. Depois do presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, ter dito à "Antena 1" que as urgências do Garcia de Orta (em Almada) e do São Francisco Xavier passariam de polivalentes para médico-cirúrgicas, o ministro Paulo Macedo garantiu, no Parlamento, que o Governo não tem qualquer intenção de desclassificar as urgências destes dois hospitais, embora tenha admitido uma "reorganização" nesta área, acrescentando que "não faz sentido termos três urgências de oftalmologia e dermatologia, 24 horas por dia, em Lisboa". Algumas notícias dão também conta que no Centro Hospitalar Oeste Norte (Peniche, Alcobaça e Caldas da Rainha) apenas o hospital das Caldas manterá a urgência médico-cirúrgica. Além disso, a ARS quer encerrar o bloco de partos e a urgência pediátrica em Torres Vedras, concentrando estes serviços nas Caldas da Rainha. Os maiores protestos têm girado em torno do fecho da Maternidade Alfredo da Costa. Depois de uma notícia que dava conta do fecho até ao final do ano, o ministro já veio dizer que isso acontecerá durante a legislatura. As populações e os profissionais não aceitam.
Jornal de Negócios, 26 Abril 2012 . link

O tempo para dar início a esta reforma perdeu-se. Perdeu-o Paulo Macedo. Que fala em duas legislaturas para levar a cabo esta iniciativa. Talvez nem ele saiba como começar. "Apalpou" a MAC. Supostamente, o elo mais frágil. Enganou-se mais uma vez.   A coisa está a correr mal.
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O QUE É DEPRESSÃO?

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O QUE É DEPRESSÃO?: A depressão é uma doença psiquiátrica capaz de causar inúmeros sintomas psicológicos e físicos. Seu sintoma mais conhecido é uma profunda e prolongada tristeza, o que não significa que toda tristeza esteja relacionada necessariamente a um quadro de depressão.



A maioria dos adultos com depressão nunca chega a ser avaliado por um psiquiatra, já que muitas vezes seus sintomas não são devidamente reconhecidos. Esta confusão ocorre até mesmo entre médicos não habituados a lidar com problemas relacionados à saúde mental. Estudos mostram que mais da metade dos pacientes com depressão atendidos por clínicos por apresentarem sintomas físicos, como dores, insônia ou cansaço crônico, acabam não sendo sendo reconhecidos como tal. O diagnóstico correto acaba surgindo apenas após meses ou anos de sintomas e várias consultas a médicos diferentes.



Este é o primeiro texto da série sobre transtorno depressivo, onde vamos abordar os seguintes pontos sobre a depressão:

  • O que é depressão.
  • Causas da depressão.
  • Diferenças entre tristeza e depressão. 
  • Depressão pós-parto.
  • Sintomas da depressão.
  • Tipos de depressão .
  • Diagnóstico da depressão.
  • Tratamento da depressão.
  • Mitos sobre a depressão. 




    O que é depressão?

    A depressão é uma doença psiquiátrica crônica, extremamente comum, caracterizada por uma alteração do humor do paciente, deixando-o triste além do normal, desanimado, sem energia, com baixa autoestima e com dificuldade de lidar com sua vida pessoal e profissional.



    A depressão foi uma doença muito mal compreendida durante décadas, o que levou a interpretações equivocadas sobre suas causas e sintomas, provocando uma estigmatização dos seus portadores. Até hoje é comum encontrarmos pessoas deprimidas que não aceitam o seu diagnóstico ou familiares/amigos que tratam o paciente deprimido como alguém mentalmente fraco, incapaz de superar as dificuldades da vida. Não se deve tratar o paciente deprimido como alguém simplesmente triste, incapaz de reagir.



    Depressão
    Mais do que apenas um ataque de tristeza, a depressão não é uma fraqueza ou falta de disciplina, nem é algo que o paciente possa simplesmente resolver apenas com a vontade própria. Para o deprimido, deixar de estar triste não é que nem o fumante que pretende parar com o cigarro. Não é uma questão de tomar a decisão e manter-se fiel a ela. A depressão é uma doença crônica que geralmente requer tratamento a longo prazo, como são o diabetes ou a hipertensão. Assim como ninguém deixa de ser diabético apenas com a força de vontade e pensamento positivo, a depressão também precisa de ajuda médica para ser controlada.



    A depressão pode surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a terceira idade. É uma doença tão comum que estima-se que 12% dos homens e até 25% das mulheres apresentarão algum grau de depressão ao longo de suas vidas.



    A depressão é duas vezes mais comum em mulheres que homens e é mais comum em adultos jovens do que em idosos.




    Diferenças entre tristeza e depressão

    O termo deprimido é muitas vezes usado como sinônimo de triste. Tristeza e depressão são coisas diferentes. Na verdade, a tristeza costuma ser um dos sintomas da depressão, mas só ela não basta para o seu diagnóstico.



    A tristeza é uma reação normal e esperada para muitas situações, como a morte de um ente querido, o fim de um relacionamento amoroso, perda do emprego, etc. É completamente normal o indivíduo passar alguns dias ou semanas tristes após situações de perda. Isto não é depressão.



    Para ser depressão o quadro de tristeza tem que ser prolongado e acima do normal, sendo suficiente para interferir nas atividades diárias da pessoa, reduzindo a capacidade de cuidar de si mesmo, atrapalhando relacionamentos, prejudicando suas atribuições profissionais, etc. Se você perde um parente e sente-se triste por semanas, isso é normal. Mas se esta tristeza for tão intensa que semanas após a perda você ainda não conseguiu retomar a sua vida em questões básicas, como trabalhar, manter higiene pessoal, cuidar da casa, isso pode ser depressão.



    Na tristeza, o indivíduo costuma apresentar períodos de melhora ao longo do dia, conseguindo esquecer por momentos a causa da sua tristeza, como, por exemplo, durante a visita de uma pessoa querida. Na depressão, o sentimento é contínuo e não alivia com a ajuda de outros. A depressão costuma também provocar um sentimento de culpa, mas sem motivo aparente. O deprimido sente uma pesada culpa, mas não sabe explicar bem por quê.



    É bom salientar que o paciente deprimido nem sempre apresenta para os amigos e família aquele clássico comportamento de tristeza excessiva. A depressão pode ser mais sutil, manisfestando-se como perda do interesse em atividades que antes eram prazerosas, ausência de planos para o futuro, alterações do padrão do sono, isolamento social ou baixa autoestima. Para estar deprimido não é preciso passar o dia inteiro na cama chorando.



    A tristeza sempre tem uma causa, a depressão não. Obviamente, o falecimento de uma pessoa próxima pode desencadear uma depressão, mas nem sempre situações tristes precisam ocorrer para o indivíduo iniciar um quadro de depressão.




    Causas da depressão

    Assim como acontece em diversas doenças psiquiátricas, não existe uma causa única para a depressão, que parece ser procada pela interação de diversos fatores, sejam eles físicos ou psicológicos.




    1- Fatores orgânicos responsáveis pela depressão

    A depressão não surge apenas por problemas emocionais ou psicológicos. Já foram reconhecidas vários fatores de risco e causas orgânica para a depressão.




    1,1. Genética

    Pessoas que possuem familiares com depressão apresentam um maior risco de também desenvolverem a doença, indicando que existe uma vulnerabilidade à depressão que pode ser herdada geneticamente. Na verdade, ter familiares próximos com outras doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico, distúrbios afetivo ou até mesmo alcoolismo, também são fatores de risco para depressão.



    Apesar de intensos estudos na área, ainda não se conseguiu identificar os genes responsáveis pela vulnerabilidade à depressão.



    Apesar da herança genética ser aparentemente um fator importante, ela sozinha não é suficiente para desencadear a doença. Isso é facilmente comprovado através de estudos de irmãos gêmeos idênticos, onde se viu que há concordância em apenas 40% dos casos. Outros fatores além da genética são necessários para que a depressão surja.




    1.2. Neurotransmissores

    O cérebro humano é uma estrutura altamente complexa, cujo funcionamento depende de centenas de mediadores químicos. Sabemos hoje que boa parte das doenças psiquiátricas estão relacionadas a pelo menos 5 destes neurotransmissores: noradrenalina, serotonina, dopamina, ácido gama aminobutírico (GABA) e acetilcolina.



    A abundância ou a falta de alguns destes neurotransmissores em certas partes do cérebro podem desencadear graves distúrbios psiquiátricos e neurológicos. Exemplos: uma falta de dopamina em determinadas áreas da base do cérebro provoca a doença de Parkinson (leia: DOENÇA DE PARKINSON | Sintomas e tratamento). Já a doença de Alzheimer parece estar relacionada com níveis baixos de acetilcolina no cérebro (leia: MAL DE ALZHEIMER | Sintomas e diagnóstico).



    A depressão tem origem no funcionamento anormal de alguns destes neurotransmissores, como a dopamina, serotonina, noradrenalina e GABA. Dentre estes, a serotonina parece ter o papel mais relevante, estando habitualmente em níveis reduzidos em pacientes com depressão.




    1.3. Uso de drogas ou álcool

    As doenças que causam dependência também estão sob a influência destes neurotransmissores citados acima. Drogas e álcool exercem seus efeitos através do aumento da liberação de dopamina no cérebro, o que provoca euforia e uma sensação agradável. O problema é que  uso repetido de drogas ou álcool dessensibiliza o sistema da dopamina, fazendo com que o mesmo se acostume com a presença destas substâncias. Por isso, pessoas viciadas precisam cada vez de mais drogas ou álcool para atingirem o mesmo grau de satisfação, podendo deixá-las deprimidas quando estão fora do efeito destas substâncias. O cérebro se acostuma a viver com níveis cada vez mais elevados de neurotransmissores estimulantes, fazendo com que os níveis normais passem a ser insuficientes para controlar o humor do indivíduo.




    1.4. Alterações do cérebro

    Além da redução da concentração de neurotransmissores, pacientes com depressão crônica também apresentam alterações na anatomia do cérebro, como reduções de volume do lobo frontal e do hipocampo.



    Estudos de neuroimagem também evidenciam alterações no funcionamento de várias áreas do cérebro em pessoas com depressão. Pesquisadores descobriram uma área do córtex pré-frontal com uma atividade anormalmente diminuída em pacientes com depressão. Esta região está relacionada com a resposta emocional e tem conexões generalizados com outras áreas do cérebro responsáveis pela regulação de neurotransmissores associados ao humor, como noradrenalina, dopamina e serotonina.




    1.5. Doenças cerebrais

    É cada vez mais aceita a relação entre o acidente vascular cerebral (AVC) e o surgimento da depressão. Sabemos hoje que a depressão não é somente causada por abalos psicológicos devido às consequências perceptíveis do AVC, como sequelas motoras ou da fala. A própria lesão direta do cérebro pelo derrame aumenta o risco do surgimento da depressão, mesmo que as consequências do AVC não tenham grande efeito psicológico no paciente.



    Além do AVC, várias outras doenças neurológicas aumentam o risco de depressão, entre elas, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla (leia: ESCLEROSE MÚLTIPLA | Sintomas e tratamento), epilepsias (leia: EPILEPSIA | CRISE CONVULSIVA | Sintomas e tratamento), tumores do cérebro e traumatismos cranianos.




    1.6. Doenças crônicas

    Pacientes portadores de doenças crônicas também estão mais vulneráveis ao aparecimento da depressão. As mais comuns são: diabetes, doenças cardíacas, hipotireoidismo, AIDS, cirrose, doença inflamatória intestinal, lúpus, artrite reumatoide, fibromialgia, entre outras.




    2- Fatores psicológicos associados à depressão

    Estresses emocionais são um importante gatilho para o aparecimento da depressão. Muitas vezes, um evento traumático é fator que falta para um indivíduo susceptível desenvolver um processo depressivo.




    2.1. Traumas na infância

    Traumas adquiridos na infância são um importante fator de risco para o desenvolvimento da depressão. Entre os traumas estão abusos, ausência do pai, falecimento de um ente próximo, agressões ou falta de afetividade por parte dos pais.



    Relações problemáticas com pais, irmãos e colegas são comuns em crianças e adolescentes com depressão. Adultos com depressão também frequentemente relatam pouco envolvimento paterno e superproteção materna durante a primeira infância.



    Crianças que sofreram bullying também estão sob maior risco de desenvolverem depressão.




    2.2. Estresses emocionais

    Embora o transtorno depressivo possa surgir sem quaisquer fator emocional precipitante, estresses e perdas pessoais certamente aumentam o risco. Perdas de pessoas amadas são fatores de risco importantes nos indivíduos mais jovens. Nos idosos com longos casamentos, a perda do esposo ou da esposa também costuma ser um evento desencadeador de depressão.



    Dor crônica, doença crônica, incapacidade e doenças que deixam sequelas também podem levar à depressão.



    Isolamento social, excesso de críticas e cobranças por parte da família, dificuldade econômica persistente, separação matrimonial ou baixa autoestima também são fatores comuns.



    Ter contato próximo e frequente com alguém deprimido também aumenta o risco de depressão.




    2.3. Depressão pós-parto

    Depressão pós-parto é uma espécie de depressão que algumas mulheres desenvolvem depois de dar à luz. A maioria das mulheres com depressão pós-parto começa a apresentar sintomas no primeiro mês de vida do bebê, mas algumas demoram  até 12 meses para desenvolver a depressão. Cerca de 10% das mães sofrem de depressão pós-parto.



    No primeiros 2 ou 3 dias após ter um bebê, muitas mulheres costumam apresentar um tipo leve de depressão pós-parto, chamada tristeza pós-parto ou melancolia pós-parto. Este quadro acomete até 80% das mães e se caracteriza por mau humor, irritação, dificuldades de concentração, insônia e crises de choro.



    A melancolia pós-parto ocorre por alterações hormonais que surgem com o término da gravidez e por estresses psicológicos causados pela responsabilidade de cuidar de um recém-nascido associado ao cansaço físico que a tarefa provoca. Na maioria dos casos a tristeza pós-parto desaparece em 2 ou 3 semanas.



    A depressão pós-parto é um quadro mais importante que a melancolia pós-parto, durando mais tempo e apresentando sintomas mais severos. Mulheres com histórico de depressão estão mais propensas a ter depressão pós-parto do que mulheres que nunca foram deprimidas.



    Mulheres com depressão pós-parto costumam não conseguir dormir, mesmo quando seus bebês dormem. Além disso apresentam-se muito irritadas, incapazes de cuidar do bebê, com grave sentimento de culpa e com sentimento de não ter laços afetivos com o novo filho.



    A depressão pós-parto pode levar a mãe a ter pensamentos de ferir a si e ao bebê, na maioria dos casos, porém, a mãe consegue reconhecer o absurdo da ideia, tendo capacidade de controlar este estranho pensamento.



    A depressão pós-parto pode desaparecer espontaneamente, porém, a ajuda médica é importante, porque em alguns casos a depressão não melhora com o tempo e o há riscos da mãe infligir danos ao filho.



    No próximo texto desta série sobre depressão, a ser escrito nos próximos dias, falaremos sobre os tipos de depressão, seus sintomas e como é feito o diagnóstico.


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    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação

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    Programa "Especial Saúde" na RTP Informação:

    Este programa dedicou a sua emissão à Enfermagem, convidando para o efeito três Enfermeiros: o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf. Germano Couto, a Enf.ª Ana Lúcia Freire, enfermeira especialista de Saúde Materna e Obstétrica, e a Enf.ª Helena Almeida, enfermeira especialista de Enfermagem de Reabilitação.
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    quarta-feira, 25 de abril de 2012

    FOTOS DO MOSQUITO DO DENGUE

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    FOTOS DO MOSQUITO DO DENGUE: O dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus. Sua transmissão se dá através da picada de mosquitos contaminados. Duas espécies de mosquito são responsáveis pela propagação do dengue: Aedes aegypti e Aedes albopictus. Estes dois mosquitos podem receber a alcunha de "mosquito da dengue", apesar do Aedes aegypti ser a espécie mais famosa e com maior capacidade de transmitir a doença.



    Neste texto vamos mostrar fotos do mosquito da dengue para que a população leiga seja capaz de identificá-lo.



    Se você está procurando informações detalhadas sobre o dengue, não deixe de ler nosso artigo sobre a doença: DENGUE | Sintomas e tratamento.



    Fotos do mosquito do dengue: Aedes aegypti e Aedes albopictus:



    Fotos do mosquito da dengue - Aedes aegypti


    O Aedes aegypti é um mosquito que costuma medir menos de 1 cm de diâmetro, é de cor preta ou marrom e apresenta listras brancas distribuídas pelo corpo e patas. Ao contrário dos mosquitos comuns, que costumam estar mais ativos no final do dia e início da noite, o mosquito do dengue tem hábitos diurnos; o Aedes aegypti costuma voar baixo, geralmente abaixo de meio metro, picando preferencialmente os pés, tornozelos e as pernas. O mosquito do dengue não gosta de calor, por isso é mais ativo nas primeiras horas da manhã e no final da tarde.



    Mosquito da dengue
    Aedes albopictus e Aedes aegypti


    O mosquito que pica o ser humano e transmite o dengue é a fêmea. O macho não se alimenta de sangue, pois não tem capacidade de picar outros mamíferos. A fêmea é maior que o macho e apresenta tanto a boca quanto as antenas diferentes.



    Mosquito da dengue macho e fêmea
    Aedes aegypti macho e fêmea


    Os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus são muito parecidos. A diferença está no tórax. O Aedes aegypti apresenta 4 linhas, duas delas retas no centro e duas curvas na periferia. Já o Aedes albopictus apresenta apenas uma única linha reta no centro do tórax. De resto, são semelhantes.



    Diferenças ente o Aedes aegypti e o Aedes albopictus


    Tanto o Aedes aegypti quanto o Aedes albopictus existem no Brasil, porém, as epidemias de dengue só são causadas pelo Aedes aegypti, que apresenta uma capacidade maior de transmitir o vírus.




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    Regras de conduta do Hospital de Braga

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    Regras de conduta do Hospital de Braga:
    Regulamento de fardamento
    Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda um regulamento do Hospital de Braga (HB), composto por cinco páginas, denominado “Fardamento e regras de conduta dos colaboradores do Hospital de Braga”. Este documento, doravante designado como “regulamento”, foi elaborado pelo Diretor de Recursos Humanos Pedro Coelho, aprovado pelo Administrador Executivo José Luís de Carvalho, tendo sido aprovado a 3 de abril de 2012 e estando a sua revisão prevista para abril de 2015, ou seja, dentro de três anos.
    Tendo como objetivo “definir a tipologia dos fardamentos de acessórios, bem como a utilização dos mesmos pelos colaboradores do Hospital de Braga” este regulamento aplica-se a “todos os colaboradores” do HB, designadamente assistentes operacionais, assistentes técnicos, enfermeiros, médicos, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos de fisioterapia e técnicos superiores de saúde.
    As regras patentes neste regulamento afiguram-se-nos como sendo de legalidade duvidosa além de nos parecer evidente que conflituam com a liberdade individual de cada um, impondo condutas e padrões que remetem mais para uma suposta moralidade e bons costumes do que para o bom desempenho profissional. Eis de seguida alguns exemplos de conduta determinados por este regulamento:
    - Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos, do sexo masculino, têm que usar sapatos clássicos pretos ou azuis-escuros, cinto azul-escuro ou preto (de acordo com os sapatos) e meias azuis-escuras lisas ou pretas lisas;
    - Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos, do sexo feminino, têm que usar saltos até quatro centímetros; as meias de vidro devem ser da cor da pele (nem muito claras nem muito escuras), lisas, sem redes ou fantasias;
    - Assistentes técnicos, assistentes operacionais, enfermeiros e técnicos têm que ter a camisa sempre metida dentro das calças, o cinto colocado e não é permitido o uso do casaco ou camisola à volta da cintura ou dos ombros;
    - Todos os trabalhadores do HB estão proibidos de mastigar pastilha elástica e de usar óculos de sol na cabeça ou pendurados na farda;
    - Todos os trabalhadores do HB estão proibidos de terem cores de cabelo extravagantes e/ou piercings visíveis;
    - Estão interditas as unhas compridas (incluindo unhas de gel); quando pintadas, as unhas têm que ter cores claras e discretas não sendo permitidos desenhos nas unhas;
    - A maquilhagem é permitida apenas se for muito suave;
    - Os homens têm que ter a barba aparada;
    - Não é permitido o uso de colares sendo desaconselhado o uso de fios e pulseiras;
    - Enfermeiros e assistentes operacionais, com cabelo abaixo dos ombros, têm que usar o cabelo preso, evitando ganchos de bijuteria. Os restantes grupos profissionais podem usar o cabelo solto ou apanhado (gancho ou elástico discreto), desde que com aspeto cuidado.
    Este regulamento estabelece também que “não são permitidas alterações ao fardamento padrão” e estipula que “está absolutamente vedada a entrada e/ou saída do HB a colaboradores fardados, exceto os assistentes técnicos (…) que podem usar a farda no exterior, à hora de almoço ou no trajeto casa-trabalho, desde que completa”.
    O Bloco de Esquerda considera que este regulamento exorbita claramente os seus pretensos objetivos, intrometendo-se na liberdade individual das/os trabalhadoras/es. A coberto de uma suposta padronização nas fardas, o HB tenta implementar um processo de higienização e padronização dos hábitos e costumes dos seus trabalhadoras/es o que, não só não é da sua competência como em nada melhora o desempenho dos profissionais.
    De facto, não se percebe em que medida uma enfermeira desempenha melhor a sua função por ter as unhas pintadas de branco em vez de vermelho; não se percebe em que medida um assistente operacional exerce melhor a sua função por ter o cinto a condizer com os sapatos; não se percebe em que medida uma médica exerce melhor a sua função por não ter piercings visíveis; não se percebe por que motivo um técnico de fisioterapia desempenha melhor a sua função por ter a barba aparada. Em suma, não se percebem os motivos que subjazem a este regulamento que parece situar-se nos limites da legalidade.
    Por fim, parece-nos essencial recordar que, sendo gerido por uma sociedade privada (José de Mello Saúde), o Hospital de Braga não deixa de ser um hospital público! Numa sociedade moderna, democrática e livre, é totalmente inaceitável que um grupo privado queira impor as suas escolhas, os seus gostos, as suas regras a quem trabalha num hospital público. Ainda por cima, regras que nada têm a ver com o trabalho mas respeitam única e exclusivamente à liberdade e ao gosto de cada um/a!
    Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:
    1. O Governo tem conhecimento da situação exposta?
    2. O Governo considera que o regulamento do Hospital de Braga cumpre integralmente a legalidade?
    3. O Governo vai ordenar a suspensão deste regulamento?
    17 de Abril de 2012
    João Semedo
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    COMA INDUZIDO | O que é e para que serve.

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    COMA INDUZIDO | O que é e para que serve.: Quem já não leu ou ouvir falar que fulano de tal está em coma induzido? Este termo é muito usado na imprensa e, às vezes, leva a conclusões equivocadas. O nome correto do coma induzido é sedação.



    Neste texto vamos abordar os seguintes questões sobre o coma induzido:

    • O que é o coma? 
    • O que é o coma induzido? 
    • Para que serve o coma induzido? 
    • Como se induz um coma? 
    • Quanto tempo o paciente demora para sair do coma induzido?
    • Pacientes em coma podem ouvir os familiares?
    Para uma melhor compreensão deste texto, sugerimos também a leitura de: ENTENDA O QUE ACONTECE COM OS PACIENTES NA UTI.



    O que é o coma?



    Dá-se o nome de coma ao estado de redução da consciência com perda parcial ou completa da responsividade aos estímulos externos. Falando de modo mais simples, o coma é uma redução do nível de consciência, estando o paciente incapaz de interagir adequadamente com o meio externo.



    Há vários graus de coma. Uma pessoa em coma  pode estar inconsciente, mas ainda ser capaz de apresentar alguma resposta a estímulos dolorosos ou a chamados vigorosos.



    Paciente sedado acoplado ao ventilador mecânico
    Paciente sedado acoplado ao ventilador mecânica
    Para avaliar a profundidade do coma, usamos uma escala chamada "escala de coma de Glasgow", onde são levados em conta a resposta verbal, motora e abertura dos olhos aos chamados e a dor. São feitos testes simples com o paciente para observar como o mesmo reage a certos estímulos, como dor ou sons. Esta escala avalia o grau de consciência do indivíduo. A classificação varia de 3 a 15 pontos. A pontuação mínima (3 pontos) é dada quando o doente não responde a nenhum estimulo (coma profundo), e a máxima (15 pontos), em pessoas normais que não estão com seu estado de consciência afetado.



    O coma normalmente acontece em casos de agressão ao sistema nervoso central, nomeadamente do tronco cerebral, área que controla o estado de consciência. Alguns comas são reversíveis, outros não.



    Exemplos de situações que podem levar ao coma:

    - Traumatismo craniano.

    - Infecção do sistema nervoso central, como no caso de meningite (leia: MENINGITE | Sintomas e vacina).

    - Tumores do cérebro.

    - AVC (leia: 7 SINTOMAS DO AVC).

    - Distúrbios metabólicos, como hipoglicemia, hiperglicemia, hipotiroidismo grave, insuficiência renal avançada, etc.

    - Intoxicação, como coma alcoólico.



    Perder a consciência é perigoso?



    O estado de coma é perigoso porque o indivíduo inconsciente perde a capacidade de proteger suas vias aéreas, podendo facilmente aspirar secreções ou se asfixiar com a própria língua. O paciente normalmente perde o reflexo da tosse e a capacidade de engolir saliva. A aspiração de qualquer material que está na boca (saliva, água, vômitos...) é chamada de broncoaspiração e costuma causar pneumonias graves, além do risco de parada respiratória por obstrução da via aérea. Por isso, todo paciente com pontuação de Glasgow menor que 8 deve ser intubado para conseguir respirar sem risco de broncoaspiração.



    O que é o coma induzido?



    O chamado coma induzido é nada mais do que uma sedação farmacológica controlada, isto é, um estado de inconsciência provocado pela equipe médica através de drogas sedativas.



    As pessoas tendem a imaginar que o coma induzido é uma forma de desligar o cérebro para que este descanse e possa se recuperar de uma agressão. Na verdade o cérebro nunca para. Ele é quem controla funções vitais, como a frequência cardíaca, respiratória, temperatura corporal... A consciência é apenas uma das funções do sistema nervoso central. Se realmente desligássemos o cérebro, o paciente morreria. O que fazemos é dar medicamentos que causam sedação.



    Para que serve o coma induzido?



    A sedação do paciente pode estar indicada em várias situações. Em geral, a sedação tem como objetivo:



    • Manter a segurança e o bem-estar do paciente.

    • Minimizar a dor física e desconforto.

    • Controlar a ansiedade, minimizar o trauma psicológico e induzir amnésia.

    • Acalmar o paciente e tornar a realização de procedimentos segura.



    A causa mais comum para o uso da sedação é a necessidade de ventilação mecânica. O uso dos chamados respiradores artificiais está indicado nos casos em que o paciente não é capaz de manter boas oxigenações sem auxílio. Isto é muito comum em casos de infecção pulmonar, como em pneumonias graves. Se o pulmão está gravemente doente, ele tem dificuldade em oxigenar o sangue e o paciente pode entrar em insuficiência respiratória.



    Pacientes com traumatismos cranianos podem deixar serem capazes de respirar espontaneamente, sendo esta outra indicação para o uso da ventilação mecânica.



    Agora, imagine um tubo na sua garganta estimulando movimentos respiratórios através de fluxos cíclicos de ar vindos de uma máquina. Imagine você querer expirar e a maquina inspirar; você querendo respirar devagar e maquina respirar rápido; você querer tossir e a máquina não deixar. Para ocorrer uma ventilação mecânica eficaz, o paciente não pode "brigar" com o ventilador, por isso, o mesmo costuma estar sedado.



    Além da ventilação mecânica, existem dezenas de outras indicações para se sedar um paciente. Por exemplo, pacientes que apresentam intensa dor também podem ser sedados, isto é comum em politraumatizados e grandes queimados. Nestes casos, a sedação é feita junto com analgesia.



    Indivíduos internados com quadro de agitação, que possam cair da cama ou que coloquem em risco seu tratamento, como aqueles que arrancam soros, sondas e cateteres, ou que não colaboram com procedimentos médicos de risco, como biópsias, endoscopias e pequenas cirurgias, também costumam receber sedativos. Neste caso a sedação é mais leve, o suficiente apenas para acalmá-los.



    Durantes as cirurgias com anestesia geral, os doentes são sedados e ficam em ventiladores mecânicos. Na anestesia a sedação vem acompanhada de analgesia e relaxamento muscular. O paciente, além de estar inconsciente, não pode sentir dor nem se mover durante o ato cirúrgico. A sedação da anestesia é feita com drogas de ação muito curta, pois o objetivo é que o paciente consiga acordar quando a cirurgia acaba (leia: ANESTESIA GERAL | Quais os riscos?). Por vezes, ao final do ato cirúrgico, o paciente pode não conseguir manter um boa oxigenação por conta própria, precisando permanecer sedado e no ventilador por mais algum tempo. Esta situação é mais comum em paciente graves, idosos ou com doença pulmonar ou cardíaca prévia. Pessoas jovens e saudáveis saem facilmente da ventilação mecânica.



    Portanto, o coma induzido é uma manobra que nós médicos utilizamos para podermos implementar o tratamento necessário para manter um paciente grave vivo. Como já foi explicado, não chamamos de coma induzido, mas sim de sedação. Chamamos de coma apenas os casos de redução do nível de consciência não provocados intencionalmente pela equipe médica.



    Intensidade da sedação



    Existem várias indicações para se sedar o paciente, e para cada uma delas o nível de sedação indicado é diferente. Assim como a escala Glasgow de coma é usada para aferir o nível de consciência dos paciente em coma, na sedação também há critérios clínicos para controlarmos o grau de sedação do paciente. Uma das escalas mais usadas é a "escala de Ramsey de sedação". Apenas como ilustração, a escala é feita assim:



    Ramsey 1: paciente consciente; agitado e/ou inquieto.

    Ramsey 2: paciente consciente; cooperativo, orientado e tranquilo.

    Ramsey 3: paciente consciente, mas responde apenas a comandos.

    Ramsey 4: paciente superficialmente inconsciente, porém com resposta rápida a estímulo auditivo alto ou a toques na glabela (região da testa entre as sobrancelhas).

    Ramsey 5: paciente inconsciente; resposta lenta a estímulo auditivo alto ou a toques na glabela.

    Ramsey 6: paciente inconsciente, sem resposta ao toque da glabela ou estímulo auditivo alto.



    Por que o paciente em coma é sedado?



    Mesmo pessoas em coma podem precisar de sedação. Dou o exemplo de um politraumatizado. Esta pessoa pode ter um traumatismo craniano e estar em um grau de coma que não seja suficiente para estar consciente, porém, não é tão profundo que consiga ficar conectado a um ventilador mecânico sem brigar com a máquina. Nestes casos, é necessário sedar o paciente e aprofundar seu coma para que ele possa ser tratado. Depois de alguns dias, dependendo da melhora clínica, retira-se a sedação para se poder avaliar o verdadeiro grau da lesão neurológica.



    Pacientes em coma induzido demoram quanto tempo para acordar?



    Depende. Alguns pacientes acordam após algumas horas, outros demoram vários dias. Alguns fatores contribuem o paciente demorar a acordar, entre eles podemos citar:



    - Uso prolongado de drogas sedativas.

    - Uso de doses elevadas de drogas sedativas.

    - Uso de drogas sedativas de vida longa.

    - Pacientes com doença grave ou múltiplas doenças.

    - Pacientes idosos .

    - Pacientes com lesão do sistema nervoso central.

    - Pacientes com insuficiência renal ou hepática



    É também importante salientar que alguns pacientes podem nunca acordar se houver grave lesão cerebral, como por exemplo, pessoas com grave traumatismo craniano, AVC hemorrágico ou parada cardíaca prolongada.



    Nos casos em que há suspeita de lesão cerebral, as sequelas neurológicas só podem ser definidas após vários dias de suspensão dos sedativos. Enquanto houver drogas na circulação, é difícil definir se o paciente apresenta ou não sequelas neurológicas.



    Paciente em coma ou sedados conseguem ouvir os familiares?



    Esta é uma das dúvidas mais comuns dos familiares. Como já foi explicado, existem graus distintos de coma e sedação. Um dos modos de se avaliar a profundidade do estado de inconsciência é através da resposta aos sons. Portanto, há casos em que o paciente pode escutar, sim, as vozes dos familiares. A grande questão é saber se o paciente entende o que lhe dizem. Em casos de sedação ou coma superficial é bem provável que o paciente seja capaz de compreender algumas coisas e reconhecer a voz da família.



    O problema é que muitas das drogas usadas na sedação tem efeito amnésico. Esta amnésia para fatos recentes é importante, pois permanecer vários dias no hospital é muito estressante. O paciente sofre muito, seja pela imobilidade, pelas múltiplas picadas de agulha, pelos tubos inseridos em seu corpo, pela falta de noção do tempo, etc. A amnésia torna a situação muito mais suportável e faz com que o paciente não tenha traumas psicológicos após a alta hospitalar. Portanto, não adianta perguntar ao paciente se ele ouvia algo enquanto estava sedado; mesmo que tenha ouvido, é bem provável que ele não vá se lembrar.



    Nos casos de coma ou sedação profunda, é pouco provável que o paciente mantenha algum contato com o meio externo. O cérebro naquele momento não é capaz de processar estímulos externos. Movimentos involuntários podem ocorrer devido a sons, mas isso não significa que o paciente tenha noção do que está ocorrendo.
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